,cultura da ,urumbeba ,,memoria ,,sobre ,a ,,cultura ,,da ,,urumbeba1 ,e ,,sobre ,a ,,cria,o ,,da ,,co*onilha4 ,,extrahida ,,por ,m4 ,,b]?olet ,das ,obs]vaes feitas em ,guaxaca4 ,,por ,m4 ,,?i]y ,,de ,,m5onville1 ,e ,copiada d ,v4 ,tomo dos ,annaes de ,*ymica1 ,,debaixo ,,dos ,,auspicios1 ,e ,,ordem ,,de ,,sua ,,alteza ,,real ,o ,,pr9cipe ,n4 ,,s5hor1 ,por ,fr4 ,jos ,m>ianno da ,conceio ,velloso4 ,,lisboa4 ,m4 ,,dcc4 ,,xcix4 ,na ,(4 de ,simo ,?addeo ,f]reira4 ,,s5hor ,o ,extracto1 que t5ho a honra de apres5t> a ,v4 ,,alteza ,,real1 foi feito por ,m4 ,b]?olet1 ,*ymico ,francez1 de outra obra maior1 compo/a por ,m4 ,m5onville1 que contm o resultado das suas ,obs]vaes sobre a cultura d ,nopal1 como *amo os ,mexicanos2 ou da ,urumbeba1 como *amo os ,brasilianos1 e igualm5te sobre a criao d ,insecto da ,co*onilha1 qu&o s pelo fim de os exam9>1 e de os e/abelec] em a ,ilha de ,s4 ,dom+os empreh5deo em #aggg a viagem a ,guaxaca no int]ior d ,mexico1 auxiliado das graz d seu respectivo ,sob]ano4 ,e/e mesmo extracto contm o juizo que por ,ordem ,m9i/]ial fiz]o os ,*ymicos ,francezes1 ,b]?olet1 ,desm>e/1 ,f\g]\x1 o ,abbade ,tessi] da ,co*onilha1 que o mesmo ,naturali/a e/abeleceo em ,s4 ,dom+os1 a pez> da n5huma correspond5cia que tiv]o os seus trabalhos4 ,esp]o que1 s5do e/a ,memoria espalhada pelo ,brasil1 e p>ticul>m5te pelos pvos de ,beira m>1 que possuem tantos tratos ar5osos1 inuteis a toda outra planta1 excepto e/a1 haja de produzir hum m>avilhoso effeito no comm]cio ,nacional1 pela gr&e falta que se exp]im5ta de/e g5]o1 assim na ,europa1 como na ,asia4 ,que ella se d bem nas areias1 he hum facto da nossa ,agricultura d ,brasil2 pois gov]n&o o ,rio de ,janeiro o ,excell5tissimo ,luiz de ,vasconcellos e ,s\sa1 anim\ tanto a sua cultura nas freguezias que fico pela praia ao ,nrte da mesma ,cidade1 i/o he1 ,taip1 ,m>ic1 ,saqu>ema1 e ,yr>uama1 de que se lembra a ,relao d ,+lez ,/auton1 que no s *eg\ a m&> gr&es p>tidas p>a e/e ,re9o1 compradas pela ,real ,faz5da1 como tambem a d> hum tom de vida a e/es i*?iophagos pvos1 que s vivio dos peixes que pesco nas gr&es lagoas1 em cujas m>g5s e/o aquellas freguezias1 e os v5dem na ,cidade4 ,a longitude de #ah leguas1 que ha entre z duas ,cidades de ,so ,seba/io e da ,assumpo de ,cabo ,frio1 sem cont> o mais1 e m5os da l>gura1 como r\bada pela enfiada de lagoas1 que se pod]io cort>1 e faz] navegaveis at ao ,rio1 s5do cob]ta de ,urumbebaes1 plantados1 e cultivados em regra1 quanta riqueza no dev]io esp]> de hum semelhante e/abelecim5to8 ,a latitude d ,rio de ,janeiro ao ,sul1 he a mesma d ,mexico ao ,norte4 ,de/e se exporto todos os annos #hhj mil arrateis1 os quaes1 segundo sabios calculadores ,negociantes ,holl&ezes1 lhe deixo o lucro de #ae milhes1 e #ej1fij libras ,francezas4 ,o que obrig\ a diz] a hum ,francez e/as notaveis palavras4 ,e/e he o melhor elogio que se pde faz] dos cadav]es de insectos3 ao qual se pde ajunt>3 que elles so p>a o ,mexico huma riqueza mais segura que z suas m9as de prata3 pois se do muitos paizes1 em que e/e metal abunda1 e s o ,mexico produz a ,co*onilha4 ,se z latitudes so z mesmas1 porque no rivaliz>emos aquella rica produco8 ,i/o s] devido aos cuidados de ,v4 ,,alteza ,,real4 ,ultimam5te s] e/a obra precursora da mesma de ,m4 de ,m5onville1 que fica j no prelo1 e vai enriquecida de duas ,monographias com figuras2 huma da gr&e familia dos ,cactos2 e outra dos progal9sectos1 *amados ,co*onilhas1 ou ,coccos1 e dos que lhe so aff9s1 em ambas se a*> especies novas a9da no descriptas2 a qual f> a ,,iii4 ,p>te d ,,ii4 ,tomo d ,faz5deiro d ,brasil1 ,beija o ,sup$aneo d ,real ,?rono ,,de ,v4 ,,alteza ,,real o mais humilde ,vassallo ,fr4 ,jos ,m>ianno da ,conceio ,velloso4 ,,extracto ,,da ,,obra ,,de ,m4 ,,m5onville ,,sobre ,a ,,cultura ,,da ,,urumbeba1 ,cactus ,cocc9illif]1 ,e ,,cria,o ,,da ,,co*onilha4 ,coccus ,cacti4 ,o ,extracto de/a obra p>ece e/ranho ao fim1 que se propoz1 qu&o se public\ e/a colleco2 mas a ,co*onilha he hum objecto de tanta importancia ao comm]cio1 e de tanto int]esse s ,artes1 que no deve s] indiff]5te a aquisio dos seus co/umes1 e dos cuidados1 que requ] a sua criao4 ,alm de/e me obrig\ outro motivo1 o qual foi1 t] a*ado ne/a obra os fructos de huma g5]osa empreza1 feita totalm5te s pelo ardor de enriquec] z nossas ,colonias de hum dom da natureza1 o qual huma ,nao e/ranha monopoliza4 ,t5do os ,hespanhoes obs]vado que os ,indios d ,mexico se s]vio de/e insecto1 p>a p9t>em z suas casas1 e t+irem os seus algodes1 attrahidos da belleza de/a cr in=mro a seu respeito o ,m9i/]io1 que pass\ ord5s a ,cortes em #aebc4 de promov] a multiplicao de/e precioso insecto4 ,reamur propoz ao ,reg5te de ,frana o transf]ir-se a ,co*onilha p>a z nossas ,colonias2 mas e/e projecto no teve a sua devida execuo4 ,m4 ,?i]y de ,m5onville1 conceb5do o novam5te1 sem se assu/> dos empecilhos1 que o pod]io emb>aar1 ap5as acceit\ a metade da consignao feita a e/e fim1 i/o he1 #b mil libras1 res]v&o a outra ametade1 outras #b mil1 p>a que1 no caso que1 por qualqu] imp$im5to1 visse fru/rada e/a sua primeira dilig5cia1 podesse por huma segunda conseguir o seu propo/o1 e prem$itado fim4 ,elle 7con=me disse7 se cont5t>ia de su/5t> a sua vida com po1 e agua4 ,emb>c\-se aos #ba de ,janeiro de #aggg em o ,porto d ,pr9cipe1 p>&o em ,habana1 *eg\ a ,v]a ,cruz4 ,aqui se in=m\ de que ,guaxaca era o ,lug>1 em que a melhor ,co*onilha se criava4 ,nada mais foi necess>io p>a o decidir empreza de/a viagem4 ,mas1 como ,guaxaca lhe ficava em di/ancia de #gj leguas1 e se no pode *eg> a ella sem trep> montanhas inaccessiveis pela sua altura1 atravess> rios caudalosos1 e arriscados1 e em huma palavra1 s por cam9hos pessimos3 afra i/o a9da t9ha de v5c] o illudir a vigilancia dos multiplicados ,satellites1 e a desassocegada espreita dos ,gov]nadores3 nada di/o1 nem d ,fysico1 nem d ,politico o intimida1 e o faz p>>3 bem que se veja na preciso de empreg> toda a sua manha ne/a obra1 quanta deve t] hum empreiteiro de natureza1 ou politica1 ou crim9al4 ,pr9cipia pelos obsequi> sobremaneira a fim de os int]ess>4 ,rebua o seu projecto com o go/o1 e ardor que t9ha pela ,botanica1 e com a necessidade1 em que se via1 pela sua m saude1 de tom> banhos no rio da ,magdal5a di/ante de ,v]a ,cruz algumas leguas4 ,mas1 tom&o cam9ho de ,guaxaca1 vio pela primeira vez a ,co*onilha em ,galatillan3 palpita-lhe de alegria o corao2 e logo se v accommettido de reflexes am>gurosas1 que se entremi/urro com a embriaguez1 ou transporte1 em que se via4 ,como1 dizia elle1 pod]ei eu transport> hum animal to debil1 to sujeito a ma*uc>-se1 e que1 a primeira vez que cahir1 se no apeg> mais a sua planta6 ,he impossivel que os abalos da cavalgadura em huma viagem de t]ra to comprida no os acabe8 ,como pod]ei c>reg> z volumosas plantas1 sobre que elles vivem8 ,como pod]ei eu is5tallos das indagaes1 a que e/o sujeitos8 ,logo que *eg\ a ,guaxaca1 compr\ caixes no paiz cub]tos de ,co*onilha1 com pretexto de lhe s]em necess>ias p>a hum rem$io contra a gotta4 ,mi/ur\ com z ,urumbebeiras outras plantas1 e teve a felicidade de z pod] traz] comsigo2 porque julg>o que ero futilidades1 que s podio int]ess> a hum botanico4 ,s(freo na sua viagem d m> hum gr&e temporal1 que o obrig\ a funde> em ,campe*e1 donde elle apanh\ plantas de hum ,cacto1 que pde s]vir de su/5to a ,co*onilha1 e aport\ em ,porto d ,pr9cipe aos #be de ,setembro d mesmo anno4 ,empreg\ toda a sua actividade em e/abelec] hum urumbebal1 e em apr5d] os cuidados1 que requ] a criao das duas especies de ,co*onilhas4 ,conhecia que a ,co*onilha silve/re1 ou bravia se criava em huma especie de urumbeba na mesma ,ilha de ,s4 ,dom+os4 ,mas sua alma altiva1 (f5dida1 e ulc]ada de v] que hum to relevante s]vio1 como o que acabava de faz]1 era tido em p\ca monta1 e como tal1 muito mal correspondido1 f9aliz\ os seus dias de huma paixo em #aghj4 ,o circulo dos ,filadelfos1 que a n5huma outra circum/ancia deve o seu e/abelecim5to1 s5o ao desejo de faz] uteis z nossas ,sci5cias a ,s4 ,dom+os1 ajuntro os seus papeis1 e os fiz]o imprimir1 e de/es he1 que eu agora t5ho a honra de apres5t> e/e resumo1 ou ,extracto1 c+9do-me to sm5te ao que diz respeito ,co*onilha1 e s urumbebas1 que lhe s]vem de su/5to4 ,eu comearei1 como o ,au?or1 faz5do conhec] z ,urumbebas3 ao depois pass>ei a fall> das duas especies de ,co*onilhas3 f9alm5te descrev]ei z exp]i5cias comp>ativas1 que fiz das duas ,co*onilhas f9a1 ou metesca1 e a ,co*onilhas bravia d ,mexico1 e da que se cria em ,s4 ,dom+os4 ,cactos4 ,a ,urumbeba he huma familia de plantas1 muito num]osa em individuos2 e p>ticul> d',am]ica4 ,e/a planta p5etra a t]ra com huma raiz me/ra mui pr(undam5te2 e ao mesmo tempo espalha quasi a flr da mesma muitas raizes fibrosas1 horizontaes1 e de rojo1 ap5as ent]radas huma pollegada4 ,o seu v]dor goza de v>ios matizes1 segundo z suas div]sas especies3 a sub/ancia he t5rissima1 e c>nosa1 mas volta-se em hum durissimo l5ho =a da velhice4 ,he *eia d huma seiba mucilag9osa1 que algumas vezes se extravasa1 como uma gomma opaca1 f>9hosa1 branca1 ou am>ella1 que promptam5te se enrija1 e se dissolve como a gomma2 mas que tem m5or viscosidade1 e t5acidade3 suas ha/es1 ou tlos se levanto em arvores pelo nascim5to successivo de outras ha/es1 que sahem humas de outras1 como ens>tadas1 ou unidas por articulaes1 mas a app>5te soluo de cont9uidade se desfaz pela idade da planta1 e todas e/as articulaes desapp>ecem pelo crescim5to das p>tes1 de modo que z articulaes dos ,cactos1 que so espalmados1 ou *atos1 se en*em1 e se arr$ondo em troncos de arvore1 em a qual se no di/+ue mais o m5or ra/o1 ou signal d seu nascim5to1 da sua frma primitiva1 da posio de humas a respeito de outras4 ,do-se arvores de/as1 que *ego a t] seis ps de circumf]5cia1 e tr9ta ou qu>5ta de altura4 ,z articulaes1 ou ramos1 que nascem em lanam5tos cyl9dricos nos ,cacteiros ,opuncias1 trazem nos ultimos1 por hum ou d\s mezes1 folh9has conicas1 curvas1 de huma ou duas l9has de alto1 dispo/as em qu9conce1 sobre l9has p>alellas4 ,na axila de/as folh9has se a*a po/o hum feixe de s$as innum]aveis1 subsi/5tes1 quebradiz1 mais1 ou m5os sahidas1 espalhadas nos d\s lados da articulao a*atada4 ,ao r$or de/e feixe se v em todos os ,cactos a*atados1 proporo da sua maior1 ou m5or cultura1 #a1 #b1 #c1 e a9da #ab esp9hos de diff]5tes cores1 regulados e/es pelas suas diff]5tes especies1 compridos de #f at #cj l9has1 agudos1 slidos1 p]igosissimos1 qu&o pungem1 e dispo/os em rosa1 ou em molhos3 d c5tro de/es1 e d feixe das s$as se v sahir indiff]5tem5te1 ou a flr1 ou o g>fo1 que ha de cont9u> a ha/e4 ,z s$as1 que se enfeixo1 nada mais so que z pontas dos esp9hos das axillas das flores1 ou dos g>fos futuros1 que j se a*o1 como em resumo1 debaixo de/es pontos qu9conceaes armados de #b1 #c1 ou #bj esp9hos da seiba prec$5te1 e ellas f>o1 ao *eg> a sua vez na seiba segu9te1 o (ficio dos esp9hos1 que antec$5tem5te tem exi/ido4 ,z flores sahem d topo de hum calis armado das mesmas s$as1 e esp9hos que os g>fos3 so brancas1 v]melhas1 am>ellas1 purpureas1 c>mez9s1 confrme z diff]5tes especies3 tem de #b l9has at #f pollegadas de gr&eza4 ,os petalos tem algumas vezes o nm]o de #aj1 #ab1 #ah1 r$ondos1 ovados1 oblongos1 f>pados1 acum9ados1 algumas vezes mui ab]tos outras fe*ados1 ou conniv5tes1 pass&o1 atravz delles os e/ames1 e pi/illo1 que os exc$e em longura1 e talvez m5ores4 ,os ,e/ames so aos c5tos1 os filam5tos em fio1 algumas vezes deitados3 a ,an!ra oblonga1 e am>ella1 de huma grossura dobrada d filam5to4 ,o ,e/igma s vezes em frma de prego com a cabea1 ou topo f5dido em tres1 seis1 ou mais p>tes4 ,cahidas z p>tes da flr1 s fica o calis com o g]me3 o calis se transfrma em huma baga oblonga1 oval1 muitas vezes r$onda1 como hum pomo1 unilocul>1 *eia de polpa1 que1 qu&o madura1 he branca1 am>ella1 v]melha1 c>mezim1 morada1 purpurea1 p>da1 ou v]de1 regulada pelas suas diff]5tes especies4 ,an9ho-se ne/a polpa z sem5tes1 que tem a figura de hum rim1 maiores que l5tilhas1 cob]tas de huma casca negra1 p>da1 esmigalhadia1 co/racea1 e *eia de hum p branquissimo4 ,m4 ,l9ne ajunt\ no ,g5]o ,cactus z plantas que ,t\rne=t *am\ ,melocactus opuntia1 z que ,dill5io *am\ ,tuna1 e z que ,plumi] *ama ,p]es*ia4 ,dividio e/e g5]o em tantas ,seces1 quantas ero z suas figuras ext]iores1 pela s+ul>idade de suas diff]5z1 cons]v&o a cada huma de/as plantas na sua ,seco o nome especifico dos ,,aa41 que se acabo de nome>3 por tanto dividio o g5]o dos ,cactos em oiriados1 cacteiros meles1 cirios angulosos rectos1 cirios angulosos de la/ro1 ou de rojo1 e em opuncias1 ou comprimidos1 e de artigos prolif]os4 ,ne/a ,seco ultima he1 que se a*o os ,cactos1 em que at aqui se encontra a ,co*onilha bravia1 e nos que se pde cri> a f9a4 ,contm hum gr&e nm]o de especies muito diff]5tes de todas1 z que tem sido descritas pelos ,botanicos2 porm o ,a4 no teve tempo1 nem lib]dade1 de z descrev]1 nem meios de z traz] comsigo d ,mexico4 ,por tanto hiremos sm5te apont> z especies1 cujo conhecim5to he mais int]essante em razo da sua relao com a ,co*onilha4 ,a ,tuna de ,dill5io1 a qual os ,hespanhoes de ,v]a ,cruz *amo ,tuna1 e os ,colonos de ,s4 ,dom+os *amo ,raquetas da borda d m>4 7,raquetes des bords de m]47 r>a vez cresce em arvore3 z suas articulaes so slidas1 espessas1 rijas1 de hum v]de gaio1 tirante a v]de m>3 seus esp9hos am>ellos4 ,cont9uam5te se vm nellas em ,v]a ,cruz z ,co*onilhas silve/res4 ,a ,p]es*ia1 conhecida em ,s4 ,dom+os pelo nome pata de ,t>t>uga1 exi/e no ,mole de ,s4 ,nicolo1 e na planicie de ,cul de ,sac de ,s4 ,dom+os3 he muito esp9hosa1 e da idade de #c ou #d annos se faz huma arvore3 suas articulaes so m5ores que z das outras1 mas o tronco he provido de =midaveis esp9hos1 que so muito mais compridos1 e em maior quantidade que os da ,tuna4 ,a ,co*onilha silve/re se a*a sobre e/a ,opuncia1 e sobre ella foi1 que o ,au?or a descobrio em ,s4 ,dom+os no seu regresso d ,mexico4 ,ella a pref]e a ,tuna2 pelo facto de ,s4 ,dom+os1 onde ab&on\ a ultima4 ,o ,au?or tr\xe de ,campe*e huma especie de ,opuncia commua em z ,antilhas3 e/e ,cacto he p\co armado nas suas articulaes1 e nos g>fos tem hum1 ou d\s esp9hos3 z novas articulaes r>a vez os tem3 so oblongas1 p]feitam5te lisas1 de hum v]de sombrio1 e mui lu/roso nas adultas1 e de hum v]de cl>o nas articulaes novas3 ,cresce como arvore4 ,a ,co*onilha silve/re se cria muito bem ne/a ,opuncia1 que tem a mesma vantagem de pod] tambem cri> a ,co*onilha f9a1 qu&o se p]t5de sm5te semealla1 ou entretella3 porque nella se multiplica muito p\co1 p>a que se possa t] em vi/a faz] alguma colheita em t]mos4 ,a ,opuncia1 que os ,colonos *amo ,raqueta ,hespanhola1 he huma gr&e especie1 articulada1 em =ma ovada1 cujas ha/es crescem em arvore2 seus g>fos so sm5te armados de s$a1 com hum1 d\s1 ou tres esp9hos curtos4 ,a ,co*onilha silve/re se cria muito bem sobre e/a especie de ,opuncia4 ,o ,au?or d o nome de ,nopal silve/re a huma ,opuncia1 que he a especie dom9ante nos campos d ,mexico3 levanta-se em arbu/os de #ah a #bj ps de alto3 suas articulaes so r$ondas na cabea2 e todos os g>fos armados de rosas de esp9hos brancos1 curtos1 que se entrelao huns com outros1 e emb>ao absolutam5te applic>em-se os d$os na sup]ficie de/a articulao4 ,e/a especie s]ve muito bem de su/5to ,co*onilha silve/re4 ,z ,opuncias1 que su/5to melhor a ,co*onilha1 que z prec$5tes1 so a v]dadeira ,urumbeba d ,j>dim d ,mexico1 e a ,urumbeba de ,ca/ella2 a ,co*onilha silve/re nella fica tamanha1 como a ,co*onilha f9a1 e he nella m5os algodo5ta que nas outras especies de ,cacteiros3 o seu algodo he to bem m5os t5az1 mais frxo1 e mais espalhado4 ,a ,urumbeba dos ,j>d9s de ,mexico1 da qual o ,a4 no vio1 nem z flores1 nem os fructos1 tem z suas raizes de hum p>do ac9z5tado com longes1 ou laivos de am>ello1 e que fico l5hosas com a idade3 levanta-se em arvore1 como a maior p>te das ,opuncias3 z suas articulaes so de huma frma oblonga e oval3 tem huma sup]ficie macia ao toc>1 de hum v]de sombrio nas adultas1 e v]de cl>o e luzidio nas novas3 os g>fos so armados de hum1 d\s1 ou tres esp9hos desiguaes no tronco da planta4 ,a ,urumbeba de ,ca/ella he a melhor das ,opuncias3 do-lhe e/e nome p>a c>act]is> a sua belleza pelo co/ume1 em que e/o no ,mexico1 de applic> huma ida de nobreza ao nome de ,ca/ella3 z suas articulaes tem algumas vezes #cj pollegadas de comprim5to1 e #ab e #ae de l>gura4 - ,o ,au?or diz que a exp]i5cia tem approvado que a cr v]melha1 violete1 am>ella1 ou branca dos fructos das ,opuncias diff]5tes no pre/o1 nem (f5dem a cr da ,co*onilha1 que se su/5ta ne/es ,cactos1 nem he huma causa1 ou indicio da sua aptido maior1 ou m5or em su/5t> e/e insecto4 ,m4 ,?i]y de ,m5onville1 arranja por e/e modo z ,opuncias pela propri$ade1 que ellas tem de su/5t> a ,co*onilha silve/re3 pem a ,tuna em o mais baixo gro1 ao depois a ,p]eskia1 ao depois a ,opuncia de ,campe*e1 o ,nopal silve/re1 a ,raqueta ,hespanhola3 e f9alm5te a v]dadeira ,urumbeba d ,j>dim de ,mexico3 e no ultimo e supremo lug> a ,urumbeba de ,ca/ella3 com tudo no he e/e o unico alvo1 a que se deve olh> nas ,opuncias3 z que so muito esp9hosas se oppem colheita da ,co*onilha1 e devem s] rejeitadas1 a9da que sejo proprias a nutrillas2 por e/a razo no podem s]vir z ,tunas1 z ,p]eskias1 o ,nopal silve/re d ,mexico1 de sorte que he preciso limit>em-se a ,opuncia de ,campe*e1 a ,raqueta ,hespanhola1 a v]dadeira1 e a ,urumbeba de ,ca/ella4 ,a ,co*onilha f9a no pde viv] sobre todas z ,opuncias3 morre nas ,tunas1 nas ,p]eskias1 nas ,raquetas ,hespanholas3 mas nutrem se sobre a ,opuncia de ,campe*e1 a9da que mais esp9hosa que a ,raqueta ,hespanhola3 todavia ella s se pde cri> sobre a ,urumbeba dos ,j>d9s de ,mexico1 e sobre a de ,ca/ella4 ,logo que se p]t5de cri> a ,co*onilha1 he preciso comear se por e/abelec] hum viveiro de ,urumbebas1 ao qual se d> o nome de ,urumbebal4 ,m4 ,?i]y de ,m5onville1 d huma in/ruco muito ext5sa e mui circum/anciada c]ca da natureza d t]r5o1 que convm a hum r5doso ,urumbebal1 e aponta todos os cuidados1 que se requ]em1 assim p>a o seu e/abelecim5to1 como p>a a sua mant5a4 ,da ,co*onilha silve/re1 e da ,me/eca4 ,pl9io1 e outros antigos t9ho dado o nome de ,coccus cr v]melha1 que se tira d ,k]mes1 e a e/e mesmo insecto1 que olhavo1 como o gro da arvore1 em que se propagava4 ,l9ne reteve o nome de ,coccus p>a design> e/a familia de insectos hemipt]os1 cuja cabea he hum ponto na sup]ficie d peito1 e o abdom5 acaba em pequ5as s$as3 cuja femea c>ece de azas1 t5do o ma*o todavia duas levantadas4 ,abrangeo ne/e g5]o #bb especies1 em cujo nm]o entra o ,k]mes1 o ,cocco de ,polonia1 o ,cocco d ,cacto ,co*9ilheiro1 que produz a ,co*onilha4 ,alm das #bb especies descriptas por ,l9ne1 ,m4 ,?i]y de ,m5onville1 descreve huma ,co*onilha apt]a1 que se encontra em muitas especies de arvores de ,s4 ,dom+os1 que =o reputadas pelo ,padre ,labat1 ,plumi]1 ,nicolson1 e outros pela ,co*onilha de ,mexico4 ,p>ece que os ,naturali/as1 at agora1 no tem conhecido a ,co*onilha silve/re1 pois que s descrevro z que fico ditas acima2 mas1 antes de det]m9> z diff]5z da ,co*onilha me/eca1 e da silve/re1 he preciso consid]> se a ,co*onilha em g]al4 ,a ,co*onilha he hum ,cocco que habita no ,cacto co*9ilheiro3 a femea tem o corpo *ato da p>te d v5tre1 e abaulado1 ou emisf]ico pela p>te das co/as1 z quaes so raiadas por li/ras transv]saes1 que acabo no v5tre1 =m&o nelle hum beio1 ou m>gem dobrada1 das quaes a sup]ior he m5or3 toda a pelle he de huma cr p>da de sombra1 a bocca nada mais1 que hum ponto1 que sahe d meio d arcab\o1 ou ?orax3 tem #f ps1 p>dos1 curtissimos1 e nada de azas4 ,o ma*o tem o corpo alongado1 de huma cr v]melha1 escura1 cob]to de duas azas horisontalm5te abatidas1 e algum tanto encruzadas sobre o dorso1 ou co/as3 tem duas pequ5as ant5nas2 a cabea m5or hum t]o1 que o corpo2 o abdom5 t]m9ado por duas s$as po/]iores1 e1 d mesmo modo que z ant5nas1 div]g5tes3 tem igualm5te #f pes1 porm maiores que os da femea3 no tem hum vo cont9uado1 mas de p\sa l\sa em voltas1 salt&o r>am5te4 ,em ,mexico *amo ,co*onilha ,grana da palavra ,hespanhola1 que faz lembr> o erro dos antigos1 que julgavo s] e/e insecto hum gro produzido por hum vegetal4 ,julga-se que a ,co*onilha silve/re se a*a em a ,urumbeba silve/re1 e na ,tuna d ,mexico2 mas cria-se tambem nas hortas1 nas v]dadeiras ,urumbebas1 que no tem esp9hos4 ,m4 ,?i]y de ,m5onville1 ao depois de t] apr5dido a conhecella no ,mexico1 z veio encontr> em ,s4 ,dom+os no ,cacteiro ,p]eskia4 ,z pequ5as ,co*onilhas silve/res so contidas no seio da ,me em figura de ovos ens>tados pelo embigo1 huns ao depois dos outros1 na plac5ta commum4 ,qu&o a pr5hez *ega ao seu t]mo prefixo pela ,natureza1 e/as contas se des5fio gro por gro3 e a ,me figura ento em vivip>a3 porque os filhos sem dvida deixo na passagem o vo1 em que e/o contidos debaixo da app>5cia de ovos2 e sahem luz1 como animaes vivos p]feitam5te organisados3 ne/e tempo s]o d tamanho da cabea de hum alf9etes9ho3 o ma*o he m5or hum t]o que a femea3 p>ece s] alguma c\sa mais comprido3 tem z s$as muito curtas1 e em m5or quantidade que a femea1 que tem doze p>es em a m>gem dobre1 que t]m9a z co/as no v5tre3 os filhos se demoro j em baixo d v5tre da ,me1 j nas co/as por d\s ou tres dias1 e algumas vezes e/o p5durados por baixo d abdom51 em figura de hum pequ5o ca*o de uvas1 por oito dias1 pr9cipalm5te qu&o ha tempe/ades1 ou *uvas3 em fim1 ou2 porque o cordo1 que retem os filhos1 e/eja secco2 ou porque obrigados pela fome posso romp] e/e v5celho1 ou atilho1 correm pela planta3 e e/a he a unica vez1 em todo o tempo da sua vida1 que cam9ho z femeas4 ,*egados1 que sejo1 z articulaes da ,urumbeba desde o mesmo dia1 ou1 qu&o t>de1 no segu9te1 e/es pequ5os insectos se fixo e cravo sobre o rev]so da folha1 ou articulao1 que o seu in/9cto lhe fez escolh]3 pref]em a todos os outros z articulaes mais novas1 i/o he1 das seibas prec$5tes1 e se vem1 pr9cipalm5te1 escolh] o lado da articulao1 que olha p>a ,oes-,sud',oe/e1 p>a evit> os golpes de v5to d ,norde/e1 e sobretudo1 a =a da briza de ,le/e sempre igualm5te regul>1 e viol5ta no ,valle de ,guaxaca4 ,z novas ,co*onilhas se fixo nas articulaes da ,urumbeba1 crav&o seu bico assovellado em a casca3 se e/e delicado fio se quebra1 morre a ,co*onilha1 sem que lhe seja possivel ag>r>-se com os ps1 e torn> a crav> de novo em a planta e/a sorte de tromba1 p>a lhe *up> o succo gommoso1 que s]ve de seu su/5to4 ,o corpo da femea se cobre por toda a sua sup]ficie de hum c]to algodo f9o1 e pegajoso1 o qual se e/5de por toda a sua circumf]5cia1 m5os no arcab\o pelos seus movim5tos4 ,em quanto ao ma*o1 e/e ab&ona a sua cob]ta no fim de hum mez1 e se manife/a em feio de huma pequ5a mosca1 =mosa1 de huma cr affogueada c>regada1 elle se arremea1 d&o voltas1 e saltos at altura de #f pollegadas embusca da femea3 top&o-a1 a fecunda1 e morre3 a femea se empr5ha1 p>e no fim de hum mez3 e/e he tambem o t]mo da sua vida4 ,a ,co*onilha silve/re1 p\sada huma vez em a ,urumbeba1 se p]petu>a nella1 sem que h\vesse mi/] outro cuidado1 e nella se multiplic>ia at cans>1 e esvair a planta1 cujas articulaes se apodr5t>io e cahirio successivam5te1 humas depois de outras1 no caso de que s5o tivesse o cuidado de z tir>em1 ou colh]em de d\s em d\s mezes4 ,p>a se emb>aar a deg5]ao d insecto1 que acontec]ia1 deix&o-o e/> amontoado em qualqu] ,urumbeba esvaida2 e pelo contr>io3 p>a se mant] huma bella qualidade2 e a9da1 p>a se ap]feio> ou melhor> a sua raa1 e precav] a ru9a e e/rago da planta1 se faz preciso proporcion> sempre a sua =a e vigor com a quantidade da ,co*onilha1 que nella se cria1 e habita4 ,he mi/] apanhalla radicalm5te todos os d\s mezes1 e alimp> a planta d algodo1 que ellas deixo1 esfreg&o a toda com hum pano molhado1 que o tire4 ,por e/e meio fica livre assim dos ovos1 como das *rysalidas dos insectos de/ruidores1 que podem muito bem e/> apegados1 e occultos no algodo da ,co*onilha4 ,s]a impossivel recolh] a ,co*onilha silve/re1 que exi/e sobre a ,opuncia esp9hosa com proveito2 os obreiros1 que tem maior arte1 e me/ria1 no pdem colh] por dia huma tal quantidade dellas1 que lhes haja de d>1 ao depois de seccas1 duas onz2 pela difficuldade de z tir> d'entre os esp9hos3 e com tudo hum s obreiro pde colh] quantidade1 que lhe r5da1 ao depois de seccas1 tres arrateis por dia1 qu&o z tir> a ,urumbeba das hortas4 ,tambem he sabido que se melhora1 e ap]feia sobre a ,urumbeba por meio da multiplicidade de colheitas1 e semeaduras2 e pela bondade da planta1 em que ella prde muito da sua quantidade1 e da t5acidade d seu algodo1 e con/antem5te se faz mais grossa outro tanto1 quanto se no encontra nas que vivem sobre z ,opuncias esp9hosas1 assim nos matos1 como nos campos4 ,he por tanto mi/]1 p>a se pod] conseguir a melhor ,co*onilha silve/re1 semealla de d\s em d\s mezes1 tanto quanto cons5tir a con/ituio das e/aes1 ou quadras d anno1 sobre a ,urumbeba das hortas1 e desprez&o se todas z outras especies de ,opuncias4 ,porm1 qu&o se no tem huma gr&e quantidade da sobr$ita ,urumbeba1 ne/e caso se seme>1 e cre> na ,opuncia de ,campe*e1 e tambem na ,raqueta ,hespanhola4 ,dizem1 seme> a ,co*onilha 7como se ella fosse algum gro7 qu&o espalho os pequ5os insectos1 pela planta1 que a deve cri>1 e su/5t>4 ,o ,urumbebal pe-se em e/ado de pod] acceit> os insectos1 p>a os mant] ao decimo outavo mez depois de plantado4 ,semeo-se1 como dizem1 z ,co*onilhas em n9hos feitos da p>5*yma das folhas da palmeira3 em cada n9ho se pe de #d at #f mes1 qu&o e/iv]em proximas ao seu p>to1 proporcion&o se o nm]o dos n9hos1 e o das mes ao das articulaes da ,urumbebeira3 fixo-se os n9hos nas axillas dos ramos1 t5do-se o cuidado1 de que fiquem expo/as ao ,sol de nasc5te4 ,passados d\s mezes1 depois que z ,co*onilhas =o semeadas1 e precisam5te hum mez1 depois das mes s]em fecundadas1 se vem sahir algumas pequ5as ,co*onilhas d seio de suas mes3 e/e he o mom5to1 em que se devem escolh] p>a faz] a colheita4 ,passa se o f]ro1 ou folha de huma faca1 que t5ha o fio embotado1 e arr$ondado entre a casca da ,urumbeba1 e z p9has da ,co*onilha1 que a cobre3 fazem se cahir em hum panno de l9ho1 ou em alguma vasilha prompta a recebella4 ,qu&o a colheita e/iv] feita1 se m]gulha a ,co*onilha1 mettida em d\s pannos1 d5tro da agua f]v5do1 por d\s ou tres m9utos3 e/5dem-se ao depois em taboas1 ou taboleiros3 ou1 o que he muito melhor1 em bacias de arame3 expe-se ao ardor d ,sol1 p>a se assegur>em melhor da sua dessecao1 e se repete por segurana a9da outra vez no outro dia4 ,e/e me?odo he muito melhor1 e pref]ivel ao d =no1 e f]ro qu5te1 pelo inconv5i5te de huma dessecao desigual1 e de calc9>1 ou torr> z p>tes1 que imm$iatam5te o toco4 ,mr4 ,?i]y de ,m5onville assegura que1 na sua viagem1 no vra pratic> outro me?odo fra d d'agua f]v5te em ambas z especies de ,co*onilhas4 ,a ,co*onilha f9a no se encontra nos campos1 ou matos d ,mexico1 e s sim nas casas1 e hortas dos ,indios1 que a colhem4 ,z femeas pequ5as de/a especie tem z co/as li/radas com rugas transv]saes1 que t]m9o na aba dobrada d v5tre1 e sobre a qual se vm doze pequ5as s$as1 que desapp>ecem nos adultos4 ,dez dias1 ao depois d nascim5to1 z femeas se despem de/as r\pas franjadas1 e bordadas de pequ5as s$as1 e se cobrem de hum p branco muito f9o1 que z pres]va da humidade2 #bj1 ou #be dias1 depois d seu nascim5to1 se despojo das suas segundas r\pas1 op]ao que muitas vezes lhe causa a morte1 ento ellas app>ecem de huma cr p>da cl>a2 mas no dia segu9te se a*o j cob]tas de p3 #c1 ou #d dias depois1 e/o habeis a s]em fecundadas4 ,ellas se engrosso ao dobro quasi da ,co*onilha silve/re4 ,o ma*o da ,co*onilha f9a he p]feitam5te semelhante ao ma*o da ,co*onilha silve/re1 m5os em s] a sua grossura dobrada4 ,o ,au?or discute a que/o3 se a ,co*onilha f9a he da mesma especie da silve/re1 ap]feioada porm por hum su/5to melhor1 e pelos cuidados da cultura8 ou se ellas frmo duas especies ess5cialm5te di/9ctas8 ,a grossura1 que adquire a ,co*onilha silve/re1 qu&o se cria1 e a dim9uio1 que exp]im5ta o seu fr\xel1 ou pluma algodoada3 assim como a pequ5hez1 a que se r$uz a ,co*onilha f9a1 qu&o lhe falta o su/5to conv5i5te1 p>ece que do muito pezo primeira op9io2 com tudo1 o ,au?or a*a que e/as razes no ba/o p>a a soluo de/e problema int]essante1 requ] p>a a qual novas obs]vaes4 ,devem obs]v>-se tres circum/ancias ess5ciaes na creao da ,co*onilha f9a4 ,i4 ,convm1 qu&o z semeo1 escolh] p>a cada huma das novas graes1 z mes mais bellas1 e mais grossas4 ,,ii4 ,precisa que sejo semeadas em os melhores ,urumbebaes4 ,,iii4 ,cumpre que sejo recolhidas na e/ao das *uvas1 p>a hum lug> cob]to1 e multiplicallas nelle1 at que voltem z seccas1 p>a semeallas em o ar livre4 ,deve se tambem acautell>1 que a ,co*onilha silve/re se mi/ure1 e se confunda com a f9a1 e p>a i/o se faz indisp5savel1 que e/ejo humas das outras di/antes cem v>as1 d&o a vantagem d lug> d nasc5te ,co*onilha f9a4 ,a temp]atura d ar1 que melhor lhe convm1 he a de #ab at #bj gros d t]mometro4 ,no ,mexico se fazem tres colheitas no bom tempo4 ,mr4 ,?i]y de ,m5onville no pde conseguir huma in/ruco c]ta d me?odo1 que se emprega no ,mexico1 p>a cons]v> a ,co*onilha pelo inv]no3 com tudo conv5ceo-se por algumas razes1 que lhe p>ecro =tes1 que se cons]vo nas mesmas ,urumbebas1 cobr9do-z com e/eiras4 ,elle aconselha hum me?odo excogitado por elle1 e tambem exp]im5tado4 ,prescreve a con/ruco de huma alp5drada1 cob]ta de caixilhos1 que se deso no tempo das aguas1 e que se levantem qu&o o tempo e/iv] bom2 e de se plant> debaixo de/a alp5drada ,urumbebeiras1 cuja t]a p>te seja de/9ada successivam5te em mant] a ,co*onilha os seis mezes das aguas4 ,o preo da ,co*onilha f9a exc$e em hum t]o ao da ,co*onilha silve/re4 ,alm disso3 duas ,urumbebeiras de igual gr&eza1 c>regadas ambas1 huma da ,co*onilha f9a1 outra da bravia3 e/a d> hum t]o m5os em pezo1 que aquella1 que o d> mais =te4 ,o ,au?or compra z despezas da cultura1 que a ,co*onilha requ] no ,mexico1 com o preo da mo d'obra ord9>ia em ,s4 ,dom+os1 e conclue da facilidade1 em que vivem alguns ,indios1 aos quaes p]t5ce pr9cipalm5te e/a produco1 que e/a grange>ia1 ou cultura se pod]ia e/abelec] com muita vantagem em ,s4 ,dom+os2 e tanto mais1 quanto os ,indios d ,mexico tem p\ca actividade1 e que os multiplicados monopolios os privo de huma gr&e p>te da produco da v5da da ,co*onilha na ,europa4 primeira vi/a a ,co*onilha f9a p>ece apres5t> gr&es vantaj5s ao ,granjeiro sobre a ,co*onilha silve/re3 mas1 att5d5do-se que a criao da ultima requ] muito m5os trabalho2 que o fr\xel1 que a cobre1 a def5de das *uvas1 dos temporaes1 os quaes muitas vezes causo gr&es prejuizos ,co*onilha f9a2 e que ella pde s] colhida seis vezes no anno1 e que ne/e com5os1 na e/ao das *uvas1 no ha producto algum da ,co*onilha f9a2 e que a f9al s5do preciso muito m5os despeza p>a o e/abelecim5to1 que ella requ]1 se concluir3 que z vantaj5s de huma1 e outra se comp5so1 e equivalem3 e tambem1 que os ,colonos pobres devem d> pref]5cia grange>ia da ,co*onilha silve/re2 por que e/a lhes pde apres5t> hum precioso soccorro1 ou recurso4 ,ao depois da morte de ,m4 ,?i]y de ,m5onville1 p]eceo a ,co*onilha f9a1 que elle criava em o ,j>dim d ,porto d ,pr9cipe2 mas ,m4 ,bruley1 sub/ituto d ,procurador g]al1 *eio de zelo1 no qu]5do que se p]dessem todos os fructos das emprezas de ,m4 ,?i]y de ,m5onville1 =m\ hum ,urumbebal1 com os fragm5tos d seu plano1 e nelle cri\ a ,co*onilha silve/re4 ,em #aghh escreveo que o seu ,urumbebal j lhe podia d> huma colheita de cem libras de ,co*onilha secca1 se huma mole/ia o no emb>aasse de aproveit> a bella e/ao4 ,m4 ,bruley communic\ o gro da ,co*onilha silve/re ao circulo dos ,philadelfos1 que comeou em #aghe a occup>-se na criao de/e insecto precioso4 ,comp>ao da ,co*onilha me/eca1 da ,co*onilha silve/re1 e da que se cria em ,s4 ,dom+os4 ,faz5do-se dig]ir no alcohol o extracto1 que a decoco da ,co*onilha d por evaporao1 z p>tes colorantes se dissolvem1 e deixo hum residuo1 que retm unicam5te a cr da borra1 ou p d v9ho1 a qual o novo alcohol no lhe pde tir>4 ,e/a p>te d na analyse pelo fogo os productos das sub/ancias animaes4 ,o alcohol da ,co*onilha deixa por evaporao hum residuo transp>5te1 que he de hum v]melho escuro1 e que secco p>ece huma res9a4 ,igualm5te por di/illao d os productos das sub/ancias animaes1 o que confirma que e/a p>te colorante he huma produco animal4 ,entretanto a decoco da ,co*onilha entra difficultosam5te em putrefaco3 t5ho-a cons]vado por mais de d\s mezes ao ar livre1 e em hum frasco fe*ado4 ,a primeira1 passado e/e espao de tempo1 no apres5t\ indicio algum de putrefaco2 a segunda t9ha hum leve *eiro putrido4 ,a primeira se turv\ nos primeiros dias2 e deix\ no filtro hum depsito arroxado p>do1 devido comb9ao d ,oxig5o com z p>tes colorantes1 con=me z obs]vaes de ,m4 de ,f\rcroy2 a segunda cons]v\ por muito tempo a sua transp>5cia1 e provavelm5te a p]deo pelo effeito d pr9cipio de putrefaco1 que exp]im5t\4 ,a cor de huma e outra se mud\ p>a ,c>mesim2 mas a da primeira era mais fraca2 porque huma gr&e p>te das moleculas colorantes se t9ha precipitado4 ,ao depois da morte de ,m4 ,?i]y de ,m5onville1 a ,co*onilha me/eca1 que t9ha trazido1 acab\1 como acima se disse2 mas1 occup&o-se ,m4 ,bruley com muito cuidado em cri> a ,co*onilha silve/re3 e em #aghg envi\ huma gr&e quantidade de/a ao ,m9i/ro da ,m>9ha com huma ,memoria ,ensaios da ,cultura d ,nopal1 criaco e prep>ao da ,co*onilha4 ,a ,academia das ,sci5cias enc>reg\ a ,,mm4 ,desm>e/1 ,f\g]\x1 o ,abbade ,tessi]1 e a mim de exam9>mos e/a ,co*onilha1 e a ,memoria1 que a acompanhava4 ,result\ dos ensaios da t9ta1 que fizemos em casa de ,m4 ,mon]i1 propriet>io de huma manufactura de ,esc>late nos ,gobel9s1 que a ,co*onilha1 remettida por ,m4 ,bruley1 dava ao panno a mesma cr1 que a ,co*onilha me/eca1 com tanto porm que se lhe augm5tasse a quantidade na proporo de #ab a #e4 ,m4 ,bruley fez huma segunda remessa da ,co*onilha1 colhida em #aghh1 e voltro os mesmos commiss>ios a s]em de novo incumbidos d seu exame4 ,por outro me?odo vi]o a obt] com p\ca diff]5a os mesmos resultados1 que tiv]o com a primeira ,co*onilha4 ,por se t]em repetido os ensaios1 que se fiz]o em commum1 faz5do entr> em comp>ao a ,co*onilha silve/re d comm]cio1 cont5t>-me hei agora de fall> das m9has ultimas exp]i5cias4 ,a decoco da ,co*onilha silve/re tem o mesmo matiz que a ,co*onilha de ,s4 ,dom+os4 ,e/e matiz tira mais p>a o ,c>mesim que o da ,co*onilha me/eca3 mas os precipitados1 que della se obtem1 qu] pela dissoluo d e/anho1 qu] pelo alume1 so de huma cr p]feitam5te igual da ,co*onilha me/eca1 e e/es precipitados so1 os que coloro z sub/ancias1 que se t+em1 comb9&o-se com ellas4 ,j disse em a m9ha ,memoria sobre a branqueao 7,ann4 ,*ym4 ,tom4 ,,ii47 que ,m4 ,wat se s]vira da decoco da ,co*onilha1 p>a det]m9> a =a d ,acido muriatico oxig5ado pela quantidade de/a decoco1 que elle pode de/ruir3 eu fiz s avessas1 e me s]vi d cido muriatico oxig5ado p>a det]m9> a proporo de p>tes colorantes1 que z decoces de diff]5tes ,co*onilhas cont9ho4 ,fiz f]v] por tanto1 por huma hora1 hum igual pezo de cada huma das tres ,co*onilhas1 faz5do-lhe todas z circum/ancias to iguaes1 quanto me fosse possivel3 lancei cada huma de/as tres decoces filtradas em hum cyl9dro de vidro graduado1 e lhe mi/urei o mesmo cido muriatico oxig5ado1 at que todas z tres fossem levadas ao mesmo matiz am>ello4 ,z quantidades d cido1 que repres5to z p>tes colorantes1 se a*>o quasi o mesmo em razo dos nm]os segu9tes3 #h p>a a ,co*onilha de ,s4 ,dom+os1 #aa p>a ,co*onilha silve/re d comm]cio1 #ah p>a ,me/eca4 ,di/o se v que a ,co*onilha de ,s4 ,dom+os he1 no sm5te muito inf]ior ,co*onilha me/eca1 mas tambem ,co*onilha silve/re d ,mexico1 e effectivam5te muito mais algodoada1 e mais pequ5a2 mas e/as desavantag5s no devem dim9uir o zelo1 dos que se occupo ne/a criao4 ,z obs]vaes de ,m4 ,?i]y de ,m5onville t9ho j mo/rado que a ,co*onilha silve/re p]dia seu algodo1 e se fazia mais grossa por huma successo de graes cuidadosas3 e nos pr9cpios =o obrigados a empreg> z urumbebas1 que no t9ho *egado sua grossura ord9>ia4 ,ha por tanto lug> de esp]> que a ,co*onilha de ,s4 ,dom+os pod] vir a s]1 hav5do hum cuidado effectivo1 to boa1 como a ,co*onilha silve/re d ,mexico1 e pde s] que a9da a exc$a2 mas sempre lhe s] inf]ior em quanto a quantidade de p>tes colorantes3 mas no s]a huma razo ba/ante1 p>a se desprez> o adiantam5to de hum +r$i5te to precioso s t9tur>ias4 ,relativam5te a qualidade da cr1 se vio que a ,co*onilha de ,s4 ,dom+os no c$ia em c\sa alguma a ,me/eca2 mas se o algodo1 de que ella se reve/e1 pde prejudic> nas op]aes em gr&e a belleza d esc>late1 d qual a vivacidade se pde mui facilm5te alt]>1 se a*>ia huma applicao vantajosa p>a elle assim nos meios esc>lates1 como nos c>mezis1 e em outros matizes1 que so m5os delicados1 que z cres mais vivas4 ,mr4 ,bruley indag\ os meios de pod] sep>> o algodo da ,co*onilha de ,s4 ,dom+os2 porm ficavo-lhe muitas p>tes colorantes nos seus residuos1 o que p>ece dev]-se pr9cipalm5te s pequ5as ,co*onilhas1 que fic> adh]5tes ao algodo4 ,z op9ies1 que ,mr4 ,bruley expoz na sua ,memoria1 no concordo algumas vezes com z de ,mr4 ,?i]y de ,m5onville3 e he natural que obs]vaes encontradas requeiro conhecim5tos mais exactos c]ca de hum objecto1 que p>a ns he to novo1 mas sobre i/o se deve esp]> que z dilig5cias d circulo dos ,filadelfos1 e z de ,mr4 ,bruley nos hajo bem depressa de faz]1 que nada t5hamos mais que desej> a e/e assumpto4 ,he muito difficultoso faz] huma ida da utilidade1 que nos pde d> e/a ,co*onilha de ,s4 ,dom+os1 que possue to ricas produces4 ,mr4 ,?i]y de ,m5onville a olhava1 como hum soccorro precioso1 p>a aquellas p>tes da ,ilha1 cujo t]r5o +rato recusa outro g5]o de grange>ias2 e p>a aquelles pobres ,colonos1 que no podem faz] z despezas necess>ias s outras produces4 ,mr4 ,bruley a9da he mais favoravel z vantag5s1 que se pde esp]> da ,co*onilha2 mas o circulo dos ,filadelfos se ab/eve de pr(]ir o seu p>ec]2 e no julga que se deva diz] a9da c\sa alguma4 ,z t5tativas feitas m]ecem s] proseguidas1 e favorecidas com tanto maior emp5ho1 com quanto tem por seu objecto hum ramo de tanta importancia p>a o comm]cio1 como e/e2 e com quanto huma indu/ria illum9ada sabe tir> gr&es proveitos sobre huma ignorante indol5cia4 ,,fim4 ,,me?odo ,,de ,,prep>> ,a ,,co*onilha ,,no ,,rio ,,de ,,janeiro1 ,,segundo ,,/auton1 ,secret>io1 e ,au?or da ,relao da ,embaixada ,*9a d ,"l ,mac>tnei4 ,o ,proveito que os ,portuguezes tiro da ,co*onilha no ,rio de ,janeiro he p\co consid]avel1 em consequ5cia de hum erro na sua prep>ao4 ,duas ou tres vezes cada semana1 os escravos de/9ados a e/e objecto1 busco z plantas ,cactus1 e com huma v>9ha de ,bamb1 cortada de algum modo na figura de huma p5na1 tiro todo o insecto pl5am5te crescido com muitos outros1 que a9da no tem *egado ao seu e/ado de p]feio3 a consequ5cia di/o he1 que z plantas nunca tem a metade dos insectos1 que podio su/5t>1 pois que muitas das femeas1 morrem antes de t]em feito os seus depositos4 ,os ,naturaes d ,mexico seguem hum me?odo muito diff]5te4 ,logo que passo z *uvas p]iodicas1 e que o tempo he mais qu5te1 e mais secco1 fixo nos bicos das folhas d ,cactus pequ5as pores d mais f9o musgo1 s]v9do como de n9hos1 capaz cada hum de enc]r> dez ou doze ,insectos femeas1 no seu e/ado de pl5o crescim5to4 ,e/es ,insectos no decurso de p\cos dias1 produzem huma innum]avel familia de pequ59os1 que se espalho pelas folhas1 e ramos da ,planta1 at que se fixo naquelles pontos1 que a*o mais proprios a d>-lhe succo nutritivo2 onde cresc5do em p\co tempo o mais a que podem *eg>1 fico immoveis1 e ento se tiro p>a uso2 deix&o sempre hum nm]o suffici5te1 p>a a produco de novas criaes4 ,hum muito simples processo conv]te em p\co tempo os ,insectos em ,co*onilha2 mas se1 em s(frim5to corporeo1 o pobre ,esc>avelho s5te torm5to igual ao d ,gigante1 qu&o morre1 e/e processo no he mais simples1 d que he cruel4 ,apanho-se os ,insectos em huma taa de madeira1 e daqui se e/5dem espessam5te sobre hum prato *ato de b>ro1 e assim vivos se pem sobre fogo de c>vo de l5ha1 onde se vo l5tam5te torr&o1 at desapp>ec] a cob]ta *eia de p5ugem1 e que os succos aquosos d animal e/ejo totalm5te evaporados4 ,em quanto dura e/a op]ao1 me*em-se cont9uam5te com huma colh] gr&e de e/anho os ,insectos1 e algumas vezes se borrifo com agua1 p>a prev5ir que de todo se torrem1 o que de/ruira a cr1 e r$uzira o ,insecto a c>vo2 mas p\co habito ba/a p>a ens9>1 qu&o se devem tir> d lume4 ,fico ento na frma de gros r$ondos1 escuros de alguma sorte1 v]melhos1 e tomo o nome de ,co*onilha1 cons]v&o to p\co a frma orig9al d ,insecto1 que e/a preciosa t9tura foi por muito tempo conhecida1 e buscada na ,europa antes dos ,naturali/as decidirem1 se era sub/ancia animal1 vegetal1 ou m9]al4 ,o ,j>dim d ,rio de ,janeiro no produz annualm5te mais d que tr9ta arrateis de/a faz5da3 com tudo1 t5do bom trato1 e/e mesmo nm]o de plantas podia produzir dez vezes e/a quantidade4 ,em ,m>ic1 e ,saqu>ema1 ambos lug>es contiguos ao ,cabo ,frio1 ha plantaes consid]aveis d ,cactus1 que facilm5te se augm5to com g>fos da mesma1 plantados na e/ao fria1 e *uvosa1 a9da que depois m$ro m5os1 qu&o no expo/as ao ,sol4 ,os ,insectos crio1 e colhem-se em tempo secco desde ,outubro at ,m>o4 ,anim\-se a prep>ao da ,co*onilha1 deix&o livre e/e ramo de comm]cio1 que antigam5te era hum monopolio da ,coroa#a4 ,,fim4 ,,adv]t5cia4 ,os ,brasilianos dividio a familia dos ,cactos1 ou ,cacteiros em duas1 aos que t9ho a folha *ata e esp9hosa1 a que os ,botanicos do g]alm5te o nome de ,opuncias1 *amavo ,ju-ro beba1 de j esp9ho1 oba1 folha ou ve/ido beba *ata1 o qual por corrupo se diz ,urumbeba2 e aos que ero esqu9ados a que os ,botanicos com ,jussieu *amro ,cirios1 pela configurao com z to*as quadradas1 davo o nome de ,ju-mac>1 e hoje ,nanacur1 e ne/a familia ha huma que d hum fructo delicioso4 ,na obra gr&e1 que traduzimos de ,m4 de ,m5onville1 nos es=aremos em faz] vr todas z especies1 que encontrmos no ,brazil4 ,aqui sm5te d>emos a figura d ,cacto ,co*9ilheiro1 copiada da que traz ,dill5io no ,horto ,el?am5se1 que he a cil&a por ,l9ne1 como tambem a da ,co*onilha1 e res]vamos p>a a outra d> a ,e/ampa de ,m5onville4 ,figura3 ,,cacto co*onilheiro4 99,notas399 #a ,a ,coroa nunca monopolis\ e/e g5]o3 s o comprava por hum maior preo1 p>a anim> os moradores sua cultura4