7,biblioteca ,nacional de ,portugal747 99,nota de editor399 ,devido exi/ncia de erros tipogrficos ne/e texto1 =am tomadas vrias decises quanto v]so f9al4 ,em caso de dvida1 a grafia foi mantida de acordo com o orig9al4 ,no f9al de/e livro encontr> a li/a de erros corrigidos4 ,rita ,f>9ha 7,m>o #bjab7 ,,biblioteca ,,de ,,p$ologia ,,nacional ,dr4 ,,alves ,,dos ,,santos ,pr(essor da ,univ]sidade de ,coimbra ,,educa,o ,,nova ,,z ,,bases ,i ,o ,,corpo ,,da ,,crian,a 7,com #cb figuras1 no texto7 ,figura ,livr>ias ,aillaud e ,b]tr& ,,p>is--,,lisboa ,livr>ia ,*>dron ,p,,rto ,livr>ia ,francisco ,alves ,,rio ,,de ,,janeiro #aiai ,educao ,nova ,,d ,,autor3 #a7 ,e/at/ica 7numrica e grfica7 das escolas da #b4;a circunscrio escol>1 ,lisboa1 #aijf1 ed4 (icial1 #a vol4 #b7 ,a nossa escola primria 7o que tem sido2 o que deve s]71 ,prto1 #aiaj1 #a vol4 #c7 ,psicologia e p$ologia 7uma misso sci5tfica1 no e/rangeiro71 ,combra1 #aiac1 #a fasc4 #d7 ,o ens9o primrio em portugal 7nas suas relaes com a hi/ria g]al da ,nao71 ,prto1 #aiac1 #a vol4 #e7 ,o crescim5to da criana portuguesa 7subsidios p>a a con/ituio de uma p$ologia nacional71 ,combra1 #aiae1 #a vol4 #f7 ,elem5tos de filos(ia sci5tfica1 ,combra1 #aiae2 #b4;a ed41 ,lisboa1 #aiah1 #a vol4 #g7 ,educao nova 7,z bases7--,o corpo da criana--,lisboa1 #aiai1 #a vol4 ,,em ,,prep>a,o3 #h7 ,educao nova 7,z bases7--,a m5talidade da criana--#a vol4 ,,biblioteca ,,de ,,p$ologia ,,nacional ,dr4 ,,alves ,,dos ,,santos ,pr(essor da ,univ]sidade de ,coimbra ,,educa,o ,,nova ,,z ,,bases ,i ,o ,,corpo ,,da ,,crian,a 7,com #cb figuras1 no texto7 ,figura ,livr>ias ,aillaud e ,b]tr& ,,p>is--,,lisboa ,livr>ia ,*>dron ,p,,rto ,livr>ia ,francisco ,alves ,,rio ,,de ,,janeiro #aiai ,todos os exempl>es de/a edio teem a rubrica autgrafa d autor ,educao ,nova3 ,z ,bases ,oh6 le bruit des petits pi$s de l'enfant6 ce bruit lg] et d\x des gnrations qui arriv5t1 indcis1 inc]ta9 comme l'av5ir4 ,l'av5ir1 c'e/ n\s qui le dcid]ons peut-tre1 p> la manire dont n\s aurons lev les gnrations n\velles4 ,preface de l',education et hrdit1 ,i1 de ,m4 ,guyau ,nota ,preambul> ,m]o subsdio p>a a con/ituo de uma p$ologia nacional1 no tem outras pret5ses o pres5te livro que1 no p5sam5to d seu autor1 se de/9a1 tam sm5te1 por agora1 a desbrav> um t]r5o1 a monte a9da qusi1 nos domnios da nossa p$agogia4 ,os elem5tos1 de que nos s]vimos1 longe de s]em respigados em obras e/rangeiras1 como de uso corr5te1 entre ns1 d]ivam de obs]vaes e exp]incias1 feitas sobre crianz da nossa t]ra4 ,assim1 se ir organiz&o uma p$ologia portuguesa1 tam necessria nossa educao4 ,ne/e primeiro volume1 ocup>-nos hemos d corpo da criana1 com o fim de inve/ig> z leis d crescim5to1 em ,portugal2 no segundo#a1 e/ud>emos a m5talidade da criana1 p>a conhec] z en]gias psquicas1 que so c>act]/icas d nosso agrupam5to tnico4 ,importa pond]> que1 em o nosso pas1 sem desprimor p>a n+um1 em vez de scincia1 tem-se feito lit]atura p$aggica444 ,h excepes1 bem o sei2 mas1 de tal guisa1 fica confirmada444 a regra4 ,no t] soado a9da a hora de env]$> pelo cam9ho das naes cultas8444 ,introduo ,on ne connot po9t l'enfance3444 ,comm5cez donc p> mieux tudi] vos lves c> trs-assurm5t1 v\s ne les connoissez po9t4 ,preface d',emile1 ,,iii1 de ,j4 ,j4 ,r\sseau4 ,,introdu,o ,i ,a criana2 sua concepo bio-psquica e social #a4--;,como organismo vivo que 1 a criana1 d mesmo modo que z plantas e os animais1 e/ sujeita s leis fsico-qumicas e biolgicas1 que regulam a actividade de todos os sres vivos1 que exi/em sup]fcie da t]ra4 ,mas1 alm da vida vegetativa1 que p]t5ce s plantas1 e da vida s5sitiva1 que prpria dos animais sup]iores1 possue a9da a criana a vida intelectual1 ap5as p>tilhada com o homem1 d qual incessantem5te se aproxima1 desde o 9cio da sua evoluo4 #b4--,por virtude da vida vegetativa1 a criana cresce1 i/o 1 aum5ta de volume e de d5sidade1 m$ida que se afa/a d nascim5to1 de con=midade com z leis especficas1 que det]m9am o ritmo e z outras c>act]/icas dsse crescim5to4 ,sob /e aspecto1 a criana no tem outra funo s5o a de cresc]1 i/o 1 de adquirir um des5volvim5to somtico1 cujo t]mo1 em circun/ncias normais1 s h]$it>i$ade p]t5ce e/abelec] e fix>4 #c4--,m]c da vida s5sitiva que1 no s5tido rigoroso d trmo1 apangio exclusivo dos sres dotados dum si/ema n]voso1 a criana apr5de1 cada vez com maior eficcia e preciso1 a mant] com o meio1 em que tem de viv]1 o equilbrio1 de que c>ece1 p>a a cons]vao da sua vida1 i/o 1 a adapt>-se4 ,seja qual fr o conceito que se fiz] da s5sao1 como expresso mais simples1 e elem5to irr$utvel da conscincia2 mas1 t5do em vi/a o processo evolutivo da dif]5ciao e da complexidade orgnica1 no padece dvida que o f5m5o da irritabilidade1 que j se encontra no mundo vegetal1 de p> com os tropismos das plantas1 pode ajud> a escl>ec] o mi/rio da s5sibilidade g]al1 que os animais sup]iores tambm usufruem1 e por cuja virtude a criana se torna capaz de tir> o mximo proveito das suas exp]incias1 em relao ao mundo ext]no#b4 #d4--;,f9alm5te1 pela vida d p5sam5to1 que se manife/a sempre em p]feita correlao com o des5volvim5to c]ebral1 a criana adquire a capacidade de reagir1 por um d9amismo progressivo1 aco das influncias cosmo-telricas1 subtrando-se a essas e a outras influncias1 ou at5u&o-z1 em proveito da sua individualidade4 ,manife/aes de/a vida 7tambm *amada de relao71 alm da espontaneidade1 que torna possvel a resi/ncia ao automatismo dos in/9tos e dos hbitos orgnicos1 so a reflexo1 que prep>a o adv5to e a consolidao da p]sonalidade1 e a t5dncia de integrao no meio social1 como uma das bases ess5ciais d c>ct]#c4 #e4--;,importa1 porm1 adv]tir que1 apes> de/a trplice exi/ncia funcional1 a vida da criana1 como a d homem1 no se sc9de1 nem s(re solues de cont9uidade1 antes con/itue uma unidade orgnica1 e uma conc5trao de en]gias1 que no div]gem entre si1 s5o pelo mecanismo1 a que do origem1 e pelas t5dncias e impulsividades1 que desp]tam#d4 #f4--,v-se1 pois1 que a criana1 na integral complexidade dos elem5tos que a con/ituem1 e na pl5itude das frz que a c>act]izam1 um organismo1 cuja e/rutura e actividade dep5dem1 no sm5te das en]gias fsico-qumicas1 a que todo o ,univ]so e/ sujeito1 como tambm s(rem a influncia de tdas z leis biolgicas e psquicas1 que int]veem1 tanto na =mao da conscincia reflexa d homem adulto1 como na d9amog5ia dos in/9tos1 que eng5dram a vida social#e4 ,,ii ,scincias da ,criana3 ,p$ologia1 ,psico-p$agogia1 ,p$agogia exp]im5tal2 outros ramos da ,p$agogia #a4--;,a p$agogia mod]na1 aceit&o a propo/a d pr(essor ,blum1 de ,lyon#f1 emprega a palavra p$ologia p>a design> a scincia natural da criana#g4 ,mas a criana pode s] e/udada em si mesma1 sem outro intuito que no seja o de a conhec]mos1 d mesmo modo que o botani/a e/uda z plantas1 ou o entomlogo1 os co/umes dos animais4 ,ne/e caso1 o e/udo da criana s] des9t]essado2 e1 p>a s] pr(cuo1 no pod] deix> de submet]-se s regras d mtodo1 que a scincia preconiza p>a a inve/igao de no importa que f5m5os da natureza4 ,t]emos1 ento1 a p$ologia pura que1 s5do o e/udo integral da criana1 compre5de3 #a7 a biologia infantil 7conhecim5to da natureza fsica da criana1 em todos os e/dios da sua evoluo72 #b7 a psicologia infantil 7e/udo da m5talidade da criana72 e #c7 a sociologia infantil 7e/udo da sociabilidade da criana74 ,pelo seu lado1 cada um d/es ramos da p$ologia subdivide-se a9da em dif]5tes captulos1 consoante z necessidades da especializao sci5tfica4 ,assim1 a biologia infantil ou fisio-p$ologia inclue o e/udo da anatomia e da fisiologia d embrio2 d recm-nascido2 e da criana1 em tdas z idades d crescim5to#h4 ,a psicologia infantil ou psico-p$ologia1 consoante descreve os processos m5tais da criana1 ou procura explic> a sua origem e evoluo1 assim se d5om9a e/rutural ou e/tica1 e funcional ou d9mica#i4 ,a psico-p$ologia e/rutural deve os seus mais ass9alados progressos aos trabalhos de ,ti$emann1 ,sigismund1 ,kussmaul1 ,prey]1 etc4#aj ,quanto psico-p$ologia d9mica1 importa a9da di/+uir o e/udo dos processos m5tais da criana1 na sua cont9uidade vital 7g5tica71 ou no seu funcionam5to orgnico 7c9emtica71 como fiz]am1 alm d\tros psiclogos nveis1 ,john ,dewey1 de ,*icago1 e o seu discpulo ,irv+ ,k+#aa4 #b4--;,consid]&o1 porm1 a criana1 sob um aspecto utilitrio1 i/o 1 e/ud&o-a com det]m9ados intuitos1 ou p>a det]m9ado fim1 da p$ologia aplicada que temos de nos socorr]1 ou da p$otecnia1 como agora se diz4 ,e/a tambm s(re divises1 con=me incide sobre a criana do5te1 que importa cur> 7p$iatria71 ou sobre a criana del9qente1 que necessrio reg5]> 7p$otecnia judiciria71 ou a9da sobre a criana1 que nos propomos educ> 7p$agogia exp]im5tal74 ,a p$iatria compre5de a higi5e infantil1 a clnica infantil e a psiquiatria infantil2 e a p$otecnia judiciria subdivide-se em crim9ologia infantil1 e pr(ilctica p$olgica4 ,re/a a p$agogia exp]im5tal1 que se desdobra na psico-p$agogia 7psicologia infantil aplicada p$agogia71 na higi5e escol>1 e na ort(r5ia 7e/udo das crianz m5talm5te anormais74 ,o esquma que1 a seguir1 publicamos cond5sa e mo/ra z relaes que z scincias p$olgicas manteem1 entre si4 ,como se obs]va1 nsse quadro1 pelo lug> que nle ocupa1 a p$agogia exp]im5tal a scincia que aplica ao e/udo da criana normal os pr9cpios da p$ologia terica ou pura1 no intuito de a educ>4 #c4--;,h1 porm1 outros ramos da p$agogia que1 embora na ap>ncia indep5d5tes1 todavia1 no d]ivam d\tra fonte que no seja da p$ologia3 scincia comum e g]al da criana4 ,so os segu9tes3 #a7 a p$agogia filosfica1 que e/uda z que/es g]ais da p$agogia e da p$ologia 7conceito e natureza da educao2 f9s a que t5de2 leis que a regulam2 possibilidade e necessidade da educao2 factores da educao2 e seus ag5tes2 pr9cpios g]ais e fundam5tais da p$agogia#ab2 #b7 a p$agogia hi/rica1 que e/uda os si/emas de educao1 na vida da humanidade1 atravs da hi/ria#ac2 #c7 a p$agogia prop$utica1 ou arte de educ> 7apr5dizagem da tcnica d ens9o72 #d7 a p$agogia escol>1 que se ocupa da organizao mat]ial e p$aggica das escolas#ad2 #e7 e1 f9alm5te1 a p$agogia adm9i/rativa1 que trata da adm9i/rao e d govrno d ens9o#ae4 ,g]al ou ,pura ,bio-p$ologia anatomia 7,des9t]essada7 7,somtica7 infantil4 fisiologia infantil4 ,psico- e/rutural4 -p$ologia 7,psquica7 funcional g5tica4 c9emtica4 ,scio-p$ologia4 ,,p$ologia 7,social7 7,scincia natural da higi5e criana74#af infantil4 ,p$iatria cl9ica 7a criana infantil4 do5te ou psiquiatria anormal7 infantil4 ,aplicada ou ,p$otecnia crim9ologia ,p$otecnia ,judiciria infantil4 7,int5cional7 7a criana pr(ilctica del9qente7 p$olgica4 ,p$agogia psico- psico- exp]im5tal -p$agogia -diagn/ica4 7a criana s e normal7 psico- -tcnica4 higi5e escol>4 ort(r5ia4 ,,iii ,a vida da criana2 fases que atravessa durante o crescim5to1 ou idades da evoluo d organismo humano #a4--;,a vida da criana1 tanto sob o ponto de vi/a somtico1 como em relao sua actividade psquica1 v>ia com a idade e com o sexo2 e dif]e1 no s em quantidade1 como tambm e pr9cipalm5te em qualidade1 da vida d adulto#ag4 ,a exi/ncia inconte/vel de/a dif]5ciao e/rutural e d9mica das crianz entre si1 e da criana com o adulto1 levanta o problema dos factores d des5volvim5to1 e o da progresso funcional das en]gias bio-psquicas1 que nle int]veem4 ,em que m$ida que a h]$it>i$ade e o meio influem na evoluo da criana2 e porque que o ap>ecim5to e a aco dos processos psquicos e/o sujeitos lei d progresso contnuo8 ,dum modo mais g]al1 pode pregunt>-se1 se exi/e alguma relao entre o des5volvim5to bio-psquico da criana e o da espcie humana1 atravs das idades geolgicas2 ou se1 pelo contrrio1 a d\tr9a da recapitulao c>ece de apoio slido1 em que se firme#ah4 ,ns1 remet5do o leitor p>a os e/udos especializados1 que se ref]em int]pretao g5tica das en]gias orgnicas d crescim5to1 e apreciao das influncias mesolgicas1 que sbre elas agem#ai1 passamos enum]ao das fases da vida das crianz1 de con=midade com o critrio fisiolgico da d5tio1 comb9ado com o da maturidade sexual#bj4 #b4--,so seis z idades da evoluo d organismo humano1 desde o 9cio da vida extra-ut]9a1 at idade adulta3 #a7 recm-nasc5a 7at ao fim d primeiro ms1 depois d nascim5to72 #b7 infncia 7desde o fim d primeiro ms1 at aos trs anos72 #c7 pu]cia 7desde os trs anos1 at aos sete72 #d7 adolescncia 7desde os sete1 at idade que oscila1 p>a os rapazes1 entre os doze e os catorze anos2 p>a z rap>igas1 entre os onze e os treze72 #e7 pub]dade 7desde o fim da adolescncia1 at a uma poca que1 segundo z circun/ncias1 tambm v>ia1 em relao a cada sexo2 no indo1 porm1 entre ns1 em regra1 alm dos dezasseis anos1 p>a os rapazes1 e dos qu9ze p>a z rap>igas72 #f7 nubilidade 7desde os qu9ze ou dezasseis anos1 at aos v9te7#ba4 #c4--;,a recm-nasc5a inicia-se pela crise1 resultante da passagem da vida intra-ut]9a d feto p>a a vida extra-ut]9a2 e ass9ala-se1 no recm-nascido1 pela exi/ncia de c>act]/icas1 que importam o mais absoluto automatismo#bb4 criana que vem de nasc]1 *am\ ,vir*[ um s] esp9hal1 p>a signific>1 sem dvida1 que como um an5cfalo1 que ela se comporta1 em todos os seus movim5tos4 ,efectivam5te1 o recm-nascido uma pura mqu9a de reflexas1 que a necessidade de adaptao ao meio exclusivam5te acciona1 sob risco de morte4 ,a espontaneidade s vir com o funcionam5to s5sorial que1 ne/a curtssima idade1 s muito imp]feitam5te se manife/a#bc4 #d4--;,a infncia a poca1 em que se completa a primeira d5tio 7os v9te d5tes d leite7#bd2 e em que1 ao s] fisiolgico1 que era a criana1 se ajunta agora um s] intelectual#be4 ,compre5de duas fases pr9cipais1 indo a primeira1 desde o 9cio d segundo ms1 at aos catorze ou dezasseis meses2 e a segunda1 desde a1 at aos trs anos completos4 ,infncia1 qu] diz]3 idade em que se no fala 7de infans1 antis72 todavia1 a p>tir dos doze ou trze mses1 a criana pr9cipia j a emitir sons articulados2 e1 desde os dezoito at aos v9te e quatro1 mo/ra-se possuidora da l+uagem prpriam5te dita#bf4 ,alm de/a aquisio1 tambm p]t5ce segunda fase da infncia a auto-locomoo ou a m>*a1 que entra de ensai>-se1 em regra1 nos rapazes1 entre os doze e os dezasseis mses2 e1 nas rap>igas1 entre os dez e os qu9ze#bg4 #e4-- t]ceira idade d crescim5to *am\ 7e com muita propri$ade7 o nosso ,g>rett pu]cia 7de pu]1 7eris74 a segunda infncia1 dos franceses1 que se compre5de entre os trs anos e os sete 79cio da segunda d5tio1 que ap5as se complet>1 aos v9te anos7#bh4 ,como1 em seu lug>1 v]emos1 z t5dncias dom9antes de/a idade so os jogos2 a imitao activa2 a suge/ibilidade2 e os int]esses1 que pr$om9am1 ligam-se ao des5volvim5to da vida m5tal4 #f4--;,a fase p]i-pub]tria co/uma design>-se pela palavra adolescncia 7de adol7esc5s1 7entis74 ,figura3 #aj anos ,figura3 #aa anos ,figura3 #ab anos ,alunos d ,colgio ,mod]no ,,fase ,,pub]t,,ria ,figura3 #ad anos ,figura3 #ae anos ,ne/a idade1 como v]emos1 a criana pr9cipia a emancip>-se2 a sua p]sonalidade des5ha-se1 esboa-se#bi2 numa palavra1 a natureza1 ne/e e/dio da evoluo1 cuida de prep>> o individuo p>a a gr&e trans=mao orgnica e psquica1 que vai s] realizada1 na idade segu9te4 #g4--;,essa idade a pub]dade4 ,segundo ,paul ,god91 a fase pub]tria o mom5to d des5volvim5to humano1 em que o pod] g]m9al ori5ta tdas z frz d organismo p>a a funo da reproduo#cj4 ,outros *amam-lhe a idade crtica2 o eixo d crescim5to2 e todos so concordes em atribuir os desequilibrios biolgicos e psquicos1 em que f]til1 convulso orgnica1 produzida pelo desp]t> d grm5 vivo1 que dormitava na criana1 desde o dia d nascim5to4 ,a pub]dade1 cuja ap>io1 entre ns1 eu t5ho e/udado#ca1 alm dos efeitos pil>es d pbis e das axilas1 da mudana da voz e1 no sexo fem99o1 d ap>ecim5to d fluxo m5/rual1 manife/a-se tambm pelo aum5to d tecido conjuntivo1 pelo engrossam5to dos ossos1 pelo robu/ecim5to dos msculos1 e pelo mximo de volume e d5sidade d crebro#cb4 #h4--;,a ltima fase da evoluo a nubilidade1 que muitos id5tificam j com a idade adulta4 ,o indivduo1 p]d5do z c>act]/icas infantis1 dif]5ci\-se1 segundo a lei dos sexos2 e torn\-se def9itivam5te apto p>a viv] sobre si1 e p>a assegur> a p]si/ncia da espcie4 ,,iv ,elem5tos e subsdios1 de que podemos dispor1 p>a a con/ituio de uma p$ologia nacional #a4--;,de modo anlogo ao que suc$e em pases e/rangeiros1 tambm1 entre ns1 se h procurado obt] 7embora com =tuna vria7 factos em primeira mo1 que possam escl>ec] os problemas relativos ao crescim5to da criana portuguesa4 ,podem consid]>-se como c5tros de inve/igao p$olgica os segu9tes in/itutos3 #a7 a ,escola-(ic9a n4o #a1 de ,lisboa1 que uma escola de ens9o integral e de prep>ao pr(issional1 de/9ada a adolesc5tes 7dos #g aos #ad anos7#cc2 #b7 o ,in/ituto mdico-p$aggico da ,casa ,pia1 de ,lisboa1 dirigido pelo ilu/re p$agogi/a1 ,dr4 ,co/a ,f]reira1 que autor de publicaes int]essantes sobre p$ologia2 #c7 a ,tutoria d ,prto1 onde teem sido feitos exames e obs]vaes antropomtricas e psiquitricas em m5ores del9qentes1 pelo di/9to antropologi/a1 ,dr4 ,m5des ,corra2 #d7 a ,tutoria de ,lisboa1 de que foi juiz presid5te o ,dr4 ,p$ro de ,ca/ro#cd2 #e7 a ,soci$ade de e/udos p$aggicos#ce2 #f7 a ,escola prep>atria ,rodrigues ,sampaio1 de que foi director o consid]adssimo pr(essor e em95te p$agogi/a1 ,dr4 ,adolfo ,coelho2 #g7 a ,escola ,c5tral de ,re=ma1 de ,caxias1 dirigida pelo ,p4e ,antnio d',oliveira2 #h7 o ,laboratrio de psicologia exp]im5tal da ,faculdade de ,letras da ,univ]sidade de ,combra1 que ns fundmos e dirigimos1 por delib]ao de/a ,faculdade1 que1 em #aiab1 nos m&\ ,frana e ,sua1 a fim de e/ud>mos a organizao dos laboratrios psicolgicos1 e de adquirirmos os ut5slios e ap>elhos necessrios p>a o funcionam5to de um1 em ,combra#cf4 #b4--;,algumas das inve/igaes1 realizadas ne/es ,in/itutos1 tanto sobre p$ometria1 como sobre psico-fsica dos rgos dos s5tidos1 e outros processos psicomtricos1 =am divulgadas pela impr5sa2 mas o maior nm]o das obs]vaes e exp]incias p$olgicas1 de que felizm5te podemos dispor1 tem-se cons]vado 9dito1 m]c de vrias causas1 entre z quais avulta aquela que se ref]e c>ncia de recursos pecunirios1 p>a ocorr] s despesas a efectu> com a sua publicao1 dada a crim9osa indif]5a d ,e/ado por e/a ordem de s]vios1 que tem reputado de som5os importncia1 vi/o que a9da se no resolveu a vot> z v]bas necessrias p>a a sua organizao1 como base ess5cial de todo o si/ema de ens9o pblico e de tda a obra de educao nacional4 ,no laboratrio de psicologia da ,univ]sidade de ,combra1 desde #aiab1 que se no cessa de obs]v> e exp]im5t> sobre crianz e adultos1 no intuito de escl>ec] alguns dos mais importantes problemas da psico-fsica1 da psico-fisiologia e da p$ologia1 s5do consid]vel j o dossi] dos trabalhos realizados1 pr9cipalm5te na p>te que se ref]e acuidade s5sorial2 funo mnsica2 tempos de reaco2 ergografia2 suge/ibilidade2 psico-patologia da at5o1 da imag9ao1 da inteligncia2 s5tido cromtico2 do5z ocul>es2 psicologia d te/emunho2 d9amog5ia dos s5tim5tos2 etc42 etc4 ,univ]sidade de ,combra3 ,laboratrio de ,psicologia ,exp]im5tal ,figura3 ,sala de conf]ncias ,figura3 ,sala d laboratrio ,os resultados de tdas e/as exp]incias s]o devidam5te consid]ados1 no pres5te trabalho 7pr9cipalm5te1 no #b4o volume71 de p> com z obs]vaes e e/udos anlogos feitos nos outros e/abelecim5tos que indicamos4 ,v ,bibliografia portuguesa de assuntos relativos psicologia e p$ologia #a4--99,que/es g]ais de p$agogia e p$ologia399 #a7 ,almeida ,g>rett1 ,da ,educao1 #a4;a ed4 ,londres1 #ahbi2 #b7 ,dr4 ,adolfo ,coelho1 ,os elem5tos tradicionais da educao1 ,prto1 #ahhc2 #c7 ,idem1 ,que/es p$aggicas 7os ex]ccios milit>es na escola71 sep>ata d ,in/ituto1 ,combra1 #aiaa2 #d7 ,idem1 ,a p$agogia d povo portugus1 apud ,portugalia1 ,v4 ,i1 fasc4 ,i2 #e7 ,idem1 ,o e/udo da criana1 apud ,a ,tutoria 7revi/a m5sal def5sora da infncia71 n4os correspond5tes aos anos de #aiab e #aiac1 ,lisboa2 #f7 ,idem1 ,educao e ,p$agogia1 apud ,boletim da ,direco ,g]al de ,in/ruo ,pblica1 ,lisboa1 #aijb1 fasc4 ,i-,v2 #g7 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,a nossa escola primria1 ,prto1 #aiaj2 #h7 ,idem1 ,o ens9o primrio em ,portugal 7nas suas relaes com a hi/ria g]al da ,nao71 ,prto1 #aiac2 #i7 ,ago/9ho de ,campos1 ,educao e ,ens9o1 ,prto1 #aiaa2 #aj7 ,idem1 ,casa de pais1 escola de filhos1 #c4;a ed41 ,lisboa1 #aiag2 #aa7 ,d4 ,virgnia de ,ca/ro e ,almeida1 ,como devemos cri> e educ> os nossos filhos1 ,lisboa1 #aijh2 #ab7 ,idem1 ,como devo gov]n> a m9ha casa1 ,lisboa1 #aiaf2 #ac7 ,c>neiro de ,m\ra1 ,a in/ruo educativa e a organizao g]al d ,e/ado1 ,lisboa1 #aiji2 #ad7 ,f>ia de ,vasconcelos1 ,lies de ,p$ologia e ,p$agogia exp]im5tal1 ,lisboa2 #ae7 ,mrio ,=tes1 ,manual de educao fisica1 ,viseu1 #aijf2 #af7 ,f4 ,paly>t ,p9to ,f]reira1 ,algumas notas p$aggicas1 ,lisboa1 #aiaf2 #ag7 ,antnio ,srgio1 ,educao ,cvica1 ,prto2 #ah7 ,lusa ,srgio1 ,o ,mtodo ,montessori1 ,prto2 #ai7 ,dr4 ,m5des ,corra1 ,crianz del9qentes1 ,combra1 #aiae2 #bj7 ,p4e ,antnio d',oliveira1 ,crim9alidade-,educao1 ,lisboa1 #aiah2 #ba7 ,j4 ,augu/o ,coelho1 ,manual ,prtico de ,p$agogia1 ,prto4 #b4--99;,assuntos especiais1 e monografias sobre p$ometria e p$otecnia399 #a7 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,psicologia e ,p$ologia1 ,combra1 #aiac2 #b7 ,idem1 ,o ,crescim5to da criana portuguesa1 ,combra1 #aiag2 #c7 ,j4 ,freire de ,matos1 ,m$ida da at5o1 por meio dos tempos de reaco1 apud ,revi/a da ,univ]sidade de ,combra1 vol4 ,,iv1 n4os #b e #c2 #d7 ,a4 ,c4 ,b>roso da ,silveira1 ,det]m9ao d valor fsico d adulto 7mem5to das m5suraes mais importantes d corpo humano71 ,lisboa1 #aiag2 #e7 ,dr4 ,co/a ,f]reira1 ,o ps d corpo da criana1 apud ,ar*ivo de ,anatomia e an?ropologia1 ,lisboa1 #aiae1 vol4 #c4o1 n4o #b2 #f7 ,idem1 ,sobre psicologia e p$agogia d ge/o1 ,lisboa1 #aiaf2 #g7 ,idem1 ,sobre umas provas de exame da at5o voluntria visual1 ,combra1 #aiaf2 #h7 ,idem1 ,agudeza visual e auditiva das crianz1 ,lisboa1 #aiaf2 #i7 ,idem1 ,a viso das cres1 ,combra1 #aiaf2 #aj7 ,idem1 ,auxanometria ,milit>1 ,lisboa1 #aiag2 #aa7 ,idem1 ,sobre a pigm5tao da ris nalguns escol>es portugueses1 ,combra1 #aiah2 #ab7 ,a4 ,pires de ,lima1 ,jogos e ces infantis1 ,prto1 #aiaf2 #ac7 ,antnio ,alfr$o ,alves1 ,jogos infantis1 apud ,revi/a de ,educao 7boletim da ,s4 ,e4 ,p471 ,lisboa1 #aiab1 n4o #d2 #ad7 ,alb]to ,pessoa1 ,a prova te/emunhal1 ,combra1 #aiac2 #ae7 ,co/a ,sacadura1 ,a escrita direita e a escrita incl9ada 7sua influncia na funo respiratria71 ,lisboa1 #aijg2 #af7 ,eugnio de ,ca/ro ,rodrigues1 ,m?odes d'enseignem5t dans les coles primaires1 ,lisboa1 #aijj2 #ag7 ,salvador ,m>ques1 ,algumas palavras em defesa da criana1 ,lisboa1 #aiah2 #ah7 ,novais e ,s\sa1 ,assi/ncia e ,mat]nidade1 ,combra1 #aiae2 #ai7 ,co/a ,f]reira e ,jos ,pontes1 ,w\nd$ ( ! w> at ! ,in/itute ( ,s4ta ,isabel1 ,lisboa1 #aiah2 #bj7 ,a4 ,m4 de ,lima ,c>valho1 ,a re$ucao da fala dos gagos e tatibittes 7tratado de ort(onia71 ,combra1 #aiah2 #ba7 ,co/a ,santos1 ,higi5e ocul>1 ,lisboa1 #aiad2 #bb7 ,a4 ,aurlio da ,co/a ,f]reira1 ,dois sphygmogramas de gagos1 ,lisboa1 #aiah4 ,p$ologia ,somtica ,la nature a1 p\r =tifi] le corps et le faire crotre1 des moy5s qu'on ne doit jamais contr>i]4 ,livre ,,ii1 #ii1 d',emile1 de ,j4 ,j4 ,r\sseau ,p$ologia ,somtica 997,o ,corpo da ,criana799 ,,cap,,tulo ,i ,fases da vida dos organismos4 ,crescim5to2 suas espcies2 e modos de o e/ud>4 ,leis d crescim5to2 e factores que o modificam4 #a4--;,exi/em na vida dos sres organizados 7cada vez mais ac5tuadam5te1 m$ida que da planta se passa ao animal e d/e ao homem7 tres fases ou p]odos 7de desigual ext5so7 que1 por suas c>act]/icas ess5ciais1 se tornam dissemelhantes e irr$utveis uns aos outros3 #a7 um tempo de crescim5to 7anabolia71 que se efectua1 por virtude dum pr$omnio da assimilao funcional sobre a desassimilao orgnica2 #b7 uma fase de decadncia ou decrescim5to 7catabolia7 det]m9ada1 de modo inv]so1 pela prepond]ncia da desassimilao sobre a assimilao2 #c7 um p]odo de relativa e/abilidade ou equilbrio biolgico 7probolia71 durante o qual o organismo se reproduz4 ,temos1 pois1 uma poca con/rutiva1 de integrao orgnica que1 depois da fase mbrio-fetal1 se realiza durante um tro aproximadam5te da vida humana 7desde a nasc5a at nubilidade72 um p]odo de/rutivo1 de des9tegrao biolgica1 que prep>a e acompanha a velhice e conduz morte2 e1 f9alm5te1 uma poca int]m$iria1 que subsi/e1 durante a juv5tude e a maturidade4 #b4--;,a ,p$ologia1 consid]&o ap5as a primeira fase d metabolismo humano1 di/+ue entre o crescim5to normal e o crescim5to anormal2 e1 em ambos1 at5de tanto morfologia 7des5volvim5to e/rutural71 como fisiologia 7des5volvim5to funcional74 ,ab&on&o o e/udo d crescim5to anormal p$iatria e psiquiatria2 e1 re5vi&o o leitor1 em matria de crescim5to normal1 na p>te relativa vida intra-ut]9a1 p>a os tratadi/as da embriologia1 re/r+iremos o nosso trabalho anlise da ontognese d organismo humano1 desde o nascim5to at idade adulta4 ,sob o aspecto e/rutural1 o corpo da criana1 atravs das idades de evoluo1 v>ia1 em funo d tempo3 #a7 nas dim5ses #b7 na =ma #c7 nas propores #d7 nos elem5tos1 de que se compe4 ,e1 quanto ao des5volvim5to fisiolgico1 todos sabem que z funes orgnicas div]gem com a idade1 e que h c]tos f5m5os1 cuja manife/ao se v]ifica ap5as em fases j avanadas d crescim5to4 ,a criana trans=ma-se1 pois2 i/o 1 adquire z c>act]/icas da idade adulta1 por uma srie de trans=maes contnuas1 cuja sucesso det]m9ada1 e cujo ap>ecim5to e limites so funo d tempo#cg4 ,a i/o se *ama crescim5to que1 como v]emos1 pode s] absoluto ou relativo1 consoante se ref]ir ao ritmo da evoluo1 ou s propores d corpo1 nas dif]5tes idades de/a4 #c4--,p>a e/ud> a d9mica d crescim5to1 s]vem-se z scincias p$olgicas da p$olexia 7obs]vao da criana7 e da p$ometria 7m5surao da criana74 ,a anlise incide1 tanto sobre os rgos e os si/emas1 como sobre z funes2 e z m$idas somticas devem s] individuais1 p]idicas e polimtricas1 i/o 1 devem abrang] todos os segm5tos d organismo4 o que se designa pela expresso de mtodo auxanolgico4 ,r$uz9do a esquma e/a processologia1 temos3 ,p$olexia ,e/rutural 7exame dos rgos7 7,obs]vao da criana7 ,funcional 7exame das funes7 ,inve/igao d crescim5to ,p$ometria craniomtrica 7,m5surao toracomtrica da criana7 braquiomtrica cruriomtrica pelvimtrica #d--;,em o nosso pas1 z obs]vaes e m5suraes1 realizadas no intuito de conhec] z leis d crescim5to1 so p\co num]osas2 todavia1 algumas exi/em2 e1 na v]dade1 em quantidade ba/ante1 pelo que respeita ao crescim5to absoluto1 cujo ritmo1 como adiante se v]1 reputamos1 em relao ao sexo mascul9o1 sufici5tem5te e/abelecido e det]m9ado4 ,mas1 em matria de leis d crescim5to1 importa sep>> aquelas que1 por sua natureza mesma1 se tornam ext5sivas a tdas z crianz1 seja qual fr o meio em que vivam1 e z razes antropolgicas1 donde proc$am2 e aquelas que p]t5cem exclusivam5te s crianz de cada agregado social1 e no abrangem s5o os indivduos que p>ticipam dum gn]o de vida anlogo1 e promanam de uma mesma origem tnica4 ,enum]>emos1 entre z primeiras1 como mais importantes3 #a7 a lei de ,buffon 7a que *am>emos de contra/e71 em virtude da qual o feto cresce1 cada vez mais1 m$ida que se aproxima d nascim5to1 ao passo que a criana cresce1 cada vez m5os1 m$ida que se aviz9ha da pub]dade2 #b7 a lei da p]iodicidade1 que regula a sucesso de esfro e rep\so 7relativo71 na d9mica d crescim5to2 #c7 a lei da alt]nncia1 por cuja virtude os membros d corpo 7sobretudo1 z p]nas7 crescem pr9cipalm5te antes e durante a pub]dade1 e o bu/o1 depois2 #d7 a lei das comp5saes1 que se revela na acel]ao d crescim5to de c]tos rgos1 em relao a outros mais des5volvidos#ch4 segunda categoria p]t5ce1 alm da lei d ritmo 7modalidade ou manife/ao da lei da p]iodicidade71 a lei das propores1 que preside a tda a d9mica d crescim5to relativo4 #e4--;,e/as leis1 como resumo e expresso1 que so1 das relaes entre os f5m5os consid]ados1 incluem1 tambm no caso pres5te1 o conceito das causas ou dos factores que agem sbre o crescim5to4 ,indic>emos3 #a7 entre os det]m9antes fisiolgicos3 a raa1 a ge/ao1 o sexo1 a consangu9idade e a alim5tao2 #b7 dos factores mesolgicos3 o meio cosmo-telrico 7clima1 e/aes1 ar livre1 clau/rao1 etc47 e social 7vida citad9a1 e de campo1 pr(isses e ocupaes sociais1 etc472 #c7 d5tre os ag5tes patolgicos3 z do5z 7crnicas1 ou agudas71 o raquitismo1 a insuficincia tiroidiana1 os e/ados neuropticos1 etc42 #d7 f9alm5te1 das causas p$aggicas3 os ex]cicios fsicos1 a gimn/ica1 os jogos1 etc4 ,cada um d/es factores age1 a seu modo1 sobre o mecanismo d crescim5to1 robu/ec5do ou emb>a&o1 consoante z circun/ncias1 a en]gia intra-orgnica1 que a causa primordial de tudo1 naquele mecanismo#ci4 ,,cap,,tulo ,,ii ,crescim5to absoluto2 sua det]m9ao1 em relao criana portuguesa2 tabelas de mdias1 e respectivas curvas4 ,o ritmo d crescim5to em ,portugal #a4--;,como n\tro lug> dissemos#dj1 o crescim5to absoluto 7det]m9vel pelas m$idas s9tticas3 altura1 ps1 p]metro torcico7 d5uncia o ritmo da evoluo1 que dif]5te1 segundo a proc$ncia tnica1 e v>ia com o meio1 tanto fsico1 como social4 ,p>a o e/udo d/e crescim5to1 entre ns1 e organizao das respectivas tabelas de mdias1 dispomos de elem5tos antropomtricos1 mais d que sufici5tes1 em quantidade1 e ptimos1 em qualidade4 sses elem5tos1 j por ns s]iados#da1 so os segu9tes3 #a7 m5suraes e pesag5s efectuadas1 durante um p]odo de seis anos1 duas vezes em cada ano 7novembro e julho71 sobre um total de #a4che indivduos1 d sexo mascul9o1 de idades compre5didas entre os dez e os dezoito anos1 no antigo ,colgio ,milit>1 pelo mdico ,joo ,c>los ,masc>5has de ,melo#db2 #b7 m5suraes e pesag5s1 de ,p$ro ,f]reira1 no ext9to ,colgio de ,campolide1 durante quatro anos seguidos 7#aije-aiji7 sobre #abbg crianz1 d sexo mascul9o1 de idades que v>iam1 desde os seis at aos v9te anos#dc2 #c7 m5suraes e pesag5s d dr4 ,morais ,man*ego1 realizadas em escolas primrias1 d sul d ,pas1 sobre #a4hbi crianz1 d sexo mascul9o1 desde os seis at aos dezanove anos de idade#dd2 #d7 m5suraes e pesag5s efectuadas1 na ,mat]nidade de ,lisboa1 sob a direco d falecido pr(essor ,alfr$o da ,co/a1 desde #ahii a #aijd1 sobre mais de #b4hjj crianz1 de ambos os sexos1 logo em seguida ao nascim5to#de2 #e7 pesag5s de crianz tuteladas pela ,santa ,casa da ,mis]icrdia de ,lisboa1 em nm]o de mais de #ajj4jjj1 de idades compre5didas entre o nascim5to e os doze mses1 desde #aijg at #aiacdf4 #f7 m5suraes e pesag5s d dr4 ,samuel ,maia1 realizadas em ,lisboa1 no ano de #aijh1 sobre #e4iab crianz1 de ambos os sexos1 de #j aos #aj anos de idade2 #g7 m5suraes e pesag5s efectuadas1 no liceu de ,combra1 durante doze anos 7#aije-aiaf71 sobre um total de #a4ahj alunos1 d sexo mascul9o1 de idades v>iveis entre os dez e os v9te anos2 #h7 m5suraes e pesag5s1 realizadas1 no ,in/ituto ,fem99o de ,educao e ,trabalho1 de ,odivelas1 sob a direco da mdica ,d4 ,adelaide ,cabete1 durante dois anos consecutivos 7#aiad-aiaf71 sobre #aeg alunas2 #i7 m5suraes e pesag5s1 empre5didas1 na ,escola de ,alunos ,m>9heiros d norte 7,lea de ,palmeira7 desde #aiac a #aiaf1 sobre #bda alunos1 d sexo mascul9o2 #aj7 f9alm5te1 m5suraes e pesag5s1 realizadas1 desde #aiab1 no laboratrio psicolgico da ,faculdade de ,letras1 de ,combra1 sobre crianz de dif]5tes idades e proc$ncias1 como meio de iniciao dos alunos da ,escola ,normal ,sup]ior na prtica da m5surao antropomtrica1 pelo emprg d mtodo auxanolgico#dg4 #b4--;,de tdas e/as m$idas1 aproveit&o aquelas que1 por suas c>act]/icas1 se tornam comp>veis1 organizamos os segu9tes quadros de mdias d crescim5to absoluto1 normal1 da criana portuguesa1 desde o nascim5to at idade adulta3 #c4--,o quadro n4o #a 7,alturas7 baseia-se num total de v9te e uma mil e seisc5tas m5suraes1 assim di/ribudas3 #a7 ,mat]nidade de ,lisboa 7ambos os sexos71 #b4hgg2 #b7 ,samuel ,maia 7ambos os sexos71 #h4fhe2 #c7 ,colgio de ,campolide 7sexo mascul9o71 #a4bba2 #d7 ,colgio ,milit> 7sexo mascul9o71 #a4che2 #e7 ,morais ,man*ego 7sexo mascul9o71 #a4hbi2 #f7 ,liceu de ,coimbra 7sexo mascul9o71 #d4gca2 #g7 ,in/ituto1 de ,odivelas 7sexo fem99o71 #fca2 #h7 ,escola de alunos m>9heiros1 d norte 7sexo mascul9o71 #bda4 ,,quadro ,n4o #a ,idades ,mat]nidade ,samuel ,p$ro de ,lisboa ,maia ,f]reira ---------------------------------------- -- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- ---------------------------- ,recm-nascido ,nascim5to #ej1bd #di1ee -- -- -- -- #j-a -- -- #ff #fc -- -- ,infncia #a-b -- -- #gd #gb -- -- #b-c -- -- #hc #ha -- -- ,pu]cia #c-d -- -- #hi #hh -- -- #d-e -- -- #if #id -- -- #e-f -- -- #aji #ajd #aac1e -- #f-g -- -- #aaj #ajf #aai1e -- #g-h -- -- #aaa #aaj #abd -- ,adolescncia #h-i -- -- #aaf #aae #abi -- #i-aj -- -- #abc #abb #acc -- #aj-aa -- -- -- -- #ach -- #aa-ab -- -- -- -- #add -- #ab-ac -- -- -- -- #adh -- ,pub]dade #ac-ad -- -- -- -- #aed1e -- #ad-ae -- -- -- -- #afj1e -- #ae-af -- -- -- -- #afe -- #af-ag -- -- -- -- #afe1e -- ,nubilidade #ag-ah -- -- -- -- #aff -- #ah-ai -- -- -- -- #afi -- #ai-bj -- -- -- -- #aga -- ,idades ,colgio ,morais ,liceu ,milit> ,man*ego de ,combra ---------------------------------------- -- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- ---------------------------- ,recm-nascido ,nascim5to -- -- -- -- -- -- #j-a -- -- -- -- -- -- ,infncia #a-b -- -- -- -- -- -- #b-c -- -- -- -- -- -- ,pu]cia #c-d -- -- -- -- -- -- #d-e -- -- -- -- -- -- #e-f -- -- #ajh -- -- -- #f-g -- -- #aad -- -- -- #g-h -- -- #aai -- -- -- ,adolescncia #h-i -- -- #abd -- -- -- #i-aj #acb -- #abg -- -- -- #aj-aa #ace -- #aca -- #acb -- #aa-ab #aci -- #ace -- #acf -- #ab-ac #adc -- #aci -- #aci -- ,pub]dade #ac-ad #aej -- #adg -- #adc -- #ad-ae #aeg -- #adi -- #aec -- #ae-af #afb -- #aef -- #aei -- #af-ag #afc -- #afa -- #afd -- ,nubilidade #ag-ah #afe -- #afc -- #afe -- #ah-ai #afi -- #afe -- #aff -- #ai-bj -- -- -- -- #afh -- ,idades ,in/ituto ,alunos fem99o ,m>9heiros ,mdias g]ais de ,odivelas ----------- ------------------------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- ---------------------------- ,recm-nascido ,nascim5to -- -- -- -- #ej1bd #di1ee #j-a -- -- -- -- #ff #fc ,infncia #a-b -- -- -- -- #gd #gb #b-c -- -- -- -- #hc #ha ,pu]cia #c-d -- -- -- -- #hi #hh #d-e -- -- -- -- #if #id #e-f -- -- -- -- #aaj #ajd #f-g -- -- -- -- #aad1e #ajf #g-h -- #aag -- -- #aah #aac1e #h-i -- #abj1e -- -- #abc #aag1g #i-aj -- #abe -- -- #abh1g #abc1e #aj-aa -- #abi -- -- #acd #abi #aa-ab -- #acd1e -- -- #ach1e #acd1e #ab-ac -- #ada1e -- -- #adb #ada1e ,pub]dade #ac-ad -- #adh -- -- #adh1f #adh #ad-ae -- #aeb -- -- #aed1h #aeb #ae-af -- #aeb1h -- -- #afj1e #aeb1h #af-ag -- #aed #afa -- #afb1i #aed ,nubilidade #ag-ah -- #aec1g #afa1b -- #afd #aec1g #ah-ai -- #aea #afa1c -- #aff #aea #ai-bj -- #aed #afa1e -- #aff1h #aed ,o quadro n4o #b 7,ps7 foi elaborado1 em pres5a dos docum5tos que acusam o elevado nm]o de c5to e dezassete mil e dez pesag5s1 efectuadas nos segu9tes ,in/itutos3 #a7 ,mat]nidade de ,lisboa 7ambos os sexos71 #b4edi pesag5s2 #b7 ,mis]icrdia de ,lisboa 7ambos os sexos71 #ajj4hbd2 #c7 ,colgio ,milit> 7sexo mascul9o71 #c4jcd2 #d7 ,colgio de ,campolide 7sexo mascul9o71 #a4bad2 #e7 ,morais ,man*ego 7sexo mascul9o71 #a4bga2 #f7 ,liceu de ,coimbra 7sexo mascul9o71 #b4cgj2 #g7 ,samuel ,maia 7ambos os sexos71 #d4hgh2 #h7 ,in/ituto ,fem99o1 de ,odivelas 7sexo fem99o71 #fcc2 #i7 ,escola de alunos m>9heiros 7sexo mascul9o71 #bcg4 ,,quadro ,n4o #b ,mat]nidade ,mis]icrdia ,colgio de ,lisboa de ,lisboa ,milit> ,idades ---------------------------------------- -- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- -------------- ,nascim5to #c4bcf #c4ajc -- -- -- -- #j-a -- -- #g4ejj8 -- -- -- #a-b -- -- -- -- -- -- #b-c -- -- -- -- -- -- #c-d -- -- -- -- -- -- #d-e -- -- -- -- -- -- #e-f -- -- -- -- -- -- #f-g -- -- -- -- -- -- #g-h -- -- -- -- -- -- #h-i -- -- -- -- -- -- #i-aj -- -- -- -- -- -- #aj-aa -- -- -- -- #bi4jjj -- #aa-ab -- -- -- -- #cj4ejj -- #ab-ac -- -- -- -- #cc4jjj -- #ac-ad -- -- -- -- #cf4ejj -- #ad-ae -- -- -- -- #db4jjj -- #ae-af -- -- -- -- #dg4jjj -- #af-ag -- -- -- -- #ea4ejj -- #ag-ah -- -- -- -- #ec4jjj -- #ah-ai -- -- -- -- #ee4ejj -- #ai-bj -- -- -- -- #eh4ejj -- #bj-ba -- -- -- -- -- -- ,colgio de ,morais ,samuel ,campolide ,man*ego ,maia ,idades ---------------------------------------- -- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- -------------- ,nascim5to -- -- -- -- -- -- #j-a -- -- -- -- #g4ejj #g4jjj #a-b -- -- -- -- #g4jjj #h4gjj #b-c -- -- -- -- #aa4gjj #aa4bej #c-d -- -- -- -- #ac4fjj #ad4eej #d-e -- -- -- -- #ab4ijj #ad4bij #e-f -- -- -- -- #ac4hjj #ae4gjj #f-g #bj4djj -- -- -- #ag4dej #af4dej #g-h #bc4djj -- -- -- #ai4ejj #ah4adj #h-i #be4bjj -- -- -- #bj4gjj #bj4iej #i-aj #bg4ejj -- -- -- #bb4ijj #bc4bej #aj-aa #bi4fjj -- #bf4bfj -- -- -- #aa-ab #ca4fjj -- #bh4cij -- -- -- #ab-ac #ce4bjj -- #cj4hhj -- -- -- #ac-ad #ci4jjj -- #cb4cej -- -- -- #ad-ae #dd4fjj -- #ce4fcj -- -- -- #ae-af #ej4cjj -- #ci4ehj -- -- -- #af-ag #ee4bjj -- #df4dcj -- -- -- #ag-ah #ef4cjj -- #ej4jjj -- -- -- #ah-ai #ei4ajj -- #eb4iaj -- -- -- #ai-bj #fj4ejj -- #ed4ejj -- -- -- #bj-ba #fj4ejj -- -- -- -- -- ,,quadro ,n4o #b 7,cont9uao7 ,liceu de ,in/ituto ,alunos ,mdias g]ais ,combra fem99o ,m>9heiros de ,odivelas ,idades ---------------------------------------- ----------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- ----------------------------- ,nascim5to -- -- -- -- -- -- #c4bcf #c4ajc #j-a -- -- -- -- -- -- #g4ejj #g4jjj #a-b -- -- -- -- -- -- #g4ijj #h4gjj #b-c -- -- -- -- -- -- #aa4gjj #aa4bej #c-d -- -- -- -- -- -- #ac4fjj #ad4eej #d-e -- -- -- -- -- -- #ab4ijj #ad4bfj #e-f -- -- -- -- -- -- #ac4hjj #ae4gjj #f-g -- -- -- -- -- -- #ah4ijj #af4dej #g-h -- -- -- #ba4fhg -- -- #ba4dej #af4iac #h-i -- -- -- #bc4bbe -- -- #bb4iej #bb4jhg #i-aj -- -- -- #bd4dhj -- -- #be4bjj #bc4hfe #aj-aa #bh4jjj -- -- #bf4egc -- -- #bh4bjj #bf4egc #aa-ab #cj4jjj -- -- #cj4agj -- -- #cj4ajj #cj4agj #ab-ac #cc4jjj -- -- #cf4cjb -- -- #cc4jjj #cf4cjb #ac-ad #cg4jjj -- -- #db4bci -- -- #cf4bjj #db4bci #ad-ae #db4jjj -- -- #df4eaj -- -- #da4jej #df4eaj #ae-af #dh4ejj -- -- #di4dce -- -- #df4cjj #di4dce #af-ag #ec4jjj -- -- #ej4djb #eb4ejj -- #eb4jjj #ej4djb #ag-ah #ee4jjj -- -- #ea4ajj #ec4ejj -- #ec4ejj #ea4ajj #ah-ai #eg4ejj -- -- #ea4cgb #ed4jjj -- #ee4abe #ea4cgb #ai-bj #fj4jjj -- -- #ej4jjj #ee4jjj -- #ef4fge #ej4jjj #bj-ba #fj4ejj -- -- -- -- -- #fj4ejj -- ,f9alm5te1 p>a a elaborao d quadro n4o #c 7,p]metro torcico71 cujas mdias so a expresso s9ttica de sete mil m5suraes1 contriburam os segu9tes e/abelecim5tos3 #a7 ,colgio ,milit> 7sexo mascul9o71 com #a4che2 #b7 ,colgio de ,campolide 7sexo mascul9o71 com #a4bbc2 #c7 ,liceu de ,combra 7sexo mascul9o71 com #b4bbe2 #d7 ,escola de alunos m>9heiros 7sexo mascul9o71 com #b4afg4 ,,quadro ,n4o #c 7,sexo mascul9o7 ,colgio ,colgio ,liceu ,escola ,mdias ,idades ,milit> de de de ,alunos g]ais ,campolide ,coimbra ,m>9heiros ---------------------------------------- ----------------------- #f-g -- #eg1c -- -- #eg1c #g-h -- #ei1c -- -- #ei1c #h-i -- #ei1c -- -- #ei1c #i-aj -- #fj1g -- -- #fj1g #aj-aa #fb1e #fa1i #fa1d -- #fa1i #aa-ab #fd #fc1f #fc -- #fc1e #ab-ac #ff #fe1e #fe1a -- #fe1e #ac-ad #fi #fg1h #ff1i -- #fg1i #ad-ae #gb #ga1b #fg1a -- #gj1a #ae-af #ge1e #gd1g #fg1h -- #gb1f #af-ag #gh1e #gg1h #gi1a #hc #gi1f #ag-ah #hj #gi1c #hj1c #he #ha1a #ah-ai #ha1e #hj1h #ha1b #he #hb1a #ai-bj #hb1e #ha1h #hb1g #he #hc #bj-ba -- #hb #hb1f -- #hb1c #d4--;,z condies em que =am m5suradas tdas z crianz1 a que e/es quadros se ref]em1 assim como a tcnica adoptada nas m5suraes1 e a9da os grficos que exprimem z respectivas mdias2 tudo isso se pode v]1 porm5orizadam5te expo/o1 descrito e apreciado1 em a nossa monografia1 j citada1 sobre o crescim5to da criana portuguesa4 #e4--,mas1 alm dos elem5tos enum]ados1 podemos acresc5t> outros1 que daqueles no div]gem s5sivelm5te1 e so prov5i5tes d liceu ,p$ro ,nunes1 e d ,colgio ,mod]no1 de ,combra1 onde pres5tem5te1 com o auxlio dos alunos da ,escola ,normal ,sup]ior1 nos entregamos a e/udos de p$ometria1 no intuito de conhec] e det]m9>1 com preciso1 z leis d crescim5to1 em ,portugal4 ,a segu9te tabela inscreve z mdias das m5suraes realizadas1 no ref]ido liceu1 no ano lectivo de #aiad-aiae3 ,n4o de ,ampl4 ,idades alunos ,altura ,ps torcica ---------------------------------------- ------------ #i #ab #am1#cbg #cjk1#e #eamm #aj #ej #am1#cdb #bik1#eg #fcmm #aa #hi #am1#cij #cbk1#ba #gcmm #ab #ii #am1#dca #cdk1#ig #gjmm #ac #ig #am1#dfg #cgk1#if #gamm #ad #acc #am1#ebf #dak1#df #gdmm #ae #ajb #am1#egf #dck1#ci #hbmm #af #hb #am1#fbi #ejk1#cd #ggmm #ag #df #am1#fih #ehk1#ai #hgmm #ah #bc #am1#fhi #eek1#ag #gfmm1#e #ai #aj #am1#fga #eik1#aa #hdmm #bj #a #am1#eii #efk #aajmm #ba #a #am1#fhc #dgk1#f #hjmm ---------------------------------------- ------------ ,no captulo im$iato1 a propsito d crescim5to relativo1 int]pret>emos z notaes1 ref]5tes ao ,colgio ,mod]no1 que incidem sobre c5to e v9te crianz1 de dif]5tes idades1 tdas d sexo mascul9o1 obs]vadas e m5suradas1 segundo z prescries d mtodo auxanolgico4 #f4--;,a s]iao de todos os elem5tos consid]ados1 assim como o apuram5to das respectivas mdias1 realizado de modo a faz] correspond]1 tanto quanto possvel1 realidade os resultados d clculo1 torn>am possvel o traado dos segu9tes grficos1 que revelam1 com sufici5te cl>eza1 o ritmo d crescim5to1 entre ns4 ,o primeiro d/es grficos 7figura n4o #a7 inscreve z curvas d crescim5to normal1 mdio1 em altura1 da criana portuguesa 7uma p>a cada sexo71 baseadas1 como dissemos1 sbre um total de v9te e uma mil e seisc5tas m5suraes4 ,so curvas1 e/as1 d5om9adas de gr&eza1 que acusam z v>iaes da altura1 em funo d tempo#dh4 ,a l9ha horizontal d diagrama 7eixo das abcissas7 m>ca o tempo 7srie das idades72 a v]tical 7eixo das ord5adas7 inscreve o espao 7v>iaes mtricas da e/atura74 ,a simples inspeco d grfico conv5ce im$iatam5te de que1 como nas obs]vaes de ,quetelet1 em relao ,blgica#di1 z crianz portuguesas d sexo mascul9o exc$em1 em altura1 durante todo o p]curso da sua evoluo1 z d sexo fem99o4 c]to que o nm]o de dados antropomtricos1 em que se baseia a curva d crescim5to das rap>igas1 or&o ap5as por um sexto daquele que fundam5ta a curva dos rapazes1 no pode reput>-se sufici5te1 em ordem a concluses def9itivas2 mas z m5suraes 7aos milh>es7 d dr4 ,f]raz de ,mac$o1 p>a o apuram5to da e/atura mdia em ,portugal1 acusam1 em mdia1 na idade adulta1 em favor d sexo mascul9o1 um exc$5te que *ega a at+ir a quantidade aprecivel de dez c5tmetros#ej4 ,figura3 ,fig4 #a ,z dif]5z sexuais1 de re/o1 assim reveladas na fisionomia g]al das curvas1 pelo p>alelismo que nelas se mantm1 at aos catorze anos1 essas dif]5z1 dizemos1 ac5tuam-se1 de modo anlogo1 em cada e/dio p>ticul> e concreto da evoluo4 ,assim1 logo nasc5a1 por exemplo1 a e/atura dos rapazes ultrapassa1 em mdia1 em um c5tmetro1 aproximadam5te1 a das rap>igas2 e1 a p>tir dos catorze anos1 a disp>idade das alturas adquire tais propores1 que ns aconselhamos os e/udiosos a que usem de uma prud5te res]va1 relativam5te a e/as m$idas4 ,como elem5to de confronto1 p>a elucidao completa d assunto1 aqui deixamos consignadas1 no pres5te quadrculo1 z notaes que se devem aos p$ologi/as ,v>iot e ,*aumet1 em relao criana francesa3 ,altura em c5tmetros ,idades ------------------------------- ,rapazes ,rap>igas -------------------------------------- #a-b #gd1b ,dif]4 #gc1f ,dif]4 #b-c #hb1g #h1e #ha1h #h1b #c-d #hi1a #f1d #hh1d #f1f #d-e #if1h #g1f #ie1h #g1d #e-f #ajc1c #f1e #aja1i #f1a #f-g #aji1i #f1f #ajh1i #g1j #g-h #aad1d #d1e #aac1h #d1i #h-i #aai1g #e1c #aai1e #e1g #i-aj #abe1j #e1c #abd1g #d1h #aj-aa #acj1c #e1c #abi1e #e1b #aa-ab #acc1f #c1c #acd1d #d1i #ab-ac #acg1f #d1j #ada1e #g1a #ac-ad #adh1a #g1e #adh1f #g1a #ad-ae #aec1h #h1g #aeb1i #d1c #ae-af #aei1f #e1h #aed1b #a1c ,so nada m5os de quatro os mximos que1 nas curvas apres5tadas1 se obs]vam1 atravs das idades de evoluo3 um1 absoluto ou primrio1 aos dezasseis anos 7p>a o sexo mascul9o7 e aos catorze 7p>a o sexo fem99o72 e trs1 relativos ou secundrios3 o primeiro 7p>a ambos os sexos7 ao cabo dos doze meses1 depois d nascim5to2 o segundo 7tambm p>a ambos os sexos71 aos seis anos2 e o t]ceiro1 aos dez anos 7p>a o sexo mascul9o7 e aos oito 7p>a o sexo fem99o74 ,e/es mximos d5otam ou m>cam1 como bvio1 no ritmo d crescim5to1 os p]odos mais agudos d/e1 ou z fases mais int5sivas da en]gia intra-orgnica1 que o det]m9a4 ,pond]&o tudo1 v-se3 #a7 que a criana portuguesa 7d'ambos os sexos7 se des5volve enormem5te1 durante o primeiro ano de vida extra-ut]9a2 #b7 que a m>*a1 em seguida1 d seu crescim5to 7a9da que progressiva7 se at5ua1 desde a1 at aos c9co anos1 p>a1 de novo 7embora por p\co tempo71 se int5sific>1 a p>tir de/a idade2 #c7 que se produz1 depois1 nessa mesma m>*a1 um relativo afr\xam5to 7mais pronunciado1 no sexo fem99o71 cujo mnimo se v]ifica1 aos oito anos 7p>a os rapazes7 e aos sete 7p>a z rap>igas72 #d7 que o crescim5to aum5ta1 em seguida1 com mod]ao1 desde e/a poca1 at aos doze anos 7nos rapazes7 e at aos treze 7nas rap>igas71 p>a1 logo im$iatam5te depois1 cair 7sobretudo em relao ao sexo mascul9o7 num abatim5to brusco e mom5tneo que1 em breve1 cess>2 #e7 f9alm5te1 que1 em seguida a e/a relativa quietude fisiolgica1 o crescim5to se acel]a1 a9da uma vez mais1 com =te int5sidade1 at aos dezasseis anos 7p>a os rapazes7 e at aos catorze 7p>a z rap>igas71 suc$5do-se1 depois1 uma def9itiva acalmia1 durante a qual a criana cont9u>1 sem dvida1 a cresc]1 at ao t]mo da sua evoluo 7dos v9te aos v9te e c9co anos71 mas ins5sivelm5te1 de modo muito l5to e gradual4 ,p>a concluirmos a anlise de todos os elem5tos1 de que podemos dispor1 e cuja sntese se encontra nas curvas1 que temos consid]ado1 relativam5te e/atura da criana portuguesa1 nos dif]5tes e/dios d seu crescim5to1 re/a a9da 7p>a cl>a inteligncia dos problemas antropomtricos1 cuja soluo nos int]essa7 ref]ir os factos adquiridos aos seus antec$5tes naturais1 e procur> int]pret-los1 de con=midade com z leis da lgica e os pr9cpios da scincia4 ,a criana1 qu&o nasce1 s(re1 pela mudana de meio1 a rutura dum equilbro orgnico1 que lhe pe a vida em risco1 pelas p]turbaes1 a que d origem1 no funcionam5to de todos os rgos4 ,il faut1 diz ,ruyss51 s\s pe9e de mort1 que l'enfant s'accommode au milieu#ea4 ,e/a adaptao a novas condies de exi/ncia1 agravada1 qusi sempre1 pela crise g5ital d recm-nascido 7pub]dade transitria71 g]a uma luta1 que det]m9a1 pela d9mica da aco1 o des5volvim5to bio-psquico da criana1 tanto mais int5so e =te1 quanto maior a impulso natural p>a um novo equilbrio que1 em ordem consolidao das aquisies realizadas1 sub/itua aquele que foi comprometido1 pela transio brusca e viol5ta da vida p>asitria p>a a exi/ncia indep5d5te4 ,no 1 por isso1 de admir> que1 durante a infncia 7pr9cpio d segundo ano71 z en]gias d crescim5to s(ram uma depresso1 que lhes at5ue o pod] asc5sional1 de que so dotadas2 e que se e/abelea sse novo equilbrio provisrio que1 por sua vez1 ao cabo de quatro anos 7ento j em pl5a pu]cia71 d mesmo modo1 s] sacrificado1 em holocau/o quelas mesmas en]gias1 que exigem1 no s] que lhes e/ subord9ado1 novas comb9aes somticas1 e dif]5tes propores dos segm5tos d seu organismo4 ,realizadas1 porm1 que sejam essas comb9aes1 e at5uada a crise de expanso1 que z provoca1 no h dvida que1 consoante se depre5de dos factos exam9ados1 mais um equilbrio 7o t]ceiro1 segundo a ordem cronolgica7 se produzir1 agora com e/abilidade m5os precria1 d que os ant]iores1 vi/o que dev] subsi/ir1 at ao fim da adolescncia 7aos treze anos1 p>a os rapazes2 e aos doze1 p>a z rap>igas71 e s desap>ec]1 com a crise pub]tria 7de tdas a mais enrgica e fecunda em trans=maes fsicas e m5tais71 que sobrevir1 por essa ocasio1 na vida in/vel e agitada da criana4 ,e/a crise dur> trs anos1 e s] a ltima d crescim5to1 segu9do-se-lhe o equilbrio orgnico def9itivo1 que s a do5a pod] compromet]1 e a morte logr> de/ruir4 ,figura3 ,,curvas ,,d ,,crescim5to ,,normal1 ,m,,dio1 ,,em ,,d5sidade 7,p,,s71 ,,da ,,crian,a ,,portuguesa 7#aag4jaj ,,pesag5s7 ,fig4 #b #g4--,o segundo dos grficos indicados 7agora aqui pres5te7 7figura n4o #b7 repres5ta1 nas respectivas curvas 7uma p>a cada sexo71 a m>*a d crescim5to normal1 mdio1 em d5sidade 7ps7 na criana portuguesa4 ,obs]v&o e/as curvas1 reconhece-se1 desde logo1 que a fisionomia delas s5sivelm5te dif]5te da que (]ecem z das e/aturas1 que temos exam9ado4 ,z rap>igas 7contrriam5te ao que suc$e1 em relao altura7 ap5as so inf]iores 7em ps7 aos rapazes1 no primeiro ano2 desde os seis aos doze anos2 e depois dos dezassete anos4 ,em tdas z outras idades1 manteem sobre les uma sup]ioridade1 que *ega a s] surpre5d5te1 pelos catorze anos4 ,mas z inflexes recprocas das duas curvas1 que se cruzam e mutuam5te se p5etram1 no so sem simile1 em pases e/rangeiros4 ,veja-se1 por exemplo1 a segu9te tabela de ,v>iot e ,*aumet1 relativa ,frana3 ,ps em quilogramas ,idades --------------------------------- ,rapazes ,rap>igas ---------------------------------------- #a-b #i1ejj ,dif]4 #i1cjj ,dif]4 #b-c #aa1gjj #b1b #aa1djj #b1a #c-d #ac1jjj #a1c #ab1ejj #a1a #d-e #ad1cjj #a1c #ac1ijj #a1d #e-f #ae1ijj #a1f #ae1bjj #a1c #f-g #ag1ejj #a1f #ag1djj #b1a #g-h #ai1ajj #a1e #ai1jjj #a1f #h-i #ba1ajj #b1a #ba1bjj #b1b #i-aj #bc1hjj #b1g #bc1ijj #b1g #aj-aa #be1ejj #a1h #bf1fjj #b1g #aa-ab #bg1gjj #b1a #bi1jjj #b1d #ab-ac #cj1ajj #b1d #cc1hjj #c1h #ac-ad #ce1gjj #e1f #ch1cjj #d1e #ad-ae #da1ijj #f1b #dc1bjj #d1j #ae-af #dg1ejj #e1f #df1jjj #b1h ,todavia1 z ass9aladas dif]5z sexuais1 e outras1 que omitimos1 no imp$em que1 dum modo g]al1 tanto rapazes1 como rap>igas1 ob$eam s mesmas leis1 e s(ram influncias anlogas4 ,h s uma res]va a faz]1 e que1 em regra1 o crescim5to das rap>igas m5os irregul> nos acid5tes 7comp>em-se z duas curvas7 e qusi sempre mais precoce1 d que o dos rapazes4 ,foi /e facto1 que sug]iu ao ,dr4 ,clap>de a idea de comp>> a um mat* de corrida o crescim5to dos dois sexos3 la croissance comp>e des filles et des g>ons1 diz le1 ressemble un mat* de c\rse2 g>ons et filles p>t5t ensemble1 mais celles-ci1 un in/ant devances1 pr5n5t bi5tt les devans1 puis leurs concurr5ts les ratrap5t et les dpass5t1 mais elles les dpass5t de n\veau jusqu' ce que1 enf91 les g>ons l'emport5t df9itivem5t#eb4 ,exam9em-se z nossas curvas1 e v]-se h que1 com leves e acid5tais modificaes1 precisam5te o que se v]ifica na d9mica d crescim5to portugus4 ,nota-se assim que1 ne/a d9mica1 so trs z pr9cipais fases d crescim5to enrgico1 mximo1 em d5sidade3 #a7 durante o primeiro ano 7em ambos os sexos72 #b7 pelos seis anos 7p>a os rapazes7 e pelos oito 7p>a z rap>igas72 #c7 pelos qu9ze1 aproximadam5te 7nos rapazes71 e pelos doze 7nas rap>igas74 ,a primeira crise 7e talvez a segunda7 con/ituem1 na op9io de ,cam]]1 uma cont9uao da excessiva en]gia fetal d crescim5to2 quanto ltima1 a sua explicao adequada encontra-se no adv5to e na in/alao da ,pub]dade#ec4 #h4--,p>a concluso de/a primeira p>te d nosso e/udo 7crescim5to absoluto da criana portuguesa71 re/a apres5t> o grfico da curva1 relativa ao p]metro torcico1 que o que1 a seguir1 na pg9a im$iata 7fig4 n4o #c71 publicamos4 ,e/a curva p]t5ce ao sexo mascul9o2 no abrange a srie tda das idades infantis2 e ap5as se baseia num total de sete mil m5suraes2 contudo1 no deixamos de reput> sufici5te sse nm]o p>a1 sobre le1 e/abelec] alguns pr9cpios1 e =mul> det]m9adas concluses4 ,figura3 ,,curva ,,d ,,p],,metro ,,tor,,cico 7#g4jjj ,,m5sura,,es74 ,fig4 #c ,como g]alm5te se sabe1 o p]metro torcico 7m$ida s9ttica da espessura e da l>gura d trax7 maior ou m5or1 consoante a criana j entr\ na pub]dade1 ou a9da p]manece nas fases inf]iores da evoluo#ed4 ,ora1 z notaes1 que con/ituem a pres5te curva1 no fazem excepo quela regra2 alm disso1 como v]emos1 em lug> prprio1 z outras dim5ses somticas1 que lhes correspondem1 a*am-se na razo inv]sa das projeces v]ticais1 com que co9cidem4 /e facto e outros anlogos1 que e/abelec]emos1 s]viro p>a demon/r> a absoluta v]acidade de/as palavras de ,pi]re ,m5d\sse3 ,*acun sait qu'entre le corps d'un petit enfant et celui d'un adulte il y a des diffr5ces non seulem5t dans la gr&eur totale1 mais aussi dans les proportions des div]ses p>ties4 ,depuis le mom5t de la naissance1 *acune de celles-ci semble crotre s9on p\r son propre compte1 du mo9s suivant un ry?me plus ou mo9s acclr1 d'o rsulte p\r *aque ge un canon spcial de la =me huma9e1 v>iable d'ailleurs dans une c]ta9e mesure suivant la race1 l'tat de sant1 la n\rriture1 etc4 ,dans ce progrs cont9u1 l'avnem5t de la pub]t dt]m9e non seulem5t un accroissem5t de vitesse1 mais s\rt\t des v>iations plus rapides qu'aup>avant dans les proportions extrieures et plus encore dans le volume et le poids des organes1 dont les uns sembl5t s'hyp]trophi]1 p5dant que les autres se dvelopp5t mo9s vite ou s'atrophi5t1 de sorte que l'tat cne/hsique de l'adolesc5t subit de pr(ondes modifications1 p>fois d\l\reuses j'usqu' la dfaillance1 en p>ticuli] lorsque1 v]s les dix-huit ans1 la croissance s'tant ral5tie1 un n\vel tat d'quilibre s'tablit entre les sy/mes organiques dev5us adultes4 ,p>a confronto elucidativo1 aqui reproduzimos a tabela de ,pagliani#ee1 com z suas duas sries de m$idas1 relativas capacidade vital e circunf]ncia torcica3 ,idades ,capacidade ,circunf]ncia vital torcica -------------------------------------- #aj #affj #fa #aa #agjj #fa1b #ab #ahfj #fb1h #ac #bjde #fe1b #ad #bajj #ff1d #ae 99#bdde99 99#fi1e99 #af #bdhe #gj1c #ag #bffj #ga1f #ah #caae #gb1f ,obs]v&o1 agora1 a fisionomia g]al da evoluo torcica1 tal como se esboa1 em o nosso grfico1 a p>tir d plano horizontal1 exi/5te entre os oito e os nove anos1 nota-se1 desde logo1 uma pronunciada asc5so da curva1 que adquire gradual e progressiva int5sidade1 m$ida que a criana se vai aproxim&o d fim natural1 p>a que t5de4 ,logo1 porm1 que /e movim5to asc5sional at+e os qu9ze anos 7fase pub]tria71 a sua acel]ao torna-se tam brusca e rpida1 que qusi se confunde com a v]tical o fragm5to de curva1 que a exprime4 ,*ega1 depois1 o mximo 7aos dezassete anos72 e1 conquanto 7at idade adulta7 o trax cont9ue sempre a cresc] mais1 d que a e/atura#ef1 todavia1 da por diante1 n5huma v>iao dsse crescim5to igual> jamais aquelas que1 at l1 se produziram4 ,,capitulo ,,iii ,insuficincia d e/udo d crescim5to absoluto p>a a soluo de todos os problemas antropomtricos4 ,crescim5to relativo ou segm5t>2 sua det]m9ao1 tanto s9ttica1 como analtica1 pelo confronto dos respectivos elem5tos4 #a4--;,a det]m9ao d ritmo d crescim5to no ba/a em ,p$ologia1 porque1 como vimos1 h outras leis que z m$idas s9tticas no revelam4 ,a e/atura1 como sntese que das alturas segm5t>es d corpo acima d solo1 val] o que valrem e/as2 por si s1 essa m$ida ap5as significa que tal pessoa gr&e ou pequ5a1 o que de importncia mnima1 em p$ometria2 e1 s vezes1 at de valor negativo1 como suc$]1 por exemplo1 nos casos de gigantismo com infantilismo1 em que a e/atura cresce1 cu/a d\tras dim5ses ess5ciais 7l>gura1 grossura1 espessura7 d slido humano#eg4 ,pelo seu lado1 o ps nem sempre deve s] consid]ado1 como exprim9do um valor activo nos f5m5os d crescim5to1 pois pode suc$] que1 em vez de uma d5sidade muscul>1 acuse uma d5sidade adiposa1 a qual1 como bvio1 no passa de uma res]va e1 s vezes1 at dum ob/culo seqncia normal daqueles f5m5os4 ,no h dvida que a m$ida d ps1 em circun/ncias normais e1 sobretudo1 a da sua evoluo1 con/ituem um meio excel5te de avali> da sade e d e/ado de nutrio da criana2 a v]dade1 porm1 que no sse o nico problema mtrico a escl>ec]3 outros h que o ps1 s por si1 no resolve4 ,figura3 ,fig4 #d ,f9alm5te1 o p]metro torcico 7m$ida de valor aprecivel1 qu&o relacionada com outras m$idas7 pre/a-se tambm a int]pretaes errneas1 por isso mesmo que pode repres5t>1 sob a msc>a da gordura1 um falso volume d organismo4 ,a concluso impe-se1 em relao a cada uma das m5suraes indicadas1 consid]ada de p] si2 mas h casos1 em que nem tdas juntas inspir>o maior confiana4 ,exam9e-se1 por exemplo1 /e ret>datrio 7figura n4o #d71 de qu9ze anos e meio de idade1 o qual1 a julg> pela altura 7qusi de adulto71 pelo ps 7relativam5te enorme71 e pelo p]metro torcico 7consid]vel71 se dev]ia reput> em ptimas condies de crescim5to2 e1 todavia1 no se trata s5o de uma pobre criana que1 hora das suas m5suraes1 no havia a9da feito a pub]dade1 nem talvez jamais a *egasse a faz]6444#eh4 um caso tpico de infantilismo total1 tanto somtico1 como psquico4 ,a inve/igao sci5tfica d crescim5to descobriu que uma das leis mais importantes d/e a das propores4 ,o vigor d organismo humano e o seu des5volvim5to normal1 atravs das idades de evoluo 7infncia1 pu]cia1 adolescncia1 pub]dade1 nubilidade7 no dep5dem sm5te d aum5to1 em altura1 grossura1 e d5sidade2 mas tambm e pr9cipalm5te das dim5ses relativas de todos os segm5tos1 que con/ituem sse organismo4 ,no possvel elabor>1 ac]tadam5te1 um quadro de mdias1 consid]&o ap5as z m$idas enum]adas2 o que importa pesquiz> a frmula especfica d nosso crescim5to1 con/ruir o cnon antropomtrico da criana portuguesa1 em tdas z idades1 e de ambos os sexos4 ,a*ado sse padro1 por le s] af]ido o crescim5to1 s5do ento fcil def9-lo e julg-lo1 com absoluta segurana4 #b4--,os antigos fal>am1 por vezes1 das propores d corpo humano1 nas dif]5tes fases da sua evoluo2 a v]dade1 porm1 que s a scincia contempornea logr\ resolv] o problema#ei4 ,sem qu]]mos apr(und> agora /e assunto1 ba/a pond]> que1 depois dos trabalhos def9itivos de ,man\vri]#fj1 no possvel cont9u> a crr nas curiosas fices de ,/ratz que1 hav5do adoptado o critrio de ,vitrvio1 afirmava incluir-se1 oito vezes1 a cabea1 na e/atura d adulto2 sete1 na d pb]e2 seis1 na d adolesc5te2 c9co1 na d infante2 e quatro1 na d recm-nascido#c4 ,no h de s] um segm5to d corpo humano a m$ida comum das dim5ses reaes d/e2 mas uma unidade mtrica ext]ior3 o milmetro1 como se a*a e/abelecido1 em p$ometria4 ,segu9do na e/eira de/a ori5tao1 e e/abelec5do1 desde j1 o confronto das m$idas s9tticas1 de que dispomos1 no padece dvida1 que o crescim5to relativo da criana portuguesa d5uncia1 na sua m>*a progressiva1 uma cl>a influncia da lei da alt]nncia1 e no se afa/a s5sivelm5te das normas1 a que se at5de1 em p$ologia4 ,comp>&o1 por exemplo1 a curva da altura com z curvas d ps 7figura n4o #e7 e d p]metro torcico 7figura n4o #f71 reconhece-se1 desde logo1 que1 em relao ao sexo mascul9o1 tanto a d5sidade1 como a grossura d organismo1 s ultrapassam a altura1 depois dos qu9ze anos1 que a poca1 em que z dim5ses horizontais entram de contribuir mais1 d que z v]ticais p>a o crescim5to d slido humano4 ,pelo que temos obs]vado1 in9t]ruptam5te1 a p>tir de #aijc1 a pub]dade mascul9a faz-se1 em regra1 entre ns1 desde os catorze at aos dezasseis anos1 e a fem99a1 desde os doze at aos catorze#fb4 ,normalm5te1 os primeiros s9ais da pub]dade 7,p4#a7 ap>ecem1 no sexo mascul9o1 pelos treze ou treze anos e meio2 no sexo fem99o1 pelos onze ou onze e meio2 e a sua in/alao def9itiva 7,p4#c ,a4#a71 respectivam5te1 pelos catorze e doze anos4 ,alm disso1 importa not> que o enc]ram5to da fase pub]tria 7,p4#e ,a4#c1 #d ou #e7 se realiza sempre1 ao cabo de dois anos1 volvidos sbre aquela in/alao#fc4 ,figura3 ,fig4 #e ,exam9&o o grfico da figura #e1 v-se que efectivam5te o aum5to progressivo d ps se int5sifica1 a p>tir dos catorze anos2 e que precisam5te aos dezasseis 7,p4#e ,a4#e7 que a respectiva curva adquire sbre a da e/atura uma asc5dncia1 que jamais cess>#fd4 ,mas natural2 porque1 como se depre5de d grfico n4o #f1 a criana1 pr9cipi&o a engross>1 em progresso int5siva1 dos qu9ze p>a os dezasseis anos 7in/alao def9itiva1 ou j enc]ram5to da pub]dade71 cl>o e/ que aum5t> de d5sidade2 donde resulta o p>alelismo1 ou a semelhana fisionmica das duas curvas 7ps e p]metro torcico74 ,em contraprova1 exam9e-se a9da o grfico da figura n4o #g1 que inscreve 7p>a confronto7 z curvas d ps e d p]metro torcico4 ,depois dos nove ou dez anos1 essas curvas cam9ham qusi p>alelam5te 7como no podia deix> de s]72 e1 s depois dos dezassete anos1 em que at+ido o mximo absoluto comum1 que surgem inflexes1 cuja natureza importa p$iatria explic>4 ,em os nossos exempl>es de obs]vao e e/udo1 h um 7d sexo fem99o71 em que se realizam1 com nvel preciso1 z leis1 a que nos temos ref]ido4 ,o crescim5to1 em altura1 como se pode v]ific>1 em face d grfico da figura n4o #h1 acusa1 pelos treze anos1 um aum5to consid]vel1 que teve o seu 9cio1 por ocasio d ap>ecim5to e in/alao da pub]dade2 e podemos acresc5t> que essa progresso no afr\x\ a9da1 at a /e mom5to#fe4 ,mas no con/ituem os factos aduzidos todo o mat]ial1 de que seja possvel dispor1 p>a a organizao sci5tfica dos cnones antropomtricos das idades evolutivas da criana portuguesa4 ,figura3 ,fig4 #f ,figura3 ,fig4 #g ,figura3 ,fig4 #h ,temos m$idas segm5t>es1 que podem aproveit> a sse fim2 e vamos apreci-las1 no captulo im$iato4 ,,cap,,tulo ,,iv ,m$idas segm5t>es p>a avaliao d crescim5to relativo1 ou das propores d corpo1 nas idades de evoluo4 ,cnones antropomtricos da criana portuguesa #a4--,o e/udo das propores mtricas d corpo humano1 desde o nascim5to1 at idade adulta1 exige que se consid]em trs ord5s de segm5tos3 #a7 projeces v]ticais2 #b7 dimetros2 #c7 p]metros ou circunf]ncias4 ,dos elem5tos da primeira categoria1 int]essam-nos1 de modo especial1 em relao ao eixo d corpo1 z alturas da cabea e d tronco2 e1 em relao aos apndices1 z dim5ses 7no seu conjunto7 d membro torcico e d membro abdom9al4 ,como1 em o nosso pas1 no exi/em 7que ns saibamos7 m5suraes das ref]idas alturas1 procuramos1 ao pres5te1 obt-las1 em quantidade e qualidade sufici5te1 sobre alunos d ,colgio ,mod]no#ff4 segunda categoria p]t5cem os dimetros1 tanto cranianos1 como torcicos1 e plvicos2 mas de tdas e/as dim5ses horizontais algumas m$idas possumos1 em condies de s]em utilizadas2 pod5do diz]-se o mesmo1 em relao aos elem5tos da ltima classe3 p]metros1 qu] cranianos1 qu] torcicos1 e a9da plvicos4 ,z tabelas que1 a seguir1 publicamos consub/anciam todos sses elem5tos3 ,,tabela ,n4o #a 7,mat]nidade de ,lisboa7#fg ,nm]o de m5suraes ,dimetros cranianos ,p]metros cranianos ---------------------------------------- ----------------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,o ,f#fh ,b ,p#fh ,s ,o ,f#fh ---------------------------------------- ----------------------- #adia #achf #aa1eh #i1ce #cb1gh ,e/as m5suraes 7tabela n4o #a7 =am feitas im$iatam5te depois d nascim5to1 sobre crianz que satisfaziam s condies segu9tes3 #a7 d'tre ns vivants2 #b7 d'tre ns p> le sommet2 #c7 d'avoir t dgags en ,,op42 #d7 d'tre des enfants t]me4 ,quanto ao seu valor antropolgico1 no so essas m$idas ceflicas de natureza a inspir>-nos uma gr&e confiana1 porquanto1 como o prprio autor diz3 la prise des mesures cphaliques e/ encore plus difficile que celle des longueurs4 ,d'abord1 il e/ impossible qu'elles soi5t1 t\tes1 prises p> la mme p]sonne1 qu& on opre sur un gr& nombre d'enfants1 comme n\s le faisons2 puis1 il faut compt] avec la difficult inhr5te l'opration1 qu& il s'agit d'un enfant vivant1 comme c'e/ notre cas1 la difficult d'employ] un in/rum5t de prcision1 et encore la difficult de bi5 tablir1 p\r t\s les cas1 les mmes po9ts de repre1 en les m>quant t\j\rs d'une manire id5tique et irrpro*able4 ,aussi1 nos mesures ne prt5d5t gure la rigueur d'une tude an?ropomtrique4 ,n\s avons t\t simplem5t *]* tablir quelle s]ait1 peu prs1 la gr&eur de la tte foetale1 t\t de suite aprs la naissance1 p\r obt5ir1 autant que possible1 une ide de la gr&eur des diamtres de l'ovoide cphalique du foetus1 l'occasion de sa desc5te p> la filire gnitale#fi4 ,nem p>a admir> que assim seja1 por isso mesmo que a iniciativa das duas mil oitoc5tas e set5ta e sete m5suraes1 cujas mdias a m5cionada tabela exprime1 no t9ha um fim antropolgico1 mas tam sm5te ob/trico4 ,todavia1 no so p>a rejeit>1 9 lim9e1 tam num]osas obs]vaes2 antes supomos muito conv5i5te a sua s]iao1 como subsdio p>a a avaliao indirecta da capacidade craniana d recm-nascido2 e1 portanto1 d volume e ps d seu crebro#gj4 ,,tabela ,n4o #b 7,obs]vaes de ,co/a ,sacadura7#ga ,nm]o de ,dimetros ,p]metros m5suraes cranianos cranianos ---------------------------------------- --------------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,o ,f ,b4 ,p4 ,s ,o ,f ---------------------------------------- ------------------ ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 #bef #bgc ---------------------------------------- --- #aa1bb #aj1if #h1ib #h1hg #cb1ea #cb1cc ---------------------------------------- ------------------ ,mdias sem di/9o #aa1ji #h1hi #cb1db de sexo ,z mdias da tabela n4o #b resultam de clculos efectuados sobre qu9h5tas e v9te e nove m5suraes de dimetros e p]metros cranianos de recm-nascidos1 vivos1 d'ambos os sexos1 na ,mat]nidade de ,lisboa1 em #aijd1 pelo *efe de clnica dsse e/abelecim5to1 dr4 ,co/a ,sacadura4 ,essas m5suraes1 de rigor absoluto1 quanto ao processo tcnico1 tambm =am feitas logo nasc5a1 como z da tabela n4o #a2 e1 conquanto se de/9assem a s]vir intuitos exclusivam5te clnicos1 todavia1 nada ob/a a que z aproveitemos 7pelo m5os ,o ,f1 ,b ,p e ,s ,o ,f1 p>a o nosso fim antropolgico3 det]m9ao d ndice ceflico d recm-nascido portugus4 c]to que1 pela ocasio em que =am tomadas1 essas m$idas exprimem dim5ses de uma cabea1 que pode t] sido de=mada pelo trabalho d p>to2 mas tambm no padece dvida1 que sse facto c>ece de eficcia p>a invalid> aquela det]m9ao1 porquanto1 em matria de cfalometria d recm-nascido1 no se pode cont> com c]tezas2 mas tam sm5te com aproximaes#gb4 ,como se depre5de da pres5te tabela 7n4o #c71 z mdias das respectivas dim5ses ceflicas1 d]ivam de #di obs]vaes1 realizadas no hospital g]al de ,santo ,antnio1 d ,prto1 pelo dr4 ,manuel lv>es ,p]eira ,c>neiro ,leal4 ,,tabela ,n4o #c 7,obs]vaes de ,manuel ,c>neiro ,leal7#gc ,nm]o de ,dimetros ,p]metros m5suraes cranianos cranianos ---------------------------------------- --------------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,o ,f ,b4 ,p4 ,s ,o ,f ---------------------------------------- ------------------ ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 #bc #be ---------------------------------------- --- #aa1f #aa1b #i1b #i1a #cb1i #cb1b ---------------------------------------- ------------------ ,mdias sem di/9o #aa1d #i1a #cb1e de sexo ,dessas m5suraes1 excluem-se z que se ref]em a nados-mortos2 mas consid]am-se z que p]t5cem a recm-nascidos de fraca viabilidade#gd4 ,aproxim&o agora z mdias de tdas z dim5ses1 que os trs mapas apres5tados consub/anciam1 podemos organiz> o quadro g]al 7n4o #d7 das m$idas ceflicas d recm-nascido portugus1 baseado em trs mil quatroc5tas e c9qenta m5suraes1 absolutam5te comp>veis1 porquanto1 a-pes>-de realizadas por vrias pessoas1 todavia1 nem deix\ de s] a mesma a tcnica empregada1 nem =am dif]5tes z circun/ncias1 em que se op]\4 ,,quadro ,n4o #d 7,dimetro e ,p]metro craniano d recm-nascido portugus7 ,dimetros ,p]metros ,nm]o ,nomes cranianos cranianos de dos ----------------------------- obs]vaes obs]vadores ,o ,f ,b ,p ,s ,o ,f ---------------------------------------- --------------------- #bhgg ,alfr$o da ,co/a #aa1eh #i1ce #cb1gh #ebi ,co/a ,sacadura #aa1ji #h1hi #cb1db #dh ,c>neiro ,leal #aa1dj #i1aj #cb1ej ---------------------------------------- --------------------- ,mdias g]ais 7c5tmetros7 99#aa1ce99 99#i1aa99 99#cb1ef99 ,o ndice ceflico mdio dos portugueses1 segundo z obs]vaes de ,f]raz de ,mac$o#ge1 ,co/a ,f]reira#gf1 lv>o ,ba/o#gg1 ,sant',ana ,m>ques#gh e ,fonseca ,c>doso#gi1 de #gf1d1 no vivo1 e de #gd1e1 no crnio4 ,mas /e ndice 7ap5as v>ivel entre #gh1g e #ge1b1 nos #ag di/ritos7 o d adulto#hj4 ,que saibamos1 no exi/em1 em o nosso pas1 quaisqu] trabalhos sobre o ndice ceflico da criana portuguesa1 nas dif]5tes idades da sua evoluo1 a comear no recm-nascido2 crmos1 todavia1 que os elem5tos1 con/antes d quadro n4o #d1 no pod]o deix> de reput>-se sufici5tes p>a legitim>em a adopo 7ao m5os1 a ttulo provisrio7 da expresso #hj1b1 como valor mdio d ref]ido ndice1 em relao ao recm-nascido#ha4 #b4--,prossegu9do1 apres5tamos agora a segu9te tabela 7n4o #d71 que cond5sa os resultados 7absolutam5te 9ditos7 das obs]vaes feitas no ,liceu de ,combra1 nas circun/ncias que j indicmos1 a propsito da e/atura4 ,a mdia d ndice ceflico1 correspond5te a cada uma das idades consid]adas1 figura numa coluna de/a tabela4 ,,tabela ,n4o #d 7,dimetros cranianos1 de alunos d ,liceu de ,coimbra7 ,ant]o-po/]ior mximo ,idades ---------------------------- ,mdia #ab-aeaf-aibj-bcbd-bgbh-ca --------------------------------------- #aj-aa --- #fj #c --- --- #ag1f #aa-ab --- #abj #ac --- --- #ag1h #ab-ac --- #afc #aj --- --- #ag1g #ac-ad --- #add #ac --- --- #ag1h #ad-ae --- #abh #bj --- --- #ah #ae-af --- #aja #ci --- --- #ah1f #af-ag --- #if #fj --- --- #ai #ag-ah --- #hj #fb #a --- #ai1b #ah-ai --- #ei #fa --- --- #ai1e #ai-bj --- #ca #ch --- --- #ai1e #bj-ba --- #bj #bc --- --- #ai1f ,transv]so mximo ,idades ---------------------------- ,mdia ndice ceflico #ab-adae-agah-bjba-bcbd-bf ---------------------------------------- ----------------- #aj-aa #ej #ag --- --- --- #ac1g #gg1h #aa-ab #ajb #ca --- --- --- #ac1f #gf1b #ab-ac #abc #ej --- --- --- #ac1h #gg1i #ac-ad #ajb #ee --- --- --- #ad #gh1g #ad-ae #hf #eh #d --- --- #ad1c #gi1d #ae-af #eb #hh --- --- --- #ad1h #gi #af-ag #fj #if --- --- --- #ad1h #gg1h #ag-ah #ej #ic --- --- --- #ad1i #gg1f #ah-ai #cf #hd --- --- --- #ae #gf1i #ai-bj #bj #di --- --- --- #ae1a #gg1e #bj-ba #ad #bi --- --- --- #ae #gf1e ,figura3 ,,pol,,gono ,,de ,,v>ia,o ,,d ,,indice ,,cef,,lico1 ,,em ,,rela,o ,,idade ,fig4 #i ,consoante se depre5de dos valores expressos na tabela n4o #d1 a =ma craniana que subsi/e nos alunos d liceu de ,combra1 em tdas z idades da sua evoluo1 a p>tir dos dez anos1 a mesaticfala1 segundo a nom5clatura de ,top9>d#hb4 ,de facto1 ba/a rep>> no grfico da figura n4o #i p>a1 desde logo1 reconhec] que os valores extremos1 regi/ados 7#gf1b--gi1d71 no deixam de p]t5c] mesma classe de ndices1 que ocupa a posio mdia entre a dolicocefalia e a braquicefalia4 /e facto1 que fecundo em conseqncias1 p>a o e/udo ntropo-sociolgico d nosso grupo tnico#hc1 a*a-se pl5am5te confirmado pelas obs]vaes realizadas na ,escola de alunos m>9heiros d ,norte4 ,essas obs]vaes con/am d mapa ou tabela n4o #e que1 a seguir1 publicamos3 ,,tabela ,n4o #e 7,alunos m>9heiros7 ,dimetros cranianos ---------------------------------------- ---------------------- ndice ,idades ,anos #aiac-aiad ,anos #aiad-aiae ceflico ---------------------------------------- ---------------------- ,ant]o-po/]ior ,transv]so ,ant]o-po/]ior ,transv]so ---------------------------------------- ---------------------------------- #af-ag #ah1c #ad1e #ai1a #ad1g #gh #ag-ah #ai1b #ad1g #ai1b #ad1f #gf #ah-ai #ai #ad1e #ai1c #ad1e #ge1e #ai-bj -- -- #bj #ae #ge ,confront&o os ndices ceflicos de/a tabela 7n4o #e7 com aqueles que lhes correspondem1 na tabela n4o #d 7liceu de ,combra71 notam-se1 sem dvida1 dif]5z consid]veis2 mas importa pond]>1 que essas dif]5z no so tamanhas1 como primeira vi/a pod]ia p>ec]1 vi/o que elas no importam nos 99adolesc5tes991 a que se ref]em1 uma mudana de classe1 quanto =ma craniana1 que se mantm mesaticfala4 ,com relao a m$idas ceflicas1 devemos regi/> a9da o p]imetro craniano1 m$ido1 na ,escola de alunos m>9heiros1 durante dois anos consecutivos1 em mais de c5to e c9qenta rapazes4 ,a segu9te tabela 7n4o #f7 cond5sa z respectivas m5suraes4 ,e1 da mesma proc$ncia1 podemos a9da m5cion> 7em matria de dim5ses horizontais7 z notaes1 que se ref]em ao p]metro e aos dimetros da bacia dos alunos consid]ados1 z quais se a*am s9tetizadas nas mdias das tabelas 7n4os #g e #h7 que1 a seguir1 publicamos3 ,,tabela ,n4o #f 7,alunos m>9heiros7 ,p]metro craniano ,idades -------------------------------- ,mdias ,ano #aiac-aiad ,ano #aiad-aiae ---------------------------------------- ----------- #af-ag #ee #ee1e #ee1b #ag-ah #ed1i #ee1c #ee1a #ah-ai #ed1f #ee1g #ee1a #ai-bj #ef -- #ef ,,tabela ,n4o #g 7,alunos m>9heiros7 ,p]metro plvico ,idades ----------------------- ,ano #aiad-aiae ------------------------------ #af-ag #gh1e #ag-ah #gi1c #ah-ai #hj1b #ai-bj #hc ,,tabela ,n4o #h 7,alunos m>9heiros7 ,dimetros plvicos ---------------------------------------- ----------------------ndice ,idades ,anos #aiac-aiad ,anos #aiad-aiae plvico ---------------------------------------- -------------------- ,ant]o-po/]ior#hd ,transv]so ,ant]o-po/]ior ,transv]so ---------------------------------------- ---------------------------------- #af-ag #ag1g #be1b #ah1h #bf1d #gj1g #ag-ah #ah1e #be1i #ai1c #bf1e #gb1a #ah-ai #bj1e #bf1c #bj #bf1h #gf1b #ai-bj #bj1f #bf1f #bj1c #bg #gf1b #c4--,um dos elem5tos mais importantes p>a a avaliao das propores d corpo humano aquele que d]iva das m5suraes diametrais d tronco1 i/o 1 dos dimetros plvicos 7j consid]ados71 e dos dimetros torcicos#he4 ,z tabelas n4os #i1 #aj e #aa que1 a seguir1 publicamos1 resumem z m5suraes comp>veis dos dimetros torcicos de crianz1 p]t5c5tes ao liceu de ,combra1 ao ext9to colgio de ,campolide1 e escola de alunos m>9heiros d norte#hf4 ,,tabela ,n4o #i 7,liceu de ,coimbra7 7,dimetros torcicos7 ,dimetro nt]o-po/]ior ,idades ------------------------- ,mdias #ab-aeaf-aibj-bcbd-bgbh-ca --------------------------------------- #aj-aa #acc #h #a --- --- #ac1g #aa-ab #ada #cd --- --- --- #ac1i #ab-ac #ajj #df --- --- --- #ad1g #ac-ad #fe #hj #c --- --- #ae1h #ad-ae #bj #he --- --- --- #af1g #ae-af #aj #ajj #ij --- --- #ai1a #af-ag #h #hj #ajj #dg --- #bj1f #ag-ah #e #dj #ajj #cj --- #ba #ah-ai --- #cg #ih #ce --- #ba1d #ai-bj --- #e #gj #bj --- #bb1a #bj-ba --- --- #fj #ag #ae #bb1e ,dimetro transv]so ndice torcico ,idades ---------------------------------------- ,mdias7sem fraces7 #ab-adae-agah-bjba-bcbd-bfbg-bicj-cbcc-c e ---------------------------------------- ----------------------------- #aj-aa -- -- #abj #bb -- -- -- -- #ai1d #ada #aa-ab -- -- #abf #dc #f -- -- -- #ai1i #adc #ab-ac -- -- #ajj #bj #bf -- -- -- #bj1d #ach #ac-ad -- #c #c #acb #aj -- -- -- #bb #aci #ad-ae -- -- #g #gb #bf -- -- -- #bb1e #acd #ae-af -- -- -- #ae #aac #fj #ab -- #bf #acf #af-ag -- -- #b #i #fj #ajc #fa -- #bg1b #acf #ag-ah -- -- -- -- #dd #abd #g -- #bg1c #acd #ah-ai -- -- -- #b #ab #acj #bf -- #bh #acj #ai-bj -- -- -- -- #aa #gj #ad -- #bi #aca #bj-ba -- -- -- -- #h #ej #cd -- #bi1h #acb ,,tabela ,n4o #aj 7,colgio de ,campolide7 7,dimetros torcicos7 ,dimetro ,dimetro ndice ,idades nt]o-po/]ior transv]so torcico 7mdias7 7mdias7 7sem fraces7 ---------------------------------------- ------------------------ #f-g #ad1d #bj #ach #g-h #ae1d #ai1e #abf #h-i #ae1b #ai1e #abh #i-aj #ae1g #ai1g #abe #aj-aa #ae1g #bj1e #acj #aa-ab #af #ba1a #acb #ab-ac #af1f #ba1f #acj #ac-ad #ag #bb1d #acb #ad-ae #ag1f #bc1d #acb #ae-af #ah1d #bd1g #acd #af-ag #ah1i #be1f #adf #ag-ah #ai1d #bf #acd #ah-ai #ai1d #bf1d #acf #ai-bj #bj #bf1e #acb #bj-ba #ah1d #bg #adf ,,tabela ,n4o #aa 7,alunos m>9heiros7 7,dimetros torcicos7 ,dimetro ,dimetro nt]o-po/]ior transv]so ,idades ---------------------------------------- ---- ,anos ,anos ,anos ,anos #aiac-aiad #aiad-aiae #aiac-aiad #aiad-aiae ---------------------------------------- ------------ #af-ag #ai1e #ai1g #be #be1h #ag-ah #bj1b #ai1g #bf1a #bf1c #ah-ai #ai1c #bj #bf1d #bf1f #ai-bj #ai #bj #bg #bf1e ,ant4 po/4 ,transv4 ndices ,idades ---------------------- torcicos ,mdias 7sem fraces7 ---------------------------------------- ------ #af-ag #ai1f #be1d #abi #ag-ah #ai1i #bf1b #aca #ah-ai #ai1f #bf1e #ace #ai-bj #ai1e #bf1g #acf ,de cada uma de/as trs tabelas 7n4os #i1 #aj e #aa7 extramos z notaes1 com que organizmos o quadro n4o #e1 no intuito de aproxim> todos os elem5tos consid]ados1 e obt] mdias g]ais1 no sm5te das respectivas m5suraes1 como dos ndices1 a que elas do origem#hg4 ,a tcnica1 adoptada nas obs]vaes1 foi anloga p>a todos os obs]vadores3 compasso de espessura de ,broca1 com z pontas apoiadas1 respectivam5te1 altura da extremidade inf]ior d e/]no1 e sobre a salincia ssea po/]ior1 d mesmo plano horizontal 7dimetro nt]o-po/]ior72 e1 no mesmo plano xifo-e/]nal1 sobre z convexidades co/ais 7dimetro transv]so7#hh4 ,,quadro ,n4o #e 7,dimetros e ndices torcicos7 7mdias g]ais7 ,dimetro nt]o-po/]ior ----------------------------------- ,idades ,liceu de ,colgio de ,alunos ,coimbra ,campolide m>9heiros ---------------------------------------- -- #f-g -- #ad1d -- #g-h -- #ae1d -- #h-i -- #ae1b -- #i-aj -- #ae1g -- #aj-aa #ac1g #ae1g -- #aa-ab #ac1i #af -- #ab-ac #ad1g #af1f -- #ac-ad #ae1h #ag -- #ad-ae #af1g #ag1f -- #ae-af #ai1a #ah1d -- #af-ag #bj1f #ah1i #ai1f #ag-ah #ba #ai1d #ai1i #ah-ai #ba1d #ai1d #ai1f #ai-bj #bb1a #bj #ai1e #bj-ba #bb1e #ah1d -- ,dimetro transv]so ------------------------------------- ndice ,idades ,liceu de ,colgio de ,alunos t>cico ,coimbra ,campolide m>9heiros ---------------------------------------- ------------ #f-g -- #bj -- #ach #g-h -- #ai1e -- #abf #h-i -- #ai1e -- #abh #i-aj -- #ai1g -- #abe #aj-aa #ai1d #bj1e -- #ace #aa-ab #ai1i #ba1a -- #acg #ab-ac #bj1d #ba1f -- #acd #ac-ad #bb #bb1d -- #ace #ad-ae #bb1e #bc1d -- #acc #ae-af #bf #bd1g -- #ace #af-ag #bg1b #be1f #be1d #acg #ag-ah #bg1c #bf #bf1b #acc #ah-ai #bh #bf1d #bf1e #acc #ai-bj #bi #bf1e #bf1g #acc #bj-ba #bi1h #bg -- #aci ,p>a boa inteligncia dos valores mtricos1 con/antes d quadro n4o #e1 e sua legtima int]pretao1 con/rumos o pres5te grfico 7figura n4o #aj71 pelo qual se v 7se o confront>mos com os grficos das figuras n4os #a e #b71 que os #ae-af anos con/ituem1 como que o eixo da evoluo somtica1 por isso mesmo que ass9alam uma pr(unda modificao no si/ema ou no ritmo dessa evoluo4 ,figura3 ,fig4 #aj ,de facto1 antes dessa idade 7co9cid5te com a in/alao da pub]dade71 o que mais aum5ta no organismo so z dim5ses v]ticais 7alturas71 ao passo que1 depois1 o que sobretudo concorre p>a o crescim5to so z dim5ses horizontais 7l>guras1 espessuras1 grossuras74 ,fica1 assim1 mais uma vez demon/rado1 pelos factos1 que a lei da alt]nncia 7como expresso da lei das propores7 efectivam5te o gr&e pr9cpio regulador de tda a en]gtica d crescim5to#hi4 #d4--;,com os elem5tos enum]ados e sumriam5te descritos1 nas pg9as prec$5tes1 podemos agora organiz> os 99cnones antropomtricos da criana portuguesa991 em tdas z idades da sua evoluo somtica3 #a7 nasc5a2 #b7 infncia2 #c7 pu]cia2 #d7 adolescncia2 #e7 pub]dade2 e #f7 nubilidade ou idade adulta4 ,z p]c5tag5s d/es cnones1 assim como os seus valores numricos absolutos 7expressos em c5tmetros7 so sempre calculados sobre z mdias das respectivas m5suraes4 ,na falta de/as 7infelizm5te1 freqente71 recorre-se a valores de tabelas e/rangeiras1 organizadas com elem5tos colhidos em meios1 tanto quanto possvel1 assimilveis ao nosso4 #a7 ,cnon antropomtrico da ,idade adulta ,a ,projeces v]ticais 7altura dos segm5tos7#ij ,sexo mascul9o ,p>tes d corpo ----------------------------- ,p]c5tagem ,valor mtrico absoluto#ia ---------------------------------------- ---------------------------------- #a7 ,cabea#ib #ac1c #bb;cm1#ah #b7 ,pescoo#ic #d1b #g;cm1#aj ,i4 ,bu/o4 #c7 ,trax#id #d7 ,v5tre#ie #ce #eh;cm1#ch #e7 ,bacia#if ---------------------------------------- ---------------------------------- #a7 ,espdua #b7 ,brao #ai1e #cb;cm1#ec ,sup]ior #c7 ,cotovlo 7torcico7#ig #d7 ,antebrao #ad #bc;cm1#de #e7 ,punho #f7 ,mo #aa1e #ai;cm1#ai ,,ii4 ,membros #a7 ,anca #b7 ,cxa #bj #cc;cm1#cf #c7 ,joelho ,inf]ior 7abdom9al7#ih #d7 ,p]na #bc #ch;cm1#cf #e7 ,tornozlo #f7 ,p #d1e #g;cm1#fa ,sexo fem99o ,p>tes d corpo ------------------------------ ,p]c5tagem ,valor mtrico absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- #a7 ,cabea #b7 ,pescoo ,i4 ,bu/o4 #c7 ,trax #ec1e #hb;cm1#ci #d7 ,v5tre #e7 ,bacia ---------------------------------------- ----------------------------------- #a7 ,espdua #b7 ,brao ,sup]ior #c7 ,cotovlo --- #fi;cm 7torcico7 #d7 ,antebrao #e7 ,punho #f7 ,mo ,,ii4 ,membros #a7 ,anca #b7 ,cxa ,inf]ior #c7 ,joelho #df1e #ga;cm1#fa 7abdom9al7 #d7 ,p]na #e7 ,tornozlo #f7 ,p ,b ,p]metros 7grossura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo --------------------------------- ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- --------------- ,i4 ,cabea#ii #ef;cm #ec;cm ,,ii4 ,tronco#ajj #hc;cm #he;cm ,,iii4 ,brao#aja #ca;cm -- ,,iv4 ,antebrao#ajb #bg;cm -- ,v4 ,cxa#ajc #ec;cm1#e -- ,,vi4 ,p]na#ajd #ci;cm -- ,c ,dimetros 7espessura e l>gura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo ---------------------------------- ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- --------------------------------- ,i4 ,cabea nt]o-po/]ior#aje #ai;cm1#g #ah;cm1#f transv]so#ajf #ae;cm #ad;cm1#g ,,ii4 ,tronco nt]o-po/]ior#ajg #bj;cm1#d #ah;cm1#e transv]so#ajh #bh;cm1#d #bd;cm1#h ,,iii4 ,bacia nt]o-po/]ior#aji #bj;cm1#e #bj;cm transv]so#aaj #bf;cm #bg;cm ,d ,outras ,,m$idas3 ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ------------------------------ de todo o corpo #ff quil4 #eb quil4 ,d5sidade 7ps7 d crebro #a quil41 #cfj #a quil41 #bjj d crebro1 em relao ao corpo #b ---------------------------------------- ------------------------------ ndice ceflico #gf1d #ge1g ndices torcicos #a4o #aci #acc #b4o #ej #ee ndice plvico#aaa #gh #gd ,a pres5te sntese grfica 7figura n4o #aa7 repres5ta o corpo humano1 na idade adulta1 segundo z propores d antropologi/a ,top9>d#aab2 e z figuras segu9tes 7n4os #ab1 #ac1 #ad e #ae7 resumem 7de con=midade com os elem5tos consid]ados7 z propores d corpo da criana portuguesa1 nas dif]5tes idades da sua evoluo4 ,so expresses grficas dos cnones antropomtricos 7em p>te1 conjecturais7 que elaboramos1 sob =ma numrica#aac4 ,re/a agora1 p>a complem5to d nosso e/udo1 det]m9> z c>act]/icas m5tais e morais de cada uma daquelas idades1 em ordem a faz] correspond] aos cnones somticos que z exprimem1 os cnones psquicos1 por que se revelam4 ,a psicologia d homem portugus tem sido e/udada1 com =tuna vria1 por nacionais e e/rangeiros#aad4 ,ns1 remet5do o leitor p>a z obras especiais1 ap5as obs]v>emos que o adulto lusitano 7e sempre foi7 o que se pode *am> um tipo equilibrado3 intelig5te1 afvel1 laborioso1 sbrio2 mas1 ao mesmo tempo1 p\co t5az nas suas iniciativas1 e um tanto sup]/icioso e fatali/a4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,da ,,idade ,,adulta ,fig4 #aa ,p>a explic> a poca de ,quatroc5tos1 fal\-se d afrro ao solo d homem d ,norte1 d mesmo modo que1 p>a int]pret> ,qu9h5tos1 se invoc\ o urbanismo1 a v]satilidade e o esprito de av5tura d homem d ,sul#aae2 a v]dade1 porm1 que1 nem mesmo em relao ao ,passado1 essa di/9o pode subsi/ir1 porquanto1 no s o ,brasil um produto d ,norte1 como at1 na prpria emprsa da ndia1 a p>ticipao d/e ins(ismvel4 ,sem a sup]/io das orig5s1 embora com respeito absoluto pela h]$it>i$ade1 ent5demos que d ,pres5te que importa cur>2 e1 desde ento1 n+um conte/> que a qualidade primacial da g5s lusa a maleabilidade1 ou seja sse admirvel pod] ou capacidade de adaptao1 que torna os portugueses cosmopolitas1 e os habilita a assimil>1 com proveito e facilidade1 os produtos da civilizao4 #b7 ,cnon antropomtrico d ,recm-nascido 7,durante o primeiro ms7 ,a ,projeces v]ticais 7altura dos segm5tos7#aaf ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ------------------- ------------------- ,p>tes d corpo ,valor ,valor ,p]c5tagem mtrico ,p]c5tagem mtrico absoluto absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- ,cabea #bcaag #aa;cm1#e -- -- ,i4 ,bu/o ,pesco ,tronco #dcaah #ba;cm1#e -- -- ---------------------------------------- ----------------------------------- ,sup]ior 7torcico7#aai #cd #ag;cm -- -- ,,ii4 ,membros ,inf]ior 7abdom9al7#abj #cd #ag;cm -- -- ,b ,p]metros 7grossura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo ------------------------------ ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ------------------------ ,i4 ,cabea 7,p]metro craniano7 #cb;cm1#ef -- ,,ii4 ,tronco 7,p]metro torcico7 #cc;cm -- ,c ,dimetros 7espessura e l>gura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo --------------------------------- ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ----------------------------- nt]o-po/]ior mximo #aa;cm1#ce -- ,cabea transv]so #i;cm1#aa -- ,d ,outras ,,m$idas3 ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ------------------------------- de todo o corpo #cquil41#bcf #cquil41#ajc d crebro #cej;gr4 #bij;gr4 ,d5sidade 7ps7 d crebro em relao ao corpo #aa -- ---------------------------------------- ----------------------------------- ndice ceflico #hj1b -- #a4o#aba #ajj -- ndices torcicos #b4o#abb #ff -- ,con=mao g]al d recm-nascido#abc3 #a7 ,cabea volumosa4 7,na cabea1 o que mais avulta o crnio2 a face p\co des5volvida72 #b7 ,tronco cil9drico4 7,os dimetros d trax so iguais72 #c7 ,p]nas curtas4 criana que vem de nasc]1 *am\ ,vir*[ um s] esp9hal2 e com razo1 porque1 embora ela possua um crebro1 j ba/ante des5volvido#abd1 todavia1 em tda a d9mica da sua vida1 no exi/e acto1 que possa furt>-se ao mais completo e p]feito automatismo#abe4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,d ,,rec,m-,,nascido ,fig4 #ab ,se fsse lcito fal> de uma psicologia d recm-nascido1 s]ia p>a lhe r$uzir a conscincia embrionria c5e/esia 7s5saes visc]ais7 e ao in/9to de nutrio#abf4 ,de facto1 hora da nasc5a1 a criana 7como os an5cfalos7 no passa dum reactivo 7sem espontaneidade7 s excitaes d mundo ext]no2 e1 por muito tempo a9da1 fic> uma p]feita mqu9a de absorpo1 de/9ada a s]vir1 qusi exclusivam5te1 z necessidades da vida vegetativa#abg4 ,no se torna1 portanto1 muito difcil descobrir a frmula psquica d recm-nascido3 une b\*e qui vagit et qui absorbe1 como escreveu o director d ,in/ituto de psicologia zoolgica1 de ,p>is#abh4 #c7 ,cnon antropomtrico da ,infncia 7,pelos trs anos7 ,a ,projeces v]ticais 7altura dos segm5tos7#abi ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ------------------- -------------------- ,p>tes d corpo ,valor ,valor ,p]c5tagem mtrico ,p]c5tagem mtrico absoluto absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- ,cabea #bj #af;cm1#f -- #af;cm1#f ,i4 ,bu/o ,pesco ,tronco #db #cd;cm1#h -- #cd;cm ---------------------------------------- ----------------------------------- ,sup]ior 7torcico7 #cg #cj;cm1#g -- #bi;cm1#i ,,ii4 ,membros ,inf]ior 7abdom9al7 #ch #ca;cm1#f -- #cj;cm1#h ,b ,p]metros 7grossura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo ------------------------------ ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ------------------------ ,i4 ,cabea 7,p]metro craniano7 #dh;cm -- ,,ii4 ,tronco 7,p]metro torcico7 #ej;cm -- ,c ,dimetros 7espessura e l>gura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo --------------------------------- ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ----------------------------- nt]o-po/]ior mximo #af;cm1#g -- ,cabea transv]so #ac;cm1#d -- ,d ,outras ,,m$idas3 ,sexo mascul9o ,sexo fem99o --------------------------------- de todo o corpo #aaquil41#gjj #aaquil41#bej d crebro #hjj;gr4 #ghj;gr4 ,d5sidade 7ps7 d crebro em relao ao corpo #g -- ---------------------------------------- ------------------------------------- ndice ceflico #hj -- #a4o -- -- ndices torcicos #b4o #fj -- ,j4 ,j4 ,r\sseau exps1 no seu ,emlio1 tdas z ideas ess5ciais boa organizao dum cnon psquico da infncia4 ,diz le3 ,les premires s5sations des enfants sont purem5t affectives2 ils n'ap]oiv5t que le plaisir et la d\leur4 ,ne p\vant ni m>*] ni saisir1 ils ont beso9 de beauc\p de temps p\r se =m]1 peu peu1 les s5sations reprs5tatives qui leur montr5t les objets hors d'eux-mmes2 mais en att5dant que ces objets s't5d5t1 s'loign5t p\r a9si dire de leurs yeux1 et pr5n5t p\r eux des dim5sions et des figures1 le ret\r des s5sations affectives comm5ce les s\mettre l'empire de l'habitude2 on voit leurs yeux se t\rn] sans cesse v]s la lumire444#acj4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,da ,,inf,,ncia ,fig4 #ac ,a idade infantil 7at aos trs anos7 s] tda pre5*ida pela aquisio de hbitos1 que tornem possvel e rpida a faculdade de adaptao4 ,o infante no j sm5te uma bca que absorve2 mas tambm uma actividade que se ex]ce1 no s5tido de promov] e assegur> o seu equilbrio com o meio4 ,so molas reais da d9mica infantil o praz] e a dr2 e a /es e/imulantes da evoluo orgnica1 se deve qusi tda a frmula psquica da infncia1 que anloga d animal sup]ior#aca4 ,no s]1 pois1 de admir> que z aquisies m5tais das crianz de/a idade se subord9em lei da recorrncia1 que o gr&e pr9cpio regulador de tda a vida repres5tativa#acb4 ,em resumo1 a psicologia da infncia1 longe de conf9>-se no mecanismo dos in/9tos1 ultrapassa a prpria esf]a da afectividade1 e compre5de j z manife/aes complexas da p]cepo e da associao#acc4 #d7 ,cnon antropomtrico da ,pu]cia 7,pelos sete anos7 ,a ,projeces v]ticais 7altura dos segm5tos7#acd ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ------------------- -------------------- ,p>tes d corpo ,valor ,valor ,p]c5tagem mtrico ,p]c5tagem mtrico absoluto absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- ,cabea #af #ah;cm1#c -- #af;cm1#i ,i4 ,bu/o ,pesco ,tronco #dj #de;cm1#h -- #db;cm1#d ---------------------------------------- ----------------------------------- ,sup]ior 7torcico7 #db #dh;cm -- #dd;cm1#e ,,ii4 ,membros ,inf]ior 7abdom9al7 #dd #ej;cm1#d -- #df;cm1#g ,b ,p]metros 7grossura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo ------------------------------ ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ------------------------ ,i4 ,cabea 7,p]metro craniano7 #ej;cm1#h -- ,,ii4 ,tronco 7,p]metro torcico7 #ej;cm1#c -- ,c ,dimetros 7espessura e l>gura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo --------------------------------- ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ----------------------------- nt]o-po/]ior mximo #ag;cm1#f -- ,cabea transv]so #ad;cm -- nt]o-po/]ior #ad;cm1#d -- ,tronco transv]so #bj;cm -- ,d ,outras m$idas3 ,sexo mascul9o ,sexo fem99o --------------------------------- de todo o corpo #ahquil41#ijj #afquil41#dej d crebro #aquil41#ajj #iej;gr4 ,d5sidade 7ps7 d crebro em relao ao corpo #e -- ---------------------------------------- ------------------------------------- ndice ceflico #gi -- #a4o #ach -- ndices torcicos #b4o #ea -- ,na progressiva dif]5ciao funcional da criana1 a pu]cia ocupa um lug> proem95te1 porque ne/a idade que a espontaneidade m5tal1 s]vida pela exp]incia1 abre novos horizontes vida repres5tativa2 e g]a a idea d eu1 que vai s] a base da p]sonalidade#ace4 ,o psiclogo ,baldw9 c>act]iz\ a pu]cia1 *am&o-lhe3 p]odo de p]cepo dos objectos1 e de correspond5tes reaces1 por suge/o e imitao#acf4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,da ,,pu],,cia ,fig4#ad ,efectivam5te1 o que mais dom9a1 ne/a poca1 so os int]sses p]ceptivos e glssicos#acg2 alm de que1 o des5volvim5to da at5o espontnea e o 9cio da at5o voluntria 7condies ess5ciais d raciocnio7 tambm so suas c>act]/icas4 ,s9tticam5te1 a pu]cia repres5ta1 na vida evolutiva da criana1 a idade mdia1 ou o p]odo de transio 7a9da no influ5ciado pela lei dos sexos7 entre a impulsividade dos in/9tos1 temp]ada j por uma c]ta autonomia da conscincia1 e a idade crtica d crescim5to1 que s] aquela1 em que se op]> a trans=mao def9itiva d corpo da criana no organismo d adulto4 #e7 ,cnon antropomtrico da ,pub]dade 7,pelos qu9ze anos7 ,a ,projeces v]ticais 7altura dos segm5tos7#ach ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ------------------- -------------------- ,p>tes d corpo ,valor ,valor ,p]c5tagem mtrico ,p]c5tagem mtrico absoluto absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- ,cabea #ad #ba;cm1#f -- #ba;cm1#b ,i4 ,bu/o ,pesco ,tronco #ci #fj;cm1#d -- #ei;cm1#c ---------------------------------------- ----------------------------------- ,sup]ior 7torcico7 #dd #fi;cm1#g -- #fh;cm1#d ,,ii4 ,membros ,inf]ior 7abdom9al7 #dg #gb;cm1#h -- #ga;cm1#e ,b ,p]metros 7grossura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo ------------------------------ ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ------------------------ ,i4 ,cabea #ed;cm #ea;cm ,,ii4 ,tronco #gb;cm1#f #ga;cm1#e ,,iii4 ,brao #bd;cm1#c -- ,,iv4 ,antebrao #bj;cm -- ,v4 ,cxa #dd;cm -- ,,vi4 ,p]na #bi;cm -- ,c ,dimetros 7espessura e l>gura dos segm5tos7 ,valores mtricos absolutos ,p>tes d corpo --------------------------------- ,sexo mascul9o ,sexo fem99o ---------------------------------------- ----------------------------- nt]o-po/]ior #ah;cm1#f -- ,i4 ,cabea transv]so #ad;cm1#h -- nt]o-po/]ior #ai;cm1#a -- ,,ii4 ,tronco transv]so #bf;cm -- nt]o-po/]ior #af;cm1#e -- ,,iii4 ,bacia transv]so #bb;cm -- ,d ,outras m$idas3 ,sexo mascul9o ,sexo fem99o --------------------------------- de todo o corpo #dfquil41#cjj #diquil41#dce d crebro #aquil41#cjj #ajjj;gr4 ,d5sidade 7ps7 d crebro1 em relao ao corpo #c -- ---------------------------------------- ------------------------------------- ndice ceflico #gi -- #a4o #acf -- ndices torcicos #b4o #df -- ndice plvico #ge -- ,a adolescncia con/itue uma poca de in/abilidade orgnica1 que prep>a a criana p>a os desequilbrios da pub]dade4 ,n5hum p]odo da vida1 escreve ,m5d\sse1 mais fecundo em surprsas de todo o gn]o1 porque1 ao lado das faculdades novas que comeam a des5h>-se1 p]si/em os hbitos antigos1 que no qu]em desap>ec]#aci4 ,daqui1 um conflito de en]gias1 que lana o adolesc5te em p]plexidades1 cuja eficincia1 por vezes1 lhe pode s] fune/a4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,da ,,pub]dade ,fig4 #ae ,/anley ,hall r$igiu o catlogo dos contra/es e das flutuaes m5tais e morais da adolescncia1 pelo qual se v que1 de facto1 a criana de/a idade possue uma vida inadaptada1 que a fonte dos seus rros e da maior p>te dos seus s(rim5tos#adj4 ,qu&o a pub]dade se aproxima1 ento1 a an>quia e o *oque das t5dncias1 a9da maior4 ,a criana1 solicitada por frz e/ranhas1 cujos efeitos desconhece1 s(re dum desequilbrio1 que lhe no p]mite adapt>-se1 desde logo1 s condies d meio2 e pass>o alguns anos1 antes que se organizem1 em direces def9idas1 os novos hbitos m5tais1 que z novas circun/ncias exigem4 ,a pub]dade o c5tro d crescim5to2 a idade crtica1 por excelncia2 aquela1 em que se decide a sorte1 todo o futuro da criana#ada4 poca das gr&es trans=maes d organismo2 e1 sob a influncia da dif]5ciao1 e/dio decisivo da con/ituio especfica de cada sexo1 a pub]dade m>ca1 na m>*a da evoluo1 o mom5to preciso1 em que a ,natureza entra de prep>> o s] humano p>a o ex]ccio da funo1 de que dep5de a p]petuidade da espcie4 ,e/a a sua c>act]/ica fundam5tal e dif]5cial1 o eixo sbre que gira toda a complexa e contraditria psicologia d adolesc5te4 ,,cap,,tulo ,v ,processo bio-qumico d crescim5to3 o/eognese #a4--;,como f5m5o d metabolismo funcional1 o crescim5to uma resultante da sntese assimiladora d organismo1 op]ada sob a influncia das leis fsico-qumicas1 que a regulam#ada4 ,essa sntese1 porm1 no se realiza1 da mesma maneira e nas mesmas condies1 em relao a todos os tecidos d organismo2 antes cada elem5to somtico cresce1 a seu modo1 consoante a e/rutura que possue e a funo a que se de/9a4 ,ora1 s5do provvel que aco o/eognica se subord9e o crescim5to de todos os tecidos d organismo1 tanto em macropla/ia 7crescim5to v]tical71 como em euripla/ia 7crescim5to horizontal71 d crescim5to sseo que nos devemos ocup>4 #b4--,pr9cipi&o pelo crnio1 todos sabem que a sua morfologia se modifica con/antem5te1 desde a vida embrionria1 at velhice4 ,no 9cio da ge/ao1 o crnio c>tilag9oso e membranoso2 depois1 no e/ado fetal1 adquire gr&e nm]o de pontos de ossificao1 de textura div]sa1 que se vo mutuam5te sold&o1 de modo que1 nasc5a1 o seu nm]o j muito limitado4 ,no 1 pois1 de admir> que a abbada craniana d recm-nascido e a d infante se componham1 desde logo1 de ossos1 ligados uns aos outros1 por suturas e fontanelas#adc1 cujas pr9cipais1 em norma sup]ior1 so a oblica e a brgmtica 7vulgo1 a moleir9ha1 que fe*a completam5te1 pelos qu9ze meses72 e1 em norma lat]al1 a a/sica#add4 ,a ossificao1 porm1 dsses espaos membranosos1 faz-se com tamanha rapidez que1 pelos meados da infncia1 no exi/em j s5o suturas1 z quais1 por sua vez1 tambm vo desap>ec5do1 pela vida adiante1 e de tal sorte que1 na extrema velhice1 o crnio r$uz-se a uma massa ssea1 qusi tam contnua e homognea1 como o era o crnio membranoso d embrio#ade4 #c4--,onde1 todavia1 se revela melhor o mecanismo d crescim5to1 na evoluo da coluna v]tebral 7a pr9cpio1 tda ela c>tilag9osa7 e1 sobretudo1 no crescim5to dos ossos longos d organismo4 ,na extremidade de cada difise ssea exi/e uma espcie de apndice1 *amado epfise1 que se liga quela1 por uma c>tilagem1 de natureza p>ticul>1 que os antroplogos designam pelo nome de c>tilagem de conjugao4 ,emquanto dura o p]odo de crescim5to 7entre os v9te e os v9te e c9co anos71 z epfises1 normalm5te1 p]manecem sep>adas da massa ssea que lhes corresponde 7difises71 pela respectiva faixa c>tilag9osa1 cuja e/rutura s$e de uma trans=mao hi/o-quimica#adf2 mas1 qu&o aquele p]odo se enc]ra1 em ob$incia lei da h]$it>i$ade1 porque z epfises se sold>am s difises1 ou a ossificao invadiu1 em tda a sua espessura1 z c>tilag5s de conjugao4 ,figura3 ,fig4 #af ,z duas figuras que1 a seguir1 publicamos1 extradas da ,obra de ,launois1 j citada1 so radiografias da mo e d joelho dum indivduo de e/atura gigantesca1 que1 pelos tr9ta anos1 cont9uava a cresc]4 ,nessas radiografias1 se obs]va ntidam5te a p]si/ncia daquelas c>tilag5s1 a sep>>1 por exemplo1 z difises d cbito e d rdio 7figura1 n4o #af7 e z difises d fmur1 da tbia e d p]neo 7figura1 n4o #ag7 das epfises1 que lhes p]t5cem4 ,figura3 ,fig4 #ag ,segundo ,top9>d1 so renidas ao corpo d respectivo sso1 pelos qu9ze anos1 z extremidades sup]iores d rdio e d cbito 7epfeses72 pelos dezassete1 z dos d$os2 pelos dezoito1 z d fmur1 e z inf]iores da tbia e d p]neo2 pelos dezanove1 z dos metatrsios1 e a sup]ior d hum]us2 f9alm5te1 pelos v9te1 z dos mtacrpios1 e z das extremidades inf]iores d fmur1 d rdio1 d p]neo e d cbito#adg4 ,,cap,,tulo ,,vi ,frmulas antropomtricas d crescim5to normal1 nas idades de evoluo4 ,anomalias d crescim5to2 sua det]m9ao1 pelo processo antropomtrico4 #a4--;,como se depre5de dos quadros expo/os no captulo ,,iv1 cada idade de evoluo possue suas c>act]/icas antropomtricas ess5ciais4 ,e/as c>act]/icas d]ivam1 no sm5te das ass9aladas dim5ses v]ticais e horizontais e d\tros elem5tos d slido humano1 em cada uma daquelas idades1 como tambm e pr9cipalm5te das =mas e cubag5s dos respectivos rgos4 ,ora1 tanto z =mas 7que resultam d des5volvim5to relativo das div]sas p>tes dum rgo71 como z cubag5s 7que ate/am o seu volume especfico71 podem exprimir-se1 por meio de frmulas 7a que *amam ndices71 que d5unciam s9tticam5te z relaes arimticas de det]m9adas dim5ses com outras1 que se tomam por unidades#adh4 ,os ndices que1 em ordem ao fim que nos propmos1 mais importa consid]>1 so3 #a7 o ndice ceflico 7,d4 ,t4 ,c4 x #ajj _/ ,d4 ,a4 ,p4 ,c472 #b7 os ndices torcicos 7,d4 ,t4 ,t4 x #ajj _/ ,d4 ,a4 ,p4 ,t4 e ,p4 ,t4 x #ajj _/ ,a472 #c7 o ndice d tronco 7,b4 x #ajj _/ ,a472 #d7 o ndice muscul> 7,ab4 ,m4 _/ ,p472 e1 f9alm5te1 #e7 o ndice crebro-visc]al 7,c4 _/ ,v474 ,o ndice ceflico 7expresso da relao c5tesimal d dimetro nt]o-po/]ior mximo d crnio com o seu dimetro transv]so mximo7 1 em ,portugal1 segundo z notaes regi/adas1 de #hj1 desde a recm-nasc5a at infncia2 e de #gf-gi1 desde a pu]cia1 at pub]dade4 ,no adulto1 /e ndice1 desprez&o fraces1 fixa-se em #gfadi4 ,o primeiro ndice torcico 7expresso da relao c5tesimal d dimetro nt]o-po/]ior mximo d trax 7espessura d peito7 com o seu dimetro transv]so mximo 7l>gura d peito71 de #ajj1 na recm-nasc5a2 de #ach1 na pu]cia2 de #acf1 na pub]dade2 e de #aci1 na idade adulta#aej4 ,o segundo ndice torcico 7expresso da relao d p]metro torcico multiplicado por cem1 com a altura d corpo7 decresce gradualm5te1 com a idade 7#ff1 na recm-nasc5a2 #fj1 na infncia2 #ea1 na pu]cia71 at pub]dade1 em que baixa a #df4 ,o ndice d adulto 7s4 m47 #ej1 7s4 fem47 #ee4 ,o ndice d tronco 7frmula da relao c5tesimal que exi/e entre z dim5ses v]ticais d bu/o e z da e/atura7 tem s]vido de critrio p>a agrup> z crianz em trs categorias1 consoante so braqusquelas 7p]nas curtas71 macrsquelas 7p]nas longas7 ou mesatsquelas 7p]nas mdias74 ,a braquisquelia normal a =ma antropomtrica1 peculi> da recm-nasc5a1 da infncia e a9da da pu]cia4 ,o nm]o mdio1 que exprime o respectivo quoci5te1 oscila1 segundo os nossos clculos1 entre #ee e #hj4 ,a macrosquelia manife/a-se1 na adolescncia e1 sobretudo1 no p]odo p]i-pub]trio4 ,o ndice que lhe corresponde v>ia de #ej a #ee4 ,f9alm5te1 a mesatisquelia 7c>act]/ica da idade adulta71 em circun/ncias normais1 por isso mesmo que exprime a =ma def9itiva d slido humano1 s se esboa1 a p>tir da pub]dade4 ,o quoci5te respectivo #ebaea4 ,re/a o ndice muscul> 7relao d p]metro mximo d antebrao com o pulso7 p>a cuja avaliao c>ecemos de elem5tos sufici5tes2 e o ndice cbico crnio-visc]al 7,c_/,v71 d qual ,c repres5ta o volume aproximado d crebro1 det]m9ado pelo clculo da capacidade craniana 7dupla multiplicao dos dimetros nt]o-po/]ior mximo1 transv]so mximo1 e v]tical72 e ,v1 a capacidade d tronco1 onde se a*am enc]radas z vsc]as 7tambm dupla multiplicao dos dimetros nt]o-po/]ior mximo1 e transv]so mximo d trax1 e v]tical d tronco74 /e ndice 7,c_/,v7 que exprime1 portanto1 a relao proporcional que exi/e entre o encfalo 7c5tro da vida m5tal7 e z vsc]as 7c5tro da vida vegetativa71 v>ia enormem5te1 desde o nascim5to at idade adulta1 numa ordem decresc5te1 que desce de #gd a #bj4 #b4--;,como1 n\tro lug> dissemos1 o crescim5to1 cujas frmulas antropomtricas acabamos de sum>i>1 pode s] ret>dado ou acel]ado1 por virtude de mltiplices influncias1 sem que1 por sse facto1 deixe de consid]>-se como normal4 ,se1 porm1 o limite das oscilaes d crescim5to fr ultrapassado1 ento1 sem dvida que se trat> de crescim5to anormal1 ou de anomalias d crescim5to4 ,e/as anomalias1 consoante z circun/ncias1 pod]o reve/ir dif]5tes =mas2 mas z pr9cipais so r$utveis a trs3 #a7 susp5ses2 #b7 desvios2 #c7 desequilbrios d crescim5to4 ,z susp5ses d crescim5to do origem ao nanismo1 ao raquitismo1 ao infantilismo1 etc4#aeb4 ,os desvios e os desequilbrios podem g]> o virilismo1 o fem9ismo1 o gigantismo1 a acromegalia1 o s5ilismo2 e1 alm d\tras anomalias1 o simples ret>dam5to ou atraso fsico#aec4 ,tdas e/as do5z1 por via de regra1 d]ivam de e/ados orgnicos1 a que os mdicos *amam di/r(ias 7d grego ,grego3 ,du/rophos72 hav5do-z d pncreas1 das cpsulas supra-r5ais1 d fgado1 das glndulas g5itais1 d timus1 e1 sobretudo1 d corpo tiroide1 glndula de secreo int]na1 situada na p>te ext]na d canal l>+o-traqueal#aed4 ,a insuficincia tiroidiana 7hipotiroidia71 a pr9cipal causa d maior nm]o das anomalias d crescim5to4 ,porqu8 ,laumoni] responde3 porque essas anomalias &am sempre ligadas 7como o efeito sua causa7 c>ncia das sub/ncias 7que o corpo tiroide1 normalm5te1 segrega7 capazes de neutraliz> a aco dos v55os produzidos pelo prprio organismo1 e de torn> os elem5tos n]vosos refractrios a sses v55os#aee4 ,o mixedma1 por exemplo1 em tdas z suas =mas1 d]iva de p]turbaes orgnicas1 que teem a sua origem na atr(ia ou no desap>ecim5to d corpo tiroide2 mas o gigantismo1 a que j nos ref]imos1 resulta precisam5te dum vcio opo/o1 a que se pod] *am> hip]tiroidia1 e que consi/e em cons]v>1 aos ossos1 por uma sup]abundncia de secreo especfica1 alm de todo o limite1 o pod] o/eognio1 ou a capacidade de cresc]#aef4 ,como nota f9al d/e captulo1 cumpre e/abelec] que se torna necessrio no confundir z anomalias d crescim5to fsico com z p]turbaes d des5volvim5to m5tal 7idiotia1 imbecilidade1 psica/5ias1 etc471 cujas causas se devem procur>1 antes1 em leses d si/ema n]voso1 det]m9adam5te d crebro1 d que em afeces somticas2 e que no confronto das propores normais d corpo1 nas idades de evoluo1 com z d organismo que se pret5de avali>1 que consi/e o processo antropomtrico da det]m9ao das anomalias fsicas4 ,,cap,,tulo ,,vii ,do5z das crianz1 nas idades de evoluo4 ,a mortalidade infantil1 em ,portugal4 ,crescim5to desequilibrado2 suas conseqncias4 #a4--;,h c]tas do5z que p>ecem especficas das crianz1 como a coquelu*e1 por exemplo1 z infeces ob/tricas1 etc42 e outras que1 conquanto ext5sveis ao adulto1 todavia1 atacam1 de pref]ncia1 z crianz1 como a dift]ia 7det]m9adam5te1 o g>rotilho71 por exemplo1 a esc>lat9a1 o trasorelho1 o s>ampo1 etc4#aeg4 ,so conhecidos vrios ensaios de classificao1 por idades1 das do5z infecciosas das crianz2 t5do-se procurado tambm1 entre ns1 organiz>1 em bases srias1 a e/at/ica nosolgica infantil#aeh4 ,em face das ltimas publicaes d ,in/ituto c5tral de higi5e#aei1 v]ifica-se que1 em ,portugal1 z do5z mais freqentes da recm-nasc5a e da infncia so aquelas que d]ivam da debilidade congnita1 dos vcios de con=mao1 e das infeces d tubo dige/ivo 7ga/ro-ent]ite72 z da pu]cia afectam1 com s+ul> p]t9cia1 o ap>elho respiratrio2 e z da adolescncia e pub]dade1 incidem1 det]m9adam5te1 sobre os pulmes e sobre o si/ema n]voso#afj4 #b4--;,em relao mortalidade infantil portuguesa1 reputamos sufici5tem5te av]iguado o clculo que a eleva enorme cifra de duz5tos1 por mil1 com m5os de dois anos de idade1 i/o 1 a um qu9to dos nados-vivos e sobreviv5tes1 at quele limite#afa4 ,o segu9te grfico 7figura n4o #ah7 exprime resultado anlogo1 pelo que respeita cidade de ,combra#afb4 ,s1 em ,lisboa1 ,prto e ,combra1 morrem1 em mdia1 por ano1 mais de oito mil crianz1 dambos os sexos2 e1 em todo o pas1 de tdas z idades1 at aos v9te anos1 nada m5os d que1 em mdia1 um total1 v]dadeiram5te apavorante1 de c9qenta e c9co mil1 ou seja a metade da mortalidade g]al da populao6 #c4--,n5huma1 porm1 de/as afeces pode s] consid]ada como do5a propriam5te d crescim5to1 i/o 1 como processo mrbido1 que t5ha origem exclusiva nos f5m5os da evoluo somtica4 sses proc$em sempre dum crescim5to desigual ou des5contrado dos tecidos d organismo4 ,sem dvida que se no trata da desigualdade1 que resulta da lei fisiolgica da alt]nncia2 mas de p]turbaes ou acid5tes d crescim5to1 que possam afect> o equilbrio funcional d slido humano1 ou alt]>-lhe a con/ituio anatmica4 ,e/es acid5tes 7cuja natureza irr$utvel s anomalias1 de p>alelismo d crescim5to7 manife/am-se1 de pref]ncia1 durante a fase p]i-pub]tria4 ,p]c5tag5s da mortalidade das crianz da primeira infncia1 na cidade de ,coimbra ,figura3 ,fig4 #ah 4444444 m4 #j-a ,em relao ao total obiturio 4--4--4 m4 #j-b ------- m4 #j-a ,em relao ao nm]o de nascim5tos ,por essa ocasio1 z crianz s(rem1 muitas vezes1 de dres nos ossos1 nas articulaes1 nos msculos2 teem cefalalgias1 freqentes2 padecem de cloro-anemia1 de neura/5ia1 de p]turbaes c>diacas2 exp]im5tam mutaes bruscas de temp]am5to e de c>ct]2 s5tem impulsividades mrbidas2 etc41 etc4#afc4 ,ora1 tda e/a s9tomatologia con/itui aquilo a que *am>emos o s9droma d crescim5to desigual1 cujas causas pr(undas se devem procur>1 concretam5te1 em factos1 de natureza anloga dos dois que vamos indic>3 #a7 a co9cidncia da susp5so ou abr&am5to 7alis1 normal7 d crescim5to cutneo1 por ocasio da pub]dade1 com o aum5to1 alm de tda a m$ida1 dos ossos longos1 por virtude dalguma infeco d organismo#afd1 ou de qualqu] outra causa1 de ordem bio-qumica2 #b7 o crescim5to des5contrado d eixo c9z5to 7m$ula7 e d canal sseo que lhe s]ve de banha 7coluna v]tebral7#afe4 ,,cap,,tulo ,,viii ,higi5e d crescim5to2 ex]ccios fsicos3 jogos e gimn/ica #a4-- evid5te que p>a cresc] bem1 no ba/a deix> agir a natureza 7embora isso seja ess5cial72 mas tambm necessrio auxili> o crescim5to1 i/o 1 coloc> o organismo em condies que sejam favorveis sua evoluo normal1 e imp$ir ou contr>i> a aco dos factores1 que possam s] prejudiciais a essa evoluo4 ,entre z prticas que a higi5e aconselha1 em ordem ao objectivo designado1 ocupam primacial lug> os jogos infantis1 e a gimn/ica4 ,os jogos so ag5tes naturais e in/9tivos d crescim5to fsco e d des5volvim5to m5tal1 s5do por virtude da sua eficincia que a hip]tr(ia d organismo se realiza com maior p]si/ncia e eficcia#aff4 ,sem qu]]mos arrisc> um conceito def9itivo acrca da natureza intrnseca da actividade ldica1 diremos1 entretanto1 que nos p>ece s] o jg um efeito natural das leis biolgicas1 a que todos os organismos se submetem1 nas suas relaes com o meio1 em que c>ecem de subsi/ir4 ,o jg uma =ma de adaptao1 um pr-ex]ccio 7como lhe *am\ ,k>l ,groos71 um ensaio ou uma prep>ao p>a a vida#afg4 ,os in/9tos h]dados1 com a organizao e a ela in]5tes 7in/9tos fundam5tais7 e1 pr9cipalm5te1 os in/9tos d]ivados d/es 7in/9tos adquiridos7 no aproveit>iam tam p]feitam5te vida dos organismos1 como lhes aproveitam1 pela eficincia dos jogos1 que no se de/9am1 s5o a des5volv]1 radic> e robu/ec] essas en]gias lat5tes1 de cuja aco dep5de aquela vida#afh4 ,mas1 alm de/a funo primordial 7torn> apto o s] p>a o fim1 a que o de/9am z leis da vida71 s]vem a9da os jogos3 #a7 p>a des5volv] actividades novam5te adquiridas2 #b7 p>a e/imul> o crescim5to2 #c7 p>a r$uzir e canaliz> t5dncias nocivas2 #d7 p>a cri> e mant] hbitos sociais2 #e71 f9alm5te1 p>a corrigir a fadiga e reg5]> z en]gias1 ga/as pelo trabalho orgnico4 ,os jogos so muitos1 e v>iam1 de pas p>a pas e1 d5tro de cada nao1 de provncia p>a provncia e at de localidade p>a localidade1 consoante o gn]o de vida1 z t5dncias1 z aptides1 os usos e co/umes1 e z necessidades fsicas1 morais e sociais das respectivas populaes4 ,tem-se procurado classific> os jogos2 mas1 em virtude da multiplicidade dos critrios adoptados1 falta unidade de vi/as1 e no h acrdo nas classificaes#afi4 ,entre ns1 tambm o problema no tem sido descurado1 embora os trabalhos empre5didos sejam r>os e incompletos#agj4 ,ns1 reconhec5do que1 sob o aspecto p$aggico1 os jogos con/ituem outros tantos meios1 admiravelm5te eficazes1 de auxili> o crescim5to2 des5volv] a inteligncia2 aguar a s5sibilidade2 robu/ec] e discipl9> a vontade2 e =m> o c>ct]1 agrupamos os jogos1 nas segu9tes categorias3 #a7 jogos motores 7ou somticos1 porque des5volvem o organismo72 #b7 jogos s5soriais 7porque educam os s5tidos e promovem a de/reza e preciso dos movim5tos72 #c7 jogos exp]im5tais 7porque ap]feioam a inteligncia1 e satisfazem o in/9to de curiosidade das crianz72 #d7 jogos afectivos 7ou emocionais1 porque fom5tam a cultura da s5sibilidade72 #e7 jogos inibitrios 7porque desp]tam a at5o e educam a vontade72 e1 f9alm5te1 #f7 jogos e/ticos 7ou art/icos1 porque e/imulam os s5tim5tos des9t]essados da criana74 ,o segu9te esquema resumir o nosso ensaio de classificao 7segundo o critrio adoptado7 dos jogos portugueses1 mais conhecidos e praticados1 em todo o pas4 #b4--;,d mesmo modo que os jogos1 tambm a gimn/ica int]essa ao crescim5to2 no1 porm1 a gimn/ica p$aggica 7til ap5as =mao d c>ct]71 e muito m5os a gimn/ica atltica1 que p]turba e pode compromet] at a m>*a e o equilbrio d crescim5to#aga2 mas a gimn/ica higinica1 e de/a1 a gimn/ica respiratria1 cuja prtica de manife/a vantagem sade d corpo e d9mica da sua evoluo#agb4 m>*a2 c>reira2 salto2 dana2 g]ais luta2 natao2 pat9agem2 escorregam5to2 etc4 motores escondidas2 cam9hos2 b>ra2 especiais eixo2 pla2 arco2 baloio2 papagaio2 rodas e rondas infantis2 gu]ras2 jg dos patos2 etc4 tiro ao alvo2 malha ou fito2 g]ais jogos de equilbrio2 etc4 s5soriais homem2 semana2 boto2 f]r9ho2 especiais pio2 cabra-cega2 =quilha2 funda2 inco1 bilh>da2 das c9co p$r9has2 o recorte2 etc4 damas2 gamo2 dom92 g]ais xadrez2 todos os actos de curiosidade2 etc4 exp]im5tais pacincias2 adiv9has2 especiais anel2 disp>ates2 coleces2 etc4 ,jogos jogos de imitao1 g]ais e de imag9ao2 jogos de fantasia2 etc4 afectivos a boneca2 todos os actos especiais de auto-iluso consci5te2 etc4 todos os actos de domnio sbre g]ais si prprio2 auto-imposies e auto-represses3 etc4 inibitrios faz] de e/tua2 especiais atitudes de imobilidade1 diante d espelho2 etc4 con/rues em t]ra1 areia1 neve1 g]ais etc42 modelagem2 p9tura1 e des5ho de objectos2 jogos dramticos2 etc4 e/ticos comb9aes de cres2 especiais repassagem de des5hos coloridos2 etc4 ,so os segu9tes os efeitos da respirao pr(unda1 que a gimn/ica respiratria promove e assegura3 #a7 activa z trocas gasosas1 comb9&o uma maior quantidade de oxignio com a hemoglob9a d sangue2 #b7 desconge/iona os rgos int]nos1 sobretudo1 o crebro2 #c7 regul>iza z funes dige/ivas2 #d7 des5volve a musculatura d trax e d abdm52 #e7 p]mite o arejam5to das p>tes d pulmo1 em que o ar no p5etra1 s5o com dificuldade2 f9alm5te1 #f7 auxili&o a assimilao e a desassimilao1 facilita a at5o1 roboriza a vontade1 assegura a discipl9a#agc4 ,,cap,,tulo ,,ix ,evoluo g]al da m5talidade2 fases de/a evoluo2 e leis que a regulam4 ,os factores bio-psquicos d crescim5to #a4--;,a vida m5tal da criana 7psiquismo infantil7 no pode isol>-se1 em n5huma das fases d seu progressivo des5volvim5to1 da evoluo d si/ema n]voso1 cuja trajectria segue1 desde o t]o4 absolutam5te inconte/vel que1 sem crebro1 no h conscincia#agd1 e que a conscincia se afirma sempre1 na razo directa da complexidade e da pla/icidade d crebro#age4 ,c]tam5te que no ousamos atribuir a causalidade da conscincia pura organizao1 como fazem os mat]iali/as2 mas ap5as reconhecemos o facto av]iguado da p]feita correlao e da coexi/ncia necessria da actividade psquica com a en]gia c]ebral#agf4 ,nos animais viz9hos dos vegetais 7infusrios1 plipos1 espongirios1 etc471 d mesmo modo que 7segundo p>ece7 tambm nos v]mes1 no exi/e a9da a conscincia1 mas tam sm5te irritabilidade e1 qu&o muito1 s5sibilidade dif]5cial#agg2 m$ida1 porm1 que se organiza o si/ema n]voso1 z excitaes 7causas fsico-qumicas das reaces7 vo-se conv]t5do em impresses1 e e/as em s5saes que1 pela sua dif]5ciao1 acabam por g]> a conscincia1 e1 depois1 a auto-conscincia1 ou a capacidade de conhec] os prprios e/ados e respectivas modificaes#agh4 ,s a p>tir dos v]tebrados1 que1 por int]mdio d crebro1 se torna possvel a vida consci5te e1 com ela1 a at5o1 a memria1 a imitao1 a associao2 numa palavra1 z *amadas op]aes intelectuais#agi4 #b4--;,conquanto1 porm1 na criana que vem de nasc]1 exi/a j um crebro completo1 dum modo g]al1 em tdas z suas p>tes ess5ciais1 contudo1 tanto a e/rutura1 dessas p>tes1 como a aptido p>a o seu funcionam5to que di/am a9da muito daquele grau de p]feio1 que se torna indisp5svel p>a a integralidade da vida m5tal#ahj4 ,e/udos rec5tes1 empre5didos por inve/igadores emritos#aha1 p]mitem e/abelec] que1 no encfalo d recm-nascido1 a sub/ncia c9z5ta d crebro con/ituda por clulas a9da imp]feitas2 e que c>ecem de consi/ncia e de fixidez z fibras n]vosas que ligam os hemisfrios aos gnglios da base d crebro1 s camadas pticas1 e aos corpos e/riados1 dum modo g]al1 aos c5tros sub-corticais#ahb4 ,alm disso1 sabe-se hoje que1 sm5te a p>tir d primeiro ms de vida extra-ut]9a1 que se ac5tuam e des5volvem z circunvolues1 cuja e/rutura se vai complic&o1 m$ida que a sup]fcie d crebro aum5ta de ext5so e de volume#ahc2 e1 f9alm5te1 tambm positivo que a miel9izao d encfalo1 conquanto seja iniciada no t]o1 todavia1 s se acaba1 pela vida adiante1 em fases j relativam5te avanadas da evoluo#ahd4 ,qu] tudo i/o diz] que1 mesmo sob a relao d ps e d volume1 o crebro no nasce p]feito e completo2 embora1 comp>ado com o re/o d corpo1 traga1 nasc5a1 um des5volvim5to que1 numricam5te1 se pod] comput> na qu>ta p>te 7#be7 d seu volume total4 ,o diagrama que1 a seguir1 publicamos 7fig4 n4o #ai71 repres5ta o crescim5to d crebro1 desde o 9cio da vida intra-ut]9a1 at pub]dade1 em que at+e o seu mximo des5volvim5to1 sob a relao d ps e volume--absolutos4 ,mo/ra /e grfico que o ps absoluto d crebro aum5ta1 com a idade1 ao passo que o seu ps relativo dim9ue4 m$ida que o organismo cresce1 o crebro1 sem deix> de acompanh> sse crescim5to1 at pub]dade1 contudo1 cada vez1 cresce1 com m5or int5sidade 7como se v]ifica pelos aum5tos1 relativos a cada idade de evoluo72 e1 ao mesmo tempo1 acusa uma progressiva dim9uio1 nas propores que mantm com o corpo#ahe4 ,figura3 ,fig4 #ai ,donde resulta que1 sob a relao da quantidade1 a evoluo c]ebral realiza-se e consuma-se antes da evoluo somtica1 embora1 sob o ponto de vi/a qualitativo1 o crebro cont9ue a des5volv]-se4 ,o segu9te grfico 7figura n4o #bj71 completa o ant]ior1 por isso mesmo que cont9ua a curva da evoluo p>a alm da pub]dade1 no intuito de figur>1 quantitativam5te1 tda a vida d crebro1 desde que o homem nasce1 at que morre4 ,p>a compre5so1 todavia1 de todos os f5m5os da bio-d9mica m5tal1 torna-se necessrio consid]> o elem5to qualitativo d crescim5to c]ebral1 i/o 1 a sua capacidade fisiolgica4 ,figura3 ,fig4 #bj ,e/a capacidade 7que tambm no exclue o elem5to quantitativo7 compre5de ou abrange a eficincia de tdas z causas que possam concorr] p>a a organizao da vida c]ebral4 ,d5tre essas causas 7algumas p\co conhecidas1 a9da71 indic>emos1 como mais importantes1 z segu9tes3 #a7 a composio qumica2 #b7 a quantidade de sub/ncia c9z5ta2 #c7 o nm]o e a complexidade das circunvolues2 #d7 a morfologia d encfalo2 #e7 a relao d crebro com z outras p>tes d encfalo2 #f7 z relaes d mesmo rgo com a altura e1 em g]al1 com a massa activa d corpo2 #g7 o ex]ccio c]ebral2 #h7 a exp]incia d indivduo2 #i7 o arranjo molecul> das clulas c]ebrais2 #aj7 z associaes d9micas dos elem5tos n]vosos1 etc41 etc4#ahf4 ,ora1 se consid]>mos todos /es factores1 desde logo1 t]emos de reconhec] a exi/ncia de uma outra curva3 a da aptido funcional d crebro1 cuja trajectria no co9cide com aquela que exprime a sua evoluo quantitativa1 porque1 como se v]ifica ne/e diagrama 7figura n4o #ba7 o crebro cont9ua a cresc]1 depois da pub]dade 7#ae anos72 e at com muito maior int5sidade1 a p>tir dos v9te anos2 p>a s se det]1 aos c9qenta1 em que e/aciona 7por tempo de dez anos1 em circun/ncias normais71 antes de decresc]1 como suc$e1 depois dos sess5ta#ahg4 ,figura3 ,fig4 #ba ,se comp>>mos1 porm1 agora1 e/a curva da bio-d9mica c]ebral com a curva da conscincia 7figura n4o #bb71 not>emos que1 de/a vez1 entre z duas curvas1 h um p>alelismo p]feito1 o que explica e ilu/ra e/as palavras conclud5tes e pr(undam5te autorizadas de ,a4 ,m>ie3 ,a scincia demon/ra1 de uma maneira absolutam5te c]ta1 o facto da simultaneidade e da correlao con/antes e necessrias da actividade n]vosa com a actividade m5tal1 faz5do dessas actividades dois f5m5os insep>veis1 os quais nunca deixam de se manife/> conjuntam5te1 e nem se pode conceb] que um se produza1 sem o outro#ahh4 #c4--,o e/udo 7embora rpido7 que vamos faz] das fases da m5talidade1 confirm> pl5am5te o nosso conceito da evoluo da conscincia1 pois mo/r> que1 entre a inconscincia1 em que a criana se g]a1 e a inconscincia1 em que o individuo acaba1 se escalonam vrios graus de conscincia1 cada qual repres5tativo de seu progresso1 e todos ligados a e/ados orgnicos1 at a um limite1 cuja transposio importa1 sempre e em tdas z circun/ncias1 a decadncia e1 com ela1 a desorganizao e a morte4 ,a conscincia crepuscul>1 que o grfico 7fig4 n4o #bb7 regi/a1 como p]t5c5do ao p]odo mbrio-fetal da evoluo humana1 sem dvida que no repres5ta qualqu] e/ado psquico que possa dif]5ci>-se da pura c5e/esia4 ,o feto1 conquanto1 em v]dade1 con/itua um reactivo mais enrgico at1 d que a prpria me#ahi1 contudo1 c>ece de vida consci5te1 porque1 com um crebro a9da incipi5te e s5tidos ap5as esboados1 no susceptvel das op]aes orgnicas1 que condicionam aquela vida4 ,a expresso--psicologia embriolgica--7de que1 por vezes1 usam os autores7 nada mais pode signific>1 d que a espcie de semi-conscincia1 que se atribue ao nascituro1 essa conscincia onrica1 sui g5]is1 que se manife/a por um sno1 sem sonhos1 e qual ns *amamos conscincia crepuscul>#aij4 ,p>a que haja v]dadeira conscincia 7embora a9da embrionria ou rudim5t>7 necessrio que o indivduo humano deixe a vida p>asitria1 em que p]si/iu1 durante a ge/ao2 e1 pelo nascim5to1 adquira a vida indep5d5te1 que usufruir1 at morte4 ,figura3 ,fig4 #bb ,passiva1 *amamos ns conscincia d recm-nascido1 p>a signific> que ela se r$uz s s5saes1 que z impresses s5soriais det]m9am no seu crebro a9da virgem2 e aos in/9tos que deve h]$it>i$ade4 ,e s] e/a1 depois d p]odo mbrio-fetal1 a primeira fase da vida psquica da criana1 na sua evoluo p>a a idade adulta4 ,durante /e primeiro ms1 o recm-nascido s(r] a crise grave1 que d]iva da mudana de meio1 a que foi coagido1 pelas en]gias d crescim5to1 e ensai> z primeiras adaptaes s novas condies de vida#aia4 ,os progressos1 todavia1 s]o rpidos4 ,desde o fim d primeiro ms1 at aos c9co anos 7infncia e primeira fase da pu]cia71 a actividade da conscincia no cess> de int5sific>-se1 adquir9do a criana faculdades e aptides1 que lhe assegur>o 7cada vez1 com maior p]si/ncia e eficcia7 o equilbrio1 de que c>ece1 com o novo meio1 em que tem de viv]4 ,por isso1 atribumos conscincia activa ao organismo1 que se encontra ne/e e/dio da evoluo psquica2 i/o 1 qualidades1 en]gias e possibilidades1 que se traduzem por actos neuro-psquicos1 de complexidade cresc5te1 m$ida que decorre a infncia1 e se entra na pu]cia1 a poca inicial da auto-conscincia1 ou seja das op]aes sup]iores da vida m5tal4 ,assim1 com a pu]cia 7poca d p5sam5to espontneo1 ou idade preguntadora1 de ,sully71 alm d des5volvim5to da l+uagem 7sub/ituio gradual da palavra concreta1 pelo conceito g]al ou ab/racto7#aib1 ap>ece o esprito de curiosidade 7tam peculi> s crianz de/a idade72 radica-se a at5o espontnea1 e esboa-se a at5o voluntria2 imp]am z t5dncias que se inspiram nos int]sses p]ceptivos e glssicos2 surgem os primeiros ensaios da p]sonalidade2 e afirmam-se j1 embora com c>ct] rudim5t>1 z leis bio-psiquicas da vontade consci5te4 ,depois1 com a adolescncia1 e com a pub]dade1 a curva da d9mica m5tal subir sempre e1 cada vez1 com maior cel]idade1 p>a nunca mais se det]1 s5o na idade madura1 em que1 hav5do at+ido o mximo de int5sidade1 a p]dur>1 at decadncia#aic4 ,o quadro 7n4o #f7 que1 a seguir1 publicamos1 resume z c>act]/icas das idades de evoluo1 di/ribu9do-z1 pela ordem cronolgica d seu ap>ecim5to1 e mant5do a subord9ao em que se encontram1 umas em relao s outras4 ,,quadro ,n4o #f ,idades de ,c>act]/icas ess5ciais ,evoluo ---------------------------------------- ------------------------------------ ,recm-nasc5a ,vida vegetativa1 e puro automatismo 7a pr9cpio7 7,durante o nas relaes d indivduo com o meio4 ,reaces #a4o ms7 mecnicas a excitaes ext]iores4 ,necessidade mxima3 nutrio4 ,primeiras adaptaes4 ,vida afectiva simples3 praz] e dr #a7 ,at aos fsica4 ,adaptaes s5sorio-motoras4 ,infncia doze meses ,l+uagem balbuciada4 ,int]esses 7,desde o segundo p]ceptivos4 ms at aos trs anos7 #b7 ,dos doze ,vida afectiva complexa3 aco meses at emocional4 ,aquisio de hbitos4 aos trs ,espontaneidade m5tal4 ,imitao anos passiva4 ,l+uagem rudim5t>4 ,at5o voluntria4 ,imag9ao #a7 ,dos trs incipi5te4 ,des5volvim5to da aos c9co memria orgnica4 ,curiosidade4 anos ,int]esses glssicos4 ,pu]cia ,suge/ibilidade4 ,imitao activa4 7,desde os trs ,l+uagem racional4 aos sete anos7 ,organizao da vida m5tal4 ,pod] #b7 ,dos de anlise4 ,memria psquica4 c9co aos ,dif]5ciao das funes psquicas4 sete anos ,int]esses g]ais4 ,l+uagem integral4 ,actividade ldica int5sa4 ,fixao e expanso da p]sonalidade4 ,egoc5trismo4 ,sociabilidade4 #a7 ,sexo ,des5volvim5to da vontade4 ,adolescncia mascul9o ,d9amog5ia dos s5tim5tos4 7,desde os oito ,int]esses morais e e/ticos4 aos doze anos7 ,p]odo s5tim5tal4 ,pla/icidade #b7 ,sexo orgnica e psquica4 ,exub]ncia de fem99o movim5tos4 ,esprito de iniciativa1 e de emulao4 ,pudor4 ,in/9to sexual4 ,in/abilidade psquica4 ,impulses d temp]am5to4 #a7 ,sexo ,=mao def9itiva d c>ct]4 mascul9o ,conc5trao m5tal2 e dif]5ciao ,pub]dade de tdas z faculdades4 ,int]esses 7,dos doze aos ticos e sociais4 dezasseis anos7 ,exaltao d s5tim5to4 ,imag9ao viva4 ,dif]5ciao sexual4 ,aquisio #b7 ,sexo dos hbitos c>act]/icos da fem99o mulh]4 ,p]feita adaptao ao seu fim fisiolgico4 ,coquetismo4 ,int]esses ticos e sociais4 #d4--,o e/udo s9ttico1 que temos feito da evoluo m5tal1 revela1 nessa evoluo1 d mesmo modo que no crescim5to fsico1 a exi/ncia1 tanto de leis g]ais 7relativas d9mica psquica1 consid]ada 9 totum71 como de leis especiais 7privativas de cada funo74 ,entre aquelas1 ocupam primacial lug> z duas segu9tes3 #a7 ,o processo bio-psquico da evoluo m5tal dep5de1 em gr&e p>te1 d crescim5to fsico1 e acompanha sempre o des5volvim5to d si/ema n]voso#aid2 #b7 ,o conted da conscincia 7quantidade de conhecim5tos1 e valorizao de funes7 e/ na razo directa da complexidade das relaes da criana com o meio4 ,quanto s leis especiais1 indic>emos e/as1 ap5as3 #a7 a at5o a condio primria da conscincia2 #b7 a memria dep5de da pla/icidade d crebro2 #c7 entre o p5sam5to e a vida das imag5s c]ebrais a relao a mesma que exi/e entre a concluso e z premissas dum raciocnio2 #d7 z =mas de expresso d]ivam de actos reflexos1 e passam dos ge/os s palavras1 e de/as aos s9ais1 que z exprimem4 #e4--,p>a concluso d/e captulo1 re/a enum]> a9da os factores bio-psquicos d crescim5to2 i/o 1 tdas aquelas en]gias1 e todos aqueles meios de aco1 que podem influir no processo da evoluo 7tanto somtica1 como psquica74 sses factores1 cond5s-los hemos1 no segu9te esquma3 ance/rais 7h]$it>i$ade74 naturais actividade ldica 7jogos74 pessoais ,factores da passiva4 evoluo orgnica imitao activa4 ex]ccios fisicos4 artificiais gimn/ica4 ,apndices ,,ap,,ndices ,i ,elem5tos p>a a organizao de uma cad]neta p$olgica1 de/9ada a si/ematiz> o e/udo d crescim5to #a7 ,indicaes prvias relativas ao exempl> de e/udo3 #a7 ,nome e pronomes44444444444444444444444444444444 44444 ,nome444444444444444444444444444 ,pai ,idade44444444444444444444444444 ,e/atura44444444444444444444444 #b7 ,filiao ,nome444444444444444444444444444 ,me ,idade44444444444444444444444444 ,e/atura44444444444444444444444 #c7 ,naturalidade444444444444444444444444444 4444444444444 #d7 ,residncia444444444444444444444444444444 444444444444 econmicas#aie444 #e7 ,condies d meio em que vive morais#aif4444444 sociais#aig444444 #f7 ,ens9o que recebe#aih444444444444444444444444444444 #g7 ,antec$5tes h]$itrios#aii4444444444444444444444 #h7 ,antec$5tes pessoais#bjj44444444444444444444444444 #i7 ,p>ticul>idades#bja444444444444444444444 4444444444 #aj7 ,aspecto g]al#bjb44444444444444444444444444444444 4 #b7 ,exame fisiolgico e clnico3 ,,trime/res ------------------------ #a4o #d4o #g4o #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ------------------------ #a7 ,data da obs]vao ------------------------ #b7 ,pele e c\ro cabeludo#bjc ------------------------ #c7 ,ossos e articulaes#bjd ------------------------ #d7 ,ap>elho dige/ivo#bje ------------------------ #e7 ,ap>elho respiratrio#bjf ------------------------ #f7 ,ap>elho circulatrio#bjg ------------------------ #g7 ,ap>elho gnito-ur9rio#bjh ------------------------ #h7 ,ap>elho locomotor#bji ------------------------ #i7 ,si/ema n]voso#baj ------------------------ #aj7 ,mal=maes#baa ------------------------ #aa7 ,de=maes#bab ------------------------ #ab7 ,fra fsica#bac ------------------------ #ac7 ,fadigabilidade#bad ,m5suraes d corpo humano ,v4 ,vrtex4 ,c4 ,canal auditivo4 ,f4 ,frcula e/]nal4 ,a4 ,acromion4 ,e4 ,epicndilo4 ,i4 ,cri/a ilaca4 ,t4 ,gr&e trocnt]4 ,p4 ,pbis4 ,m4 ,mdio4 ,j4 ,joelho4 ,mal4 ,tornozlo4 ,figura3 ,pontos de ,ref]ncia #c7 ,exame antropomtrico#bae3 ,,m$idas ,,trime/res ---------------------------------------- ------------------------------------ #a4o #d4o #g4o #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ---------------------------------------- ----------------------------- #a7 ,data da obs]vao ------------------------ #b7 ,ps ------------------------ #c7 ,vrtex 7em p7 ------------------------ #d7 ,vrtex 7ass5tado7 ------------------------ #e7 ,canal auditivo ------------------------ #f7 ,frcula e/]nal ------------------------ ,projeces #g7 ,acromion ,v]ticaes ------------------------ 7#aj7 #h7 ,cotovlo ------------------------ #i7 ,mdio ------------------------ #aj7 ,gr&e trocnt] ------------------------ #aa7 ,joelho ------------------------ #ab7 ,tornozlo ------------------------ #ac7 ,dimetro bi-acromial ------------------------ #ad7 ,d4 nt]o-po/]ior d trax ------------------------ ,dimetros #ae7 ,d4 transv]so d trax 7#e7 ------------------------ #af7 ,d4 nt]o-po/]4 d crnio ------------------------ #ag7 ,d4 transv]so d crnio ------------------------ #ah7 ,p]metro craniano ------------------------ #ai7 ,p]4 xifo-e/]nal 7rep\so7 ,circunf]4 ------------------------ 7#d7 #bj7 ,p]4 xifo-e/]4 7inspirao7 ------------------------ #ba7 ,antebrao 7mx4 e mnimo7 ------------------------ #bb7 ,compr4 e l>gura d p ------------------------ ,outr4 #bc7 ,compr4 e l>gura da mo m$idas ------------------------ #bd7 ,env]gadura ------------------------ #d7 ,exame psicolgico3 ,,trime/res ------------------------ ,,obs]va,,es #a4o #d4o #g4o #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ---------------------------------------- ----------------------------- #a7 ,data da obs]vao ------------------------ cr d ris ------------------------ ,olhos cr da aurola ------------------------ acuidade lho dir4 visual ------------------------ lho esq4 ------------------------ ,s5tido cromtico ------------------------ ouvido dire4 ,acuidade ------------------------ auditiva ouvido esqu4 ------------------------ ,acuidade olfactiva #b7 rgos ------------------------ dos ,acuidade gu/ativa s5tidos ------------------------ ,acuidade tctil ------------------------ ,s5tido lgico ------------------------ ,s5tido e/]eogn/ico ------------------------ espontnea #c7 ,at5o ------------------------ voluntria ------------------------ anlise qualitativa #d7 ,memria ------------------------ anlise quantitativa ------------------------ #e7 ,inteligncia ------------------------ ,notas3 #a7 ,a acuidade visual deve s] m$ida1 com o auxlio da escala optomtrica de ,monoy]2 e o s5tido cromtico1 com z tbuas pseudo-isocromticas1 de ,/ill+4 #b7 ,a acuidade auditiva m$e-se1 pelo processo d relgio1 e pela voz segr$ada4 #c7 ,a acuidade olfactiva avalia-se pelo olfactmetro2 e a gu/ativa1 pelo gueusmetro4 #d7 ,a acuidade tctil det]m9a-se1 pelos e/esimetros2 a lgica1 pelos algesimetros2 e o s5tido e/]eogn/ico1 pelo processo de reconhecim5to das curvaturas4 #e7 ,a at5o aprecia-se1 pelos tempos de reaco1 e por processos didasclicos4 #f7 ,a memria m$e-se1 por dif]5tes processos1 consoante a funo que se pret5de consid]>4 #g7 ,a inteligncia avalia-se1 pela aplicao dos te/s de ,b9et e ,simon4 #e7 ,exame etolgico e psiquitrico3 ,,trime/res ------------------------ ,,obs]va,,es #a4o #d4o #g4o #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ---------------------------------------- ----------------------------- #a7 ,data da obs]vao ------------------------ #b7 ,humor habitual ------------------------ activo ------------------------ n]voso ------------------------ emotivo ------------------------ #c7 ,temp]am5to aptico ------------------------ volunt>ioso ------------------------ impulsivo ------------------------ equilibrado ------------------------ #d7 ,suge/ibilidade ------------------------ #e7 ,s5sibilidade moral ------------------------ #f7 ,capacidade de trabalho ------------------------ #g7 ,conduta ------------------------ #h7 ,aptides ------------------------ ,fobias ------------------------ ,timidez ------------------------ #i7 ,defeitos ,cl]a ------------------------ ,m5tira ------------------------ ,preguia ------------------------ #aj7 ,sntese--,c>ct] ------------------------ #f7 ,sntese da evoluo--,frmulas3 ,,trime/res #a4o #d4o #g4o ,,nota,,es #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ---------------------------------------- ----------------------------- ,e_/,b#baf ------------------------ ,relaes e ,c_/,v#bag #a7 propores ------------------------ dos segm5tos ,o_/,v#bah ------------------------ ,s#b;,e7,dd7#bai ------------------------ ,p#a ou ,p#bbbj ------------------------ #b7 ,frmulas da ,p#b;,a#abba ,pub]dade ------------------------ ,p#e;,a#c-ebbb ------------------------ ceflico 7,d4 tr4x#ajj_/ ,d4 ant4 p4 m47#bbc ------------------------ #c7 ndices torcico 7,d4 transv4#ajj_/ ,d4 ant4 po/47#bbd ------------------------ plvico 7,d4 s4 p4 b4#ajj_/ ,di/4 ,cr4 ,ilacas7#bbe ------------------------ ,h4 7humor7 ------------------------ #d7 ,simbolos ,t4 7temp]am5to7 ------------------------ ,m4 7musculatura7 ------------------------ ,o4 7ossatura7 ------------------------ #e7 ,,cr4,e-7,p,p]4 ,t4 insp4exp4_/#b7bbf ------------------------ ,,ii 7,sumrio da tese apres5tada1 discutida e integralm5te adoptada pelo ,congresso ,nacional de ,educao fsica1 realizado em ,lisboa1 por iniciativa d ,gimnsio ,club ,portugus1 nos dias #i-ab de junho de #aiaf47 ,a ,,crian,a ,,portuguesa ,,relator3 ,dr4 ,alves dos ,santos1 pr(essor de ,filos(ia e director d ,laboratrio de ,psicologia ,exp]im5tal1 da ,faculdade de ,letras da ,univ]sidade de ,coimbra2 pr(essor de ,psicologia ,infantil1 na ,escola ,normal ,sup]ior2 e director da ,biblioteca da mesma ,univ]sidade2 scio efectivo da ,academia das ,scincias de ,portugal4 ,,introdu,o #a7 ,a ,criana2 sua concepo bio-psquica e social4 #b7 ,scincias da ,criana3 ,p$ologia2 ,psico-p$agogia2 ,p$agogia exp]im5tal4 #c7 ,a vida da ,criana2 fases que atravessa1 durante o ,crescim5to1 ou idades de evoluo d slido humano3 infncia1 pu]cia1 adolescncia1 pub]dade1 nubilidade4 #d7 ,c>act]/icas de cada uma de/as idades1 sua importncia e influncia na m>*a d ,crescim5to4 #e7 ,diviso d/e e/udo em trs p>tes1 v]s&o a primeira sobre o ,corpo da ,criana2 a segunda1 sobre a ,m5talidade da ,criana2 e a t]ceira1 sobre a ,p]sonalidade da ,criana4 #f7 ,elem5tos e subsdios1 de que podemos dispor p>a a con/ituio de uma ,p$ologia nacional3 obs]vaes1 m5suraes1 e exp]incias realizadas em e/abelecim5tos de ens9o1 e n\tros meios infantis1 assim como no ,laboratrio de psicologia exp]im5tal1 de ,coimbra4 ,resumo das aquisies de factos1 em primeira mo1 que p]mitem1 a nosso v]1 desde j1 algumas g5]alizaes sobre o modo de crescim5to da criana portuguesa4 ,,primeira ,,p>te 99,o corpo da criana99 ,,cap,,tulo ,i ,noo d ,crescim5to4 ,f5m5os que o con/ituem4 ,causas que o det]m9am4 ,leis que o regem4 ,influncias que o modificam4 ,,cap,,tulo ,,ii ,mtodo a empreg> no e/udo dos f5m5os d ,crescim5to4 ,,cap,,tulo ,,iii ,manife/aes d ,crescim5to em altura1 l>gura1 espessura1 grossura e d5sidade2 ou projeces v]ticais1 dimetros1 circunf]ncias1 cubag5s1 e ps d slido humano4 ,,cap,,tulo ,,iv ,crescim5to absoluto ou global1 e ,crescim5to relativo ou segm5t>4 ,ritmo d ,crescim5to absoluto da ,criana portuguesa4 ,fundam5tos da ,curva que exprime sse ritmo4 ,,cap,,tulo ,v ,insuficincia das m$idas s9tticas 7e/atura1 p]metro torcico1 e ps7 p>a a avaliao rigorosa dos f5m5os d ,crescim5to4 ,,cap,,tulo ,,vi ,crescim5to relativo1 ou propores mtricas d corpo da ,criana1 desde o nascim5to at idade adulta4 ,,nota3 ,o relator apres5t> ao ,congresso z frmulas d ,crescim5to ou os cnones antropomtricos das idades de evoluo da criana portuguesa2 e expor os fundam5tos dessas frmulas4 ,,segunda ,,p>te 99,a m5talidade da criana99 ,,cap,,tulo ,i ,origem e evoluo da m5talidade infantil4 ,leis que a regulam2 influncias que a modificam4 ,curva de/a evoluo4 ,relaes d des5volvim5to somtico com o des5volvim5to psquico4 ,,cap,,tulo ,,ii ,os s5tidos e a inteligncia4 ,e/udo exp]im5tal da inteligncia4 ,a at5o2 a memria1 e a imag9ao das crianz4 ,,cap,,tulo ,,iii ,comp>ao d psiquismo animal com a psicologia das primeiras idades da evoluo4 ,,nota3 ,o relator apres5t> ao ,congresso z concluses dos seus e/udos sbre a m$ida d trabalho m5tal1 pelo mtodo de ,kraepl91 assim como sbre a anlise quantitativa e qualitativa da ,memria2 e sbre a psicometria da at5o4 ,,t]ceira ,,p>te 99,a p]sonalidade da criana99 ,,cap,,tulo ,i ,noo da p]sonalidade4 ,o c>ct]2 seus elem5tos con/itutivos e manife/aes4 ,noo bio-psquica e moral d c>ct]4 ,=mao d c>ct]1 pr9cpios em que deve ass5t>4 ,,cap,,tulo ,,ii ,e/ados mrbidos da p]sonalidade3 a m5tira2 a preguia2 a timidez2 a cl]a2 z fobias das crianz4 ,patologia da vontade4 ,,cap,,tulo ,,iii ,os vcios da educao tradicional2 necessidade de uma re=ma na processologia da educao4 ,resumo e concluses4 ,,nota3 ,o relator apres5t> ao ,congresso os resultados dos seus trabalhos exp]im5tais1 realizados no ,laboratrio de psicologia1 sbre a suge/ibilidade das crianz2 e o valor d te/emunho infantil4 ,,conclus,,es ,,g]ais ,i 99,crescim5to fsico99 #a7 ,exi/em em ,portugal1 em relao ao sexo mascul9o1 elem5tos mais d que sufici5tes p>a a organizao de uma tabela de mdias1 baseada nas obs]vaes e m5suraes1 que exprimem o ,crescim5to absoluto da ,criana portuguesa1 i/o 1 nas m$idas s9tticas da altura1 d p]metro torcico1 e d ps4 #b7 ,mas o simples conhecim5to d ritmo d ,crescim5to insufici5te p>a a p]feita inteligncia da natureza fsica da ,criana1 e das leis d seu des5volvim5to integral4 #c7 ,donde resulta a necessidade de prosseguir activam5te1 em nossos meios didasclicos e infantis1 pela aplicao d mtodo auxanolgico1 na colheita de elem5tos 7m5suraes segm5t>es d slido humano71 que p]mitam g5]alizaes seguras sobre z propores mtricas d corpo das crianz1 nas idades de evoluo4 #d7 ,emquanto1 porm1 no exi/ir1 entre ns1 um nm]o sufici5te de obs]vaes e m5suraes daquela natureza1 que ju/ifiquem a adopo def9itiva das frmulas antropomtricas d ,crescim5to da ,criana ,portuguesa1 podemos e devemos adopt> provisriam5te cnones antropomtricos1 cujos fundam5tos se encontram1 em p>te1 nas m$idas que so comuns ao ,crescim5to absoluto2 e1 em p>te1 nas p]c5tag5s que resultam das mdias de m5suraes obtidas em crianz de pases e/rangeiros1 que renem maior nm]o de af9idades com z nossas crianz4 ,,ii 99,des5volvim5to m5tal99 #a7 ,no h dif]5a de natureza entre o psiquismo dos animais sup]iores e a m5talidade infantil das primeiras idades4 #b7 ,a curva d des5volvim5to m5tal co9cide1 em qusi tda a sua ext5so1 com a curva d ,crescim5to fsico2 e1 em todo o caso1 acompanha sempre a trajectria da evoluo d crebro4 ,,iii 99,=mao d c>ct]99 #a7 ,os factores da educao moral devem s] os mesmos da educao fsica1 porque a discipl9a em que se baseiam ambas e/as educaes tem z mesmas orig5s orgnicas1 e produz anlogos efeitos psquicos4 #b7 ,os e/ados mrbidos da ,p]sonalidade so mais eficazm5te combatidos pela higi5e1 d que pela autoridade4 ,,iii ,programas de ,p$ologia e de higi5e escol>2 prescries de higi5e d5tria2 e in/rues sbre ,p$ometria1 de/9adas s novas escolas normais primrias4 7,regulam5to e programas p>a execuo da lei n4 #bcc1 publicados no ,dirio d ,govrno n4o #bd1 de #aj de fev]eiro de #aiaf47 ,,programa ,,de ,,p$ologia ,p$ologia4--,sua def9io e importncia4 ,movim5to p$olgico4 ,p$ologia e p$otecnia4 ,psicologia e p$agogia4 ,p$agogia exp]im5tal e p$agogia g]al4 ,psicop$ologia e psicop$agogia4 ,relao da p$ologia com a p$agogia4 ,p$ologia somtica e p$ologia psquica4 ,mtodos da p$ologia somtica4 ,os c>act]es descritivos e os c>act]es mtricos4 ,noes elem5t>es de antropometria escol>4--,e/udo dos pr9cipais c>act]es mtricos4 ,relao entre o ps1 a altura e o p]metro torcico4 ,coefici5tes de robu/ez4 ,m5suraes nos alunos segundo a ,fi*a individual4 ,o crescim5to durante a idade escol>4--,ideas g]ais sbre os mtodos d e/udo d crescim5to4 ,propores mtricas d corpo da criana desde o nascim5to idade adulta4 ,influncias que actuam no crescim5to4 ,leis d crescim5to4 ,crescim5to visc]al4 ,a criana1 o adolesc5te e o adulto4 ,crescim5to irregul>4 ,p]turbaes orgnicas que produz e suas consequncias p$aggicas4 ,a pub]dade4--,sua def9io4 ,c>act]/icas fisiolgicas e psicolgicas da pub]dade4 ,durao d p]odo da pub]dade4 ,p$ologia psquica4--,def9io4 ,mtodos4 ,des5volvim5to intelectual e psquico em g]al4 ,factores d/e des5volvim5to e dif]5tes e/dios4 ,des5volvim5to s5sorial4--,viso4 ,audio4 ,olfacto4 ,g/o4 ,tato4 ,os s5tidos e/]eogn/icos4 ,o s5tido c9e/sico4 ,a at5o4 ,a associao4 ,a imag9ao4 ,a memria e o hbito4 ,a p]cepo4 ,o juzo e o raciocnio4 ,des5volvim5to dos s5tim5tos4--,os movim5tos4 ,os s5tim5tos em g]al4 ,z emoes e z t5dncias4 ,os in/9tos4 ,os int]esses infantis2 seu papel na educao4 ,a vontade4 ,o c>ct]4 ,a l+uagem1 os ge/os1 a fisionomia e os co/umes das crianz4 ,m$ida d des5volvim5to psquico nas dif]5tes idades4 ,te/s m5tais4 ,relaes entre o crescim5to fsico e o crescim5to psquico4 ,influncias psquicas im$iatas da escola4 ,h]ana psicolgica e educao4 ,crianz visuais1 auditivas e motoras4--,os tipos mixtos4 ,fadiga intelectual4 ,g5]alidades4 ,noes g]ais dos processos de m$io da fadiga intelectual3 a7 ,processos directos4 ,ditado1 leitura1 clculo1 cpia1 memoriao1 etc4 b7 ,processos indirectos4 ,e/esiometria1 algesimetria1 d9amometria1 ergografia1 etc4 ,influncia de div]sos factores sbre a fatigabilidade4 ,influncia d trabalho fsico sobre a fadiga m5tal4 ,sob]nal4 ,o rep\so4 ,o sono4 ,dextrismo1 s9i/rismo e ambidextrismo4 ,alunos preguiosos4 ,ideas g]ais sbre z crianz anormais4 ,sua diagnose e classificao4 ,z relaes d pr(essor com o mdico4 ,pu]icultura4--,pu]icultura intra-ut]9a4 ,primeiros cuidados a disp5s> aos recm-nascidos4 ,alim5tao d #j aos #b anos4 ,noes g]ais da higi5e da primeira infncia4 ,,programa ,,de ,,higi5e ,,escol> ,hi/ria da higi5e escol>4--,evoluo da higi5e escol> em ,portugal4 ,edifcio escol>4--,suas condies higinicas4 ,salas de classe e anexos1 recreios1 etc4 ,mobilirio escol>4--,bases fisiolgicas d mobilirio racional4 ,dif]5tes tipos de mobilirio4 ,ilum9ao das escolas4--,ilum9ao natural e artificial4 ,fotometria escol>4 ,aquecim5to4 ,v5tilao das escolas4--,dif]5tes processos de v5tilao4 ,higi5e da vi/a4--,higi5e da leitura e da escrita4 ,os livros e os cad]nos escol>es4 ,condies higinicas da sua impresso4 ,higi5e d ouvido4 ,higi5e d n>iz e da bca4 ,higi5e da g>ganta4--,fisiologia da voz4 ,afeces de l>+e4 ,pr(ilaxia das p]turbaes da fonao4 ,defeitos de pronncia4 ,sua pr(ilaxia e correco4 ,atitudes viciosas4--,suas conseqncias4 ,do5z escol>es no contagiosas4 ,do5z contagiosas4--,pr(ilaxia das do5z contagiosas1 na escola4 ,des9feco4 ,vac9aes e revac9aes4 ,relaes recprocas entre alunos e pr(essores1 sob o duplo ponto de vi/a das do5z contagiosas e das influncias morais4 ,educao fsica4--,bases fiisiolgicas de/a educao4 ,pr9cpios a que deve ob$ec] a elaborao dum horrio4 ,rep>tio das horas d trabalho e d rep\so4 ,cant9as escol>es4 ,colnias escol>es4 ,escolas e classes ao ar livre4 ,int]natos e ext]natos4 ,passeios e excurses escol>es4 ,,prescri,,es ,,de ,,higi5e ,,d5t>ia ,i ,antes te esquez de lav> a c>a d que a bca e os d5tes4 ,,ii ,habitua-te1 tam c$o quanto possvel1 higi5e d5tria4 ,aquele que desleixado em criana1 dificilm5te se corrige mais t>de4 ,,iii ,a cons]vao e o bem-e/> dos d5tes de leite tam importante1 como o dos d5tes p]man5tes4 ,,iv ,no abuses de doces e de alim5tos muito moles4 ,o melhor meio natural de evit> a cria ma/ig> com fra po com cdea espssa4 ,v ,nunca te esquez de lav> a bca1 noite4 ,,vi ,a limpeza mecnica dos d5tes1 feita com uma escva e com um palito1 con/itue a base de tda a higi5e d5tria4 ,,vii ,z lavag5s da bca com lquidos antispticos in(5sivos e um bom p ou pa/a d5tifrcia so muito eficazes p>a complet> a higi5e d5tria e bocal4 ,os d5tifrcios que so cu/icos p>a a mucosa1 ou que descalcificam os d5tes1 devem s] rejeitados4 ,o sabo um bom d5tifrcio4 ,,viii ,faze inspeccion> os d5tes1 uma ou duas vezes por ano1 por um d5ti/a1 a fim de que le descubra os focos mrbidos e os faa desap>ec]1 antes que sejam muito ext5sos4 ,,ix ,o trt>o 7p$ra7 deve s] extrad1 de tempos a tempos4 ,x ,os d5tes e z razes que no possam s] cons]vados e tratados1 devem s] extrados1 sejam dolorosos ou no4 ,,in/ru,,es ,,sobre ,,p$ometria ,condies g]ais3--,z modificaes morfolgicas1 fisiolgicas e psquicas1 produzidas pelos ex]ccios de educao fsica 7ex]ccios neuro-muscul>es e de adaptao aos meios7 podem s] m$idas ou apreciadas e =m>em dois grupos pr9cipais3 somtico e fsico-psquico4 ,z m5suraes con/ituem o processo mais racional de v]ific> os efeitos dos ex]ccios1 se nelas se obs]v>em z indicaes segu9tes3 ,o obs]vador possur a tcnica de m$ir e conhec] a razo e o fim de cada m$ida4 ,tom> z m$idas mesma hora1 de pref]ncia de manh1 antes de qualqu] ex]ccio ou refeio e tanto quanto possvel nas mesmas condies e em p]odos bem det]m9ados1 ex43 em ,outubro e ,junho4 ,e/as m$idas e obs]vaes s]o apontadas em colunas individuais no livro das m5suraes1 donde se tir>o tdas z notas p>a a organizao das mdias e dos ndices de classificao individual somtica e fisiolgica4 ,os alunos s]o m$idos e obs]vados de torso nu e descalos e z alunas s com os fatos de gimn/ica4 ,p>a se assegur> bem da m$ida dev] e/a repetir-se1 acto contnuo1 z vezes que =em necessrias4 ,nota4--,z m5suraes obtidas grficam5te por bons in/rum5tos (]ecem mais confiana4 ,t,,cnica3 ,p>a m$ir a altura3--,o exam9&o coloc>-se h na craveira na atitude de s5tido4 ,p>a m$ir o ps3--,torna-se necessrio uma balana decimal bem t>ada e de fcil manejo4 ,os alunos s]o pesados em c]\las2 z alunas com os seus fatos de gimn/ica4 ,p>a m$ir a capacidade vital3-- necessrio utiliz> um espirmetro1 como o de ,*>les ,v]d91 coloc-lo a conv5i5te altura1 us> duas tubuladuras de borra*a com z compet5tes embocaduras de vidro p>a se pod]em sub/ituir a cada exame e des9fect> conv5i5tem5te4 ,modo de m$ir3--,o exam9&o1 em face d ap>elho1 toma o tubo de vidro 7embocadura7 na bca1 depois de t] en*ido quanto pode o pulmo1 c]ra os lbios sbre o tubo p>a no p]d] ar e expira suavem5te todo o ar que possa1 o que s] regi/ado pelo espirmetro4 ,p>a m$ir a mobilizao torcica3--,o exam9&o1 de calcanh>es juntos1 mantm os braos lat]ais e horizontais4 ,fazem-se #c provas e tira-se a mdia4 ,dimetros xifodianos3-- necessrio um compasso de espessura como o gr&e de ,coll94 ,modo de m$ir3 ,dimetro transv]so3--,aplicam-se z pontas d compasso nos pontos mais lat]ais d trax e no nvel d ponto e/]no-xifodiano2 o exam9&o faz1 ento1 a maior inspirao e logo a seguir a mais completa expirao e toma-se nota dos dimetros mximo e mnimo4 ,dimetro nt]o-po/]ior3--,aplica-se uma das pontas d compasso no ponto e/]no-xifodiano e a outra na l9ha das apfises esp9hosas e ao nvel daquele ponto2 no re/o proc$e-se como no transv]so4 ,p]metros xifodianos3--,na falta dum in/rum5to que nos d com preciso e facilidade grficam5te o p]metro torcico mais prtico us>1 com o devido cuidado1 a fita mtrica inext5svel4 ,modo de m$ir com a fita3--,aplica-se e/a horizontalm5te ao nvel d ponto e/]no-xifodiano1 o exam9&o faz a mxima inspirao e logo a seguir a mxima expirao e o obs]vador toma nota dos p]metros mximo e mnimo4 ,p]metro umbilical3--,proc$e-se como no p]metro torcico4 ,nota4--,os p]metros tomam-se s aos alunos4 ,p>a m$ir a fra de presso e de traco3--,p>a a de presso necessrio um d9ammetro como o de ,coll92 p>a a de traco um d9ammetro como o de ,&rew4 ,modos de m$ir3--,na presso toma-se o d9ammetro na con*a da mo e c]ra-se e/a com a mxima fra1 repete-se duas vezes e toma-se a prova maior2 na traco tomam-se os anis das cadeias1 um em cada mo1 tiram-se p>a os lados1 repete-se e toma-se a maior prova4 ,p>a se obt] o ritmo respiratrio3--,na falta de um adequado pneumgrafo1 o nm]o e o ritmo podem obt]-se pela palpao2 o obs]vador1 colocado por detrs d exam9&o1 aplica z mos sbre os seus ombros1 e/5d5do os quatro d$os sbre z clavculas e z primeiras co/elas e os poleg>es e/5didos p>a o dorso1 ou em face d exam9&o1 aplica-lhe z mos nos lados d trax e em pres5a de um relgio obs]va o ritmo e conta z respiraes num m9uto4 ,p>a tom> o ritmo c>daco3--,na falta dum esfigmgrafo de uso e de preciso1 o pr(essor1 tom&o o pulso1 obt] o nm]o1 o ritmo1 a =ma e apreci> a presso em rep\so e depois dum escolhido ex]ccio1 ex43 uma pequ5a c>reira4 ,p>a classific> os desvios sseos da coluna v]tebral3--,na falta dum raquigrafo conv5i5te1 o pr(essor pode *eg> por uma obs]vao intelig5te3 dos movim5tos da coluna1 da sua =ma na atitude de s5tido1 das atitudes das espduas e da cabea1 da =ma torcica1 etc41 a conhec] os desvios4 ,d trax3--,na falta dum toracgrafo o obs]vador pode us> o cirtmetro de *umbo ou a9da1 o compasso de espessura tir&o os dimetros necessrios p>a o que o exam9&o tom> a atitude de s5tido com os braos lat]ais e horizontais4 ,,iv ,,decreto ,n4o #d3ijj ,s5do urg5te codific> e regulam5t> tdas z disposies legais em vigor1 relativas s ,escolas ,normais ,sup]iores das ,univ]sidades de ,coimbra e ,lisboa2 ,at5d5do autorizao conc$ida pelo nico d artigo #db4o d decreto com fra de lei n4o #d3fdi1 de #ac de ,julho de #aiah2 ,us&o da faculdade que me conf]e o n4o #c4o d artigo #dg4o da ,con/ituio ,poltica da ,repblica ,portuguesa2 ,hei por bem1 sob propo/a d ,secretrio de ,e/ado da ,in/ruo ,pblica1 decret> o segu9te3 ,artigo #a4o aprovado e m&ado pr em execuo o ,regulam5to das ,escolas ,normais ,sup]iores das ,univ]sidades de ,coimbra e ,lisboa1 que faz p>te integrante d/e decreto1 e vai ass9ado pelo ,secretrio de ,e/ado da ,in/ruo ,pblica4 ,art4 #b4o ,ficam1 pelo pres5te regulam5to1 codificadas tdas z disposies legais em vigor1 relativas s ,escolas ,normais ,sup]iores1 sub/itudos os decretos regulam5t>es n4o #b3aag1 de #bg de ,novembro de #aiae1 n4o #b3eji1 de #ad de ,julho de #aiaf1 n4o #b3fdf1 de #bf de ,setembro de #aiaf1 n4o #b3idc1 de #ah de ,janeiro de #aiag1 n4o #c3jab1 de #f de ,m>o de #aiag1 n4o #c3jig1 de #ah de ,abril de #aiag1 e n4o #c3ccj1 de #c de ,setembro de #aiag1 e regulam5tados os decretos com fra de lei1 de #ba de ,maio de #aiaa e n4o #d3fdi1 de #ac de ,julho de #aiah4 ,art4 #c4o ,fica revogada a legislao em contrrio4 ,o ,secretrio de ,e/ado da ,in/ruo ,pblica o faa public>4 ,paos d ,govrno da ,repblica1 #e de ,outubro de #aiah4--,sidnio ,pais--,jos ,alfr$o ,m5des de ,magalhes4 ,v ndice ,analtico d #b4o ,volume de/a ,obra3 7,,no ,,prelo7 99,,p$ologia ,,ps,,quica99 7,a m5talidade da ,criana7 ,,cap,,tulo ,i #a7 rgos dos s5tidos3 s5sibilidade cutnea2 sua discrim9ao4 #b7 ,s5saes tcteis1 de presso1 trmicas1 lgicas4 #c7 ,s5tido c9e/sico e s5tido e/]eogn/ico4 #d7 ,a c9e/esia4 #e7 ,acuidade d tacto2 sua m$ida4 #f7 ,e/esiometria4 #g7 ,educao dos s5tidos cutneos4 ,,cap,,tulo ,,ii #a7 ,a viso2 anatomia e fisiologia d bolbo ocul>2 mecanismo da viso4 #b7 ,emetropia1 ametropia e hip]metropia4 #c7 ,m$ida da acuidade visual4 #d7 ,s5tido cromtico2 suas anomalias4 #e7 ,m$ida d/e s5tido2 tbuas pseudo-isocromticas de ,/ill+4 ,,cap,,tulo ,,iii #a7 ,a audio2 mecanismo das s5saes auditivas4 #b7 ,m$ida da acuidade auditiva4 #c7 ,s5tido otoltico4 ,,cap,,tulo ,,iv #a7 ,os s5tidos qumicos3 olfacto e g/o4 #b7 ,morfologia e funcionam5to dos respectivos rgos4 #c7 ,olfactometria e gu/ometria4 ,,cap,,tulo ,v #a7 ,a at5o2 suas espcies4 #b7 ,patologia da at5o4 #c7 ,m$ida da at5o4 #d7 ,educabilidade da at5o4 ,,cap,,tulo ,,vi #a7 ,a memria2 suas op]aes fundam5tais4 #b7 ,patologia da memria4 #c7 ,anlise qualitativa da memria3 processos2 exp]incias4 #d7 ,anlise quantitativa da memria4 #e7 ,educao da memria4 ,,cap,,tulo ,,vii #a7 ,a inteligncia2 sua noo4 #b7 ,nvel intelectual e nvel escol>4 #c7 ,m$ida da inteligncia3 processos2 escala mtrica da inteligncia4 #d7 ,e/udo sci5tfico d trabalho m5tal4 #e7 ,a fadiga fsica e a fadiga m5tal3 sua m$ida4 ,,cap,,tulo ,,viii #a7 ,noo da p]sonalidade4 #b7 ,o c>ct]2 seus elem5tos con/itutivos e manife/aes4 #c7 ,=mao d c>ct]2 pr9cpios sobre que deve ass5t>4 #d7 ,os e/ados mrbidos da p]sonalidade3 a m5tira1 a preguia1 a timidez1 a cl]a1 z fobias das crianz4 #e7 ,patologia da vontade4 #f7 ,os vcios da educao tradicional4 #g7 ,educao moral e cvica das crianz1 segundo os pr9cpios da p$agogia mod]na4 #h7 ,a moral na escola4 ,,vi ,o e/udo d crescim5to1 no ,colgio ,mod]no de ,coimbra1 pela aplicao d mtodo auxanolgico ,o e/udo d crescim5to1 pelo mtodo auxanolgico1 faz-se pres5tem5te1 sob a nossa direco1 em alunos int]nos d ,colgio ,mod]no1 de ,coimbra4 ,z primeiras m5suraes =am realizadas1 durante os meses de maio e junho1 d ano de #aiah4 ,em maio e junho1 d/e ano de #aiai1 ao prefaz]em-se doze meses completos1 cont9u\-se /e s]vio antropomtrico1 que no pde s] executado em novembro e dezembro 7fim d #a4o seme/re71 como conv9ha1 m]c das ocorrncias polticas1 que p]turb>am a vida nacional4 ,=am obs]vados e m5surados 7e cont9u-lo ho a s]7 #aae alunos1 de idades que se a*am compre5didas entre os dez e os dezoito anos4 ,z m$idas so tomadas1 sempre1 sobre o corpo nu d aluno2 o mat]ial p$omtrico empregado aquele que indicmos1 a pg9a #ade 7nota72 e a tcnica regula-se1 pelas in/rues d ,d4r ,paulo ,god91 publicadas1 a pg9a #bdc e segu9tes1 d seu livro3 ,la ,croissance p5dant l'ge scolaire1 ,p>is1 #aiac4 ,alm das m$idas segm5t>es1 relativas ao crescim5to fsico1 colhemos1 nas obs]vaes1 todos os elem5tos necessrios p>a o e/udo da pub]dade4 ,e nem sm5te nos preocup\ a p$ometria somtica1 mas tambm iniciamos trabalhos1 que aproveitem p$ometria psquica1 i/o 1 m$ida da acuidade s5sorial1 e ao exame psquico1 etolgico e psiquitrico dos alunos4 ,ne/a primeira exposio1 limit>-nos hemos a divulg> os resultados antropomtricos obtidos1 cond5s&o-os1 nos segu9tes mapas3 #a7 das projeces v]ticais2 #b7 d ps2 #c7 da pub]dade4 ,i ,projeces ,v]ticais ,s9tticas 7mdias7 ---------------------------------------- ---------------------- ,nm]o ,altura ,bu/o ,b ,x #ajj ,idades 7anos7de indivduos7milmetros77milmetros7-------#b bg ,a ---------------------------------------- ---------------------- #aj #i #a1bgc #j1fhj #ec #aa #e #a1chb #j1gaf #ea #ab #g #a1dab #j1gbd #ea #ac #ad 99#a1dgd99 #j1gcg #ej #ad #cb #a1dif #j1gfe #ea #ae #be 99#a1ehg99 #j1hjj #ej #af #ae #a1fad #j1haj #ej #ag #g #a1fdi #j1hej #ea #ah #a #a1fce #j1hdd #ea ,total4444 #aae -- -- -- ,v]ifica-se1 pela leitura d/e primeiro mapa1 que o crescim5to d/es alunos d ,colgio ,mod]no no se afa/a s5sivelm5te dos resultados g]ais1 a que *egmos1 em relao criana portuguesa4 ,assim1 a macrosquelia 7c>act]/ica da adolescncia e da pub]dade7 evid5te1 d mesmo modo que tambm normal o ndice d tronco1 que1 como se v1 oscila entre #ej e #ec4 ,,ii ,ps 7mdias7 ------------------------------------ ,nm]o de ,idades 7anos7 indivduos ,quilogramas ------------------------------------ #aj #i #bf ------------------------------------ #aa #e #cc ------------------------------------ #ab #g #cd ------------------------------------ #ac #ad #ch1e ------------------------------------ #ad #cb #dj1e ------------------------------------ #ae #be #db ------------------------------------ #af #ae #dc ------------------------------------ #ag #g 99#ed1e99 ------------------------------------ #ah #a #eb ------------------------------------ ,total #aae -- ,e1 quanto a crises d crescim5to1 a con=midade com a curva1 que tramos#bbh absoluta3 veja-se como o ritmo1 em g]al1 se mantm1 e como o p>alelismo das acel]aes e das acalmias 7relativas7 se acusa1 em todo o p]curso da escala4 ,sobre ps1 ap5as h a obs]v> que1 de con=midade com z concluses a que se tem *egado1 a m>*a d crescim5to regul>2 e que tambm de h>monia com a curva d grfico respectivo#bbi1 a fisionomia de/a anloga4 ,segue-se o mapa da pub]dade1 cuja leitura s]1 de gr&e int]sse e importncia1 p>a todos quantos se int]essem pelos e/udos de p$ologia1 entre ns4 ,pub]dade 7s9ais fsicos7 ---------------------------------------- ----------- ,idades ,nm]o de,p#a1 #b1 #c ,p#c ,a#a ,p#e ,a#e 7anos7 indivduos ou #dbcj #bca #bcb ---------------------------------------- ----------- #aj #i #j #j #j ---------------------------------------- ----------- #aa #e #j #j #j ---------------------------------------- ----------- #ab #g #a #j #j ---------------------------------------- ----------- #ac #ad #e #a #j ---------------------------------------- ----------- #ad #cb 99#ab99 #c #b ---------------------------------------- ----------- #ae #be #e 99#ac99 #d ---------------------------------------- ----------- #af #ae #e #d #e ---------------------------------------- ----------- #ag #g #j #a 99#f99 ---------------------------------------- ----------- #ah #a #j #j #a ---------------------------------------- ----------- ,total #aae -- -- -- ,v]ifica-se1 em pres5a d/e mapa que1 sem dvida por influncia d int]nato1 a pub]dade1 entre os alunos d ,colgio ,mod]no1 manife/a-se1 um p\co t>diam5te1 em relao a p]to de #ej d/es alunos4 ,efectivam5te1 antes dos catorze anos1 em tr9ta e c9co alunos1 ap5as sete1 de mais de doze anos1 apres5tam ve/gios dos s9ais fsicos1 c>act]/icos da pub]dade4 ,aos catorze anos1 de tr9ta e dois alunos1 s dezassete entram na fase pub]tria2 e torna-se necessrio ultrapass> essa idade1 p>a que todos se submetam eficincia da lei4 ,importa1 porm1 not> que1 d5tre aqueles1 em quem o crescim5to se afirma normal1 a pub]dade ap>ece1 de facto1 pelos catorze anos1 de con=midade com o que se a*a e/abelecido1 em relao criana portuguesa2 in/ala-se1 aos qu9ze2 e enc]ra-se1 pelos dezassete anos4 ,,ndice ,pg9as ,nota ,preambul> #g ,introduo ,i--,a criana2 sua concepo bio-psquica e social #aa ,,ii--,scincias da criana3 ,p$ologia1 ,psico-p$agogia1 ,p$agogia exp]im5tal2 outros ramos da ,p$agogia #ad ,,iii--,a vida da criana2 fases que atravessa1 durante o crescim5to1 ou idades da evoluo d organismo humano #ah ,,iv--,elem5tos e subsdios1 de que podemos dispor1 p>a a con/ituio de uma ,p$ologia nacional #be ,v--,bibliografia portuguesa de assuntos relativos psicologia e p$ologia #bi ,,p$ologia ,,som,,tica ,o ,,corpo ,,da ,,crian,a ,captulo ,i--,fases da vida dos organismos4 ,crescim5to2 suas espcies1 e modos de o e/ud>4 ,leis d crescim5to1 e factores que o modificam #ce ,captulo ,,ii--,crescim5to absoluto2 sua det]m9ao1 em relao criana portuguesa2 tabelas de mdias1 e respectivas curvas4 ,o ritmo d crescim5to1 em ,portugal #ci ,captulo ,,iii--,insuficincia d e/udo d crescim5to absoluto1 p>a a soluo de todos os problemas antropomtricos4 ,crescim5to relativo ou segm5t>2 sua det]m9ao1 tanto s9ttica1 como analtica1 pelo confronto dos respectivos elem5tos #ei ,captulo ,,iv--,m$idas segm5t>es1 p>a avaliao d crescim5to relativo1 ou das propores d corpo1 nas idades de evoluo4 ,cnones antropomtricos da criana portuguesa #fi ,captulo ,v--,processo bio-qumico d crescim5to3 o/eognese #aje ,captulo ,,vi--,frmulas antropomtricas d crescim5to normal1 nas idades de evoluo4 ,anomalias d crescim5to2 sua det]m9ao1 pelo processo antropomtrico #aaj ,captulo ,,vii--,do5z das crianz1 nas idades de evoluo4 ,a mortalidade infantil1 em ,portugal4 ,crescim5to desequilibrado2 suas consequncias #aaf ,captulo ,,viii--,higi5e d crescim5to2 ex]ccios fsicos3 jogos e gimn/ica #abj ,captulo ,,ix--,evoluo g]al da m5talidade2 fases de/a evoluo e leis que a regulam4 ,os factores bio-psquicos d crescim5to #abe ,,ap,,ndices ,pg9as ,i ,elem5tos p>a a organizao de uma cad]neta p$olgica1 de/9ada a si/ematiz> o e/udo d crescim5to #ada ,,ii ,a criana portuguesa 7sumrio da tese apres5tada1 discutida e integralm5te adoptada pelo ,i ,congresso nacional de educao fsica1 realizado em ,lisboa1 em #aiaf7 #aea ,,iii ,programas de ,p$ologia1 e de higi5e escol>2 prescries de higi5e d5tria2 e in/rues sbre p$ometria1 con/antes d decreto1 n4o #b4bac1 publicado no ,dirio d ,govrno n4o #bd de #aj de ,fev]eiro de #aiaf1 que aprov\ o regulam5to e programas p>a execuo da lei n4o #bcc de #g de ,julho de #aiad sbre o ens9o normal primrio #aeg ,,iv ,decreto n4o #d4ijj1 que re=m\ z escolas normais sup]iores #afe ,v ndice analtico d #b4o volume de/a obra #aff ,,vi ,o e/udo d crescim5to1 no ,colgio ,mod]no1 de ,coimbra1 pela aplicao d mtodo auxanolgico #afh ,livr>ias ,aillaud e ,b]tr& ,,lisboa--#gc1 ,rua ,g>rett1 #ge ,,antologia ,,portuguesa ,cada volume bro*ado 44444444444444 #abj encad]nado 44444444444 #afj ,a srie da ,,antologia ,,portuguesa1 que vir a con/> de uns tr9ta volumes1 pelo m5os1 no s] apres5tada ao pblico com num]ao editorial4 ,cada possuidor a ord5> como ent5da1 ou cronolgicam5te1 ou por poetas e prosadores1 segundo o seu critrio e vontade4 99 99 99 99 99 ,volumes no prlo e pre/es a sar3 99,manoel ,b]n>des991 #b volumes4 99,alex&re ,h]culano991 #b volumes4 99,frei ,lus de ,s\sa991 #b volumes4 99,gu]ra ,junqueiro991 #a volume4 ,em prep>ao3 99,cames lrico1 ,antonio ,vieira ,f]no ,lopes1 ,ea de ,queiroz1 ,bocage1 ,luc5a1 ,damio de ,gis1 ,ca/ilho1 ,antro de ,figueir$o1 ,s de ,mir&a1 ,joo de ,b>ros1 ,camilo1 ,os ,cancioneiros1 ,f]no ,m5des ,p9to1 ,gil ,vic5te1 ,g>rett1 ,g>cia de ,rez5de1 etc41 etc499 99,notas399 #a ,cf4 o ndice analtico1 no fim d/e livro4 #b ,cf4 ,*4 ,ri*et1 ,essai de psy*ologie gnrale1 ,p>is1 #aiab2 ,g4 ,bohn1 ,la n\velle psy*ologie animale1 ,p>is1 #aiaa2 ,p4 ,h4 ,s\plet1 ,de l'animal l'enfant1 ,p>is1 #aiac4 #c ,cf4 ,john ,dewey1 ,l'cole et l'enfant1 ,p>is1 #aiac4 #d ,cf4 ,dewey1 ,int]pretation ( ! savage m9d1 apud ,psy*ol4 ,review1 #aijb1 pg4 #bag e segs4 #e ,cf4 ,?4 ,ruyss51 ,essai sur l'volution psy*logique du jugem5t1 ,p>is1 #aijd4 #f ,cf4 ,g4 ,p]sig\t1 ,essais de ,pdologie gnrale1 ,p>is1 #aiji4 #g ,e4 ,clap>de1 ,psy*ologie de l'enfant et ,pdagogie exprim5tale1 ,p>is1 #aiaf4 #h ,cf4 ,prey]1 ,physiologie de l'embryon1 ,p>is1 #ahhe2 ,*4 ,let\rneau1 ,la ,biologie 7orig9e et lois de la vie71 ,p>is1 #aiab2 ,a4 ,s\li1 ,prcis d'anatomie topographique1 ,p>is1 #aiaa4 #i ,cf4 ,e4 ,clap>de1 ,psy*ologie de l'enfant et ,pdagogie exprim5tale1 ,p>is1 #aiaf4 #aj ,cf4 ,prez1 ,la psy*ologie de l'enfant1 ,p>is1 #ahgh2 ,prey]1 ,l'me de l'enfant1 ,p>is1 #ahha4 #aa ,cf4 ,! psy*ology ( *ild developm5t1 ,*icago1 #aijc4 #ab ,p>a o e/udo de todos /es problemas1 cf4 ,e4 ,roehri*1 ,philosophie de l'ducation 7essai de pdagogie gnrale71 obra premiada pelo ,in/ituto de ,frana1 ,p>is1 #aiaj2 ,l4 ,cell]i]1 ,esquisse d'une sci5ce pdagogique1 ,p>is1 #aiaj2 ,j4 ,dubois1 ,le problme pdagogique1 ,p>is1 #aiaa2 ,l4 ,dugas1 ,le problme de l'ducation1 ,p>is1 #aiaa2 ,j4 de la ,vaissire1 ,psy*ol4 ,pdag41 ,p>is1 #aiaf4 #ac ,cf4 ,paul ,b>?1 ,pr9cipi di ,p$agogia e didattica1 trad4 ital41 ,milo1 #aiag4 #ad ,cf4 ,j4 ,c>r et ,rog] ,liqui]1 ,trait de ,pdagogie scolaire1 ,p>is1 #aije4 #ae ,cf4 ,e4 ,br\>d1 ,inspection des coles primaires1 ,p>is1 #ahhg4 #af ,cf4 ,e4 ,clap>de1 ,ob4 cit42 ,g4 ,p]sig\t1 ,ob4 cit42 ,e4 ,blum1 ,la p$ologie1 apud ,l'anne psy*ologique1 #e4o ,vol41 ,p>is1 #ahii4 #ag ,a criana p5sa e age1 segundo leis dif]5tes1 m$ida que evoluciona da infncia pu]cia e da pub]dade4 ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o ,ens9o primrio em ,portugal 7nas suas relaes com a hi/ria g]al da ,nao71 ,prto1 #aiac1 pg4 #bja4 #ah ,cf4 ,j4 ,m4 ,baldw91 ,el des5volvimi5to m5tal en el nio y en la raza1 trad4 esp4 1 ,b>celona1 #aiaj2 ,j4 ,wilbois1 ,les n\velles m?odes d'ducation1 ,p>is1 #aiad2 ,p4 ,ha*et-,s\plet1 ,de l'animal l'enfant1 ,p>is1 #aiac4 #ai ,cf4 ,?4 ,ribot1 ,l'hrdit psy*ologique1 ,p>is1 #aiaj2 ,davidson1 ,! recapitulation !ory & human infancy1 ,new-,york1 #aiad2 ,jacques ,loeb1 ,fisiologia comp>ata del c]vello e psicologia comp>ata1 trad4 ital41 ,milo1 #aijh4 #bj ,h outros critrios de classificao das idades d crescim5to2 por exemplo3 o critrio psico-biolgico da ap>io dos int]esses2 o critrio psicolgico da adaptao s5sorial2 o critrio didasclico2 etc42 etc4 ,cf4 ,e4 ,clap>de1 ,ob4 cit42 ,g4 ,/anley ,hall1 ,adolesc5ce its psy*ology & its relations to physiology1 an?ropology1 sociology1 sex1 crime1 religion & education1 ,new-,york1 #aiaa4 #ba ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescim5to da criana portuguesa1 ,coimbra1 #aiag4 #bb ,cf4 ,anne psy*ologique1 #aiaa1 pg4 #dh2 ,?4 ,ruyss51 ,essai sur l'volution psy*ologique du jugem5t1 ,p>is1 #aijd1 pg4 #ga e segs42 ,*4 ,let\rneau1 ,la psy*ologie e?nique1 ,p>is1 pg4 #be e segs42 ,e4 ,ap]t1 ,les maladies des enfants1 ,p>is1 #aiad4 #bc ,cf4 ,e4 ,cramaussel1 ,le premi] veil intellectuel de l'enfant1 ,p>is1 #aiaa4 #bd ,a evoluo d5tria um f5m5o contnuo1 que tem a sua origem no segundo ms da vida intra-ut]9a1 embora a erupo dos d5tes s pr9cipie1 pelo sexto ms1 depois d nascim5to4 ,os primeiros d5tes so os incisivos inf]iores m$ianos2 entre os oito e os dez meses1 irrompem os incisivos sup]iores m$ianos2 pelo dcimo ms1 os incisivos sup]iores lat]ais2 d dcimo at ao dcimo segundo ms1 os incisivos inf]iores lat]ais4 ,depois d primeiro ano1 ap>ece todo o grupo dos oito incisivos4 ,at aos qu9ze meses1 saem os quatro primeiros pr-mol>es2 pelos dois anos1 os quatro can9os2 pelos dois anos e meio1 os quatro ltimos pr-mol>es4 #be ,cf4 ,?4 ,ruyss51 ,ob4 cit42 ,*4 ,let\rneau1 ,la psy*ologie e?nique1 cit4 #bf ,cf4 ,b4 ,p]ez1 ,les trois premires annes de l'enfant1 ,p>is1 #aiaa1 pg4 #bhi e segs4 #bg ,tda a criana que1 aos dezasseis mses1 no &>1 deve t]-se por suspeita de raquitismo1 ou de afeces crnicas d si/ema n]voso4 ,cf4 ,e4 ,ap]t4 ,les maladies des enfants1 cit41 pg4 #af4 #bh ,os v9te d5tes d leite comeam a car1 pelos sete anos1 s5do sub/itudos1 sucessivam5te1 pela mesma ordem da sua ap>io1 por d5tes def9itivos4 ,os incisivos m$ianos so sub/itudos1 dos sete p>a os oito anos2 os lat]ais1 dos oito p>a os nove2 os primeiros pr-mol>es1 pelos dez anos2 os can9os1 pelos onze2 os segundos pr-mol>es1 dos doze p>a os treze anos4 ,ao mesmo tempo1 completa-se o si/ema d5trio1 pela erupo dos gr&es mol>es1 nos espaos a9da livres das maxilas3 pelos seis anos1 os quatro primeiros gr&es mol>es2 pelos doze anos1 os segundos gr&es mol>es2 f9alm5te1 pelos v9te anos1 os ltimos gr&es mol>es 7d5tes d siso74 ,cf4 ,ap]t41 ,ob4 cit41 pg4 #ad4 #bi ,g4 ,compayr1 ,l'adolesc5ce1 ,p>is1 #aiji1 pg4 #ahg4 #cj ,la ,croissance p5dant l'ge scolaire1 ,p>is1 #aiac1 pg4 #aad4 #ca ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescim5to da criana portuguesa1 ,coimbra1 #aiag2 e apndice ao pres5te livro4 #cb ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,ob4 cit41 pg4 #fd1 nota #c4;a #cc ,e/a escola tem uma aula de educao dos s5tidos1 e publica1 actualm5te1 um ,boletim1 que a cont9uao da ,revi/a de ,p$agogia 7,educao71 da qual saram doze nm]os4 #cd ,e/a ,in/ituio publica e/udos e trabalhos sobre z crianz1 numa ,revi/a m5sal1 que tem por ttulo ,a ,tutoria4 #ce ,e/a ,soci$ade tem por rgo um ,boletim trime/ral 7,revi/a de ,educao ,g]al e ,tcnica71 onde so publicados os resultados das inve/igaes1 a que proc$e1 sobre o des5volvim5to fsico e1 psquico da criana4 #cf ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,psicologia e ,p$ologia 7relatrio uma misso de e/udo1 no e/rangeiro71 ,combra1 #aiac4 #cg ,cf4 ,v4 ,h\ssay1 ,la =me et la vie1 ,p>is1 #aijj4 #ch ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescim5to da criana portuguesa 7subsdios p>a a con/ituo de uma p$ologia nacional71 ,combra1 #aiag1 pg4 #fc e segs4 #ci ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,ob4 cit42 ,p4 ,god91 ,la croissance p5dant l'ge scolaire1 ,p>is1 #aiac2 ,e4 ,ap]t1 ,maladies des enfants1 ,p>is1 #aiad2 ,j4 ,comby1 ,trait du ra*itisme1 ,p>is1 #aija2 ,j4 ,philippe1 ,les anomalies m5tales *ez les coli]s1 ,p>is1 #aije4 #dj ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescim5to da criana portuguesa1 cit41 pg4 #g e segs4 #da ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescim5to da criana portuguesa1 ,ob4 cit41 pg4 #aj e segs4 #db ,cf4 ,anurios d ,rial ,colgio ,milit>3 anos de #ahii-aijj2 #aijj-aija2 #aija-aijb2 #aijb-aijc2 #aijc-aijd2 #aijd-aije4 #dc ,cf4 ,la gymna/ique mdicale au collge de ,campolide1 #aiaj4 #dd ,cf4 ,memria d ,t]ceiro ,congresso ,p$aggico1 promovido pela ,liga ,nacional de ,in/ruo1 ,lisboa1 #aiac1 pg4 #baa e segs43 ,contribuio ao e/udo d crescim5to da criana portuguesa4 #de ,cf4 ,alfr$o da ,co/a1 ,quelques r5seignem5ts /ati/iques sur la mat]nit provisoire de ,lisbonne1 ,lisboa1 #aijf4 #df ,cf4 ,relatrios dos s]vios mdicos e f>macuticos da ,santa ,casa da ,mis]icrdia de ,lisboa1 anos econmicos de #aijg-aijh a #aiab-aiac1 seis fascculos4 #dg ,sobre z m$idas p$omtricas1 a que se ref]em os n4os #f1 #g1 #h1 #i e #aj1 cf4 o nosso livro1 cit4 ,o crescim5to da criana portuguesa4 #dh ,cf4 ,e4 ,j4 ,m>ey1 ,la m?ode graphique dans les sci5ces exprim5tales1 ,p>is1 #ahhe2 ,e4 ,clap>de1 ,psy*ologie de l'enfant et pdagogie exprim5tale1 ,g5ve1 #aiaf4 #di ,cf4 ,an?ropomtrie ou msure des diffr5tes facults de l'homme1 ,bruxelles1 #ahga4 #ej ,,taille ,,moy5ne ,,des ,,portugais ,,contempora9s1 ,,di/ribu,s ,,p> ,,prov9ces ,,taille ---------------------------------------- -------------- ,prov9ces ,hommes ,femmes 7,c>actres dmon/ratifs7 ,moy5ne ,basse ,moy5ne ,haute millimtres ---------------------------------------- ---------------------------------- ,m ,m9ho #afbg4ie ,,tm ,trs-os-,montes #afde4ec ,jusqu' ,de ,au ,d ,d\ro #afeb4fd #aebj #aebamm dessus de ,,ba ,beira ,alta #afcj4ae jusqu' #afbamm ,,bb ,beira ,baixa #afdf4hc #afbj ,e ,e/remadura #afcd4ee ,a ,al5tejo #afbe4cd ,alg ,alg>ve #afcc4bj ,,ia ,ile des ,aores #afea4de ,,im ,ile de ,madre #cc4cc #ed #ab4fg ,moy5ne gnrale #afci --------------------------------------- ,env]gure gnrale #afgc #ajj4jj #ea ,cf4 ,?4 ,ruyss51 ,essai sur l'volution psy*ologique du jugem5t1 ,p>is1 #aijd1 pg4 #gb4 #eb ,cf4 ,psy*ologie de l'enfant et pdagogie exprim5tale1 cit41 pg4 #dai4 #ec ,cf4 ,dr4 ,a4 ,aurlio da ,co/a ,f]reira1 ,o peso d corpo da criana 7lio de enc]ram5to d curso de p$ologia1 na escola normal de ,lisboa no ano lectivo de #aiad-ae7 apud ,ar*ivo de anatomia e an?ropologia1 ,lisboa1 #aiae1 vol4 #c4o1 n4o #b4 #ed ,o p]metro torcico ultrapassa1 em mdia1 a metade da altura1 no adulto2 e fica inf]ior a essa metade1 na criana1 cuja idade se a*e compre5dida entre os sete e os dezasseis anos4 #ee ,cit4 por ,/anley ,hall1 ob4 cit41 vol4 #a1 pg4 #ii4 #ef ,cf4 ,pi]re ,m5d\sse1 ,l'me de l'adolesc5t1 ,p>is1 #aiaa2 ,a4 ,m>ro1 ,la pub]t *ez l'homme et *ez la femme1 ,p>is1 #aija4 #eg ,cf4 ,p4 ,god91 ,la croissance p5dant l'ge scolaire1 cit42 ,e4 ,ap]t1 ,les enfants ret>dataires1 ,p>is1 #aijb4 #eh ,cf4 ,dr4 ,e4 ,ap]t1 ,les enfants ret>dataires1 ,p>is1 #aijb1 pg9as #aj e segs41 donde se extrau e/a fotogravura4 #ei ,cf4 ,pi]re ,m5d\sse1 ,l'me de l'adolesc5t1 cit41 ,p4 ,god91 ob4 cit41 ,/anley ,hall1 ob4 cit4 #fj ,cf4 tude sur les rapports an?ropomtriques en gnral et sur les pr9cipales proportions du corps 7,mm4 de la ,soc4 d',an?rop4 de ,p>is1 #aijb1 vol4 ,,ii1 #c4;a srie1 fasc4 #c4o74 #fa ,cf4 ,d] ,krp] des ,k9des1 ,/uttg>t1 #aiji4 #fb ,segundo ,d5ik]1 a pub]dade faz a sua ap>io1 nos pases qu5tes1 entre os onze e os catorze anos2 nos pases frios1 entre os qu9ze e os dezoito2 e nos pases temp]ados1 entre os treze e os dezasseis2 acresc5t&o1 porm1 que mi/r cont> com z influncias tnicas1 gn]o de vida1 regime alim5t>1 etc4 ,cf4 ,les races et les peuples de la t]re1 pg4 #acb4 #fc ,p4 e ,a4 exprimem a ecloso pil> d pbis e das axilas4 ,a mudana da voz e1 no sexo fem99o1 o fluxo m5/rual tambm so c>act]/icas da pub]dade4 ,os expo5tes ref]em-se quantidade4 #fd ,confrontem-se os dados antropomtricos inscritos na figura n4o #ab1 com z tabelas que exprimem z mdias de quatro mil m5suraes feitas por ,v>iot e ,*aumet1 em escolas e cre*es da cidade de ,p>is4 ,cf1 pgs4 #ed e #eh d/e trabalho4 #fe ,aida nasceu em #ad de dezembro de #aijc4 ,e/atura d pai1 #a1dgd2 da me1 #a1egi4 ,do5z3 #a7 s>ampo 7aos #b-a_/b anos72 #b7 coquelu*e 7aos #c anos72 #c7 bronquite aguda 7aos #c-a_/b anos72 #d7 ent]ites freqentes 7dos #f at aos #aa anos72 #e7 v>iola b5igna 7aos #h anos72 #f7 trasorelho 7aos #h anos72 #g7 esc>lat9a 7aos #aa-a_/b anos74 ,duas qu$as1 aos #e anos4 ,como o grfico indica1 o crescim5to1 em altura1 a p>tir dos seis anos1 dim9ue de int5sidade1 p>a no recrudesc]1 s5o1 pelo ap>ecim5to da pub]dade4 ,aos onze anos 7dezembro de #aiad71 des5volvim5to dos seios1 e ,p4#a4 ,em #aj de m>o de #aiae1 primeiras regras1 e ,p4#b4 ,em setembro1 d mesmo ano1 ,p4#c ,a4#a4 #ff ,na organizao dos cnones antropomtricos1 temos de acumul> e/a lacuna1 consid]&o1 provisriam5te1 valores e/rangeiros1 que s]o sub/itudos por valores nacionais1 qu&o os h\v] apurados4 #fg ,cf4 ,pr(4 ,alfr$o da ,co/a1 ,quelques r5seignem5ts1 etc41 cit41 pg4 #if1 donde so extrados os elem5tos de/a tabela4 #fh ,o ,f designa o dimetro occipito-frontal 7nt]o-po/]ior mximo1 da glabela p>te po/]ior occipital74 ,b ,p significa o dimetro bi-p>ietal 7a maior di/ncia que sep>a transv]salm5te z duas bossas p>ietais74 ,s ,o ,f repres5ta a circunf]ncia d crnio1 altura das bossas frontais4 #fi ,cf4 ob4 cit41 pg4 #ie4 #gj ,cf4 ,mies1 ,le poids du c]veau des n\veau-ns1 apud ,revue d'an?ropologie1 #ahhi4 ,dr4 ,g4 ,paul-,bonc\r1 ,an?ropologie anatomique1 #c4o4 ,volume et capacit du crne4 ,indice cubique1 pg4 #bfa e segs4 #ga ,cf4 ,quelques considrations sur les dim5sions de la tte du foetus t]me1 apud ,compte-r5du du ,congrs int]n4 de md41 ,lisbonne1 pg4 #bgg e segs4 #gb ,o ndice ceflico v>ia1 durante a infncia e na pu]cia3 a sua fixidez no se e/abelece1 s5o a p>tir dos nove anos4 ,ord9riam5te1 ao nasc]1 diz ,j4 ,d5ik]1 z crianz p>ecem mais dolicocfalas1 d que os adultos da sua raa2 mas1 a p>tir d primeiro ms1 a cabea cresce mais de-pressa1 em l>gura1 d que em comprim5to4444 ,z nossas inve/igaes pessoais conv5cem de que a cabea d infante aum5ta1 a pr9cpio1 em l>gura1 p>a *eg>1 em seguida1 gradualm5te1 =ma def9itiva1 que se e/abelece1 pelos dez1 doze ou qu9ze anos1 segundo z raz4 ,races et peuples de la t]re1 ,p>is1 #aijj1 pgs4 #hh e #hi4 #gc ,cf4 ,contribuio p>a o e/udo da bacia na mulh] portuguesa1 ,prto1 #aiaf1 pg4 #gb e segs4 #gd ,cf4 ,contribuio p>a o e/udo da bacia1 etc41 cit4 #ge ,cf4 ,elem5tos elucidativos sbre a relao dos ndices ceflicos e da e/atura com a capacidade craniana1 apud ,o ,in/ituto1 #aijj1 ms de setembro4 #gf ,cf4 ,crnios portugueses1 ,combra1 #aijf4 #gg ndices ceflicos dos portugueses1 ,combra1 #ahih4 #gh ,e/udo de antropometria portuguesa1 ,lisboa1 #ahih4 #gi ,notas sbre ,portugal1 ,lisboa1 #aijh1 tomo ,i4 #hj ,cf4 ,fonseca ,c>doso1 ob4 cit41 pg4 #ff4 ,cf4 tambm sobre /e assunto1 ,b5to ,c>queja1 ,o ,povo ,portugus1 pgs4 #dg e segs4 #ha ,em ,frana1 ,h4 ,muffang1 pr(essor d liceu de ,sa9t-,brieuc1 proc$eu1 em vrios e/abelecim5tos de ens9o d seu pas1 a inve/igaes cefalomtricas1 no intuito de v]ific>1 se z leis da antropo-sociologia so ou no aplicveis a det]m9ados grupos de populao2 e se exi/e alguma relao entre z aptides intelectuais das crianz e z suas dim5ses cranianas1 ou seu ndice ceflico4 ,z concluses que =mul\ so z segu9tes3 ,il semble qu'il exi/e une rlation entre les =mes du crne et c]ta9es t5dances1 novatrices ou cons]vatrices1 en matire d'enseignem5t1 et une rlation entre les succs scolaires et les dim5sions absolues du crne4 ,une plus =te longueur crani5ne semble concid] soit avec plus d'n]gie1 soit avec plus d'aptitude intellectuele4 ,cf4 tudes d'an?ropo-sociologie1 ,p>is1 #ahig1 pgs4 #b e #c4 #hb ,cf4 ,l'homme dans la nature1 ,p>is1 #ahia1 pg4 #adi4 #hc ,cf4 ,g4 de ,lap\ge1 ,les lois de l'an?ropo-sociologie1 apud ,revue ,sci5tifique1 fasc4 de outubro de #ahig4 #hd /e dimetro o sacro-pbico4 #he ,cf4 ,h4 ,vi]ordt1 ,anatomis*e1 physiologis*e und physikalis*e ,dat5 und ,tabell51 ,i5a1 #aijf4 #hf ,alm das m5suraes1 que temos indicado1 exi/em outras1 p]t5c5tes ,escola de alunos m>9heiros d ,norte1 sobre p]metros d brao1 d antebrao1 da cxa1 da p]na1 d pesco1 da bacia2 sobre a di/ncia int]-mamil>1 e outras2 sobre a capacidade vital2 fra muscul>1 etc4 #hg ,o ndice torcico1 que calculamos p>a cada idade1 o que exprime a relao d dimetro transv]so mximo1 multiplicado por #ajj1 com o dimetro nt]o-po/]ior mximo4 #hh ,em ,campolide1 tambm se empregava e/a mesma tcnica4 ,no livro das m5suraes1 a oitava coluna t9ha a segu9te rubrica3 ,dimetros xifoidianos 7transv]sal e nt]o-po/]ior7 tomados durante a inspirao1 a expirao e o tempo mdio4 #hi ,cf4 ,a4 ,s\li1 ,prcis d'anatomie topographique1 ,p>is1 #aiaa1 pg4 #h-ab2 ,god91 ob4 cit41 ,p4 ,top9>d1 ,l'an?ropologie1 pgs4 #caa e segs4 #ij ,propores de ,top9>d4 #ia ,os valores mtricos absolutos dos segm5tos so ref]idos e/atura 7#am1#ff1 no homem2 #am1#ed1 na mulh]74 #ib ,d ,vrtex ao ,queixo4 #ic ,d ,queixo ,frcula e/]nal4 #id #ie e #if ,da ,frcula e/]nal base da ,bacia4 #ig 7,espdua1 brao e cotovlo7 d acrmion ao cotovlo2 7antebrao1 punho e mo7 d cotovlo apfise e/ilide4 #ih 7,anca1 cxa e joelho7 da base da bacia ao c5tro d joelho2 7,p]na e tornozlo7 d joelho ao tornozlo2 7,p7 d tornozlo ao solo4 #ii ,circunf]ncia mxima4 #ajj ,p]metro xifoidiano4 #aja #ajb #ajc #ajd3 ,sobre e/as m$idas1 cf4 ,p4 ,god91 ob4 cit41 pgs4 #beb e #bec4 #aje ,no plano compre5dido entre o ponto metpico e a convexidade occipital 7a p>te mais sali5te74 #ajf ,entre os p>ietais1 ubicumque inv5iatur1 de modo a obt] o mximo afa/am5to das pontas d compasso4 #ajg ,ao nvel da extremidade inf]ior d e/]no4 o dimetro e/]no-v]tebral4 #ajh ,ao nvel da #h4;a co/ela4 #aji ,sacro-pbico4 #aaj ,biilaco 7di/ncia entre z cri/as ilacas74 #aaa ,frmula d ndice plvico3 ndice ,dimetro sacro-pbico da ,bacia,x#ajj _/ ,di/ncia entre z cri/as ilacas #aab ,cf4 ,l'homme dans la nature1 cit41 pg4 #abf4 #aac ,o des5ho de/as figuras p]t5ce ao sr4 ,edu>do ,f]raz1 que o execut\1 sob a nossa direco4 #aad ,cf4 ,antnio ,arroio1 ,o povo portugus1 apud ,notas sbre ,portugal1 t4 ,,ii1 pgs4 #gc e segs42 ,m>ques ,braga1 ,ensaio sbre a psicologia d povo portugus1 ,coimbra1 #aijb4 #aae ,cf4 ,j4 ,augu/o ,coelho1 ,evoluo g]al das soci$ades ibricas1 ,lisboa1 #aijh1 t4 ,,ii4 #aaf ,z p]c5tag5s e os valores mtricos so ref]idos altura mdia d recm-nascido 7#jm1#ej74 #aag ,qusi a qu>ta p>te da altura4 #aah ,qusi dois t]os da altura4 #aai ,brao1 antebrao1 mo4 #abj ,cxa1 p]na1 p4 ,p\co mais de um tro da altura4 #aba /e ndice exprime a relao d dimetro transv]so1 multiplicado por #ajj1 com o dimetro nt]o-po/]ior4 #abb /e #b4o ndice exprime a relao d p]metro torcico1 multiplicado por #ajj1 com a altura d corpo4 #abc ,ambos os sexos4 #abd ,cf4 ,*>lton ,ba/ian1 ,le c]veau organe de la p5se1 t4 ,,ii1 cap4 #a4o4 #abe ,cf4 ,*4 ,let\rneau1 ,la psy*ologie e?niqne1 ,p>is1 pgs4 #be e segs4 #abf ,cf4 ,b]n>d ,p]ez1 ,les trois premires annes de l'enfant1 ,p>is1 #aiaa1 pgs4 #aj e segs4 #abg ,cf4 ,p4 ,ha*et-,s\plet1 ,de l'animal l'enfant1 ,p>is1 #aiac1 pg4 #abg e segs4 #abh ,cf4 ,p4 ,ha*et-,s\plet1 ob4 cit41 pg4 #abg4 #abi ,altura total d corpo3 #hc;cm 7s4 m472 #ha;cm 7s4 fem474 #acj ,j4 ,j4 ,r\sseau1 mile1 ou de l'ducation1 #d vols41 ,la ,haye1 #agfb4 #aca ,cf4 ,?4 ,ruyss51 ,essai sur l'volution psy*ologique du jugem5t1 cit41 pgs4 #fg e segs4 #acb ,cf4 ,p4 ,ha*et-,s\plet1 ob4 cit41 pgs4 #gj e segs4 #acc ,cf4 ,ed4 ,cramaussel1 ,le premi] veil intellectuel de l'enfant1 ,p>is1 #aiaa4 #acd ,altura total d corpo3 #aad;cm1#e 7s4 m472 #ajf;cm 7s4 fem474 #ace ,cf4 ,m4me ,neck] de ,saussure1 ,l'ducation progressive1 ,l4 ,,ii1 cap4 ,,iv2 ,fr4 ,queyrat1 ,la logique *ez l'enfant1 ,p>is1 #aijg2 ,b4 ,p]ez1 ,l'enfant de trois a sept ans1 ,p>is1 #aijg4 #acf ,cf4 ,le dveloppem5t m5tal *ez l'enfant et dans la race1 trad4 fr41 pgs4 #ae e #af4 #acg ,cf4 ,e4 ,clap>de1 ,psy*ologie de l'enfant et p$agogie exprim5tale1 ,p>is1 #aiaf1 pgs4 #eae e segs4 #ach ,altura total d corpo3 #aed;cm1#h 7s4 m472 #aeb;cm 7s4 fem47 #aci ,cf4 ,l'me de l'adolesc5t1 cit41 pg4 #ba4 #adj ,cf4 ,adolesc5ce1 etc41 cit41 t4 ,,ii1 pgs4 #ge e segs4 #ada ,l'adolesc5ce e/ l'ge de la pub]t1 l'ge o la sexualit s'tablit df9itivem5t1 o le g>on devi5t homme1 o la fille devi5t femme4 ,et p]sonne ne saurait conte/] que la pub]t m>que une tape importante et dcisive dans le c\rs de la vie huma9e4 ,cf4 ,g4 ,compayr1 ,l'adolesc5ce1 ,p>is1 #aiji1 pg4 #e4 #adb ,cf4 ,j4 ,laumoni]1 ,la physiologie gnrale cit4 #adc ,cf4 ,paul-,bonc\r1 ,an?ropologie anatomique1 cit41 pg4 #ef e segs4 #add ,cf4 ,top9>d1 ,l'an?ropologie1 cit42 ,qutelet1 ,an?ropomtrie1 ,p>is1 #ahga2 ,paul-,bonc\r1 ,ob4 cit41 pg4 #fj4 #ade ,cf4 ,j4 ,d5ik]1 ,les races et les peuples de la t]re1 ,p>is1 #aijj4 #adf ,lannois depois de explic> essa trans=mao1 pelo e/udo das modificaes e/ruturais que a lm9a c>tilag9osa s(re1 a p>tir d seu c5tro p>a o sso diafisirio1 desde o tecido hial9o tpico1 at zona o/eide ou de ossificao1 escreve3 assim se =ma o tecido sseo1 primitivam5te esponjoso1 que se juxtape e assimila ao d corpo e da extremidade dos ossos4 ,o modo de ossificao indicado activo e contnuo1 prossegu9do1 durante a infncia1 e exag]&o-se na adolescncia1 muitas vezes1 por =ma brusca1 det]m9&o um crescim5to mais ou m5os rpido2 que1 todavia1 def9itivam5te se ext+ue1 dos v9te aos v9te e c9co anos4 ,se1 ento1 exam9>mos a regio que corresponde faixa c>tilagnea juxta-epifisiria1 n5huns ve/gios encontr>emos dela3 a c>tilagem sub/ituu o sso1 s5do completa a fuso da epfise com a difise4 ,cf4 tudes biologiques sur les gants1 cit41 pgs4 #ccc1 #ccd e #cce4 #adg ,cf4 ,l',an?ropologie1 cit41 pg4 #adc2 cf4 mais3 ,papillaut1 ,l'homme moy5 ,p>is1 apud ,bull4 et ,mm4 de la ,soc4 d',an?rop41 #aijb2 ,p4 ,e4 ,launois1 ,causes et consqu5ces de la prolongation de l'ossification des c>tilages de conjugaison1 apud ,compt4 r5dus de l'association des anatomi/es1 ,lige1 #aijc2 ,alexis ,juli51 ,loi de l'app>ition du premi] po9t piphysaire des os longs1 #ahib4 #adh ,cf4 ,dr4 ,g4 ,paul-,bonc\r1 ,an?ropologie anatomique1 cit1 pg4 #aag e seg4 #adi ,cf4 ,alves dos ,santos1 ,o ,crescim5to da ,criana portuguesa1 cit41 pg4 #gh-hj e #ij2 #ga-gg4 #aej ,z notaes que apres5tamos1 repres5tativas alis de gr&e nm]o de m5suraes1 div]gem muito d ndice torcico de ,weisg]b]1 pelo que respeita ao adulto1 pois que o fixa em #aah4 ,cf4 ,p4 ,top9>d1 ,l'homme dans la nature1 cit41 pg4 #bfj4 #aea ,cf4 ,dr4 ,l4 ,man\vri]1 tude sur les rapports an?ropomtriques en gnral et sur les pr9cipales proportions du corps1 apud ,mm4 de la ,soc4 an?r41 ,p>is1 #aijb1 ,t4 ,,ii4 #aeb ,cf4 ,dr4 ,e4 ,ap]t1 ,les enfants ret>dataires1 ,p>is1 #aijb2 ,j4 ,comby1 ,trait du ra*itisme1 ,p>is1 #aija4 #aec ,cf4 ,e4 ,regis1 ,prcis de psy*iatrie1 ,p>is1 #aiad2 ,b>ty1 ,de l'infantilisme1 du snilisme1 du fm9isme1 du masculisme et du facies scr(uleux1 ,nice mdical1 #ahgf4 #aed ,cf4 ,l4 ,te/ut1 ,trait d'anatomie huma9e1 ,p>is1 #aiaa1 ,t4 ,,iii1 #f4;a ed41 pgs4 #gfb e segs4 #aee ,cf4 ,la physiologie gnrale1 cit41 pgs4 #dbd-dbf4 ,j4 ,hric\rt atribue tambm insuficincia funcional da glndula tiroide outros acid5tes e p]turbaes1 que p]t5cem ao reumatismo crnico3 dres n]vosas e muscul>es1 retraces aponevrticas1 cefalalgias1 mol/ias de pele1 etc4 ,cf4 ,l'hygine mod]ne1 ,p>is1 #aijg1 pg4 #ab4 #aef ,o sr4 ,dr4 ,a4 ,aurlio da ,co/a ,f]rera1 num artigo publicado na ,m$ic9a ,mod]na 7fev]eiro de #aiag7 atribue a gaguez a excessos de secreo da glndula tiroide4 ,cf4 ,anurio da ,casa-,pia1 #aiaf-aiag1 pg4 #edd-edf2 cf4 tambm d mesmo autor1 ,dois sphygmogramas de gagos1 ,lisboa1 #aiah4 ,sobre z relaes d corpo tiroide com z p]turbaes da ossificao1 cf4 ,c4 ,d5is1 ,de l'influ5ce de la gl&e ?yride sur le dveloppem5t du squelette1 ,lyon1 #ahif2 ,b\ll5g]1 ,de l'action de la gl&e ?yride sur la croissance1 ,p>is1 #ahif2 ,rog[it*1 ,effets de l'ablation du corps ?yride1 apud ,ar*4 de ,physiol41 nov4 de #ahhh2 ,gley1 ,sur les fonctions du corps ?yride1 apud ,ar*4 de physiol4 norm4 et pa?ol41 ,p>is1 #ahib2 ,p4 ,e4 ,launois1 tudes biologiques sur les gants1 cit41 pgs4 #cdj e segs42 ,iunta p>a ampliacion de e/udios444 ,anales1 ,t4 ,,xvii1 memoria #c4;a1 ,inve/igaciones ac]ca de la in]vacin del pncreas como glndula de secrecin int]na1 por ,jos ,m>ia de ,corral1 ,madrid1 #aiah4 #aeg ,cf4 ,e4 ,ap]t1 ,maladies des enfants1 cit41 ,m4 ,spr+]1 tudes sur la croissance et son rle en pa?ologie1 ,p>is1 #ahij2 ,j4 ,comby1 ,trait des maladies de l'enfance1 ,p>is1 #ahii2 ,maladies de croissance1 apud ,ar*4 de ,mdc41 #ahij4 #aeh ,cf4 ,dr4 lv>o ,f4 de ,novais e ,s\sa1 ,assi/ncia e ,mat]nidade1 ,combra1 #aiae2 ,sobral ,cid1 ,mortalit infantile en ,portugal--,,xv ,congrs ,int]national de ,mdic9e1 ,lisboa1 #aijf4 #aei ,cf4 ,boletim m5sal de e/at/ica demogrfico-sanitria1 ,lisboa1 ,impr4 ,nacional4 #afj ,cf4 ,anurio e/at/ico de ,portugal 7vol4es de #aijc a #aiaf71 ,lisboa1 ,impr4 ,nac4 #afa ,cf4 ,dr4 ,novas e ,s\sa1 ob4 cit41 pgs4 #e e segs4 #afb /e grfico foi-nos amavelm5te c$ido pelo snr4 ,dr4 ,novais e ,s\sa1 que o public\1 pela primeira vez1 na ,assi/ncia e ,mat]nidade1 cit4 #afc ,cf4 ,pi]re ,m5d\sse1 ,l'me de l'adolesc5t1 cit4 #afd ,cf4 ,paul ,god91 ob4 cit41 pg4 #adc e segs4 #afe ,cf4 ,paul ,god91 ob4 cit41 pg4 #aeb e segs4 #aff ,cf4 ,dr4 ,e4 ,clap>de1 ,psy*ologie de l'enfant1 etc41 cit41 pg4 #dbi e segs42 ,frd4 ,queyrat1 ,les jeux des enfants1 ,p>is1 #b4;a ed41 #aijh2 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o ens9o primrio em ,portugal1 cit42 ,/anley ,hall1 ,adolesc5ce1 etc41 cit42 ,colozza1 ,psy*ol4 und ,pdagogik des ,k9d]spiels1 ,alt5burg1 #aijj4 #afg ,cf4 ,j4 ,wilbois1 ,les n\velles m?odes de l'ducation1 ,p>is1 #aiad4 #afh ,cf4 ,p4 ,ha*et-,s\plet1 ,de l'animal l'enfant1 ,p>is1 #aiac2 ,?4 ,ribot1 ,l'hrdit psy*ologique1 ,p>is1 #aiaj4 #afi ,cf4 p>a conhecim5to dessas classificaes1 ,dr4 ,e4 ,clap>de1 ob4 cit41 pgs4 #dfb e segs42 ,queyrat1 ,les jeux de l'enfant1 ,p>is1 #aije4 #agj ,cf4 ,antnio ,alfr$o ,alves1 ,jogos infantis1 apud ,revi/a de educao1 ,lisboa1 julho de #aiab2 ,f4 ,adolfo ,coelho1 ,jogos e rimas infantis1 ,prto2 ,augu/o ,pires de ,lima1 ,jogos e ces infantis1 ,prto1 #aiaf4 #aga ,p]t5cem a ,mosso e/as palavras conclud5tes3 ,at h p\co tempo1 os educadores e os fisiologi/as limitavam-se a diz] que a gimn/ica alem era 9til e p]igosa2 comea-se a diz] agora que essa gimn/ica prejudicial4 ,cf4 ducation physique de la jeunesse1 ,p>is1 #ahie1 pg4 #bef4 ,e ,cellri] acresc5ta3 ,a gimn/ica no passa de uma ab/raco d jg2 tir>am-lhe os atractivos d/e p>a lhe cons]v>em ap5as o esfro e a fadiga1 que importa4 ,cf4 ,esquisse d'une sci5ce pdagogique1 ,p>is1 #aiaj1 pgs4 #aib e #aic4 #agb ,o homem nasce1 vive e morre1 num meio areo2 por isso1 o ciclo da vida compre5de-se entre uma inspirao inicial e uma expirao f9al4 ,a vida 1 portanto1 uma oxidao1 assegurada pelo jg el/ico dos pulmes e d corao4 ,donde resulta que tda a gimn/ica 7p>a s] racional7 deve facilit> aquele jg1 i/o 1 s] respiratria4 ,cf4 ,dr4 ,tissi1 ,prcis de gymn/ique rationelle1 ,p>is1 #aijj4 #agc ,cf4 ,dr4 ,desfosss1 ,la gymna/ique respiratoire *ez les enfants1 ,p>is1 #aijj4 ,cf4 ,tambm ,p4 ,b>?1 ,p$agogia e ,didatica1 trad4 ital41 ,turim1 #aiag1 pg4 #dec e segs4 #agd ,cf4 ,dr4 ,e4 ,t\l\se1 ,le ,c]veau1 ,p>is1 #aija2 ,?4 ,ribot1 ,les maladies de la mmoire1 ,p>is1 #aijj2 ,*4 ,ri*et1 ,essai de psy*ologie gnrale1 ,p>is1 #aiab4 #age ,cf4 ,claude ,b]n>d1 ,la sci5ce exprim5tale1 ,p>is1 #ahgh1 pgs4 #cfg-djc2 ,k4 ,pe>son1 ,la grammaire de la sci5ce1 trad4 fran4 d +ls1 ,p>is1 #aiab1 pg4 #di e segs4 #agf ,cf4 ,r4 ,turro1 ,la m?ode objective1 apud ,revue philosophique1 n4os #aj e #aa1 de out4 e nov4 de #aiaf4 #agg ,cf4 ,g4 ,bohn1 ,la n\velle psy*ologie animale1 cit41 pg4 #ag e segs4 #agh ,cf4 ,jacques ,loeb1 ,die ,b$eutung d] ,tropism5 fr die ,ti]psy*olog42 ,e4 ,gley1 tudes de psy*ologie physiol4 et pa?ol41 ,p>is1 #aijc4 #agi ,cf4 ,*4 ,ri*et1 ,dictionnaire de physiol41 pal4 c]veau2 ,w4 ,james1 ,pr9cipii d psicologia1 trad4 ital41 ,milo1 #aiji1 pg4 #aj-ia4 #ahj ,cf4 ,james ,sully1 tudes sur l'enfance1 trad4 fran41 ,p>is1 #ahih2 ,*4 ,let\rneau1 ,la psy*ologie ?nique1 ,p>is1 #aijj4 #aha ,cf4 ,trait ,int]national de ,psy*ologie ,pa?ologique1 ,p>is1 #aiaa-aiab1 ,t4 ,i1 cit42 ,p4 ,fle*sig1 tudes sur le c]veau1 trad4 fran41 ,p>is1 #ahih2 ,j4 ,p4 ,morat1 ,trait de physiologie 7,fonctions d'inn]vation71 ,p>is1 #aijb2 ,w4 ,be*t]ew1 ,la psy*ologie objective1 ,p>is1 #aiac2 ,meumann1 ,exp]im5telle ,pdagogik1 #aijg2 ,w4 ,james1 ,pr9cipii di psicologia1 cit4 #ahb ,cf4 ,*4 ,let\rneau1 ,la psy*ol4 ?n41 cit4 #ahc ,cf4 ,j4 ,d5ik]1 ,les races et les peuples de la t]re1 cit41 pg4 #aai e segs4 #ahd ,cf4 ,trait ,int]n4 de psy*ol4 pa?ol4 ,t4 ,i1 cit41 pg4 #dgb4 #ahe ,z notaes que o diagrama 7fig4 n4o #ai7 exprime1 p]t5cem aos cnones antropomtricos1 expo/os a pg9as #he-ajd4 #ahf ,cf4 ,j4 ,d5ik]1 ,ob4 cit41 pg4 #abc2 ,trait int]n4 de psy*4 pa?ol41 cit4 ,t4 ,i1 pgs4 #big--cad2 ,h4 ,hffd+1 ,esquisse d'une psy*ologie fonde sur l'expri5ce1 ,p>is1 #aiji1 pgs4 #ci-id2 #aah-abb2 ,w4 ,james1 ,ob4 cit42 ,prey]1 ,l'me de l'enfant1 pgs4 #bih-cjd4 #ahg ,os elem5tos que consid]amos p>a a concepo de/a curva1 assim como os da curva da conscincia 7fig4 n4o #bb7 so hauridos dos te/emunhos dos psiclogos e dos fisiologi/as1 disp]sos pelos livros de scincia1 e tambm da obs]vao e da exp]incia pessoal4 ,a =ma grfica dessa concepo absolutam5te orig9al4 #ahh ,cf4 o pref4 d ,t4 ,,ii d ,trait int]national de psy*ologie pa?ologique1 cit4 #ahi ,cf4 ,*4 ,f]1 ,s5sation et m\vem5t1 ,p>is1 #aijj1 pg4 #id e segs4 #aij ,cf4 ,b4 ,p]ez1 ,les trois premires annes de l'enfant1 ,p>is1 #aiaa1 com pref4 de ,james ,sully2 pgs4 #a-i4 #aia ,cf4 pg9as #ah e segs4 ,cf4 ,prey]1 ,l'me de l'enfant1 trad4 fran4 cit2 ,b4 ,p]ez1 ,les trois premires annes de l'enfant1 ,p>is1 #aiaa2 ,a criana1 qu&o nasce1 ex]ce duas espcies de actividades 7ambas inconsci5tes73 #a7 reaces1 consecutivas a excitaes 7reflexas72 #b7 actos h]$itrios1 necessrios manut5o da vida 7in/9tos74 ,os c5tros n]vosos d/es movim5tos encontram-se no eixo c9z5to 7m$ula7 e nos c5tros sub-corticais4 #aib ,a l+uagem funo d si/ema n]voso4 ,depois dos c5tros n]vosos h]$itrios1 e dos c5tros corticais s5soriais1 o primeiro c5tro que se organiza o da l+uagem falada2 mas e/a s exi/ir v]dadeiram5te1 qu&o exi/ir uma p]feita imagem c]ebral1 i/o 1 uma idea ou um smbolo1 de que seja expresso4 ,aos sons in>ticulados d recm-nascido 7puras reflexas d si/ema n]voso71 segue-se a l+uagem imitativa e balbuciada d infante2 depois a palavra rudim5t> da criana que at+e o fim d primeiro ano2 e s1 por ltimo1 que surge a l+uagem propriam5te dita1 i/o 1 a l+uagem1 como expresso d p5sam5to4 ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,elem5tos de ,filos(ia sci5tfica1 #b4;a ed41 ,lisboa1 #aiah1 pg4 #bba e segs42 ,revue ,philosophique1 ,jan4 de #aiah1 fasc4 n4o #a4 #aic ,p]t5cem adolescncia e ao p]odo p]i-pub]trio1 como c>act]/icas1 que lhes so especficas3 #a7 esprito combativo e audaz2 #b7 optimismo2 +5uidade2 conscincia d prprio valor2 #c7 coragem2 luta contra o md2 #d7 egotismo ou egoc5trismo 7expanso da p]sonalidade2 amor de si72 #e7 sociabilidade2 #f7 in/abilidade 7m5tal e moral72 #g7 sup]actividade e d9amog5ia dos s5tim5tos2 etc41 etc4 ,cf4 ,pi]re ,m5d\sse1 ,l'me de l'adolesc5t1 ,p>is1 #aiaa2 ,g4 ,compayr1 ,l'adolesc5ce1 ,p>is1 #aiji4 #aid ,a /e p>alelismo *ama ,a4 ,m>ie3 lei da simultaneidade e da correlao necessria entre a en]gia n]vosa e a actividade m5tal4 #aie ,meios de =tuna ou recursos mat]iais dos pais ou tutores4 #aif ,conduta 7normal ou anormal7 da famlia4 #aig ,pr(isso dos prog5itores ou tutores4 #aih ,(icial1 p>ticul> ou dom/ico4 #aii ,fisiolgicos e patolgicos4 #bjj ,d5tio1 m>*a1 fala 7pocas em que se produziram74 #bja ,acid5tes 7do5z1 qu$as1 traumatismos1 assimetrias74 #bjb ,bom1 mau1 pssimo2 gr&e1 pequ5o1 mdio2 nutrido1 magro1 esqueltico2 esbelto1 at>racado4 #bjc ,e/ado da pele2 sua colorao e dos cabelos4 #bjd ,crescim5to 7normal ou anormal7 d si/ema sseo4 #bje ,e/ado da bca e dos d5tes4 #bjf ,det]m9ao da capacidade vital 7quantidade de ar que podem cont] os pulmes dilatados73 #c a #d1m#c no adulto1 normal4 ,freqncia de respirao3 a7 no adulto1 normal1 #ad a #ah respiraes1 por m9uto2 b7 no recm-nascido1 #ej2 c7 nas idades int]m$irias1 entre #ae e #de1 cam9h&o p>a sses extremos1 consoante a criana1 pela sua idade1 se aproxima ou afa/a da recm-nasc5a4 ,cada respirao compre5de uma inspirao e uma expirao4 ,a capacidade vital m$e-se com o espirmetro4 #bjg ,o e/ado da circulao sangunea pode apreci>-se1 por meio d c>digrafo 7que m$e ou regi/a z pulsaes d corao71 d pneumgrafo 7que avalia a amplitude torcica71 e d esfigmgrafo 7que m$e z pulsaes da artria radial 7pulso74 ,segundo ,ma?ias ,duval1 o nm]o mdio de pulsaes1 por m9uto 7m$idas com o auxlio dum relgio1 de segundos71 em regra1 3 nasc5a1 #afj a #ahj2 #b7 no fim d primeiro ano1 #ajj a #aae2 #c7 na pu]cia 7pelos #g anos71 #ij a #ajj2 #d7 no p]odo p]i-pub]trio1 de #hj a #ij2 #e7 na idade adulta1 #gj a #ge4 #bjh ,des5volvim5to dos rgos g5itais2 e s9ais da pub]dade4 #bji ,des5volvim5to da musculatura4 #baj ,tonus ou capacidade de reaco4 #baa ,defeitos de con/ruo orgnica4 #bab ,modificaes sobrev9das1 durante o crescim5to4 #bac ,fra muscul> 7das mos1 dos r9s1 etc471 m$ida pelos d9ammetros4 #bad ,fadiga fsica e fadiga m5tal2 sua m$ida1 por processos directos e indirectos4 #bae ,obs]vao g]al3 ,tdas z m$idas so tomadas sbre a criana nua4 ,o mat]ial p$omtrico o auxanmetro de ,paul ,god93 dois compassos de espessura 7um1 mais pequ5o1 p>a m$idas cranianas2 outro1 maior1 p>a os dimetros torcicos72 uma fita mtrica inext5svel1 p>a z circunf]ncias2 e uma balana de preciso1 p>a z pesag5s4 ,o p]metro torcico m$e-se altura da extremidade inf]ior d e/]no1 na sua articulao com o apndice xifide4 ,o dimetro v]tical d crnio toma-se1 desde o vrtex ao anti-tragus4 ,o dimetro v]tical d tronco m$e-se1 desde a frcula e/]nal at ao gr&e-trocnt]4 ,antebrao 7mximo7 repres5ta a grossura muscul>2 7mnimo7 repres5ta a grossura ssea 7pulso74 #baf ,e 7e/atura7 ,b 7bu/o74 #bag ,c 7crebro7 ,v 7vsc]as74 #bah ,o 7ossatura74 #bai ,s 7sup]fcie d corpo7 ,e 7e/atura7 ,d 7dimetro nt]o-po/]ior mximo d crnio7 d 7dimetro bi-acromial74 #bbj ,ecloso pil> d pbis4 ,primeiros s9ais da ,pub]dade4 #bba ,in/alao da ,pub]dade4 ,p 7pbis7 ,a 7axilas74 #bbb ,enc]ram5to d p]odo pub]trio4 #bbc ,d4 tr4 7dimetro transv]so d crnio7 ,d4 ant4 p4 m4 7dimetro nt]o-po/]ior mximo d crnio74 #bbd ,d4 transv4 7dimetro transv]so d trax7 ,d4 ant4 po/4 7dimetro nt]o-po/]ior d trax74 #bbe ,d4 s4 p4 b4 7dimetro sacro-pbico da bacia7 ,di/4 cr4 ilacas 7di/ncia entre z cri/as ilacas74 #bbf a frmula de ,pignet4--,c4 ,r4 7coefici5te de robu/ez fsica7 ,e 7e/atura7 ,p 7ps7 ,p]4 ,t4 7p]metro torcio7 insp4 7inspirao7 exp4 7expirao74 #bbg ndice d tronco4 #bbh ,cf4 pg4 #dh4 #bbi ,cf4 pg4 #ec4 #bcj ,ap>io da ,pub]dade4 #bca ,in/alao da ,pub]dade4 #bcb ,enc]ram5to da ,pub]dade4 ,li/a de erros corrigidos ,aqui encontram-se li/ados todos os erros encontrados e corrigidos3 ---------------------------------------- ---------------------- ,orig9al ,correco ---------------------------------------- ---------------------- pg4 #ei semg5t>es segm5t>es pg4 #aac crescim5to anormal1 crescim5to anormal1 ---------------------------------------- ---------------------- ,no quadro #e1 na l9ha #ac da ltima coluna1 o nm]o surge sumido na obra orig9al4 ,s5do esse nm]o resultado da mdia de valores apres5tados ant]iorm5te1 conclui que esse seja #acc4