7,biblioteca ,nacional de ,portugal747 99,nota de editor399 ,devido existncia de erros tipogrficos neste texto1 foram tomadas vrias decises quanto verso final4 ,em caso de dvida1 a grafia foi mantida de acordo com o original4 ,no final deste livro encontrar a lista de erros corrigidos4 ,rita ,farinha 7,maro #bjab7 ,,biblioteca ,,de ,,pedologia ,,nacional ,dr4 ,,alves ,,dos ,,santos ,professor da ,universidade de ,coimbra ,,educa,o ,,nova ,,as ,,bases ,i ,o ,,corpo ,,da ,,crian,a 7,com #cb figuras1 no texto7 ,figura ,livrarias ,aillaud e ,bertrand ,,paris--,,lisboa ,livraria ,chardron ,p,,rto ,livraria ,francisco ,alves ,,rio ,,de ,,janeiro #aiai ,educao ,nova ,,do ,,autor3 #a7 ,estatstica 7numrica e grfica7 das escolas da #b4;a circunscrio escolar1 ,lisboa1 #aijf1 ed4 oficial1 #a vol4 #b7 ,a nossa escola primria 7o que tem sido2 o que deve ser71 ,prto1 #aiaj1 #a vol4 #c7 ,psicologia e pedologia 7uma misso scientfica1 no estrangeiro71 ,combra1 #aiac1 #a fasc4 #d7 ,o ensino primrio em portugal 7nas suas relaes com a histria geral da ,nao71 ,prto1 #aiac1 #a vol4 #e7 ,o crescimento da criana portuguesa 7subsidios para a constituio de uma pedologia nacional71 ,combra1 #aiae1 #a vol4 #f7 ,elementos de filosofia scientfica1 ,combra1 #aiae2 #b4;a ed41 ,lisboa1 #aiah1 #a vol4 #g7 ,educao nova 7,as bases7--,o corpo da criana--,lisboa1 #aiai1 #a vol4 ,,em ,,prepara,o3 #h7 ,educao nova 7,as bases7--,a mentalidade da criana--#a vol4 ,,biblioteca ,,de ,,pedologia ,,nacional ,dr4 ,,alves ,,dos ,,santos ,professor da ,universidade de ,coimbra ,,educa,o ,,nova ,,as ,,bases ,i ,o ,,corpo ,,da ,,crian,a 7,com #cb figuras1 no texto7 ,figura ,livrarias ,aillaud e ,bertrand ,,paris--,,lisboa ,livraria ,chardron ,p,,rto ,livraria ,francisco ,alves ,,rio ,,de ,,janeiro #aiai ,todos os exemplares desta edio teem a rubrica autgrafa do autor ,educao ,nova3 ,as ,bases ,oh6 le bruit des petits pieds de l'enfant6 ce bruit lger et doux des gnrations qui arrivent1 indcis1 incertain comme l'avenir4 ,l'avenir1 c'est nous qui le dciderons peut-tre1 par la manire dont nous aurons lev les gnrations nouvelles4 ,preface de l',education et hrdit1 ,i1 de ,m4 ,guyau ,nota ,preambular ,mero subsdio para a constituo de uma pedologia nacional1 no tem outras pretenses o presente livro que1 no pensamento do seu autor1 se destina1 tam smente1 por agora1 a desbravar um terreno1 a monte ainda qusi1 nos domnios da nossa pedagogia4 ,os elementos1 de que nos servimos1 longe de serem respigados em obras estrangeiras1 como de uso corrente1 entre ns1 derivam de observaes e experincias1 feitas sobre crianas da nossa terra4 ,assim1 se ir organizando uma pedologia portuguesa1 tam necessria nossa educao4 ,neste primeiro volume1 ocupar-nos hemos do corpo da criana1 com o fim de investigar as leis do crescimento1 em ,portugal2 no segundo#a1 estudaremos a mentalidade da criana1 para conhecer as energias psquicas1 que so caractersticas do nosso agrupamento tnico4 ,importa ponderar que1 em o nosso pas1 sem desprimor para ningum1 em vez de scincia1 tem-se feito literatura pedaggica444 ,h excepes1 bem o sei2 mas1 de tal guisa1 fica confirmada444 a regra4 ,no ter soado ainda a hora de enveredar pelo caminho das naes cultas8444 ,introduo ,on ne connot point l'enfance3444 ,commencez donc par mieux tudier vos lves car trs-assurment1 vous ne les connoissez point4 ,preface d',emile1 ,,iii1 de ,j4 ,j4 ,rousseau4 ,,introdu,o ,i ,a criana2 sua concepo bio-psquica e social #a4--;,como organismo vivo que 1 a criana1 do mesmo modo que as plantas e os animais1 est sujeita s leis fsico-qumicas e biolgicas1 que regulam a actividade de todos os sres vivos1 que existem superfcie da terra4 ,mas1 alm da vida vegetativa1 que pertence s plantas1 e da vida sensitiva1 que prpria dos animais superiores1 possue ainda a criana a vida intelectual1 apenas partilhada com o homem1 do qual incessantemente se aproxima1 desde o incio da sua evoluo4 #b4--,por virtude da vida vegetativa1 a criana cresce1 isto 1 aumenta de volume e de densidade1 medida que se afasta do nascimento1 de conformidade com as leis especficas1 que determinam o ritmo e as outras caractersticas dsse crescimento4 ,sob ste aspecto1 a criana no tem outra funo seno a de crescer1 isto 1 de adquirir um desenvolvimento somtico1 cujo termo1 em circunstncias normais1 s hereditariedade pertence estabelecer e fixar4 #c4--,merc da vida sensitiva que1 no sentido rigoroso do trmo1 apangio exclusivo dos sres dotados dum sistema nervoso1 a criana aprende1 cada vez com maior eficcia e preciso1 a manter com o meio1 em que tem de viver1 o equilbrio1 de que carece1 para a conservao da sua vida1 isto 1 a adaptar-se4 ,seja qual fr o conceito que se fizer da sensao1 como expresso mais simples1 e elemento irredutvel da conscincia2 mas1 tendo em vista o processo evolutivo da diferenciao e da complexidade orgnica1 no padece dvida que o fenmeno da irritabilidade1 que j se encontra no mundo vegetal1 de par com os tropismos das plantas1 pode ajudar a esclarecer o mistrio da sensibilidade geral1 que os animais superiores tambm usufruem1 e por cuja virtude a criana se torna capaz de tirar o mximo proveito das suas experincias1 em relao ao mundo externo#b4 #d4--;,finalmente1 pela vida do pensamento1 que se manifesta sempre em perfeita correlao com o desenvolvimento cerebral1 a criana adquire a capacidade de reagir1 por um dinamismo progressivo1 aco das influncias cosmo-telricas1 subtrando-se a essas e a outras influncias1 ou atenuando-as1 em proveito da sua individualidade4 ,manifestaes desta vida 7tambm chamada de relao71 alm da espontaneidade1 que torna possvel a resistncia ao automatismo dos instintos e dos hbitos orgnicos1 so a reflexo1 que prepara o advento e a consolidao da personalidade1 e a tendncia de integrao no meio social1 como uma das bases essenciais do carcter#c4 #e4--;,importa1 porm1 advertir que1 apesar desta trplice existncia funcional1 a vida da criana1 como a do homem1 no se scinde1 nem sofre solues de continuidade1 antes constitue uma unidade orgnica1 e uma concentrao de energias1 que no divergem entre si1 seno pelo mecanismo1 a que do origem1 e pelas tendncias e impulsividades1 que despertam#d4 #f4--,v-se1 pois1 que a criana1 na integral complexidade dos elementos que a constituem1 e na plenitude das fras que a caracterizam1 um organismo1 cuja estrutura e actividade dependem1 no smente das energias fsico-qumicas1 a que todo o ,universo est sujeito1 como tambm sofrem a influncia de tdas as leis biolgicas e psquicas1 que interveem1 tanto na formao da conscincia reflexa do homem adulto1 como na dinamogenia dos instintos1 que engendram a vida social#e4 ,,ii ,scincias da ,criana3 ,pedologia1 ,psico-pedagogia1 ,pedagogia experimental2 outros ramos da ,pedagogia #a4--;,a pedagogia moderna1 aceitando a proposta do professor ,blum1 de ,lyon#f1 emprega a palavra pedologia para designar a scincia natural da criana#g4 ,mas a criana pode ser estudada em si mesma1 sem outro intuito que no seja o de a conhecermos1 do mesmo modo que o botanista estuda as plantas1 ou o entomlogo1 os costumes dos animais4 ,neste caso1 o estudo da criana ser desinteressado2 e1 para ser profcuo1 no poder deixar de submeter-se s regras do mtodo1 que a scincia preconiza para a investigao de no importa que fenmenos da natureza4 ,teremos1 ento1 a pedologia pura que1 sendo o estudo integral da criana1 compreende3 #a7 a biologia infantil 7conhecimento da natureza fsica da criana1 em todos os estdios da sua evoluo72 #b7 a psicologia infantil 7estudo da mentalidade da criana72 e #c7 a sociologia infantil 7estudo da sociabilidade da criana74 ,pelo seu lado1 cada um dstes ramos da pedologia subdivide-se ainda em diferentes captulos1 consoante as necessidades da especializao scientfica4 ,assim1 a biologia infantil ou fisio-pedologia inclue o estudo da anatomia e da fisiologia do embrio2 do recm-nascido2 e da criana1 em tdas as idades do crescimento#h4 ,a psicologia infantil ou psico-pedologia1 consoante descreve os processos mentais da criana1 ou procura explicar a sua origem e evoluo1 assim se denomina estrutural ou esttica1 e funcional ou dinmica#i4 ,a psico-pedologia estrutural deve os seus mais assinalados progressos aos trabalhos de ,tiedemann1 ,sigismund1 ,kussmaul1 ,preyer1 etc4#aj ,quanto psico-pedologia dinmica1 importa ainda distinguir o estudo dos processos mentais da criana1 na sua continuidade vital 7gentica71 ou no seu funcionamento orgnico 7cinemtica71 como fizeram1 alm doutros psiclogos notveis1 ,john ,dewey1 de ,chicago1 e o seu discpulo ,irving ,king#aa4 #b4--;,considerando1 porm1 a criana1 sob um aspecto utilitrio1 isto 1 estudando-a com determinados intuitos1 ou para determinado fim1 da pedologia aplicada que temos de nos socorrer1 ou da pedotecnia1 como agora se diz4 ,esta tambm sofre divises1 conforme incide sobre a criana doente1 que importa curar 7pediatria71 ou sobre a criana delinqente1 que necessrio regenerar 7pedotecnia judiciria71 ou ainda sobre a criana1 que nos propomos educar 7pedagogia experimental74 ,a pediatria compreende a higiene infantil1 a clnica infantil e a psiquiatria infantil2 e a pedotecnia judiciria subdivide-se em criminologia infantil1 e profilctica pedolgica4 ,resta a pedagogia experimental1 que se desdobra na psico-pedagogia 7psicologia infantil aplicada pedagogia71 na higiene escolar1 e na ortofrenia 7estudo das crianas mentalmente anormais74 ,o esquma que1 a seguir1 publicamos condensa e mostra as relaes que as scincias pedolgicas manteem1 entre si4 ,como se observa1 nsse quadro1 pelo lugar que nle ocupa1 a pedagogia experimental a scincia que aplica ao estudo da criana normal os princpios da pedologia terica ou pura1 no intuito de a educar4 #c4--;,h1 porm1 outros ramos da pedagogia que1 embora na aparncia independentes1 todavia1 no derivam doutra fonte que no seja da pedologia3 scincia comum e geral da criana4 ,so os seguintes3 #a7 a pedagogia filosfica1 que estuda as questes gerais da pedagogia e da pedologia 7conceito e natureza da educao2 fins a que tende2 leis que a regulam2 possibilidade e necessidade da educao2 factores da educao2 e seus agentes2 princpios gerais e fundamentais da pedagogia#ab2 #b7 a pedagogia histrica1 que estuda os sistemas de educao1 na vida da humanidade1 atravs da histria#ac2 #c7 a pedagogia propedutica1 ou arte de educar 7aprendizagem da tcnica do ensino72 #d7 a pedagogia escolar1 que se ocupa da organizao material e pedaggica das escolas#ad2 #e7 e1 finalmente1 a pedagogia administrativa1 que trata da administrao e do govrno do ensino#ae4 ,geral ou ,pura ,bio-pedologia anatomia 7,desinteressada7 7,somtica7 infantil4 fisiologia infantil4 ,psico- estrutural4 -pedologia 7,psquica7 funcional gentica4 cinemtica4 ,scio-pedologia4 ,,pedologia 7,social7 7,scincia natural da higiene criana74#af infantil4 ,pediatria clinica 7a criana infantil4 doente ou psiquiatria anormal7 infantil4 ,aplicada ou ,pedotecnia criminologia ,pedotecnia ,judiciria infantil4 7,intencional7 7a criana profilctica delinqente7 pedolgica4 ,pedagogia psico- psico- experimental -pedagogia -diagnstica4 7a criana s e normal7 psico- -tcnica4 higiene escolar4 ortofrenia4 ,,iii ,a vida da criana2 fases que atravessa durante o crescimento1 ou idades da evoluo do organismo humano #a4--;,a vida da criana1 tanto sob o ponto de vista somtico1 como em relao sua actividade psquica1 varia com a idade e com o sexo2 e difere1 no s em quantidade1 como tambm e principalmente em qualidade1 da vida do adulto#ag4 ,a existncia incontestvel desta diferenciao estrutural e dinmica das crianas entre si1 e da criana com o adulto1 levanta o problema dos factores do desenvolvimento1 e o da progresso funcional das energias bio-psquicas1 que nle interveem4 ,em que medida que a hereditariedade e o meio influem na evoluo da criana2 e porque que o aparecimento e a aco dos processos psquicos esto sujeitos lei do progresso contnuo8 ,dum modo mais geral1 pode preguntar-se1 se existe alguma relao entre o desenvolvimento bio-psquico da criana e o da espcie humana1 atravs das idades geolgicas2 ou se1 pelo contrrio1 a doutrina da recapitulao carece de apoio slido1 em que se firme#ah4 ,ns1 remetendo o leitor para os estudos especializados1 que se referem interpretao gentica das energias orgnicas do crescimento1 e apreciao das influncias mesolgicas1 que sbre elas agem#ai1 passamos enumerao das fases da vida das crianas1 de conformidade com o critrio fisiolgico da dentio1 combinado com o da maturidade sexual#bj4 #b4--,so seis as idades da evoluo do organismo humano1 desde o incio da vida extra-uterina1 at idade adulta3 #a7 recm-nascena 7at ao fim do primeiro ms1 depois do nascimento72 #b7 infncia 7desde o fim do primeiro ms1 at aos trs anos72 #c7 puercia 7desde os trs anos1 at aos sete72 #d7 adolescncia 7desde os sete1 at idade que oscila1 para os rapazes1 entre os doze e os catorze anos2 para as raparigas1 entre os onze e os treze72 #e7 puberdade 7desde o fim da adolescncia1 at a uma poca que1 segundo as circunstncias1 tambm varia1 em relao a cada sexo2 no indo1 porm1 entre ns1 em regra1 alm dos dezasseis anos1 para os rapazes1 e dos quinze para as raparigas72 #f7 nubilidade 7desde os quinze ou dezasseis anos1 at aos vinte7#ba4 #c4--;,a recm-nascena inicia-se pela crise1 resultante da passagem da vida intra-uterina do feto para a vida extra-uterina2 e assinala-se1 no recm-nascido1 pela existncia de caractersticas1 que importam o mais absoluto automatismo#bb4 criana que vem de nascer1 chamou ,virchow um ser espinhal1 para significar1 sem dvida1 que como um anencfalo1 que ela se comporta1 em todos os seus movimentos4 ,efectivamente1 o recm-nascido uma pura mquina de reflexas1 que a necessidade de adaptao ao meio exclusivamente acciona1 sob risco de morte4 ,a espontaneidade s vir com o funcionamento sensorial que1 nesta curtssima idade1 s muito imperfeitamente se manifesta#bc4 #d4--;,a infncia a poca1 em que se completa a primeira dentio 7os vinte dentes do leite7#bd2 e em que1 ao ser fisiolgico1 que era a criana1 se ajunta agora um ser intelectual#be4 ,compreende duas fases principais1 indo a primeira1 desde o incio do segundo ms1 at aos catorze ou dezasseis meses2 e a segunda1 desde a1 at aos trs anos completos4 ,infncia1 quer dizer3 idade em que se no fala 7de infans1 antis72 todavia1 a partir dos doze ou trze mses1 a criana principia j a emitir sons articulados2 e1 desde os dezoito at aos vinte e quatro1 mostra-se possuidora da linguagem prpriamente dita#bf4 ,alm desta aquisio1 tambm pertence segunda fase da infncia a auto-locomoo ou a marcha1 que entra de ensaiar-se1 em regra1 nos rapazes1 entre os doze e os dezasseis mses2 e1 nas raparigas1 entre os dez e os quinze#bg4 #e4-- terceira idade do crescimento chamou 7e com muita propriedade7 o nosso ,garrett puercia 7de puer1 7eris74 a segunda infncia1 dos franceses1 que se compreende entre os trs anos e os sete 7incio da segunda dentio1 que apenas se completar1 aos vinte anos7#bh4 ,como1 em seu lugar1 veremos1 as tendncias dominantes desta idade so os jogos2 a imitao activa2 a sugestibilidade2 e os interesses1 que predominam1 ligam-se ao desenvolvimento da vida mental4 #f4--;,a fase peri-pubertria costuma designar-se pela palavra adolescncia 7de adol7escens1 7entis74 ,figura3 #aj anos ,figura3 #aa anos ,figura3 #ab anos ,alunos do ,colgio ,moderno ,,fase ,,pubert,,ria ,figura3 #ad anos ,figura3 #ae anos ,nesta idade1 como veremos1 a criana principia a emancipar-se2 a sua personalidade desenha-se1 esboa-se#bi2 numa palavra1 a natureza1 neste estdio da evoluo1 cuida de preparar o individuo para a grande transformao orgnica e psquica1 que vai ser realizada1 na idade seguinte4 #g4--;,essa idade a puberdade4 ,segundo ,paul ,godin1 a fase pubertria o momento do desenvolvimento humano1 em que o poder germinal orienta tdas as fras do organismo para a funo da reproduo#cj4 ,outros chamam-lhe a idade crtica2 o eixo do crescimento2 e todos so concordes em atribuir os desequilibrios biolgicos e psquicos1 em que fertil1 convulso orgnica1 produzida pelo despertar do grmen vivo1 que dormitava na criana1 desde o dia do nascimento4 ,a puberdade1 cuja apario1 entre ns1 eu tenho estudado#ca1 alm dos efeitos pilares do pbis e das axilas1 da mudana da voz e1 no sexo feminino1 do aparecimento do fluxo menstrual1 manifesta-se tambm pelo aumento do tecido conjuntivo1 pelo engrossamento dos ossos1 pelo robustecimento dos msculos1 e pelo mximo de volume e densidade do crebro#cb4 #h4--;,a ltima fase da evoluo a nubilidade1 que muitos identificam j com a idade adulta4 ,o indivduo1 perdendo as caractersticas infantis1 diferenciou-se1 segundo a lei dos sexos2 e tornou-se definitivamente apto para viver sobre si1 e para assegurar a persistncia da espcie4 ,,iv ,elementos e subsdios1 de que podemos dispor1 para a constituio de uma pedologia nacional #a4--;,de modo anlogo ao que sucede em pases estrangeiros1 tambm1 entre ns1 se h procurado obter 7embora com fortuna vria7 factos em primeira mo1 que possam esclarecer os problemas relativos ao crescimento da criana portuguesa4 ,podem considerar-se como centros de investigao pedolgica os seguintes institutos3 #a7 a ,escola-oficina n4o #a1 de ,lisboa1 que uma escola de ensino integral e de preparao profissional1 destinada a adolescentes 7dos #g aos #ad anos7#cc2 #b7 o ,instituto mdico-pedaggico da ,casa ,pia1 de ,lisboa1 dirigido pelo ilustre pedagogista1 ,dr4 ,costa ,ferreira1 que autor de publicaes interessantes sobre pedologia2 #c7 a ,tutoria do ,prto1 onde teem sido feitos exames e observaes antropomtricas e psiquitricas em menores delinqentes1 pelo distinto antropologista1 ,dr4 ,mendes ,corra2 #d7 a ,tutoria de ,lisboa1 de que foi juiz presidente o ,dr4 ,pedro de ,castro#cd2 #e7 a ,sociedade de estudos pedaggicos#ce2 #f7 a ,escola preparatria ,rodrigues ,sampaio1 de que foi director o consideradssimo professor e eminente pedagogista1 ,dr4 ,adolfo ,coelho2 #g7 a ,escola ,central de ,reforma1 de ,caxias1 dirigida pelo ,p4e ,antnio d',oliveira2 #h7 o ,laboratrio de psicologia experimental da ,faculdade de ,letras da ,universidade de ,combra1 que ns fundmos e dirigimos1 por deliberao desta ,faculdade1 que1 em #aiab1 nos mandou ,frana e ,sua1 a fim de estudarmos a organizao dos laboratrios psicolgicos1 e de adquirirmos os utenslios e aparelhos necessrios para o funcionamento de um1 em ,combra#cf4 #b4--;,algumas das investigaes1 realizadas nestes ,institutos1 tanto sobre pedometria1 como sobre psico-fsica dos rgos dos sentidos1 e outros processos psicomtricos1 foram divulgadas pela imprensa2 mas o maior nmero das observaes e experincias pedolgicas1 de que felizmente podemos dispor1 tem-se conservado indito1 merc de vrias causas1 entre as quais avulta aquela que se refere carncia de recursos pecunirios1 para ocorrer s despesas a efectuar com a sua publicao1 dada a criminosa indiferena do ,estado por esta ordem de servios1 que tem reputado de somenos importncia1 visto que ainda se no resolveu a votar as verbas necessrias para a sua organizao1 como base essencial de todo o sistema de ensino pblico e de tda a obra de educao nacional4 ,no laboratrio de psicologia da ,universidade de ,combra1 desde #aiab1 que se no cessa de observar e experimentar sobre crianas e adultos1 no intuito de esclarecer alguns dos mais importantes problemas da psico-fsica1 da psico-fisiologia e da pedologia1 sendo considervel j o dossier dos trabalhos realizados1 principalmente na parte que se refere acuidade sensorial2 funo mnsica2 tempos de reaco2 ergografia2 sugestibilidade2 psico-patologia da ateno1 da imaginao1 da inteligncia2 sentido cromtico2 doenas oculares2 psicologia do testemunho2 dinamogenia dos sentimentos2 etc42 etc4 ,universidade de ,combra3 ,laboratrio de ,psicologia ,experimental ,figura3 ,sala de conferncias ,figura3 ,sala do laboratrio ,os resultados de tdas estas experincias sero devidamente considerados1 no presente trabalho 7principalmente1 no #b4o volume71 de par com as observaes e estudos anlogos feitos nos outros estabelecimentos que indicamos4 ,v ,bibliografia portuguesa de assuntos relativos psicologia e pedologia #a4--99,questes gerais de pedagogia e pedologia399 #a7 ,almeida ,garrett1 ,da ,educao1 #a4;a ed4 ,londres1 #ahbi2 #b7 ,dr4 ,adolfo ,coelho1 ,os elementos tradicionais da educao1 ,prto1 #ahhc2 #c7 ,idem1 ,questes pedaggicas 7os exerccios militares na escola71 separata do ,instituto1 ,combra1 #aiaa2 #d7 ,idem1 ,a pedagogia do povo portugus1 apud ,portugalia1 ,v4 ,i1 fasc4 ,i2 #e7 ,idem1 ,o estudo da criana1 apud ,a ,tutoria 7revista mensal defensora da infncia71 n4os correspondentes aos anos de #aiab e #aiac1 ,lisboa2 #f7 ,idem1 ,educao e ,pedagogia1 apud ,boletim da ,direco ,geral de ,instruo ,pblica1 ,lisboa1 #aijb1 fasc4 ,i-,v2 #g7 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,a nossa escola primria1 ,prto1 #aiaj2 #h7 ,idem1 ,o ensino primrio em ,portugal 7nas suas relaes com a histria geral da ,nao71 ,prto1 #aiac2 #i7 ,agostinho de ,campos1 ,educao e ,ensino1 ,prto1 #aiaa2 #aj7 ,idem1 ,casa de pais1 escola de filhos1 #c4;a ed41 ,lisboa1 #aiag2 #aa7 ,d4 ,virgnia de ,castro e ,almeida1 ,como devemos criar e educar os nossos filhos1 ,lisboa1 #aijh2 #ab7 ,idem1 ,como devo governar a minha casa1 ,lisboa1 #aiaf2 #ac7 ,carneiro de ,moura1 ,a instruo educativa e a organizao geral do ,estado1 ,lisboa1 #aiji2 #ad7 ,faria de ,vasconcelos1 ,lies de ,pedologia e ,pedagogia experimental1 ,lisboa2 #ae7 ,mrio ,fortes1 ,manual de educao fisica1 ,viseu1 #aijf2 #af7 ,f4 ,palyart ,pinto ,ferreira1 ,algumas notas pedaggicas1 ,lisboa1 #aiaf2 #ag7 ,antnio ,srgio1 ,educao ,cvica1 ,prto2 #ah7 ,lusa ,srgio1 ,o ,mtodo ,montessori1 ,prto2 #ai7 ,dr4 ,mendes ,corra1 ,crianas delinqentes1 ,combra1 #aiae2 #bj7 ,p4e ,antnio d',oliveira1 ,criminalidade-,educao1 ,lisboa1 #aiah2 #ba7 ,j4 ,augusto ,coelho1 ,manual ,prtico de ,pedagogia1 ,prto4 #b4--99;,assuntos especiais1 e monografias sobre pedometria e pedotecnia399 #a7 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,psicologia e ,pedologia1 ,combra1 #aiac2 #b7 ,idem1 ,o ,crescimento da criana portuguesa1 ,combra1 #aiag2 #c7 ,j4 ,freire de ,matos1 ,medida da ateno1 por meio dos tempos de reaco1 apud ,revista da ,universidade de ,combra1 vol4 ,,iv1 n4os #b e #c2 #d7 ,a4 ,c4 ,barroso da ,silveira1 ,determinao do valor fsico do adulto 7memento das mensuraes mais importantes do corpo humano71 ,lisboa1 #aiag2 #e7 ,dr4 ,costa ,ferreira1 ,o pso do corpo da criana1 apud ,archivo de ,anatomia e anthropologia1 ,lisboa1 #aiae1 vol4 #c4o1 n4o #b2 #f7 ,idem1 ,sobre psicologia e pedagogia do gesto1 ,lisboa1 #aiaf2 #g7 ,idem1 ,sobre umas provas de exame da ateno voluntria visual1 ,combra1 #aiaf2 #h7 ,idem1 ,agudeza visual e auditiva das crianas1 ,lisboa1 #aiaf2 #i7 ,idem1 ,a viso das cres1 ,combra1 #aiaf2 #aj7 ,idem1 ,auxanometria ,militar1 ,lisboa1 #aiag2 #aa7 ,idem1 ,sobre a pigmentao da ris nalguns escolares portugueses1 ,combra1 #aiah2 #ab7 ,a4 ,pires de ,lima1 ,jogos e canes infantis1 ,prto1 #aiaf2 #ac7 ,antnio ,alfredo ,alves1 ,jogos infantis1 apud ,revista de ,educao 7boletim da ,s4 ,e4 ,p471 ,lisboa1 #aiab1 n4o #d2 #ad7 ,alberto ,pessoa1 ,a prova testemunhal1 ,combra1 #aiac2 #ae7 ,costa ,sacadura1 ,a escrita direita e a escrita inclinada 7sua influncia na funo respiratria71 ,lisboa1 #aijg2 #af7 ,eugnio de ,castro ,rodrigues1 ,mthodes d'enseignement dans les coles primaires1 ,lisboa1 #aijj2 #ag7 ,salvador ,marques1 ,algumas palavras em defesa da criana1 ,lisboa1 #aiah2 #ah7 ,novais e ,sousa1 ,assistncia e ,maternidade1 ,combra1 #aiae2 #ai7 ,costa ,ferreira e ,jos ,pontes1 ,wounded of the war at the ,institute of ,s4ta ,isabel1 ,lisboa1 #aiah2 #bj7 ,a4 ,m4 de ,lima ,carvalho1 ,a reeducao da fala dos gagos e tatibittes 7tratado de ortofonia71 ,combra1 #aiah2 #ba7 ,costa ,santos1 ,higiene ocular1 ,lisboa1 #aiad2 #bb7 ,a4 ,aurlio da ,costa ,ferreira1 ,dois sphygmogramas de gagos1 ,lisboa1 #aiah4 ,pedologia ,somtica ,la nature a1 pour fortifier le corps et le faire crotre1 des moyens qu'on ne doit jamais contrarier4 ,livre ,,ii1 #ii1 d',emile1 de ,j4 ,j4 ,rousseau ,pedologia ,somtica 997,o ,corpo da ,criana799 ,,cap,,tulo ,i ,fases da vida dos organismos4 ,crescimento2 suas espcies2 e modos de o estudar4 ,leis do crescimento2 e factores que o modificam4 #a4--;,existem na vida dos sres organizados 7cada vez mais acentuadamente1 medida que da planta se passa ao animal e dste ao homem7 tres fases ou perodos 7de desigual extenso7 que1 por suas caractersticas essenciais1 se tornam dissemelhantes e irredutveis uns aos outros3 #a7 um tempo de crescimento 7anabolia71 que se efectua1 por virtude dum predomnio da assimilao funcional sobre a desassimilao orgnica2 #b7 uma fase de decadncia ou decrescimento 7catabolia7 determinada1 de modo inverso1 pela preponderncia da desassimilao sobre a assimilao2 #c7 um perodo de relativa estabilidade ou equilbrio biolgico 7probolia71 durante o qual o organismo se reproduz4 ,temos1 pois1 uma poca construtiva1 de integrao orgnica que1 depois da fase mbrio-fetal1 se realiza durante um tro aproximadamente da vida humana 7desde a nascena at nubilidade72 um perodo destrutivo1 de desintegrao biolgica1 que prepara e acompanha a velhice e conduz morte2 e1 finalmente1 uma poca intermediria1 que subsiste1 durante a juventude e a maturidade4 #b4--;,a ,pedologia1 considerando apenas a primeira fase do metabolismo humano1 distingue entre o crescimento normal e o crescimento anormal2 e1 em ambos1 atende tanto morfologia 7desenvolvimento estrutural71 como fisiologia 7desenvolvimento funcional74 ,abandonando o estudo do crescimento anormal pediatria e psiquiatria2 e1 reenviando o leitor1 em matria de crescimento normal1 na parte relativa vida intra-uterina1 para os tratadistas da embriologia1 restringiremos o nosso trabalho anlise da ontognese do organismo humano1 desde o nascimento at idade adulta4 ,sob o aspecto estrutural1 o corpo da criana1 atravs das idades de evoluo1 varia1 em funo do tempo3 #a7 nas dimenses #b7 na forma #c7 nas propores #d7 nos elementos1 de que se compe4 ,e1 quanto ao desenvolvimento fisiolgico1 todos sabem que as funes orgnicas divergem com a idade1 e que h certos fenmenos1 cuja manifestao se verifica apenas em fases j avanadas do crescimento4 ,a criana transforma-se1 pois2 isto 1 adquire as caractersticas da idade adulta1 por uma srie de transformaes contnuas1 cuja sucesso determinada1 e cujo aparecimento e limites so funo do tempo#cg4 ,a isto se chama crescimento que1 como veremos1 pode ser absoluto ou relativo1 consoante se referir ao ritmo da evoluo1 ou s propores do corpo1 nas diferentes idades desta4 #c4--,para estudar a dinmica do crescimento1 servem-se as scincias pedolgicas da pedolexia 7observao da criana7 e da pedometria 7mensurao da criana74 ,a anlise incide1 tanto sobre os rgos e os sistemas1 como sobre as funes2 e as medidas somticas devem ser individuais1 peridicas e polimtricas1 isto 1 devem abranger todos os segmentos do organismo4 o que se designa pela expresso de mtodo auxanolgico4 ,reduzindo a esquma esta processologia1 temos3 ,pedolexia ,estrutural 7exame dos rgos7 7,observao da criana7 ,funcional 7exame das funes7 ,investigao do crescimento ,pedometria craniomtrica 7,mensurao toracomtrica da criana7 braquiomtrica cruriomtrica pelvimtrica #d--;,em o nosso pas1 as observaes e mensuraes1 realizadas no intuito de conhecer as leis do crescimento1 so pouco numerosas2 todavia1 algumas existem2 e1 na verdade1 em quantidade bastante1 pelo que respeita ao crescimento absoluto1 cujo ritmo1 como adiante se ver1 reputamos1 em relao ao sexo masculino1 suficientemente estabelecido e determinado4 ,mas1 em matria de leis do crescimento1 importa separar aquelas que1 por sua natureza mesma1 se tornam extensivas a tdas as crianas1 seja qual fr o meio em que vivam1 e as razes antropolgicas1 donde procedam2 e aquelas que pertencem exclusivamente s crianas de cada agregado social1 e no abrangem seno os indivduos que participam dum gnero de vida anlogo1 e promanam de uma mesma origem tnica4 ,enumeraremos1 entre as primeiras1 como mais importantes3 #a7 a lei de ,buffon 7a que chamaremos de contraste71 em virtude da qual o feto cresce1 cada vez mais1 medida que se aproxima do nascimento1 ao passo que a criana cresce1 cada vez menos1 medida que se avizinha da puberdade2 #b7 a lei da periodicidade1 que regula a sucesso de esfro e repouso 7relativo71 na dinmica do crescimento2 #c7 a lei da alternncia1 por cuja virtude os membros do corpo 7sobretudo1 as pernas7 crescem principalmente antes e durante a puberdade1 e o busto1 depois2 #d7 a lei das compensaes1 que se revela na acelerao do crescimento de certos rgos1 em relao a outros mais desenvolvidos#ch4 segunda categoria pertence1 alm da lei do ritmo 7modalidade ou manifestao da lei da periodicidade71 a lei das propores1 que preside a tda a dinmica do crescimento relativo4 #e4--;,estas leis1 como resumo e expresso1 que so1 das relaes entre os fenmenos considerados1 incluem1 tambm no caso presente1 o conceito das causas ou dos factores que agem sbre o crescimento4 ,indicaremos3 #a7 entre os determinantes fisiolgicos3 a raa1 a gestao1 o sexo1 a consanguinidade e a alimentao2 #b7 dos factores mesolgicos3 o meio cosmo-telrico 7clima1 estaes1 ar livre1 claustrao1 etc47 e social 7vida citadina1 e de campo1 profisses e ocupaes sociais1 etc472 #c7 dentre os agentes patolgicos3 as doenas 7crnicas1 ou agudas71 o raquitismo1 a insuficincia tiroidiana1 os estados neuropticos1 etc42 #d7 finalmente1 das causas pedaggicas3 os exercicios fsicos1 a gimnstica1 os jogos1 etc4 ,cada um dstes factores age1 a seu modo1 sobre o mecanismo do crescimento1 robustecendo ou embaraando1 consoante as circunstncias1 a energia intra-orgnica1 que a causa primordial de tudo1 naquele mecanismo#ci4 ,,cap,,tulo ,,ii ,crescimento absoluto2 sua determinao1 em relao criana portuguesa2 tabelas de mdias1 e respectivas curvas4 ,o ritmo do crescimento em ,portugal #a4--;,como noutro lugar dissemos#dj1 o crescimento absoluto 7determinvel pelas medidas sintticas3 altura1 pso1 permetro torcico7 denuncia o ritmo da evoluo1 que diferente1 segundo a procedncia tnica1 e varia com o meio1 tanto fsico1 como social4 ,para o estudo dste crescimento1 entre ns1 e organizao das respectivas tabelas de mdias1 dispomos de elementos antropomtricos1 mais do que suficientes1 em quantidade1 e ptimos1 em qualidade4 sses elementos1 j por ns seriados#da1 so os seguintes3 #a7 mensuraes e pesagens efectuadas1 durante um perodo de seis anos1 duas vezes em cada ano 7novembro e julho71 sobre um total de #a4che indivduos1 do sexo masculino1 de idades compreendidas entre os dez e os dezoito anos1 no antigo ,colgio ,militar1 pelo mdico ,joo ,carlos ,mascarenhas de ,melo#db2 #b7 mensuraes e pesagens1 de ,pedro ,ferreira1 no extinto ,colgio de ,campolide1 durante quatro anos seguidos 7#aije-aiji7 sobre #abbg crianas1 do sexo masculino1 de idades que variam1 desde os seis at aos vinte anos#dc2 #c7 mensuraes e pesagens do dr4 ,morais ,manchego1 realizadas em escolas primrias1 do sul do ,pas1 sobre #a4hbi crianas1 do sexo masculino1 desde os seis at aos dezanove anos de idade#dd2 #d7 mensuraes e pesagens efectuadas1 na ,maternidade de ,lisboa1 sob a direco do falecido professor ,alfredo da ,costa1 desde #ahii a #aijd1 sobre mais de #b4hjj crianas1 de ambos os sexos1 logo em seguida ao nascimento#de2 #e7 pesagens de crianas tuteladas pela ,santa ,casa da ,misericrdia de ,lisboa1 em nmero de mais de #ajj4jjj1 de idades compreendidas entre o nascimento e os doze mses1 desde #aijg at #aiacdf4 #f7 mensuraes e pesagens do dr4 ,samuel ,maia1 realizadas em ,lisboa1 no ano de #aijh1 sobre #e4iab crianas1 de ambos os sexos1 de #j aos #aj anos de idade2 #g7 mensuraes e pesagens efectuadas1 no liceu de ,combra1 durante doze anos 7#aije-aiaf71 sobre um total de #a4ahj alunos1 do sexo masculino1 de idades variveis entre os dez e os vinte anos2 #h7 mensuraes e pesagens1 realizadas1 no ,instituto ,feminino de ,educao e ,trabalho1 de ,odivelas1 sob a direco da mdica ,d4 ,adelaide ,cabete1 durante dois anos consecutivos 7#aiad-aiaf71 sobre #aeg alunas2 #i7 mensuraes e pesagens1 empreendidas1 na ,escola de ,alunos ,marinheiros do norte 7,lea de ,palmeira7 desde #aiac a #aiaf1 sobre #bda alunos1 do sexo masculino2 #aj7 finalmente1 mensuraes e pesagens1 realizadas1 desde #aiab1 no laboratrio psicolgico da ,faculdade de ,letras1 de ,combra1 sobre crianas de diferentes idades e procedncias1 como meio de iniciao dos alunos da ,escola ,normal ,superior na prtica da mensurao antropomtrica1 pelo emprgo do mtodo auxanolgico#dg4 #b4--;,de tdas estas medidas1 aproveitando aquelas que1 por suas caractersticas1 se tornam comparveis1 organizamos os seguintes quadros de mdias do crescimento absoluto1 normal1 da criana portuguesa1 desde o nascimento at idade adulta3 #c4--,o quadro n4o #a 7,alturas7 baseia-se num total de vinte e uma mil e seiscentas mensuraes1 assim distribudas3 #a7 ,maternidade de ,lisboa 7ambos os sexos71 #b4hgg2 #b7 ,samuel ,maia 7ambos os sexos71 #h4fhe2 #c7 ,colgio de ,campolide 7sexo masculino71 #a4bba2 #d7 ,colgio ,militar 7sexo masculino71 #a4che2 #e7 ,morais ,manchego 7sexo masculino71 #a4hbi2 #f7 ,liceu de ,coimbra 7sexo masculino71 #d4gca2 #g7 ,instituto1 de ,odivelas 7sexo feminino71 #fca2 #h7 ,escola de alunos marinheiros1 do norte 7sexo masculino71 #bda4 ,,quadro ,n4o #a ,idades ,maternidade ,samuel ,pedro de ,lisboa ,maia ,ferreira ---------------------------------------- -- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- ---------------------------- ,recm-nascido ,nascimento #ej1bd #di1ee -- -- -- -- #j-a -- -- #ff #fc -- -- ,infncia #a-b -- -- #gd #gb -- -- #b-c -- -- #hc #ha -- -- ,puercia #c-d -- -- #hi #hh -- -- #d-e -- -- #if #id -- -- #e-f -- -- #aji #ajd #aac1e -- #f-g -- -- #aaj #ajf #aai1e -- #g-h -- -- #aaa #aaj #abd -- ,adolescncia #h-i -- -- #aaf #aae #abi -- #i-aj -- -- #abc #abb #acc -- #aj-aa -- -- -- -- #ach -- #aa-ab -- -- -- -- #add -- #ab-ac -- -- -- -- #adh -- ,puberdade #ac-ad -- -- -- -- #aed1e -- #ad-ae -- -- -- -- #afj1e -- #ae-af -- -- -- -- #afe -- #af-ag -- -- -- -- #afe1e -- ,nubilidade #ag-ah -- -- -- -- #aff -- #ah-ai -- -- -- -- #afi -- #ai-bj -- -- -- -- #aga -- ,idades ,colgio ,morais ,liceu ,militar ,manchego de ,combra ---------------------------------------- -- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- ---------------------------- ,recm-nascido ,nascimento -- -- -- -- -- -- #j-a -- -- -- -- -- -- ,infncia #a-b -- -- -- -- -- -- #b-c -- -- -- -- -- -- ,puercia #c-d -- -- -- -- -- -- #d-e -- -- -- -- -- -- #e-f -- -- #ajh -- -- -- #f-g -- -- #aad -- -- -- #g-h -- -- #aai -- -- -- ,adolescncia #h-i -- -- #abd -- -- -- #i-aj #acb -- #abg -- -- -- #aj-aa #ace -- #aca -- #acb -- #aa-ab #aci -- #ace -- #acf -- #ab-ac #adc -- #aci -- #aci -- ,puberdade #ac-ad #aej -- #adg -- #adc -- #ad-ae #aeg -- #adi -- #aec -- #ae-af #afb -- #aef -- #aei -- #af-ag #afc -- #afa -- #afd -- ,nubilidade #ag-ah #afe -- #afc -- #afe -- #ah-ai #afi -- #afe -- #aff -- #ai-bj -- -- -- -- #afh -- ,idades ,instituto ,alunos feminino ,marinheiros ,mdias gerais de ,odivelas ----------- ------------------------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- ---------------------------- ,recm-nascido ,nascimento -- -- -- -- #ej1bd #di1ee #j-a -- -- -- -- #ff #fc ,infncia #a-b -- -- -- -- #gd #gb #b-c -- -- -- -- #hc #ha ,puercia #c-d -- -- -- -- #hi #hh #d-e -- -- -- -- #if #id #e-f -- -- -- -- #aaj #ajd #f-g -- -- -- -- #aad1e #ajf #g-h -- #aag -- -- #aah #aac1e #h-i -- #abj1e -- -- #abc #aag1g #i-aj -- #abe -- -- #abh1g #abc1e #aj-aa -- #abi -- -- #acd #abi #aa-ab -- #acd1e -- -- #ach1e #acd1e #ab-ac -- #ada1e -- -- #adb #ada1e ,puberdade #ac-ad -- #adh -- -- #adh1f #adh #ad-ae -- #aeb -- -- #aed1h #aeb #ae-af -- #aeb1h -- -- #afj1e #aeb1h #af-ag -- #aed #afa -- #afb1i #aed ,nubilidade #ag-ah -- #aec1g #afa1b -- #afd #aec1g #ah-ai -- #aea #afa1c -- #aff #aea #ai-bj -- #aed #afa1e -- #aff1h #aed ,o quadro n4o #b 7,pso7 foi elaborado1 em presena dos documentos que acusam o elevado nmero de cento e dezassete mil e dez pesagens1 efectuadas nos seguintes ,institutos3 #a7 ,maternidade de ,lisboa 7ambos os sexos71 #b4edi pesagens2 #b7 ,misericrdia de ,lisboa 7ambos os sexos71 #ajj4hbd2 #c7 ,colgio ,militar 7sexo masculino71 #c4jcd2 #d7 ,colgio de ,campolide 7sexo masculino71 #a4bad2 #e7 ,morais ,manchego 7sexo masculino71 #a4bga2 #f7 ,liceu de ,coimbra 7sexo masculino71 #b4cgj2 #g7 ,samuel ,maia 7ambos os sexos71 #d4hgh2 #h7 ,instituto ,feminino1 de ,odivelas 7sexo feminino71 #fcc2 #i7 ,escola de alunos marinheiros 7sexo masculino71 #bcg4 ,,quadro ,n4o #b ,maternidade ,misericrdia ,colgio de ,lisboa de ,lisboa ,militar ,idades ---------------------------------------- -- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- -------------- ,nascimento #c4bcf #c4ajc -- -- -- -- #j-a -- -- #g4ejj8 -- -- -- #a-b -- -- -- -- -- -- #b-c -- -- -- -- -- -- #c-d -- -- -- -- -- -- #d-e -- -- -- -- -- -- #e-f -- -- -- -- -- -- #f-g -- -- -- -- -- -- #g-h -- -- -- -- -- -- #h-i -- -- -- -- -- -- #i-aj -- -- -- -- -- -- #aj-aa -- -- -- -- #bi4jjj -- #aa-ab -- -- -- -- #cj4ejj -- #ab-ac -- -- -- -- #cc4jjj -- #ac-ad -- -- -- -- #cf4ejj -- #ad-ae -- -- -- -- #db4jjj -- #ae-af -- -- -- -- #dg4jjj -- #af-ag -- -- -- -- #ea4ejj -- #ag-ah -- -- -- -- #ec4jjj -- #ah-ai -- -- -- -- #ee4ejj -- #ai-bj -- -- -- -- #eh4ejj -- #bj-ba -- -- -- -- -- -- ,colgio de ,morais ,samuel ,campolide ,manchego ,maia ,idades ---------------------------------------- -- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- -------------- ,nascimento -- -- -- -- -- -- #j-a -- -- -- -- #g4ejj #g4jjj #a-b -- -- -- -- #g4jjj #h4gjj #b-c -- -- -- -- #aa4gjj #aa4bej #c-d -- -- -- -- #ac4fjj #ad4eej #d-e -- -- -- -- #ab4ijj #ad4bij #e-f -- -- -- -- #ac4hjj #ae4gjj #f-g #bj4djj -- -- -- #ag4dej #af4dej #g-h #bc4djj -- -- -- #ai4ejj #ah4adj #h-i #be4bjj -- -- -- #bj4gjj #bj4iej #i-aj #bg4ejj -- -- -- #bb4ijj #bc4bej #aj-aa #bi4fjj -- #bf4bfj -- -- -- #aa-ab #ca4fjj -- #bh4cij -- -- -- #ab-ac #ce4bjj -- #cj4hhj -- -- -- #ac-ad #ci4jjj -- #cb4cej -- -- -- #ad-ae #dd4fjj -- #ce4fcj -- -- -- #ae-af #ej4cjj -- #ci4ehj -- -- -- #af-ag #ee4bjj -- #df4dcj -- -- -- #ag-ah #ef4cjj -- #ej4jjj -- -- -- #ah-ai #ei4ajj -- #eb4iaj -- -- -- #ai-bj #fj4ejj -- #ed4ejj -- -- -- #bj-ba #fj4ejj -- -- -- -- -- ,,quadro ,n4o #b 7,continuao7 ,liceu de ,instituto ,alunos ,mdias gerais ,combra feminino ,marinheiros de ,odivelas ,idades ---------------------------------------- ----------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ---------------------------------------- ----------------------------- ,nascimento -- -- -- -- -- -- #c4bcf #c4ajc #j-a -- -- -- -- -- -- #g4ejj #g4jjj #a-b -- -- -- -- -- -- #g4ijj #h4gjj #b-c -- -- -- -- -- -- #aa4gjj #aa4bej #c-d -- -- -- -- -- -- #ac4fjj #ad4eej #d-e -- -- -- -- -- -- #ab4ijj #ad4bfj #e-f -- -- -- -- -- -- #ac4hjj #ae4gjj #f-g -- -- -- -- -- -- #ah4ijj #af4dej #g-h -- -- -- #ba4fhg -- -- #ba4dej #af4iac #h-i -- -- -- #bc4bbe -- -- #bb4iej #bb4jhg #i-aj -- -- -- #bd4dhj -- -- #be4bjj #bc4hfe #aj-aa #bh4jjj -- -- #bf4egc -- -- #bh4bjj #bf4egc #aa-ab #cj4jjj -- -- #cj4agj -- -- #cj4ajj #cj4agj #ab-ac #cc4jjj -- -- #cf4cjb -- -- #cc4jjj #cf4cjb #ac-ad #cg4jjj -- -- #db4bci -- -- #cf4bjj #db4bci #ad-ae #db4jjj -- -- #df4eaj -- -- #da4jej #df4eaj #ae-af #dh4ejj -- -- #di4dce -- -- #df4cjj #di4dce #af-ag #ec4jjj -- -- #ej4djb #eb4ejj -- #eb4jjj #ej4djb #ag-ah #ee4jjj -- -- #ea4ajj #ec4ejj -- #ec4ejj #ea4ajj #ah-ai #eg4ejj -- -- #ea4cgb #ed4jjj -- #ee4abe #ea4cgb #ai-bj #fj4jjj -- -- #ej4jjj #ee4jjj -- #ef4fge #ej4jjj #bj-ba #fj4ejj -- -- -- -- -- #fj4ejj -- ,finalmente1 para a elaborao do quadro n4o #c 7,permetro torcico71 cujas mdias so a expresso sinttica de sete mil mensuraes1 contriburam os seguintes estabelecimentos3 #a7 ,colgio ,militar 7sexo masculino71 com #a4che2 #b7 ,colgio de ,campolide 7sexo masculino71 com #a4bbc2 #c7 ,liceu de ,combra 7sexo masculino71 com #b4bbe2 #d7 ,escola de alunos marinheiros 7sexo masculino71 com #b4afg4 ,,quadro ,n4o #c 7,sexo masculino7 ,colgio ,colgio ,liceu ,escola ,mdias ,idades ,militar de de de ,alunos gerais ,campolide ,coimbra ,marinheiros ---------------------------------------- ----------------------- #f-g -- #eg1c -- -- #eg1c #g-h -- #ei1c -- -- #ei1c #h-i -- #ei1c -- -- #ei1c #i-aj -- #fj1g -- -- #fj1g #aj-aa #fb1e #fa1i #fa1d -- #fa1i #aa-ab #fd #fc1f #fc -- #fc1e #ab-ac #ff #fe1e #fe1a -- #fe1e #ac-ad #fi #fg1h #ff1i -- #fg1i #ad-ae #gb #ga1b #fg1a -- #gj1a #ae-af #ge1e #gd1g #fg1h -- #gb1f #af-ag #gh1e #gg1h #gi1a #hc #gi1f #ag-ah #hj #gi1c #hj1c #he #ha1a #ah-ai #ha1e #hj1h #ha1b #he #hb1a #ai-bj #hb1e #ha1h #hb1g #he #hc #bj-ba -- #hb #hb1f -- #hb1c #d4--;,as condies em que foram mensuradas tdas as crianas1 a que estes quadros se referem1 assim como a tcnica adoptada nas mensuraes1 e ainda os grficos que exprimem as respectivas mdias2 tudo isso se pode ver1 pormenorizadamente exposto1 descrito e apreciado1 em a nossa monografia1 j citada1 sobre o crescimento da criana portuguesa4 #e4--,mas1 alm dos elementos enumerados1 podemos acrescentar outros1 que daqueles no divergem sensivelmente1 e so provenientes do liceu ,pedro ,nunes1 e do ,colgio ,moderno1 de ,combra1 onde presentemente1 com o auxlio dos alunos da ,escola ,normal ,superior1 nos entregamos a estudos de pedometria1 no intuito de conhecer e determinar1 com preciso1 as leis do crescimento1 em ,portugal4 ,a seguinte tabela inscreve as mdias das mensuraes realizadas1 no referido liceu1 no ano lectivo de #aiad-aiae3 ,n4o de ,ampl4 ,idades alunos ,altura ,pso torcica ---------------------------------------- ------------ #i #ab #am1#cbg #cjk1#e #eamm #aj #ej #am1#cdb #bik1#eg #fcmm #aa #hi #am1#cij #cbk1#ba #gcmm #ab #ii #am1#dca #cdk1#ig #gjmm #ac #ig #am1#dfg #cgk1#if #gamm #ad #acc #am1#ebf #dak1#df #gdmm #ae #ajb #am1#egf #dck1#ci #hbmm #af #hb #am1#fbi #ejk1#cd #ggmm #ag #df #am1#fih #ehk1#ai #hgmm #ah #bc #am1#fhi #eek1#ag #gfmm1#e #ai #aj #am1#fga #eik1#aa #hdmm #bj #a #am1#eii #efk #aajmm #ba #a #am1#fhc #dgk1#f #hjmm ---------------------------------------- ------------ ,no captulo imediato1 a propsito do crescimento relativo1 interpretaremos as notaes1 referentes ao ,colgio ,moderno1 que incidem sobre cento e vinte crianas1 de diferentes idades1 tdas do sexo masculino1 observadas e mensuradas1 segundo as prescries do mtodo auxanolgico4 #f4--;,a seriao de todos os elementos considerados1 assim como o apuramento das respectivas mdias1 realizado de modo a fazer corresponder1 tanto quanto possvel1 realidade os resultados do clculo1 tornaram possvel o traado dos seguintes grficos1 que revelam1 com suficiente clareza1 o ritmo do crescimento1 entre ns4 ,o primeiro dstes grficos 7figura n4o #a7 inscreve as curvas do crescimento normal1 mdio1 em altura1 da criana portuguesa 7uma para cada sexo71 baseadas1 como dissemos1 sbre um total de vinte e uma mil e seiscentas mensuraes4 ,so curvas1 estas1 denominadas de grandeza1 que acusam as variaes da altura1 em funo do tempo#dh4 ,a linha horizontal do diagrama 7eixo das abcissas7 marca o tempo 7srie das idades72 a vertical 7eixo das ordenadas7 inscreve o espao 7variaes mtricas da estatura74 ,a simples inspeco do grfico convence imediatamente de que1 como nas observaes de ,quetelet1 em relao ,blgica#di1 as crianas portuguesas do sexo masculino excedem1 em altura1 durante todo o percurso da sua evoluo1 as do sexo feminino4 certo que o nmero de dados antropomtricos1 em que se baseia a curva do crescimento das raparigas1 orando apenas por um sexto daquele que fundamenta a curva dos rapazes1 no pode reputar-se suficiente1 em ordem a concluses definitivas2 mas as mensuraes 7aos milhares7 do dr4 ,ferraz de ,macedo1 para o apuramento da estatura mdia em ,portugal1 acusam1 em mdia1 na idade adulta1 em favor do sexo masculino1 um excedente que chega a atingir a quantidade aprecivel de dez centmetros#ej4 ,figura3 ,fig4 #a ,as diferenas sexuais1 de resto1 assim reveladas na fisionomia geral das curvas1 pelo paralelismo que nelas se mantm1 at aos catorze anos1 essas diferenas1 dizemos1 acentuam-se1 de modo anlogo1 em cada estdio particular e concreto da evoluo4 ,assim1 logo nascena1 por exemplo1 a estatura dos rapazes ultrapassa1 em mdia1 em um centmetro1 aproximadamente1 a das raparigas2 e1 a partir dos catorze anos1 a disparidade das alturas adquire tais propores1 que ns aconselhamos os estudiosos a que usem de uma prudente reserva1 relativamente a estas medidas4 ,como elemento de confronto1 para elucidao completa do assunto1 aqui deixamos consignadas1 no presente quadrculo1 as notaes que se devem aos pedologistas ,variot e ,chaumet1 em relao criana francesa3 ,altura em centmetros ,idades ------------------------------- ,rapazes ,raparigas -------------------------------------- #a-b #gd1b ,difer4 #gc1f ,difer4 #b-c #hb1g #h1e #ha1h #h1b #c-d #hi1a #f1d #hh1d #f1f #d-e #if1h #g1f #ie1h #g1d #e-f #ajc1c #f1e #aja1i #f1a #f-g #aji1i #f1f #ajh1i #g1j #g-h #aad1d #d1e #aac1h #d1i #h-i #aai1g #e1c #aai1e #e1g #i-aj #abe1j #e1c #abd1g #d1h #aj-aa #acj1c #e1c #abi1e #e1b #aa-ab #acc1f #c1c #acd1d #d1i #ab-ac #acg1f #d1j #ada1e #g1a #ac-ad #adh1a #g1e #adh1f #g1a #ad-ae #aec1h #h1g #aeb1i #d1c #ae-af #aei1f #e1h #aed1b #a1c ,so nada menos de quatro os mximos que1 nas curvas apresentadas1 se observam1 atravs das idades de evoluo3 um1 absoluto ou primrio1 aos dezasseis anos 7para o sexo masculino7 e aos catorze 7para o sexo feminino72 e trs1 relativos ou secundrios3 o primeiro 7para ambos os sexos7 ao cabo dos doze meses1 depois do nascimento2 o segundo 7tambm para ambos os sexos71 aos seis anos2 e o terceiro1 aos dez anos 7para o sexo masculino7 e aos oito 7para o sexo feminino74 ,estes mximos denotam ou marcam1 como bvio1 no ritmo do crescimento1 os perodos mais agudos dste1 ou as fases mais intensivas da energia intra-orgnica1 que o determina4 ,ponderando tudo1 v-se3 #a7 que a criana portuguesa 7d'ambos os sexos7 se desenvolve enormemente1 durante o primeiro ano de vida extra-uterina2 #b7 que a marcha1 em seguida1 do seu crescimento 7ainda que progressiva7 se atenua1 desde a1 at aos cinco anos1 para1 de novo 7embora por pouco tempo71 se intensificar1 a partir desta idade2 #c7 que se produz1 depois1 nessa mesma marcha1 um relativo afrouxamento 7mais pronunciado1 no sexo feminino71 cujo mnimo se verifica1 aos oito anos 7para os rapazes7 e aos sete 7para as raparigas72 #d7 que o crescimento aumenta1 em seguida1 com moderao1 desde esta poca1 at aos doze anos 7nos rapazes7 e at aos treze 7nas raparigas71 para1 logo imediatamente depois1 cair 7sobretudo em relao ao sexo masculino7 num abatimento brusco e momentneo que1 em breve1 cessar2 #e7 finalmente1 que1 em seguida a esta relativa quietude fisiolgica1 o crescimento se acelera1 ainda uma vez mais1 com forte intensidade1 at aos dezasseis anos 7para os rapazes7 e at aos catorze 7para as raparigas71 sucedendo-se1 depois1 uma definitiva acalmia1 durante a qual a criana continuar1 sem dvida1 a crescer1 at ao termo da sua evoluo 7dos vinte aos vinte e cinco anos71 mas insensivelmente1 de modo muito lento e gradual4 ,para concluirmos a anlise de todos os elementos1 de que podemos dispor1 e cuja sntese se encontra nas curvas1 que temos considerado1 relativamente estatura da criana portuguesa1 nos diferentes estdios do seu crescimento1 resta ainda 7para clara inteligncia dos problemas antropomtricos1 cuja soluo nos interessa7 referir os factos adquiridos aos seus antecedentes naturais1 e procurar interpret-los1 de conformidade com as leis da lgica e os princpios da scincia4 ,a criana1 quando nasce1 sofre1 pela mudana de meio1 a rutura dum equilbro orgnico1 que lhe pe a vida em risco1 pelas perturbaes1 a que d origem1 no funcionamento de todos os rgos4 ,il faut1 diz ,ruyssen1 sous peine de mort1 que l'enfant s'accommode au milieu#ea4 ,esta adaptao a novas condies de existncia1 agravada1 qusi sempre1 pela crise genital do recm-nascido 7puberdade transitria71 gera uma luta1 que determina1 pela dinmica da aco1 o desenvolvimento bio-psquico da criana1 tanto mais intenso e forte1 quanto maior a impulso natural para um novo equilbrio que1 em ordem consolidao das aquisies realizadas1 substitua aquele que foi comprometido1 pela transio brusca e violenta da vida parasitria para a existncia independente4 ,no 1 por isso1 de admirar que1 durante a infncia 7princpio do segundo ano71 as energias do crescimento sofram uma depresso1 que lhes atenue o poder ascensional1 de que so dotadas2 e que se estabelea sse novo equilbrio provisrio que1 por sua vez1 ao cabo de quatro anos 7ento j em plena puercia71 do mesmo modo1 ser sacrificado1 em holocausto quelas mesmas energias1 que exigem1 no ser que lhes est subordinado1 novas combinaes somticas1 e diferentes propores dos segmentos do seu organismo4 ,realizadas1 porm1 que sejam essas combinaes1 e atenuada a crise de expanso1 que as provoca1 no h dvida que1 consoante se depreende dos factos examinados1 mais um equilbrio 7o terceiro1 segundo a ordem cronolgica7 se produzir1 agora com estabilidade menos precria1 do que os anteriores1 visto que dever subsistir1 at ao fim da adolescncia 7aos treze anos1 para os rapazes2 e aos doze1 para as raparigas71 e s desaparecer1 com a crise pubertria 7de tdas a mais enrgica e fecunda em transformaes fsicas e mentais71 que sobrevir1 por essa ocasio1 na vida instvel e agitada da criana4 ,esta crise durar trs anos1 e ser a ltima do crescimento1 seguindo-se-lhe o equilbrio orgnico definitivo1 que s a doena poder comprometer1 e a morte lograr destruir4 ,figura3 ,,curvas ,,do ,,crescimento ,,normal1 ,m,,dio1 ,,em ,,densidade 7,p,,so71 ,,da ,,crian,a ,,portuguesa 7#aag4jaj ,,pesagens7 ,fig4 #b #g4--,o segundo dos grficos indicados 7agora aqui presente7 7figura n4o #b7 representa1 nas respectivas curvas 7uma para cada sexo71 a marcha do crescimento normal1 mdio1 em densidade 7pso7 na criana portuguesa4 ,observando estas curvas1 reconhece-se1 desde logo1 que a fisionomia delas sensivelmente diferente da que oferecem as das estaturas1 que temos examinado4 ,as raparigas 7contrriamente ao que sucede1 em relao altura7 apenas so inferiores 7em pso7 aos rapazes1 no primeiro ano2 desde os seis aos doze anos2 e depois dos dezassete anos4 ,em tdas as outras idades1 manteem sobre les uma superioridade1 que chega a ser surpreendente1 pelos catorze anos4 ,mas as inflexes recprocas das duas curvas1 que se cruzam e mutuamente se penetram1 no so sem simile1 em pases estrangeiros4 ,veja-se1 por exemplo1 a seguinte tabela de ,variot e ,chaumet1 relativa ,frana3 ,pso em quilogramas ,idades --------------------------------- ,rapazes ,raparigas ---------------------------------------- #a-b #i1ejj ,difer4 #i1cjj ,difer4 #b-c #aa1gjj #b1b #aa1djj #b1a #c-d #ac1jjj #a1c #ab1ejj #a1a #d-e #ad1cjj #a1c #ac1ijj #a1d #e-f #ae1ijj #a1f #ae1bjj #a1c #f-g #ag1ejj #a1f #ag1djj #b1a #g-h #ai1ajj #a1e #ai1jjj #a1f #h-i #ba1ajj #b1a #ba1bjj #b1b #i-aj #bc1hjj #b1g #bc1ijj #b1g #aj-aa #be1ejj #a1h #bf1fjj #b1g #aa-ab #bg1gjj #b1a #bi1jjj #b1d #ab-ac #cj1ajj #b1d #cc1hjj #c1h #ac-ad #ce1gjj #e1f #ch1cjj #d1e #ad-ae #da1ijj #f1b #dc1bjj #d1j #ae-af #dg1ejj #e1f #df1jjj #b1h ,todavia1 as assinaladas diferenas sexuais1 e outras1 que omitimos1 no impedem que1 dum modo geral1 tanto rapazes1 como raparigas1 obedeam s mesmas leis1 e sofram influncias anlogas4 ,h s uma reserva a fazer1 e que1 em regra1 o crescimento das raparigas menos irregular nos acidentes 7comparem-se as duas curvas7 e qusi sempre mais precoce1 do que o dos rapazes4 ,foi ste facto1 que sugeriu ao ,dr4 ,claparde a idea de comparar a um match de corrida o crescimento dos dois sexos3 la croissance compare des filles et des garons1 diz le1 ressemble un match de course2 garons et filles partent ensemble1 mais celles-ci1 un instant devances1 prennent bientt les devans1 puis leurs concurrents les ratrapent et les dpassent1 mais elles les dpassent de nouveau jusqu' ce que1 enfin1 les garons l'emportent dfinitivement#eb4 ,examinem-se as nossas curvas1 e ver-se h que1 com leves e acidentais modificaes1 precisamente o que se verifica na dinmica do crescimento portugus4 ,nota-se assim que1 nesta dinmica1 so trs as principais fases do crescimento enrgico1 mximo1 em densidade3 #a7 durante o primeiro ano 7em ambos os sexos72 #b7 pelos seis anos 7para os rapazes7 e pelos oito 7para as raparigas72 #c7 pelos quinze1 aproximadamente 7nos rapazes71 e pelos doze 7nas raparigas74 ,a primeira crise 7e talvez a segunda7 constituem1 na opinio de ,camerer1 uma continuao da excessiva energia fetal do crescimento2 quanto ltima1 a sua explicao adequada encontra-se no advento e na instalao da ,puberdade#ec4 #h4--,para concluso desta primeira parte do nosso estudo 7crescimento absoluto da criana portuguesa71 resta apresentar o grfico da curva1 relativa ao permetro torcico1 que o que1 a seguir1 na pgina imediata 7fig4 n4o #c71 publicamos4 ,esta curva pertence ao sexo masculino2 no abrange a srie tda das idades infantis2 e apenas se baseia num total de sete mil mensuraes2 contudo1 no deixamos de reputar suficiente sse nmero para1 sobre le1 estabelecer alguns princpios1 e formular determinadas concluses4 ,figura3 ,,curva ,,do ,,per,,metro ,,tor,,cico 7#g4jjj ,,mensura,,es74 ,fig4 #c ,como geralmente se sabe1 o permetro torcico 7medida sinttica da espessura e da largura do trax7 maior ou menor1 consoante a criana j entrou na puberdade1 ou ainda permanece nas fases inferiores da evoluo#ed4 ,ora1 as notaes1 que constituem a presente curva1 no fazem excepo quela regra2 alm disso1 como veremos1 em lugar prprio1 as outras dimenses somticas1 que lhes correspondem1 acham-se na razo inversa das projeces verticais1 com que coincidem4 ste facto e outros anlogos1 que estabeleceremos1 serviro para demonstrar a absoluta veracidade destas palavras de ,pierre ,mendousse3 ,chacun sait qu'entre le corps d'un petit enfant et celui d'un adulte il y a des diffrences non seulement dans la grandeur totale1 mais aussi dans les proportions des diverses parties4 ,depuis le moment de la naissance1 chacune de celles-ci semble crotre sinon pour son propre compte1 du moins suivant un rythme plus ou moins acclr1 d'o rsulte pour chaque ge un canon spcial de la forme humaine1 variable d'ailleurs dans une certaine mesure suivant la race1 l'tat de sant1 la nourriture1 etc4 ,dans ce progrs continu1 l'avnement de la pubert dtermine non seulement un accroissement de vitesse1 mais sourtout des variations plus rapides qu'auparavant dans les proportions extrieures et plus encore dans le volume et le poids des organes1 dont les uns semblent s'hypertrophier1 pendant que les autres se dveloppent moins vite ou s'atrophient1 de sorte que l'tat cnesthsique de l'adolescent subit de profondes modifications1 parfois douloureuses j'usqu' la dfaillance1 en particulier lorsque1 vers les dix-huit ans1 la croissance s'tant ralentie1 un nouvel tat d'quilibre s'tablit entre les systmes organiques devenus adultes4 ,para confronto elucidativo1 aqui reproduzimos a tabela de ,pagliani#ee1 com as suas duas sries de medidas1 relativas capacidade vital e circunferncia torcica3 ,idades ,capacidade ,circunferncia vital torcica -------------------------------------- #aj #affj #fa #aa #agjj #fa1b #ab #ahfj #fb1h #ac #bjde #fe1b #ad #bajj #ff1d #ae 99#bdde99 99#fi1e99 #af #bdhe #gj1c #ag #bffj #ga1f #ah #caae #gb1f ,observando1 agora1 a fisionomia geral da evoluo torcica1 tal como se esboa1 em o nosso grfico1 a partir do plano horizontal1 existente entre os oito e os nove anos1 nota-se1 desde logo1 uma pronunciada ascenso da curva1 que adquire gradual e progressiva intensidade1 medida que a criana se vai aproximando do fim natural1 para que tende4 ,logo1 porm1 que ste movimento ascensional atinge os quinze anos 7fase pubertria71 a sua acelerao torna-se tam brusca e rpida1 que qusi se confunde com a vertical o fragmento de curva1 que a exprime4 ,chega1 depois1 o mximo 7aos dezassete anos72 e1 conquanto 7at idade adulta7 o trax continue sempre a crescer mais1 do que a estatura#ef1 todavia1 da por diante1 nenhuma variao dsse crescimento igualar jamais aquelas que1 at l1 se produziram4 ,,capitulo ,,iii ,insuficincia do estudo do crescimento absoluto para a soluo de todos os problemas antropomtricos4 ,crescimento relativo ou segmentar2 sua determinao1 tanto sinttica1 como analtica1 pelo confronto dos respectivos elementos4 #a4--;,a determinao do ritmo do crescimento no basta em ,pedologia1 porque1 como vimos1 h outras leis que as medidas sintticas no revelam4 ,a estatura1 como sntese que das alturas segmentares do corpo acima do solo1 valer o que valrem estas2 por si s1 essa medida apenas significa que tal pessoa grande ou pequena1 o que de importncia mnima1 em pedometria2 e1 s vezes1 at de valor negativo1 como suceder1 por exemplo1 nos casos de gigantismo com infantilismo1 em que a estatura cresce1 custa doutras dimenses essenciais 7largura1 grossura1 espessura7 do slido humano#eg4 ,pelo seu lado1 o pso nem sempre deve ser considerado1 como exprimindo um valor activo nos fenmenos do crescimento1 pois pode suceder que1 em vez de uma densidade muscular1 acuse uma densidade adiposa1 a qual1 como bvio1 no passa de uma reserva e1 s vezes1 at dum obstculo seqncia normal daqueles fenmenos4 ,no h dvida que a medida do pso1 em circunstncias normais e1 sobretudo1 a da sua evoluo1 constituem um meio excelente de avaliar da sade e do estado de nutrio da criana2 a verdade1 porm1 que no sse o nico problema mtrico a esclarecer3 outros h que o pso1 s por si1 no resolve4 ,figura3 ,fig4 #d ,finalmente1 o permetro torcico 7medida de valor aprecivel1 quando relacionada com outras medidas7 presta-se tambm a interpretaes errneas1 por isso mesmo que pode representar1 sob a mscara da gordura1 um falso volume do organismo4 ,a concluso impe-se1 em relao a cada uma das mensuraes indicadas1 considerada de per si2 mas h casos1 em que nem tdas juntas inspiraro maior confiana4 ,examine-se1 por exemplo1 ste retardatrio 7figura n4o #d71 de quinze anos e meio de idade1 o qual1 a julgar pela altura 7qusi de adulto71 pelo pso 7relativamente enorme71 e pelo permetro torcico 7considervel71 se deveria reputar em ptimas condies de crescimento2 e1 todavia1 no se trata seno de uma pobre criana que1 hora das suas mensuraes1 no havia ainda feito a puberdade1 nem talvez jamais a chegasse a fazer6444#eh4 um caso tpico de infantilismo total1 tanto somtico1 como psquico4 ,a investigao scientfica do crescimento descobriu que uma das leis mais importantes dste a das propores4 ,o vigor do organismo humano e o seu desenvolvimento normal1 atravs das idades de evoluo 7infncia1 puercia1 adolescncia1 puberdade1 nubilidade7 no dependem smente do aumento1 em altura1 grossura1 e densidade2 mas tambm e principalmente das dimenses relativas de todos os segmentos1 que constituem sse organismo4 ,no possvel elaborar1 acertadamente1 um quadro de mdias1 considerando apenas as medidas enumeradas2 o que importa pesquizar a frmula especfica do nosso crescimento1 construir o cnon antropomtrico da criana portuguesa1 em tdas as idades1 e de ambos os sexos4 ,achado sse padro1 por le ser aferido o crescimento1 sendo ento fcil defin-lo e julg-lo1 com absoluta segurana4 #b4--,os antigos falaram1 por vezes1 das propores do corpo humano1 nas diferentes fases da sua evoluo2 a verdade1 porm1 que s a scincia contempornea logrou resolver o problema#ei4 ,sem querermos aprofundar agora ste assunto1 basta ponderar que1 depois dos trabalhos definitivos de ,manouvrier#fj1 no possvel continuar a crr nas curiosas fices de ,stratz que1 havendo adoptado o critrio de ,vitrvio1 afirmava incluir-se1 oito vezes1 a cabea1 na estatura do adulto2 sete1 na do pbere2 seis1 na do adolescente2 cinco1 na do infante2 e quatro1 na do recm-nascido#c4 ,no h de ser um segmento do corpo humano a medida comum das dimenses reaes dste2 mas uma unidade mtrica exterior3 o milmetro1 como se acha estabelecido1 em pedometria4 ,seguindo na esteira desta orientao1 e estabelecendo1 desde j1 o confronto das medidas sintticas1 de que dispomos1 no padece dvida1 que o crescimento relativo da criana portuguesa denuncia1 na sua marcha progressiva1 uma clara influncia da lei da alternncia1 e no se afasta sensivelmente das normas1 a que se atende1 em pedologia4 ,comparando1 por exemplo1 a curva da altura com as curvas do pso 7figura n4o #e7 e do permetro torcico 7figura n4o #f71 reconhece-se1 desde logo1 que1 em relao ao sexo masculino1 tanto a densidade1 como a grossura do organismo1 s ultrapassam a altura1 depois dos quinze anos1 que a poca1 em que as dimenses horizontais entram de contribuir mais1 do que as verticais para o crescimento do slido humano4 ,pelo que temos observado1 ininterruptamente1 a partir de #aijc1 a puberdade masculina faz-se1 em regra1 entre ns1 desde os catorze at aos dezasseis anos1 e a feminina1 desde os doze at aos catorze#fb4 ,normalmente1 os primeiros sinais da puberdade 7,p4#a7 aparecem1 no sexo masculino1 pelos treze ou treze anos e meio2 no sexo feminino1 pelos onze ou onze e meio2 e a sua instalao definitiva 7,p4#c ,a4#a71 respectivamente1 pelos catorze e doze anos4 ,alm disso1 importa notar que o encerramento da fase pubertria 7,p4#e ,a4#c1 #d ou #e7 se realiza sempre1 ao cabo de dois anos1 volvidos sbre aquela instalao#fc4 ,figura3 ,fig4 #e ,examinando o grfico da figura #e1 v-se que efectivamente o aumento progressivo do pso se intensifica1 a partir dos catorze anos2 e que precisamente aos dezasseis 7,p4#e ,a4#e7 que a respectiva curva adquire sbre a da estatura uma ascendncia1 que jamais cessar#fd4 ,mas natural2 porque1 como se depreende do grfico n4o #f1 a criana1 principiando a engrossar1 em progresso intensiva1 dos quinze para os dezasseis anos 7instalao definitiva1 ou j encerramento da puberdade71 claro est que aumentar de densidade2 donde resulta o paralelismo1 ou a semelhana fisionmica das duas curvas 7pso e permetro torcico74 ,em contraprova1 examine-se ainda o grfico da figura n4o #g1 que inscreve 7para confronto7 as curvas do pso e do permetro torcico4 ,depois dos nove ou dez anos1 essas curvas caminham qusi paralelamente 7como no podia deixar de ser72 e1 s depois dos dezassete anos1 em que atingido o mximo absoluto comum1 que surgem inflexes1 cuja natureza importa pediatria explicar4 ,em os nossos exemplares de observao e estudo1 h um 7do sexo feminino71 em que se realizam1 com notvel preciso1 as leis1 a que nos temos referido4 ,o crescimento1 em altura1 como se pode verificar1 em face do grfico da figura n4o #h1 acusa1 pelos treze anos1 um aumento considervel1 que teve o seu incio1 por ocasio do aparecimento e instalao da puberdade2 e podemos acrescentar que essa progresso no afrouxou ainda1 at a ste momento#fe4 ,mas no constituem os factos aduzidos todo o material1 de que seja possvel dispor1 para a organizao scientfica dos cnones antropomtricos das idades evolutivas da criana portuguesa4 ,figura3 ,fig4 #f ,figura3 ,fig4 #g ,figura3 ,fig4 #h ,temos medidas segmentares1 que podem aproveitar a sse fim2 e vamos apreci-las1 no captulo imediato4 ,,cap,,tulo ,,iv ,medidas segmentares para avaliao do crescimento relativo1 ou das propores do corpo1 nas idades de evoluo4 ,cnones antropomtricos da criana portuguesa #a4--,o estudo das propores mtricas do corpo humano1 desde o nascimento1 at idade adulta1 exige que se considerem trs ordens de segmentos3 #a7 projeces verticais2 #b7 dimetros2 #c7 permetros ou circunferncias4 ,dos elementos da primeira categoria1 interessam-nos1 de modo especial1 em relao ao eixo do corpo1 as alturas da cabea e do tronco2 e1 em relao aos apndices1 as dimenses 7no seu conjunto7 do membro torcico e do membro abdominal4 ,como1 em o nosso pas1 no existem 7que ns saibamos7 mensuraes das referidas alturas1 procuramos1 ao presente1 obt-las1 em quantidade e qualidade suficiente1 sobre alunos do ,colgio ,moderno#ff4 segunda categoria pertencem os dimetros1 tanto cranianos1 como torcicos1 e plvicos2 mas de tdas estas dimenses horizontais algumas medidas possumos1 em condies de serem utilizadas2 podendo dizer-se o mesmo1 em relao aos elementos da ltima classe3 permetros1 quer cranianos1 quer torcicos1 e ainda plvicos4 ,as tabelas que1 a seguir1 publicamos consubstanciam todos sses elementos3 ,,tabela ,n4o #a 7,maternidade de ,lisboa7#fg ,nmero de mensuraes ,dimetros cranianos ,permetros cranianos ---------------------------------------- ----------------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,o ,f#fh ,b ,p#fh ,s ,o ,f#fh ---------------------------------------- ----------------------- #adia #achf #aa1eh #i1ce #cb1gh ,estas mensuraes 7tabela n4o #a7 foram feitas imediatamente depois do nascimento1 sobre crianas que satisfaziam s condies seguintes3 #a7 d'tre ns vivants2 #b7 d'tre ns par le sommet2 #c7 d'avoir t dgags en ,,op42 #d7 d'tre des enfants terme4 ,quanto ao seu valor antropolgico1 no so essas medidas ceflicas de natureza a inspirar-nos uma grande confiana1 porquanto1 como o prprio autor diz3 la prise des mesures cphaliques est encore plus difficile que celle des longueurs4 ,d'abord1 il est impossible qu'elles soient1 toutes1 prises par la mme personne1 quand on opre sur un grand nombre d'enfants1 comme nous le faisons2 puis1 il faut compter avec la difficult inhrente l'opration1 quand il s'agit d'un enfant vivant1 comme c'est notre cas1 la difficult d'employer un instrument de prcision1 et encore la difficult de bien tablir1 pour tous les cas1 les mmes points de repre1 en les marquant toujours d'une manire identique et irrprochable4 ,aussi1 nos mesures ne prtendent gure la rigueur d'une tude anthropomtrique4 ,nous avons tout simplement cherch tablir quelle serait1 peu prs1 la grandeur de la tte foetale1 tout de suite aprs la naissance1 pour obtenir1 autant que possible1 une ide de la grandeur des diamtres de l'ovoide cphalique du foetus1 l'occasion de sa descente par la filire gnitale#fi4 ,nem para admirar que assim seja1 por isso mesmo que a iniciativa das duas mil oitocentas e setenta e sete mensuraes1 cujas mdias a mencionada tabela exprime1 no tinha um fim antropolgico1 mas tam smente obsttrico4 ,todavia1 no so para rejeitar1 in limine1 tam numerosas observaes2 antes supomos muito conveniente a sua seriao1 como subsdio para a avaliao indirecta da capacidade craniana do recm-nascido2 e1 portanto1 do volume e pso do seu crebro#gj4 ,,tabela ,n4o #b 7,observaes de ,costa ,sacadura7#ga ,nmero de ,dimetros ,permetros mensuraes cranianos cranianos ---------------------------------------- --------------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,o ,f ,b4 ,p4 ,s ,o ,f ---------------------------------------- ------------------ ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 #bef #bgc ---------------------------------------- --- #aa1bb #aj1if #h1ib #h1hg #cb1ea #cb1cc ---------------------------------------- ------------------ ,mdias sem distino #aa1ji #h1hi #cb1db de sexo ,as mdias da tabela n4o #b resultam de clculos efectuados sobre quinhentas e vinte e nove mensuraes de dimetros e permetros cranianos de recm-nascidos1 vivos1 d'ambos os sexos1 na ,maternidade de ,lisboa1 em #aijd1 pelo chefe de clnica dsse estabelecimento1 dr4 ,costa ,sacadura4 ,essas mensuraes1 de rigor absoluto1 quanto ao processo tcnico1 tambm foram feitas logo nascena1 como as da tabela n4o #a2 e1 conquanto se destinassem a servir intuitos exclusivamente clnicos1 todavia1 nada obsta a que as aproveitemos 7pelo menos ,o ,f1 ,b ,p e ,s ,o ,f1 para o nosso fim antropolgico3 determinao do ndice ceflico do recm-nascido portugus4 certo que1 pela ocasio em que foram tomadas1 essas medidas exprimem dimenses de uma cabea1 que pode ter sido deformada pelo trabalho do parto2 mas tambm no padece dvida1 que sse facto carece de eficcia para invalidar aquela determinao1 porquanto1 em matria de cfalometria do recm-nascido1 no se pode contar com certezas2 mas tam smente com aproximaes#gb4 ,como se depreende da presente tabela 7n4o #c71 as mdias das respectivas dimenses ceflicas1 derivam de #di observaes1 realizadas no hospital geral de ,santo ,antnio1 do ,prto1 pelo dr4 ,manuel lvares ,pereira ,carneiro ,leal4 ,,tabela ,n4o #c 7,observaes de ,manuel ,carneiro ,leal7#gc ,nmero de ,dimetros ,permetros mensuraes cranianos cranianos ---------------------------------------- --------------------- ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,o ,f ,b4 ,p4 ,s ,o ,f ---------------------------------------- ------------------ ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 ,s4 ,m4 ,s4 ,f4 #bc #be ---------------------------------------- --- #aa1f #aa1b #i1b #i1a #cb1i #cb1b ---------------------------------------- ------------------ ,mdias sem distino #aa1d #i1a #cb1e de sexo ,dessas mensuraes1 excluem-se as que se referem a nados-mortos2 mas consideram-se as que pertencem a recm-nascidos de fraca viabilidade#gd4 ,aproximando agora as mdias de tdas as dimenses1 que os trs mapas apresentados consubstanciam1 podemos organizar o quadro geral 7n4o #d7 das medidas ceflicas do recm-nascido portugus1 baseado em trs mil quatrocentas e cinqenta mensuraes1 absolutamente comparveis1 porquanto1 a-pesar-de realizadas por vrias pessoas1 todavia1 nem deixou de ser a mesma a tcnica empregada1 nem foram diferentes as circunstncias1 em que se operou4 ,,quadro ,n4o #d 7,dimetro e ,permetro craniano do recm-nascido portugus7 ,dimetros ,permetros ,nmero ,nomes cranianos cranianos de dos ----------------------------- observaes observadores ,o ,f ,b ,p ,s ,o ,f ---------------------------------------- --------------------- #bhgg ,alfredo da ,costa #aa1eh #i1ce #cb1gh #ebi ,costa ,sacadura #aa1ji #h1hi #cb1db #dh ,carneiro ,leal #aa1dj #i1aj #cb1ej ---------------------------------------- --------------------- ,mdias gerais 7centmetros7 99#aa1ce99 99#i1aa99 99#cb1ef99 ,o ndice ceflico mdio dos portugueses1 segundo as observaes de ,ferraz de ,macedo#ge1 ,costa ,ferreira#gf1 lvaro ,basto#gg1 ,sant',ana ,marques#gh e ,fonseca ,cardoso#gi1 de #gf1d1 no vivo1 e de #gd1e1 no crnio4 ,mas ste ndice 7apenas varivel entre #gh1g e #ge1b1 nos #ag distritos7 o do adulto#hj4 ,que saibamos1 no existem1 em o nosso pas1 quaisquer trabalhos sobre o ndice ceflico da criana portuguesa1 nas diferentes idades da sua evoluo1 a comear no recm-nascido2 crmos1 todavia1 que os elementos1 constantes do quadro n4o #d1 no podero deixar de reputar-se suficientes para legitimarem a adopo 7ao menos1 a ttulo provisrio7 da expresso #hj1b1 como valor mdio do referido ndice1 em relao ao recm-nascido#ha4 #b4--,prosseguindo1 apresentamos agora a seguinte tabela 7n4o #d71 que condensa os resultados 7absolutamente inditos7 das observaes feitas no ,liceu de ,combra1 nas circunstncias que j indicmos1 a propsito da estatura4 ,a mdia do ndice ceflico1 correspondente a cada uma das idades consideradas1 figura numa coluna desta tabela4 ,,tabela ,n4o #d 7,dimetros cranianos1 de alunos do ,liceu de ,coimbra7 ,antero-posterior mximo ,idades ---------------------------- ,mdia #ab-aeaf-aibj-bcbd-bgbh-ca --------------------------------------- #aj-aa --- #fj #c --- --- #ag1f #aa-ab --- #abj #ac --- --- #ag1h #ab-ac --- #afc #aj --- --- #ag1g #ac-ad --- #add #ac --- --- #ag1h #ad-ae --- #abh #bj --- --- #ah #ae-af --- #aja #ci --- --- #ah1f #af-ag --- #if #fj --- --- #ai #ag-ah --- #hj #fb #a --- #ai1b #ah-ai --- #ei #fa --- --- #ai1e #ai-bj --- #ca #ch --- --- #ai1e #bj-ba --- #bj #bc --- --- #ai1f ,transverso mximo ,idades ---------------------------- ,mdia ndice ceflico #ab-adae-agah-bjba-bcbd-bf ---------------------------------------- ----------------- #aj-aa #ej #ag --- --- --- #ac1g #gg1h #aa-ab #ajb #ca --- --- --- #ac1f #gf1b #ab-ac #abc #ej --- --- --- #ac1h #gg1i #ac-ad #ajb #ee --- --- --- #ad #gh1g #ad-ae #hf #eh #d --- --- #ad1c #gi1d #ae-af #eb #hh --- --- --- #ad1h #gi #af-ag #fj #if --- --- --- #ad1h #gg1h #ag-ah #ej #ic --- --- --- #ad1i #gg1f #ah-ai #cf #hd --- --- --- #ae #gf1i #ai-bj #bj #di --- --- --- #ae1a #gg1e #bj-ba #ad #bi --- --- --- #ae #gf1e ,figura3 ,,pol,,gono ,,de ,,varia,o ,,do ,,indice ,,cef,,lico1 ,,em ,,rela,o ,,idade ,fig4 #i ,consoante se depreende dos valores expressos na tabela n4o #d1 a forma craniana que subsiste nos alunos do liceu de ,combra1 em tdas as idades da sua evoluo1 a partir dos dez anos1 a mesaticfala1 segundo a nomenclatura de ,topinard#hb4 ,de facto1 basta reparar no grfico da figura n4o #i para1 desde logo1 reconhecer que os valores extremos1 registados 7#gf1b--gi1d71 no deixam de pertencer mesma classe de ndices1 que ocupa a posio mdia entre a dolicocefalia e a braquicefalia4 ste facto1 que fecundo em conseqncias1 para o estudo ntropo-sociolgico do nosso grupo tnico#hc1 acha-se plenamente confirmado pelas observaes realizadas na ,escola de alunos marinheiros do ,norte4 ,essas observaes constam do mapa ou tabela n4o #e que1 a seguir1 publicamos3 ,,tabela ,n4o #e 7,alunos marinheiros7 ,dimetros cranianos ---------------------------------------- ---------------------- ndice ,idades ,anos #aiac-aiad ,anos #aiad-aiae ceflico ---------------------------------------- ---------------------- ,antero-posterior ,transverso ,antero-posterior ,transverso ---------------------------------------- ---------------------------------- #af-ag #ah1c #ad1e #ai1a #ad1g #gh #ag-ah #ai1b #ad1g #ai1b #ad1f #gf #ah-ai #ai #ad1e #ai1c #ad1e #ge1e #ai-bj -- -- #bj #ae #ge ,confrontando os ndices ceflicos desta tabela 7n4o #e7 com aqueles que lhes correspondem1 na tabela n4o #d 7liceu de ,combra71 notam-se1 sem dvida1 diferenas considerveis2 mas importa ponderar1 que essas diferenas no so tamanhas1 como primeira vista poderia parecer1 visto que elas no importam nos 99adolescentes991 a que se referem1 uma mudana de classe1 quanto forma craniana1 que se mantm mesaticfala4 ,com relao a medidas ceflicas1 devemos registar ainda o perimetro craniano1 medido1 na ,escola de alunos marinheiros1 durante dois anos consecutivos1 em mais de cento e cinqenta rapazes4 ,a seguinte tabela 7n4o #f7 condensa as respectivas mensuraes4 ,e1 da mesma procedncia1 podemos ainda mencionar 7em matria de dimenses horizontais7 as notaes1 que se referem ao permetro e aos dimetros da bacia dos alunos considerados1 as quais se acham sintetizadas nas mdias das tabelas 7n4os #g e #h7 que1 a seguir1 publicamos3 ,,tabela ,n4o #f 7,alunos marinheiros7 ,permetro craniano ,idades -------------------------------- ,mdias ,ano #aiac-aiad ,ano #aiad-aiae ---------------------------------------- ----------- #af-ag #ee #ee1e #ee1b #ag-ah #ed1i #ee1c #ee1a #ah-ai #ed1f #ee1g #ee1a #ai-bj #ef -- #ef ,,tabela ,n4o #g 7,alunos marinheiros7 ,permetro plvico ,idades ----------------------- ,ano #aiad-aiae ------------------------------ #af-ag #gh1e #ag-ah #gi1c #ah-ai #hj1b #ai-bj #hc ,,tabela ,n4o #h 7,alunos marinheiros7 ,dimetros plvicos ---------------------------------------- ----------------------ndice ,idades ,anos #aiac-aiad ,anos #aiad-aiae plvico ---------------------------------------- -------------------- ,antero-posterior#hd ,transverso ,antero-posterior ,transverso ---------------------------------------- ---------------------------------- #af-ag #ag1g #be1b #ah1h #bf1d #gj1g #ag-ah #ah1e #be1i #ai1c #bf1e #gb1a #ah-ai #bj1e #bf1c #bj #bf1h #gf1b #ai-bj #bj1f #bf1f #bj1c #bg #gf1b #c4--,um dos elementos mais importantes para a avaliao das propores do corpo humano aquele que deriva das mensuraes diametrais do tronco1 isto 1 dos dimetros plvicos 7j considerados71 e dos dimetros torcicos#he4 ,as tabelas n4os #i1 #aj e #aa que1 a seguir1 publicamos1 resumem as mensuraes comparveis dos dimetros torcicos de crianas1 pertencentes ao liceu de ,combra1 ao extinto colgio de ,campolide1 e escola de alunos marinheiros do norte#hf4 ,,tabela ,n4o #i 7,liceu de ,coimbra7 7,dimetros torcicos7 ,dimetro ntero-posterior ,idades ------------------------- ,mdias #ab-aeaf-aibj-bcbd-bgbh-ca --------------------------------------- #aj-aa #acc #h #a --- --- #ac1g #aa-ab #ada #cd --- --- --- #ac1i #ab-ac #ajj #df --- --- --- #ad1g #ac-ad #fe #hj #c --- --- #ae1h #ad-ae #bj #he --- --- --- #af1g #ae-af #aj #ajj #ij --- --- #ai1a #af-ag #h #hj #ajj #dg --- #bj1f #ag-ah #e #dj #ajj #cj --- #ba #ah-ai --- #cg #ih #ce --- #ba1d #ai-bj --- #e #gj #bj --- #bb1a #bj-ba --- --- #fj #ag #ae #bb1e ,dimetro transverso ndice torcico ,idades ---------------------------------------- ,mdias7sem fraces7 #ab-adae-agah-bjba-bcbd-bfbg-bicj-cbcc-c e ---------------------------------------- ----------------------------- #aj-aa -- -- #abj #bb -- -- -- -- #ai1d #ada #aa-ab -- -- #abf #dc #f -- -- -- #ai1i #adc #ab-ac -- -- #ajj #bj #bf -- -- -- #bj1d #ach #ac-ad -- #c #c #acb #aj -- -- -- #bb #aci #ad-ae -- -- #g #gb #bf -- -- -- #bb1e #acd #ae-af -- -- -- #ae #aac #fj #ab -- #bf #acf #af-ag -- -- #b #i #fj #ajc #fa -- #bg1b #acf #ag-ah -- -- -- -- #dd #abd #g -- #bg1c #acd #ah-ai -- -- -- #b #ab #acj #bf -- #bh #acj #ai-bj -- -- -- -- #aa #gj #ad -- #bi #aca #bj-ba -- -- -- -- #h #ej #cd -- #bi1h #acb ,,tabela ,n4o #aj 7,colgio de ,campolide7 7,dimetros torcicos7 ,dimetro ,dimetro ndice ,idades ntero-posterior transverso torcico 7mdias7 7mdias7 7sem fraces7 ---------------------------------------- ------------------------ #f-g #ad1d #bj #ach #g-h #ae1d #ai1e #abf #h-i #ae1b #ai1e #abh #i-aj #ae1g #ai1g #abe #aj-aa #ae1g #bj1e #acj #aa-ab #af #ba1a #acb #ab-ac #af1f #ba1f #acj #ac-ad #ag #bb1d #acb #ad-ae #ag1f #bc1d #acb #ae-af #ah1d #bd1g #acd #af-ag #ah1i #be1f #adf #ag-ah #ai1d #bf #acd #ah-ai #ai1d #bf1d #acf #ai-bj #bj #bf1e #acb #bj-ba #ah1d #bg #adf ,,tabela ,n4o #aa 7,alunos marinheiros7 7,dimetros torcicos7 ,dimetro ,dimetro ntero-posterior transverso ,idades ---------------------------------------- ---- ,anos ,anos ,anos ,anos #aiac-aiad #aiad-aiae #aiac-aiad #aiad-aiae ---------------------------------------- ------------ #af-ag #ai1e #ai1g #be #be1h #ag-ah #bj1b #ai1g #bf1a #bf1c #ah-ai #ai1c #bj #bf1d #bf1f #ai-bj #ai #bj #bg #bf1e ,ant4 post4 ,transv4 ndices ,idades ---------------------- torcicos ,mdias 7sem fraces7 ---------------------------------------- ------ #af-ag #ai1f #be1d #abi #ag-ah #ai1i #bf1b #aca #ah-ai #ai1f #bf1e #ace #ai-bj #ai1e #bf1g #acf ,de cada uma destas trs tabelas 7n4os #i1 #aj e #aa7 extramos as notaes1 com que organizmos o quadro n4o #e1 no intuito de aproximar todos os elementos considerados1 e obter mdias gerais1 no smente das respectivas mensuraes1 como dos ndices1 a que elas do origem#hg4 ,a tcnica1 adoptada nas observaes1 foi anloga para todos os observadores3 compasso de espessura de ,broca1 com as pontas apoiadas1 respectivamente1 altura da extremidade inferior do esterno1 e sobre a salincia ssea posterior1 do mesmo plano horizontal 7dimetro ntero-posterior72 e1 no mesmo plano xifo-esternal1 sobre as convexidades costais 7dimetro transverso7#hh4 ,,quadro ,n4o #e 7,dimetros e ndices torcicos7 7mdias gerais7 ,dimetro ntero-posterior ----------------------------------- ,idades ,liceu de ,colgio de ,alunos ,coimbra ,campolide marinheiros ---------------------------------------- -- #f-g -- #ad1d -- #g-h -- #ae1d -- #h-i -- #ae1b -- #i-aj -- #ae1g -- #aj-aa #ac1g #ae1g -- #aa-ab #ac1i #af -- #ab-ac #ad1g #af1f -- #ac-ad #ae1h #ag -- #ad-ae #af1g #ag1f -- #ae-af #ai1a #ah1d -- #af-ag #bj1f #ah1i #ai1f #ag-ah #ba #ai1d #ai1i #ah-ai #ba1d #ai1d #ai1f #ai-bj #bb1a #bj #ai1e #bj-ba #bb1e #ah1d -- ,dimetro transverso ------------------------------------- ndice ,idades ,liceu de ,colgio de ,alunos tarcico ,coimbra ,campolide marinheiros ---------------------------------------- ------------ #f-g -- #bj -- #ach #g-h -- #ai1e -- #abf #h-i -- #ai1e -- #abh #i-aj -- #ai1g -- #abe #aj-aa #ai1d #bj1e -- #ace #aa-ab #ai1i #ba1a -- #acg #ab-ac #bj1d #ba1f -- #acd #ac-ad #bb #bb1d -- #ace #ad-ae #bb1e #bc1d -- #acc #ae-af #bf #bd1g -- #ace #af-ag #bg1b #be1f #be1d #acg #ag-ah #bg1c #bf #bf1b #acc #ah-ai #bh #bf1d #bf1e #acc #ai-bj #bi #bf1e #bf1g #acc #bj-ba #bi1h #bg -- #aci ,para boa inteligncia dos valores mtricos1 constantes do quadro n4o #e1 e sua legtima interpretao1 construmos o presente grfico 7figura n4o #aj71 pelo qual se v 7se o confrontarmos com os grficos das figuras n4os #a e #b71 que os #ae-af anos constituem1 como que o eixo da evoluo somtica1 por isso mesmo que assinalam uma profunda modificao no sistema ou no ritmo dessa evoluo4 ,figura3 ,fig4 #aj ,de facto1 antes dessa idade 7coincidente com a instalao da puberdade71 o que mais aumenta no organismo so as dimenses verticais 7alturas71 ao passo que1 depois1 o que sobretudo concorre para o crescimento so as dimenses horizontais 7larguras1 espessuras1 grossuras74 ,fica1 assim1 mais uma vez demonstrado1 pelos factos1 que a lei da alternncia 7como expresso da lei das propores7 efectivamente o grande princpio regulador de tda a energtica do crescimento#hi4 #d4--;,com os elementos enumerados e sumriamente descritos1 nas pginas precedentes1 podemos agora organizar os 99cnones antropomtricos da criana portuguesa991 em tdas as idades da sua evoluo somtica3 #a7 nascena2 #b7 infncia2 #c7 puercia2 #d7 adolescncia2 #e7 puberdade2 e #f7 nubilidade ou idade adulta4 ,as percentagens dstes cnones1 assim como os seus valores numricos absolutos 7expressos em centmetros7 so sempre calculados sobre as mdias das respectivas mensuraes4 ,na falta destas 7infelizmente1 freqente71 recorre-se a valores de tabelas estrangeiras1 organizadas com elementos colhidos em meios1 tanto quanto possvel1 assimilveis ao nosso4 #a7 ,cnon antropomtrico da ,idade adulta ,a ,projeces verticais 7altura dos segmentos7#ij ,sexo masculino ,partes do corpo ----------------------------- ,percentagem ,valor mtrico absoluto#ia ---------------------------------------- ---------------------------------- #a7 ,cabea#ib #ac1c #bb;cm1#ah #b7 ,pescoo#ic #d1b #g;cm1#aj ,i4 ,busto4 #c7 ,trax#id #d7 ,ventre#ie #ce #eh;cm1#ch #e7 ,bacia#if ---------------------------------------- ---------------------------------- #a7 ,espdua #b7 ,brao #ai1e #cb;cm1#ec ,superior #c7 ,cotovlo 7torcico7#ig #d7 ,antebrao #ad #bc;cm1#de #e7 ,punho #f7 ,mo #aa1e #ai;cm1#ai ,,ii4 ,membros #a7 ,anca #b7 ,cxa #bj #cc;cm1#cf #c7 ,joelho ,inferior 7abdominal7#ih #d7 ,perna #bc #ch;cm1#cf #e7 ,tornozlo #f7 ,p #d1e #g;cm1#fa ,sexo feminino ,partes do corpo ------------------------------ ,percentagem ,valor mtrico absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- #a7 ,cabea #b7 ,pescoo ,i4 ,busto4 #c7 ,trax #ec1e #hb;cm1#ci #d7 ,ventre #e7 ,bacia ---------------------------------------- ----------------------------------- #a7 ,espdua #b7 ,brao ,superior #c7 ,cotovlo --- #fi;cm 7torcico7 #d7 ,antebrao #e7 ,punho #f7 ,mo ,,ii4 ,membros #a7 ,anca #b7 ,cxa ,inferior #c7 ,joelho #df1e #ga;cm1#fa 7abdominal7 #d7 ,perna #e7 ,tornozlo #f7 ,p ,b ,permetros 7grossura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo --------------------------------- ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- --------------- ,i4 ,cabea#ii #ef;cm #ec;cm ,,ii4 ,tronco#ajj #hc;cm #he;cm ,,iii4 ,brao#aja #ca;cm -- ,,iv4 ,antebrao#ajb #bg;cm -- ,v4 ,cxa#ajc #ec;cm1#e -- ,,vi4 ,perna#ajd #ci;cm -- ,c ,dimetros 7espessura e largura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo ---------------------------------- ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- --------------------------------- ,i4 ,cabea ntero-posterior#aje #ai;cm1#g #ah;cm1#f transverso#ajf #ae;cm #ad;cm1#g ,,ii4 ,tronco ntero-posterior#ajg #bj;cm1#d #ah;cm1#e transverso#ajh #bh;cm1#d #bd;cm1#h ,,iii4 ,bacia ntero-posterior#aji #bj;cm1#e #bj;cm transverso#aaj #bf;cm #bg;cm ,d ,outras ,,medidas3 ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ------------------------------ de todo o corpo #ff quil4 #eb quil4 ,densidade 7pso7 do crebro #a quil41 #cfj #a quil41 #bjj do crebro1 em relao ao corpo #b ---------------------------------------- ------------------------------ ndice ceflico #gf1d #ge1g ndices torcicos #a4o #aci #acc #b4o #ej #ee ndice plvico#aaa #gh #gd ,a presente sntese grfica 7figura n4o #aa7 representa o corpo humano1 na idade adulta1 segundo as propores do antropologista ,topinard#aab2 e as figuras seguintes 7n4os #ab1 #ac1 #ad e #ae7 resumem 7de conformidade com os elementos considerados7 as propores do corpo da criana portuguesa1 nas diferentes idades da sua evoluo4 ,so expresses grficas dos cnones antropomtricos 7em parte1 conjecturais7 que elaboramos1 sob forma numrica#aac4 ,resta agora1 para complemento do nosso estudo1 determinar as caractersticas mentais e morais de cada uma daquelas idades1 em ordem a fazer corresponder aos cnones somticos que as exprimem1 os cnones psquicos1 por que se revelam4 ,a psicologia do homem portugus tem sido estudada1 com fortuna vria1 por nacionais e estrangeiros#aad4 ,ns1 remetendo o leitor para as obras especiais1 apenas observaremos que o adulto lusitano 7e sempre foi7 o que se pode chamar um tipo equilibrado3 inteligente1 afvel1 laborioso1 sbrio2 mas1 ao mesmo tempo1 pouco tenaz nas suas iniciativas1 e um tanto supersticioso e fatalista4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,da ,,idade ,,adulta ,fig4 #aa ,para explicar a poca de ,quatrocentos1 falou-se do afrro ao solo do homem do ,norte1 do mesmo modo que1 para interpretar ,quinhentos1 se invocou o urbanismo1 a versatilidade e o esprito de aventura do homem do ,sul#aae2 a verdade1 porm1 que1 nem mesmo em relao ao ,passado1 essa distino pode subsistir1 porquanto1 no s o ,brasil um produto do ,norte1 como at1 na prpria emprsa da ndia1 a participao dste insofismvel4 ,sem a superstio das origens1 embora com respeito absoluto pela hereditariedade1 entendemos que do ,presente que importa curar2 e1 desde ento1 ningum contestar que a qualidade primacial da gens lusa a maleabilidade1 ou seja sse admirvel poder ou capacidade de adaptao1 que torna os portugueses cosmopolitas1 e os habilita a assimilar1 com proveito e facilidade1 os produtos da civilizao4 #b7 ,cnon antropomtrico do ,recm-nascido 7,durante o primeiro ms7 ,a ,projeces verticais 7altura dos segmentos7#aaf ,sexo masculino ,sexo feminino ------------------- ------------------- ,partes do corpo ,valor ,valor ,percentagem mtrico ,percentagem mtrico absoluto absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- ,cabea #bcaag #aa;cm1#e -- -- ,i4 ,busto ,pesco ,tronco #dcaah #ba;cm1#e -- -- ---------------------------------------- ----------------------------------- ,superior 7torcico7#aai #cd #ag;cm -- -- ,,ii4 ,membros ,inferior 7abdominal7#abj #cd #ag;cm -- -- ,b ,permetros 7grossura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo ------------------------------ ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ------------------------ ,i4 ,cabea 7,permetro craniano7 #cb;cm1#ef -- ,,ii4 ,tronco 7,permetro torcico7 #cc;cm -- ,c ,dimetros 7espessura e largura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo --------------------------------- ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ----------------------------- ntero-posterior mximo #aa;cm1#ce -- ,cabea transverso #i;cm1#aa -- ,d ,outras ,,medidas3 ,sexo masculino ,sexo feminino ------------------------------- de todo o corpo #cquil41#bcf #cquil41#ajc do crebro #cej;gr4 #bij;gr4 ,densidade 7pso7 do crebro em relao ao corpo #aa -- ---------------------------------------- ----------------------------------- ndice ceflico #hj1b -- #a4o#aba #ajj -- ndices torcicos #b4o#abb #ff -- ,conformao geral do recm-nascido#abc3 #a7 ,cabea volumosa4 7,na cabea1 o que mais avulta o crnio2 a face pouco desenvolvida72 #b7 ,tronco cilindrico4 7,os dimetros do trax so iguais72 #c7 ,pernas curtas4 criana que vem de nascer1 chamou ,virchow um ser espinhal2 e com razo1 porque1 embora ela possua um crebro1 j bastante desenvolvido#abd1 todavia1 em tda a dinmica da sua vida1 no existe acto1 que possa furtar-se ao mais completo e perfeito automatismo#abe4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,do ,,rec,m-,,nascido ,fig4 #ab ,se fsse lcito falar de uma psicologia do recm-nascido1 seria para lhe reduzir a conscincia embrionria cenestesia 7sensaes viscerais7 e ao instinto de nutrio#abf4 ,de facto1 hora da nascena1 a criana 7como os anencfalos7 no passa dum reactivo 7sem espontaneidade7 s excitaes do mundo externo2 e1 por muito tempo ainda1 ficar uma perfeita mquina de absorpo1 destinada a servir1 qusi exclusivamente1 as necessidades da vida vegetativa#abg4 ,no se torna1 portanto1 muito difcil descobrir a frmula psquica do recm-nascido3 une bouche qui vagit et qui absorbe1 como escreveu o director do ,instituto de psicologia zoolgica1 de ,paris#abh4 #c7 ,cnon antropomtrico da ,infncia 7,pelos trs anos7 ,a ,projeces verticais 7altura dos segmentos7#abi ,sexo masculino ,sexo feminino ------------------- -------------------- ,partes do corpo ,valor ,valor ,percentagem mtrico ,percentagem mtrico absoluto absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- ,cabea #bj #af;cm1#f -- #af;cm1#f ,i4 ,busto ,pesco ,tronco #db #cd;cm1#h -- #cd;cm ---------------------------------------- ----------------------------------- ,superior 7torcico7 #cg #cj;cm1#g -- #bi;cm1#i ,,ii4 ,membros ,inferior 7abdominal7 #ch #ca;cm1#f -- #cj;cm1#h ,b ,permetros 7grossura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo ------------------------------ ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ------------------------ ,i4 ,cabea 7,permetro craniano7 #dh;cm -- ,,ii4 ,tronco 7,permetro torcico7 #ej;cm -- ,c ,dimetros 7espessura e largura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo --------------------------------- ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ----------------------------- ntero-posterior mximo #af;cm1#g -- ,cabea transverso #ac;cm1#d -- ,d ,outras ,,medidas3 ,sexo masculino ,sexo feminino --------------------------------- de todo o corpo #aaquil41#gjj #aaquil41#bej do crebro #hjj;gr4 #ghj;gr4 ,densidade 7pso7 do crebro em relao ao corpo #g -- ---------------------------------------- ------------------------------------- ndice ceflico #hj -- #a4o -- -- ndices torcicos #b4o #fj -- ,j4 ,j4 ,rousseau exps1 no seu ,emlio1 tdas as ideas essenciais boa organizao dum cnon psquico da infncia4 ,diz le3 ,les premires sensations des enfants sont purement affectives2 ils n'aperoivent que le plaisir et la douleur4 ,ne pouvant ni marcher ni saisir1 ils ont besoin de beaucoup de temps pour se former1 peu peu1 les sensations reprsentatives qui leur montrent les objets hors d'eux-mmes2 mais en attendant que ces objets s'tendent1 s'loignent pour ainsi dire de leurs yeux1 et prennent pour eux des dimensions et des figures1 le retour des sensations affectives commence les soumettre l'empire de l'habitude2 on voit leurs yeux se tourner sans cesse vers la lumire444#acj4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,da ,,inf,,ncia ,fig4 #ac ,a idade infantil 7at aos trs anos7 ser tda preenchida pela aquisio de hbitos1 que tornem possvel e rpida a faculdade de adaptao4 ,o infante no j smente uma bca que absorve2 mas tambm uma actividade que se exerce1 no sentido de promover e assegurar o seu equilbrio com o meio4 ,so molas reais da dinmica infantil o prazer e a dr2 e a stes estimulantes da evoluo orgnica1 se deve qusi tda a frmula psquica da infncia1 que anloga do animal superior#aca4 ,no ser1 pois1 de admirar que as aquisies mentais das crianas desta idade se subordinem lei da recorrncia1 que o grande princpio regulador de tda a vida representativa#acb4 ,em resumo1 a psicologia da infncia1 longe de confinar-se no mecanismo dos instintos1 ultrapassa a prpria esfera da afectividade1 e compreende j as manifestaes complexas da percepo e da associao#acc4 #d7 ,cnon antropomtrico da ,puercia 7,pelos sete anos7 ,a ,projeces verticais 7altura dos segmentos7#acd ,sexo masculino ,sexo feminino ------------------- -------------------- ,partes do corpo ,valor ,valor ,percentagem mtrico ,percentagem mtrico absoluto absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- ,cabea #af #ah;cm1#c -- #af;cm1#i ,i4 ,busto ,pesco ,tronco #dj #de;cm1#h -- #db;cm1#d ---------------------------------------- ----------------------------------- ,superior 7torcico7 #db #dh;cm -- #dd;cm1#e ,,ii4 ,membros ,inferior 7abdominal7 #dd #ej;cm1#d -- #df;cm1#g ,b ,permetros 7grossura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo ------------------------------ ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ------------------------ ,i4 ,cabea 7,permetro craniano7 #ej;cm1#h -- ,,ii4 ,tronco 7,permetro torcico7 #ej;cm1#c -- ,c ,dimetros 7espessura e largura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo --------------------------------- ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ----------------------------- ntero-posterior mximo #ag;cm1#f -- ,cabea transverso #ad;cm -- ntero-posterior #ad;cm1#d -- ,tronco transverso #bj;cm -- ,d ,outras medidas3 ,sexo masculino ,sexo feminino --------------------------------- de todo o corpo #ahquil41#ijj #afquil41#dej do crebro #aquil41#ajj #iej;gr4 ,densidade 7pso7 do crebro em relao ao corpo #e -- ---------------------------------------- ------------------------------------- ndice ceflico #gi -- #a4o #ach -- ndices torcicos #b4o #ea -- ,na progressiva diferenciao funcional da criana1 a puercia ocupa um lugar proeminente1 porque nesta idade que a espontaneidade mental1 servida pela experincia1 abre novos horizontes vida representativa2 e gera a idea do eu1 que vai ser a base da personalidade#ace4 ,o psiclogo ,baldwin caracterizou a puercia1 chamando-lhe3 perodo de percepo dos objectos1 e de correspondentes reaces1 por sugesto e imitao#acf4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,da ,,puer,,cia ,fig4#ad ,efectivamente1 o que mais domina1 nesta poca1 so os intersses perceptivos e glssicos#acg2 alm de que1 o desenvolvimento da ateno espontnea e o incio da ateno voluntria 7condies essenciais do raciocnio7 tambm so suas caractersticas4 ,sintticamente1 a puercia representa1 na vida evolutiva da criana1 a idade mdia1 ou o perodo de transio 7ainda no influenciado pela lei dos sexos7 entre a impulsividade dos instintos1 temperada j por uma certa autonomia da conscincia1 e a idade crtica do crescimento1 que ser aquela1 em que se operar a transformao definitiva do corpo da criana no organismo do adulto4 #e7 ,cnon antropomtrico da ,puberdade 7,pelos quinze anos7 ,a ,projeces verticais 7altura dos segmentos7#ach ,sexo masculino ,sexo feminino ------------------- -------------------- ,partes do corpo ,valor ,valor ,percentagem mtrico ,percentagem mtrico absoluto absoluto ---------------------------------------- ----------------------------------- ,cabea #ad #ba;cm1#f -- #ba;cm1#b ,i4 ,busto ,pesco ,tronco #ci #fj;cm1#d -- #ei;cm1#c ---------------------------------------- ----------------------------------- ,superior 7torcico7 #dd #fi;cm1#g -- #fh;cm1#d ,,ii4 ,membros ,inferior 7abdominal7 #dg #gb;cm1#h -- #ga;cm1#e ,b ,permetros 7grossura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo ------------------------------ ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ------------------------ ,i4 ,cabea #ed;cm #ea;cm ,,ii4 ,tronco #gb;cm1#f #ga;cm1#e ,,iii4 ,brao #bd;cm1#c -- ,,iv4 ,antebrao #bj;cm -- ,v4 ,cxa #dd;cm -- ,,vi4 ,perna #bi;cm -- ,c ,dimetros 7espessura e largura dos segmentos7 ,valores mtricos absolutos ,partes do corpo --------------------------------- ,sexo masculino ,sexo feminino ---------------------------------------- ----------------------------- ntero-posterior #ah;cm1#f -- ,i4 ,cabea transverso #ad;cm1#h -- ntero-posterior #ai;cm1#a -- ,,ii4 ,tronco transverso #bf;cm -- ntero-posterior #af;cm1#e -- ,,iii4 ,bacia transverso #bb;cm -- ,d ,outras medidas3 ,sexo masculino ,sexo feminino --------------------------------- de todo o corpo #dfquil41#cjj #diquil41#dce do crebro #aquil41#cjj #ajjj;gr4 ,densidade 7pso7 do crebro1 em relao ao corpo #c -- ---------------------------------------- ------------------------------------- ndice ceflico #gi -- #a4o #acf -- ndices torcicos #b4o #df -- ndice plvico #ge -- ,a adolescncia constitue uma poca de instabilidade orgnica1 que prepara a criana para os desequilbrios da puberdade4 ,nenhum perodo da vida1 escreve ,mendousse1 mais fecundo em surprsas de todo o gnero1 porque1 ao lado das faculdades novas que comeam a desenhar-se1 persistem os hbitos antigos1 que no querem desaparecer#aci4 ,daqui1 um conflito de energias1 que lana o adolescente em perplexidades1 cuja eficincia1 por vezes1 lhe pode ser funesta4 ,figura3 ,c,,non ,,antropom,,trico ,,da ,,puberdade ,fig4 #ae ,stanley ,hall redigiu o catlogo dos contrastes e das flutuaes mentais e morais da adolescncia1 pelo qual se v que1 de facto1 a criana desta idade possue uma vida inadaptada1 que a fonte dos seus rros e da maior parte dos seus sofrimentos#adj4 ,quando a puberdade se aproxima1 ento1 a anarquia e o choque das tendncias1 ainda maior4 ,a criana1 solicitada por fras estranhas1 cujos efeitos desconhece1 sofre dum desequilbrio1 que lhe no permite adaptar-se1 desde logo1 s condies do meio2 e passaro alguns anos1 antes que se organizem1 em direces definidas1 os novos hbitos mentais1 que as novas circunstncias exigem4 ,a puberdade o centro do crescimento2 a idade crtica1 por excelncia2 aquela1 em que se decide a sorte1 todo o futuro da criana#ada4 poca das grandes transformaes do organismo2 e1 sob a influncia da diferenciao1 estdio decisivo da constituio especfica de cada sexo1 a puberdade marca1 na marcha da evoluo1 o momento preciso1 em que a ,natureza entra de preparar o ser humano para o exerccio da funo1 de que depende a perpetuidade da espcie4 ,esta a sua caracterstica fundamental e diferencial1 o eixo sbre que gira toda a complexa e contraditria psicologia do adolescente4 ,,cap,,tulo ,v ,processo bio-qumico do crescimento3 osteognese #a4--;,como fenmeno do metabolismo funcional1 o crescimento uma resultante da sntese assimiladora do organismo1 operada sob a influncia das leis fsico-qumicas1 que a regulam#ada4 ,essa sntese1 porm1 no se realiza1 da mesma maneira e nas mesmas condies1 em relao a todos os tecidos do organismo2 antes cada elemento somtico cresce1 a seu modo1 consoante a estrutura que possue e a funo a que se destina4 ,ora1 sendo provvel que aco osteognica se subordine o crescimento de todos os tecidos do organismo1 tanto em macroplastia 7crescimento vertical71 como em euriplastia 7crescimento horizontal71 do crescimento sseo que nos devemos ocupar4 #b4--,principiando pelo crnio1 todos sabem que a sua morfologia se modifica constantemente1 desde a vida embrionria1 at velhice4 ,no incio da gestao1 o crnio cartilaginoso e membranoso2 depois1 no estado fetal1 adquire grande nmero de pontos de ossificao1 de textura diversa1 que se vo mutuamente soldando1 de modo que1 nascena1 o seu nmero j muito limitado4 ,no 1 pois1 de admirar que a abbada craniana do recm-nascido e a do infante se componham1 desde logo1 de ossos1 ligados uns aos outros1 por suturas e fontanelas#adc1 cujas principais1 em norma superior1 so a oblica e a brgmtica 7vulgo1 a moleirinha1 que fecha completamente1 pelos quinze meses72 e1 em norma lateral1 a astsica#add4 ,a ossificao1 porm1 dsses espaos membranosos1 faz-se com tamanha rapidez que1 pelos meados da infncia1 no existem j seno suturas1 as quais1 por sua vez1 tambm vo desaparecendo1 pela vida adiante1 e de tal sorte que1 na extrema velhice1 o crnio reduz-se a uma massa ssea1 qusi tam contnua e homognea1 como o era o crnio membranoso do embrio#ade4 #c4--,onde1 todavia1 se revela melhor o mecanismo do crescimento1 na evoluo da coluna vertebral 7a princpio1 tda ela cartilaginosa7 e1 sobretudo1 no crescimento dos ossos longos do organismo4 ,na extremidade de cada difise ssea existe uma espcie de apndice1 chamado epfise1 que se liga quela1 por uma cartilagem1 de natureza particular1 que os antroplogos designam pelo nome de cartilagem de conjugao4 ,emquanto dura o perodo de crescimento 7entre os vinte e os vinte e cinco anos71 as epfises1 normalmente1 permanecem separadas da massa ssea que lhes corresponde 7difises71 pela respectiva faixa cartilaginosa1 cuja estrutura sede de uma transformao histo-quimica#adf2 mas1 quando aquele perodo se encerra1 em obedincia lei da hereditariedade1 porque as epfises se soldaram s difises1 ou a ossificao invadiu1 em tda a sua espessura1 as cartilagens de conjugao4 ,figura3 ,fig4 #af ,as duas figuras que1 a seguir1 publicamos1 extradas da ,obra de ,launois1 j citada1 so radiografias da mo e do joelho dum indivduo de estatura gigantesca1 que1 pelos trinta anos1 continuava a crescer4 ,nessas radiografias1 se observa ntidamente a persistncia daquelas cartilagens1 a separar1 por exemplo1 as difises do cbito e do rdio 7figura1 n4o #af7 e as difises do fmur1 da tbia e do perneo 7figura1 n4o #ag7 das epfises1 que lhes pertencem4 ,figura3 ,fig4 #ag ,segundo ,topinard1 so renidas ao corpo do respectivo sso1 pelos quinze anos1 as extremidades superiores do rdio e do cbito 7epfeses72 pelos dezassete1 as dos dedos2 pelos dezoito1 as do fmur1 e as inferiores da tbia e do perneo2 pelos dezanove1 as dos metatrsios1 e a superior do humerus2 finalmente1 pelos vinte1 as dos mtacrpios1 e as das extremidades inferiores do fmur1 do rdio1 do perneo e do cbito#adg4 ,,cap,,tulo ,,vi ,frmulas antropomtricas do crescimento normal1 nas idades de evoluo4 ,anomalias do crescimento2 sua determinao1 pelo processo antropomtrico4 #a4--;,como se depreende dos quadros expostos no captulo ,,iv1 cada idade de evoluo possue suas caractersticas antropomtricas essenciais4 ,estas caractersticas derivam1 no smente das assinaladas dimenses verticais e horizontais e doutros elementos do slido humano1 em cada uma daquelas idades1 como tambm e principalmente das formas e cubagens dos respectivos rgos4 ,ora1 tanto as formas 7que resultam do desenvolvimento relativo das diversas partes dum rgo71 como as cubagens 7que atestam o seu volume especfico71 podem exprimir-se1 por meio de frmulas 7a que chamam ndices71 que denunciam sintticamente as relaes arimticas de determinadas dimenses com outras1 que se tomam por unidades#adh4 ,os ndices que1 em ordem ao fim que nos propmos1 mais importa considerar1 so3 #a7 o ndice ceflico 7,d4 ,t4 ,c4 x #ajj _/ ,d4 ,a4 ,p4 ,c472 #b7 os ndices torcicos 7,d4 ,t4 ,t4 x #ajj _/ ,d4 ,a4 ,p4 ,t4 e ,p4 ,t4 x #ajj _/ ,a472 #c7 o ndice do tronco 7,b4 x #ajj _/ ,a472 #d7 o ndice muscular 7,ab4 ,m4 _/ ,p472 e1 finalmente1 #e7 o ndice crebro-visceral 7,c4 _/ ,v474 ,o ndice ceflico 7expresso da relao centesimal do dimetro ntero-posterior mximo do crnio com o seu dimetro transverso mximo7 1 em ,portugal1 segundo as notaes registadas1 de #hj1 desde a recm-nascena at infncia2 e de #gf-gi1 desde a puercia1 at puberdade4 ,no adulto1 ste ndice1 desprezando fraces1 fixa-se em #gfadi4 ,o primeiro ndice torcico 7expresso da relao centesimal do dimetro ntero-posterior mximo do trax 7espessura do peito7 com o seu dimetro transverso mximo 7largura do peito71 de #ajj1 na recm-nascena2 de #ach1 na puercia2 de #acf1 na puberdade2 e de #aci1 na idade adulta#aej4 ,o segundo ndice torcico 7expresso da relao do permetro torcico multiplicado por cem1 com a altura do corpo7 decresce gradualmente1 com a idade 7#ff1 na recm-nascena2 #fj1 na infncia2 #ea1 na puercia71 at puberdade1 em que baixa a #df4 ,o ndice do adulto 7s4 m47 #ej1 7s4 fem47 #ee4 ,o ndice do tronco 7frmula da relao centesimal que existe entre as dimenses verticais do busto e as da estatura7 tem servido de critrio para agrupar as crianas em trs categorias1 consoante so braqusquelas 7pernas curtas71 macrsquelas 7pernas longas7 ou mesatsquelas 7pernas mdias74 ,a braquisquelia normal a forma antropomtrica1 peculiar da recm-nascena1 da infncia e ainda da puercia4 ,o nmero mdio1 que exprime o respectivo quociente1 oscila1 segundo os nossos clculos1 entre #ee e #hj4 ,a macrosquelia manifesta-se1 na adolescncia e1 sobretudo1 no perodo peri-pubertrio4 ,o ndice que lhe corresponde varia de #ej a #ee4 ,finalmente1 a mesatisquelia 7caracterstica da idade adulta71 em circunstncias normais1 por isso mesmo que exprime a forma definitiva do slido humano1 s se esboa1 a partir da puberdade4 ,o quociente respectivo #ebaea4 ,resta o ndice muscular 7relao do permetro mximo do antebrao com o pulso7 para cuja avaliao carecemos de elementos suficientes2 e o ndice cbico crnio-visceral 7,c_/,v71 do qual ,c representa o volume aproximado do crebro1 determinado pelo clculo da capacidade craniana 7dupla multiplicao dos dimetros ntero-posterior mximo1 transverso mximo1 e vertical72 e ,v1 a capacidade do tronco1 onde se acham encerradas as vsceras 7tambm dupla multiplicao dos dimetros ntero-posterior mximo1 e transverso mximo do trax1 e vertical do tronco74 ste ndice 7,c_/,v7 que exprime1 portanto1 a relao proporcional que existe entre o encfalo 7centro da vida mental7 e as vsceras 7centro da vida vegetativa71 varia enormemente1 desde o nascimento at idade adulta1 numa ordem decrescente1 que desce de #gd a #bj4 #b4--;,como1 noutro lugar dissemos1 o crescimento1 cujas frmulas antropomtricas acabamos de sumariar1 pode ser retardado ou acelerado1 por virtude de mltiplices influncias1 sem que1 por sse facto1 deixe de considerar-se como normal4 ,se1 porm1 o limite das oscilaes do crescimento fr ultrapassado1 ento1 sem dvida que se tratar de crescimento anormal1 ou de anomalias do crescimento4 ,estas anomalias1 consoante as circunstncias1 podero revestir diferentes formas2 mas as principais so redutveis a trs3 #a7 suspenses2 #b7 desvios2 #c7 desequilbrios do crescimento4 ,as suspenses do crescimento do origem ao nanismo1 ao raquitismo1 ao infantilismo1 etc4#aeb4 ,os desvios e os desequilbrios podem gerar o virilismo1 o feminismo1 o gigantismo1 a acromegalia1 o senilismo2 e1 alm doutras anomalias1 o simples retardamento ou atraso fsico#aec4 ,tdas estas doenas1 por via de regra1 derivam de estados orgnicos1 a que os mdicos chamam distrofias 7do grego ,grego3 ,dustrophos72 havendo-as do pncreas1 das cpsulas supra-renais1 do fgado1 das glndulas genitais1 do timus1 e1 sobretudo1 do corpo tiroide1 glndula de secreo interna1 situada na parte externa do canal laringo-traqueal#aed4 ,a insuficincia tiroidiana 7hipotiroidia71 a principal causa do maior nmero das anomalias do crescimento4 ,porqu8 ,laumonier responde3 porque essas anomalias andam sempre ligadas 7como o efeito sua causa7 carncia das substncias 7que o corpo tiroide1 normalmente1 segrega7 capazes de neutralizar a aco dos venenos produzidos pelo prprio organismo1 e de tornar os elementos nervosos refractrios a sses venenos#aee4 ,o mixedma1 por exemplo1 em tdas as suas formas1 deriva de perturbaes orgnicas1 que teem a sua origem na atrofia ou no desaparecimento do corpo tiroide2 mas o gigantismo1 a que j nos referimos1 resulta precisamente dum vcio oposto1 a que se poder chamar hipertiroidia1 e que consiste em conservar1 aos ossos1 por uma superabundncia de secreo especfica1 alm de todo o limite1 o poder osteognio1 ou a capacidade de crescer#aef4 ,como nota final dste captulo1 cumpre estabelecer que se torna necessrio no confundir as anomalias do crescimento fsico com as perturbaes do desenvolvimento mental 7idiotia1 imbecilidade1 psicastenias1 etc471 cujas causas se devem procurar1 antes1 em leses do sistema nervoso1 determinadamente do crebro1 do que em afeces somticas2 e que no confronto das propores normais do corpo1 nas idades de evoluo1 com as do organismo que se pretende avaliar1 que consiste o processo antropomtrico da determinao das anomalias fsicas4 ,,cap,,tulo ,,vii ,doenas das crianas1 nas idades de evoluo4 ,a mortalidade infantil1 em ,portugal4 ,crescimento desequilibrado2 suas conseqncias4 #a4--;,h certas doenas que parecem especficas das crianas1 como a coqueluche1 por exemplo1 as infeces obsttricas1 etc42 e outras que1 conquanto extensveis ao adulto1 todavia1 atacam1 de preferncia1 as crianas1 como a difteria 7determinadamente1 o garrotilho71 por exemplo1 a escarlatina1 o trasorelho1 o sarampo1 etc4#aeg4 ,so conhecidos vrios ensaios de classificao1 por idades1 das doenas infecciosas das crianas2 tendo-se procurado tambm1 entre ns1 organizar1 em bases srias1 a estatstica nosolgica infantil#aeh4 ,em face das ltimas publicaes do ,instituto central de higiene#aei1 verifica-se que1 em ,portugal1 as doenas mais freqentes da recm-nascena e da infncia so aquelas que derivam da debilidade congnita1 dos vcios de conformao1 e das infeces do tubo digestivo 7gastro-enterite72 as da puercia afectam1 com singular pertincia1 o aparelho respiratrio2 e as da adolescncia e puberdade1 incidem1 determinadamente1 sobre os pulmes e sobre o sistema nervoso#afj4 #b4--;,em relao mortalidade infantil portuguesa1 reputamos suficientemente averiguado o clculo que a eleva enorme cifra de duzentos1 por mil1 com menos de dois anos de idade1 isto 1 a um quinto dos nados-vivos e sobreviventes1 at quele limite#afa4 ,o seguinte grfico 7figura n4o #ah7 exprime resultado anlogo1 pelo que respeita cidade de ,combra#afb4 ,s1 em ,lisboa1 ,prto e ,combra1 morrem1 em mdia1 por ano1 mais de oito mil crianas1 dambos os sexos2 e1 em todo o pas1 de tdas as idades1 at aos vinte anos1 nada menos do que1 em mdia1 um total1 verdadeiramente apavorante1 de cinqenta e cinco mil1 ou seja a metade da mortalidade geral da populao6 #c4--,nenhuma1 porm1 destas afeces pode ser considerada como doena propriamente do crescimento1 isto 1 como processo mrbido1 que tenha origem exclusiva nos fenmenos da evoluo somtica4 sses procedem sempre dum crescimento desigual ou desencontrado dos tecidos do organismo4 ,sem dvida que se no trata da desigualdade1 que resulta da lei fisiolgica da alternncia2 mas de perturbaes ou acidentes do crescimento1 que possam afectar o equilbrio funcional do slido humano1 ou alterar-lhe a constituio anatmica4 ,estes acidentes 7cuja natureza irredutvel s anomalias1 de paralelismo do crescimento7 manifestam-se1 de preferncia1 durante a fase peri-pubertria4 ,percentagens da mortalidade das crianas da primeira infncia1 na cidade de ,coimbra ,figura3 ,fig4 #ah 4444444 m4 #j-a ,em relao ao total obiturio 4--4--4 m4 #j-b ------- m4 #j-a ,em relao ao nmero de nascimentos ,por essa ocasio1 as crianas sofrem1 muitas vezes1 de dres nos ossos1 nas articulaes1 nos msculos2 teem cefalalgias1 freqentes2 padecem de cloro-anemia1 de neurastenia1 de perturbaes cardiacas2 experimentam mutaes bruscas de temperamento e de carcter2 sentem impulsividades mrbidas2 etc41 etc4#afc4 ,ora1 tda esta sintomatologia constitui aquilo a que chamaremos o sindroma do crescimento desigual1 cujas causas profundas se devem procurar1 concretamente1 em factos1 de natureza anloga dos dois que vamos indicar3 #a7 a coincidncia da suspenso ou abrandamento 7alis1 normal7 do crescimento cutneo1 por ocasio da puberdade1 com o aumento1 alm de tda a medida1 dos ossos longos1 por virtude dalguma infeco do organismo#afd1 ou de qualquer outra causa1 de ordem bio-qumica2 #b7 o crescimento desencontrado do eixo cinzento 7medula7 e do canal sseo que lhe serve de banha 7coluna vertebral7#afe4 ,,cap,,tulo ,,viii ,higiene do crescimento2 exerccios fsicos3 jogos e gimnstica #a4-- evidente que para crescer bem1 no basta deixar agir a natureza 7embora isso seja essencial72 mas tambm necessrio auxiliar o crescimento1 isto 1 colocar o organismo em condies que sejam favorveis sua evoluo normal1 e impedir ou contrariar a aco dos factores1 que possam ser prejudiciais a essa evoluo4 ,entre as prticas que a higiene aconselha1 em ordem ao objectivo designado1 ocupam primacial lugar os jogos infantis1 e a gimnstica4 ,os jogos so agentes naturais e instintivos do crescimento fsco e do desenvolvimento mental1 sendo por virtude da sua eficincia que a hipertrofia do organismo se realiza com maior persistncia e eficcia#aff4 ,sem querermos arriscar um conceito definitivo acrca da natureza intrnseca da actividade ldica1 diremos1 entretanto1 que nos parece ser o jgo um efeito natural das leis biolgicas1 a que todos os organismos se submetem1 nas suas relaes com o meio1 em que carecem de subsistir4 ,o jgo uma forma de adaptao1 um pr-exerccio 7como lhe chamou ,karl ,groos71 um ensaio ou uma preparao para a vida#afg4 ,os instintos herdados1 com a organizao e a ela inerentes 7instintos fundamentais7 e1 principalmente1 os instintos derivados dstes 7instintos adquiridos7 no aproveitariam tam perfeitamente vida dos organismos1 como lhes aproveitam1 pela eficincia dos jogos1 que no se destinam1 seno a desenvolver1 radicar e robustecer essas energias latentes1 de cuja aco depende aquela vida#afh4 ,mas1 alm desta funo primordial 7tornar apto o ser para o fim1 a que o destinam as leis da vida71 servem ainda os jogos3 #a7 para desenvolver actividades novamente adquiridas2 #b7 para estimular o crescimento2 #c7 para reduzir e canalizar tendncias nocivas2 #d7 para criar e manter hbitos sociais2 #e71 finalmente1 para corrigir a fadiga e regenerar as energias1 gastas pelo trabalho orgnico4 ,os jogos so muitos1 e variam1 de pas para pas e1 dentro de cada nao1 de provncia para provncia e at de localidade para localidade1 consoante o gnero de vida1 as tendncias1 as aptides1 os usos e costumes1 e as necessidades fsicas1 morais e sociais das respectivas populaes4 ,tem-se procurado classificar os jogos2 mas1 em virtude da multiplicidade dos critrios adoptados1 falta unidade de vistas1 e no h acrdo nas classificaes#afi4 ,entre ns1 tambm o problema no tem sido descurado1 embora os trabalhos empreendidos sejam raros e incompletos#agj4 ,ns1 reconhecendo que1 sob o aspecto pedaggico1 os jogos constituem outros tantos meios1 admiravelmente eficazes1 de auxiliar o crescimento2 desenvolver a inteligncia2 aguar a sensibilidade2 robustecer e disciplinar a vontade2 e formar o carcter1 agrupamos os jogos1 nas seguintes categorias3 #a7 jogos motores 7ou somticos1 porque desenvolvem o organismo72 #b7 jogos sensoriais 7porque educam os sentidos e promovem a destreza e preciso dos movimentos72 #c7 jogos experimentais 7porque aperfeioam a inteligncia1 e satisfazem o instinto de curiosidade das crianas72 #d7 jogos afectivos 7ou emocionais1 porque fomentam a cultura da sensibilidade72 #e7 jogos inibitrios 7porque despertam a ateno e educam a vontade72 e1 finalmente1 #f7 jogos estticos 7ou artsticos1 porque estimulam os sentimentos desinteressados da criana74 ,o seguinte esquema resumir o nosso ensaio de classificao 7segundo o critrio adoptado7 dos jogos portugueses1 mais conhecidos e praticados1 em todo o pas4 #b4--;,do mesmo modo que os jogos1 tambm a gimnstica interessa ao crescimento2 no1 porm1 a gimnstica pedaggica 7til apenas formao do carcter71 e muito menos a gimnstica atltica1 que perturba e pode comprometer at a marcha e o equilbrio do crescimento#aga2 mas a gimnstica higinica1 e desta1 a gimnstica respiratria1 cuja prtica de manifesta vantagem sade do corpo e dinmica da sua evoluo#agb4 marcha2 carreira2 salto2 dana2 gerais luta2 natao2 patinagem2 escorregamento2 etc4 motores escondidas2 caminhos2 barra2 especiais eixo2 pla2 arco2 baloio2 papagaio2 rodas e rondas infantis2 guerras2 jgo dos patos2 etc4 tiro ao alvo2 malha ou fito2 gerais jogos de equilbrio2 etc4 sensoriais homem2 semana2 boto2 ferrinho2 especiais pio2 cabra-cega2 forquilha2 funda2 inco1 bilharda2 das cinco pedrinhas2 o recorte2 etc4 damas2 gamo2 domin2 gerais xadrez2 todos os actos de curiosidade2 etc4 experimentais pacincias2 adivinhas2 especiais anel2 disparates2 coleces2 etc4 ,jogos jogos de imitao1 gerais e de imaginao2 jogos de fantasia2 etc4 afectivos a boneca2 todos os actos especiais de auto-iluso consciente2 etc4 todos os actos de domnio sbre gerais si prprio2 auto-imposies e auto-represses3 etc4 inibitrios fazer de esttua2 especiais atitudes de imobilidade1 diante do espelho2 etc4 construes em terra1 areia1 neve1 gerais etc42 modelagem2 pintura1 e desenho de objectos2 jogos dramticos2 etc4 estticos combinaes de cres2 especiais repassagem de desenhos coloridos2 etc4 ,so os seguintes os efeitos da respirao profunda1 que a gimnstica respiratria promove e assegura3 #a7 activa as trocas gasosas1 combinando uma maior quantidade de oxignio com a hemoglobina do sangue2 #b7 descongestiona os rgos internos1 sobretudo1 o crebro2 #c7 regulariza as funes digestivas2 #d7 desenvolve a musculatura do trax e do abdmen2 #e7 permite o arejamento das partes do pulmo1 em que o ar no penetra1 seno com dificuldade2 finalmente1 #f7 auxiliando a assimilao e a desassimilao1 facilita a ateno1 roboriza a vontade1 assegura a disciplina#agc4 ,,cap,,tulo ,,ix ,evoluo geral da mentalidade2 fases desta evoluo2 e leis que a regulam4 ,os factores bio-psquicos do crescimento #a4--;,a vida mental da criana 7psiquismo infantil7 no pode isolar-se1 em nenhuma das fases do seu progressivo desenvolvimento1 da evoluo do sistema nervoso1 cuja trajectria segue1 desde o tero4 absolutamente incontestvel que1 sem crebro1 no h conscincia#agd1 e que a conscincia se afirma sempre1 na razo directa da complexidade e da plasticidade do crebro#age4 ,certamente que no ousamos atribuir a causalidade da conscincia pura organizao1 como fazem os materialistas2 mas apenas reconhecemos o facto averiguado da perfeita correlao e da coexistncia necessria da actividade psquica com a energia cerebral#agf4 ,nos animais vizinhos dos vegetais 7infusrios1 plipos1 espongirios1 etc471 do mesmo modo que 7segundo parece7 tambm nos vermes1 no existe ainda a conscincia1 mas tam smente irritabilidade e1 quando muito1 sensibilidade diferencial#agg2 medida1 porm1 que se organiza o sistema nervoso1 as excitaes 7causas fsico-qumicas das reaces7 vo-se convertendo em impresses1 e estas em sensaes que1 pela sua diferenciao1 acabam por gerar a conscincia1 e1 depois1 a auto-conscincia1 ou a capacidade de conhecer os prprios estados e respectivas modificaes#agh4 ,s a partir dos vertebrados1 que1 por intermdio do crebro1 se torna possvel a vida consciente e1 com ela1 a ateno1 a memria1 a imitao1 a associao2 numa palavra1 as chamadas operaes intelectuais#agi4 #b4--;,conquanto1 porm1 na criana que vem de nascer1 exista j um crebro completo1 dum modo geral1 em tdas as suas partes essenciais1 contudo1 tanto a estrutura1 dessas partes1 como a aptido para o seu funcionamento que distam ainda muito daquele grau de perfeio1 que se torna indispensvel para a integralidade da vida mental#ahj4 ,estudos recentes1 empreendidos por investigadores emritos#aha1 permitem estabelecer que1 no encfalo do recm-nascido1 a substncia cinzenta do crebro constituda por clulas ainda imperfeitas2 e que carecem de consistncia e de fixidez as fibras nervosas que ligam os hemisfrios aos gnglios da base do crebro1 s camadas pticas1 e aos corpos estriados1 dum modo geral1 aos centros sub-corticais#ahb4 ,alm disso1 sabe-se hoje que1 smente a partir do primeiro ms de vida extra-uterina1 que se acentuam e desenvolvem as circunvolues1 cuja estrutura se vai complicando1 medida que a superfcie do crebro aumenta de extenso e de volume#ahc2 e1 finalmente1 tambm positivo que a mielinizao do encfalo1 conquanto seja iniciada no tero1 todavia1 s se acaba1 pela vida adiante1 em fases j relativamente avanadas da evoluo#ahd4 ,quer tudo isto dizer que1 mesmo sob a relao do pso e do volume1 o crebro no nasce perfeito e completo2 embora1 comparado com o resto do corpo1 traga1 nascena1 um desenvolvimento que1 numricamente1 se poder computar na quarta parte 7#be7 do seu volume total4 ,o diagrama que1 a seguir1 publicamos 7fig4 n4o #ai71 representa o crescimento do crebro1 desde o incio da vida intra-uterina1 at puberdade1 em que atinge o seu mximo desenvolvimento1 sob a relao do pso e volume--absolutos4 ,mostra ste grfico que o pso absoluto do crebro aumenta1 com a idade1 ao passo que o seu pso relativo diminue4 medida que o organismo cresce1 o crebro1 sem deixar de acompanhar sse crescimento1 at puberdade1 contudo1 cada vez1 cresce1 com menor intensidade 7como se verifica pelos aumentos1 relativos a cada idade de evoluo72 e1 ao mesmo tempo1 acusa uma progressiva diminuio1 nas propores que mantm com o corpo#ahe4 ,figura3 ,fig4 #ai ,donde resulta que1 sob a relao da quantidade1 a evoluo cerebral realiza-se e consuma-se antes da evoluo somtica1 embora1 sob o ponto de vista qualitativo1 o crebro continue a desenvolver-se4 ,o seguinte grfico 7figura n4o #bj71 completa o anterior1 por isso mesmo que continua a curva da evoluo para alm da puberdade1 no intuito de figurar1 quantitativamente1 tda a vida do crebro1 desde que o homem nasce1 at que morre4 ,para compreenso1 todavia1 de todos os fenmenos da bio-dinmica mental1 torna-se necessrio considerar o elemento qualitativo do crescimento cerebral1 isto 1 a sua capacidade fisiolgica4 ,figura3 ,fig4 #bj ,esta capacidade 7que tambm no exclue o elemento quantitativo7 compreende ou abrange a eficincia de tdas as causas que possam concorrer para a organizao da vida cerebral4 ,dentre essas causas 7algumas pouco conhecidas1 ainda71 indicaremos1 como mais importantes1 as seguintes3 #a7 a composio qumica2 #b7 a quantidade de substncia cinzenta2 #c7 o nmero e a complexidade das circunvolues2 #d7 a morfologia do encfalo2 #e7 a relao do crebro com as outras partes do encfalo2 #f7 as relaes do mesmo rgo com a altura e1 em geral1 com a massa activa do corpo2 #g7 o exerccio cerebral2 #h7 a experincia do indivduo2 #i7 o arranjo molecular das clulas cerebrais2 #aj7 as associaes dinmicas dos elementos nervosos1 etc41 etc4#ahf4 ,ora1 se considerarmos todos stes factores1 desde logo1 teremos de reconhecer a existncia de uma outra curva3 a da aptido funcional do crebro1 cuja trajectria no coincide com aquela que exprime a sua evoluo quantitativa1 porque1 como se verifica neste diagrama 7figura n4o #ba7 o crebro continua a crescer1 depois da puberdade 7#ae anos72 e at com muito maior intensidade1 a partir dos vinte anos2 para s se deter1 aos cinqenta1 em que estaciona 7por tempo de dez anos1 em circunstncias normais71 antes de decrescer1 como sucede1 depois dos sessenta#ahg4 ,figura3 ,fig4 #ba ,se compararmos1 porm1 agora1 esta curva da bio-dinmica cerebral com a curva da conscincia 7figura n4o #bb71 notaremos que1 desta vez1 entre as duas curvas1 h um paralelismo perfeito1 o que explica e ilustra estas palavras concludentes e profundamente autorizadas de ,a4 ,marie3 ,a scincia demonstra1 de uma maneira absolutamente certa1 o facto da simultaneidade e da correlao constantes e necessrias da actividade nervosa com a actividade mental1 fazendo dessas actividades dois fenmenos inseparveis1 os quais nunca deixam de se manifestar conjuntamente1 e nem se pode conceber que um se produza1 sem o outro#ahh4 #c4--,o estudo 7embora rpido7 que vamos fazer das fases da mentalidade1 confirmar plenamente o nosso conceito da evoluo da conscincia1 pois mostrar que1 entre a inconscincia1 em que a criana se gera1 e a inconscincia1 em que o individuo acaba1 se escalonam vrios graus de conscincia1 cada qual representativo de seu progresso1 e todos ligados a estados orgnicos1 at a um limite1 cuja transposio importa1 sempre e em tdas as circunstncias1 a decadncia e1 com ela1 a desorganizao e a morte4 ,a conscincia crepuscular1 que o grfico 7fig4 n4o #bb7 regista1 como pertencendo ao perodo mbrio-fetal da evoluo humana1 sem dvida que no representa qualquer estado psquico que possa diferenciar-se da pura cenestesia4 ,o feto1 conquanto1 em verdade1 constitua um reactivo mais enrgico at1 do que a prpria me#ahi1 contudo1 carece de vida consciente1 porque1 com um crebro ainda incipiente e sentidos apenas esboados1 no susceptvel das operaes orgnicas1 que condicionam aquela vida4 ,a expresso--psicologia embriolgica--7de que1 por vezes1 usam os autores7 nada mais pode significar1 do que a espcie de semi-conscincia1 que se atribue ao nascituro1 essa conscincia onrica1 sui generis1 que se manifesta por um sno1 sem sonhos1 e qual ns chamamos conscincia crepuscular#aij4 ,para que haja verdadeira conscincia 7embora ainda embrionria ou rudimentar7 necessrio que o indivduo humano deixe a vida parasitria1 em que persistiu1 durante a gestao2 e1 pelo nascimento1 adquira a vida independente1 que usufruir1 at morte4 ,figura3 ,fig4 #bb ,passiva1 chamamos ns conscincia do recm-nascido1 para significar que ela se reduz s sensaes1 que as impresses sensoriais determinam no seu crebro ainda virgem2 e aos instintos que deve hereditariedade4 ,e ser esta1 depois do perodo mbrio-fetal1 a primeira fase da vida psquica da criana1 na sua evoluo para a idade adulta4 ,durante ste primeiro ms1 o recm-nascido sofrer a crise grave1 que deriva da mudana de meio1 a que foi coagido1 pelas energias do crescimento1 e ensaiar as primeiras adaptaes s novas condies de vida#aia4 ,os progressos1 todavia1 sero rpidos4 ,desde o fim do primeiro ms1 at aos cinco anos 7infncia e primeira fase da puercia71 a actividade da conscincia no cessar de intensificar-se1 adquirindo a criana faculdades e aptides1 que lhe asseguraro 7cada vez1 com maior persistncia e eficcia7 o equilbrio1 de que carece1 com o novo meio1 em que tem de viver4 ,por isso1 atribumos conscincia activa ao organismo1 que se encontra neste estdio da evoluo psquica2 isto 1 qualidades1 energias e possibilidades1 que se traduzem por actos neuro-psquicos1 de complexidade crescente1 medida que decorre a infncia1 e se entra na puercia1 a poca inicial da auto-conscincia1 ou seja das operaes superiores da vida mental4 ,assim1 com a puercia 7poca do pensamento espontneo1 ou idade preguntadora1 de ,sully71 alm do desenvolvimento da linguagem 7substituio gradual da palavra concreta1 pelo conceito geral ou abstracto7#aib1 aparece o esprito de curiosidade 7tam peculiar s crianas desta idade72 radica-se a ateno espontnea1 e esboa-se a ateno voluntria2 imperam as tendncias que se inspiram nos intersses perceptivos e glssicos2 surgem os primeiros ensaios da personalidade2 e afirmam-se j1 embora com carcter rudimentar1 as leis bio-psiquicas da vontade consciente4 ,depois1 com a adolescncia1 e com a puberdade1 a curva da dinmica mental subir sempre e1 cada vez1 com maior celeridade1 para nunca mais se deter1 seno na idade madura1 em que1 havendo atingido o mximo de intensidade1 a perdurar1 at decadncia#aic4 ,o quadro 7n4o #f7 que1 a seguir1 publicamos1 resume as caractersticas das idades de evoluo1 distribuindo-as1 pela ordem cronolgica do seu aparecimento1 e mantendo a subordinao em que se encontram1 umas em relao s outras4 ,,quadro ,n4o #f ,idades de ,caractersticas essenciais ,evoluo ---------------------------------------- ------------------------------------ ,recm-nascena ,vida vegetativa1 e puro automatismo 7a princpio7 7,durante o nas relaes do indivduo com o meio4 ,reaces #a4o ms7 mecnicas a excitaes exteriores4 ,necessidade mxima3 nutrio4 ,primeiras adaptaes4 ,vida afectiva simples3 prazer e dr #a7 ,at aos fsica4 ,adaptaes sensorio-motoras4 ,infncia doze meses ,linguagem balbuciada4 ,interesses 7,desde o segundo perceptivos4 ms at aos trs anos7 #b7 ,dos doze ,vida afectiva complexa3 aco meses at emocional4 ,aquisio de hbitos4 aos trs ,espontaneidade mental4 ,imitao anos passiva4 ,linguagem rudimentar4 ,ateno voluntria4 ,imaginao #a7 ,dos trs incipiente4 ,desenvolvimento da aos cinco memria orgnica4 ,curiosidade4 anos ,interesses glssicos4 ,puercia ,sugestibilidade4 ,imitao activa4 7,desde os trs ,linguagem racional4 aos sete anos7 ,organizao da vida mental4 ,poder #b7 ,dos de anlise4 ,memria psquica4 cinco aos ,diferenciao das funes psquicas4 sete anos ,interesses gerais4 ,linguagem integral4 ,actividade ldica intensa4 ,fixao e expanso da personalidade4 ,egocentrismo4 ,sociabilidade4 #a7 ,sexo ,desenvolvimento da vontade4 ,adolescncia masculino ,dinamogenia dos sentimentos4 7,desde os oito ,interesses morais e estticos4 aos doze anos7 ,perodo sentimental4 ,plasticidade #b7 ,sexo orgnica e psquica4 ,exuberncia de feminino movimentos4 ,esprito de iniciativa1 e de emulao4 ,pudor4 ,instinto sexual4 ,instabilidade psquica4 ,impulses do temperamento4 #a7 ,sexo ,formao definitiva do carcter4 masculino ,concentrao mental2 e diferenciao ,puberdade de tdas as faculdades4 ,interesses 7,dos doze aos ticos e sociais4 dezasseis anos7 ,exaltao do sentimento4 ,imaginao viva4 ,diferenciao sexual4 ,aquisio #b7 ,sexo dos hbitos caractersticos da feminino mulher4 ,perfeita adaptao ao seu fim fisiolgico4 ,coquetismo4 ,interesses ticos e sociais4 #d4--,o estudo sinttico1 que temos feito da evoluo mental1 revela1 nessa evoluo1 do mesmo modo que no crescimento fsico1 a existncia1 tanto de leis gerais 7relativas dinmica psquica1 considerada in totum71 como de leis especiais 7privativas de cada funo74 ,entre aquelas1 ocupam primacial lugar as duas seguintes3 #a7 ,o processo bio-psquico da evoluo mental depende1 em grande parte1 do crescimento fsico1 e acompanha sempre o desenvolvimento do sistema nervoso#aid2 #b7 ,o contedo da conscincia 7quantidade de conhecimentos1 e valorizao de funes7 est na razo directa da complexidade das relaes da criana com o meio4 ,quanto s leis especiais1 indicaremos estas1 apenas3 #a7 a ateno a condio primria da conscincia2 #b7 a memria depende da plasticidade do crebro2 #c7 entre o pensamento e a vida das imagens cerebrais a relao a mesma que existe entre a concluso e as premissas dum raciocnio2 #d7 as formas de expresso derivam de actos reflexos1 e passam dos gestos s palavras1 e destas aos sinais1 que as exprimem4 #e4--,para concluso dste captulo1 resta enumerar ainda os factores bio-psquicos do crescimento2 isto 1 tdas aquelas energias1 e todos aqueles meios de aco1 que podem influir no processo da evoluo 7tanto somtica1 como psquica74 sses factores1 condens-los hemos1 no seguinte esquma3 ancestrais 7hereditariedade74 naturais actividade ldica 7jogos74 pessoais ,factores da passiva4 evoluo orgnica imitao activa4 exerccios fisicos4 artificiais gimnstica4 ,apndices ,,ap,,ndices ,i ,elementos para a organizao de uma caderneta pedolgica1 destinada a sistematizar o estudo do crescimento #a7 ,indicaes prvias relativas ao exemplar de estudo3 #a7 ,nome e pronomes44444444444444444444444444444444 44444 ,nome444444444444444444444444444 ,pai ,idade44444444444444444444444444 ,estatura44444444444444444444444 #b7 ,filiao ,nome444444444444444444444444444 ,me ,idade44444444444444444444444444 ,estatura44444444444444444444444 #c7 ,naturalidade444444444444444444444444444 4444444444444 #d7 ,residncia444444444444444444444444444444 444444444444 econmicas#aie444 #e7 ,condies do meio em que vive morais#aif4444444 sociais#aig444444 #f7 ,ensino que recebe#aih444444444444444444444444444444 #g7 ,antecedentes hereditrios#aii4444444444444444444444 #h7 ,antecedentes pessoais#bjj44444444444444444444444444 #i7 ,particularidades#bja4444444444444444444 444444444444 #aj7 ,aspecto geral#bjb4444444444444444444444444444444 44 #b7 ,exame fisiolgico e clnico3 ,,trimestres ------------------------ #a4o #d4o #g4o #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ------------------------ #a7 ,data da observao ------------------------ #b7 ,pele e couro cabeludo#bjc ------------------------ #c7 ,ossos e articulaes#bjd ------------------------ #d7 ,aparelho digestivo#bje ------------------------ #e7 ,aparelho respiratrio#bjf ------------------------ #f7 ,aparelho circulatrio#bjg ------------------------ #g7 ,aparelho gnito-urinrio#bjh ------------------------ #h7 ,aparelho locomotor#bji ------------------------ #i7 ,sistema nervoso#baj ------------------------ #aj7 ,malformaes#baa ------------------------ #aa7 ,deformaes#bab ------------------------ #ab7 ,fra fsica#bac ------------------------ #ac7 ,fadigabilidade#bad ,mensuraes do corpo humano ,v4 ,vrtex4 ,c4 ,canal auditivo4 ,f4 ,frcula esternal4 ,a4 ,acromion4 ,e4 ,epicndilo4 ,i4 ,crista ilaca4 ,t4 ,grande trocnter4 ,p4 ,pbis4 ,m4 ,mdio4 ,j4 ,joelho4 ,mal4 ,tornozlo4 ,figura3 ,pontos de ,referncia #c7 ,exame antropomtrico#bae3 ,,medidas ,,trimestres ---------------------------------------- ------------------------------------ #a4o #d4o #g4o #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ---------------------------------------- ----------------------------- #a7 ,data da observao ------------------------ #b7 ,pso ------------------------ #c7 ,vrtex 7em p7 ------------------------ #d7 ,vrtex 7assentado7 ------------------------ #e7 ,canal auditivo ------------------------ #f7 ,frcula esternal ------------------------ ,projeces #g7 ,acromion ,verticaes ------------------------ 7#aj7 #h7 ,cotovlo ------------------------ #i7 ,mdio ------------------------ #aj7 ,grande trocnter ------------------------ #aa7 ,joelho ------------------------ #ab7 ,tornozlo ------------------------ #ac7 ,dimetro bi-acromial ------------------------ #ad7 ,d4 ntero-posterior do trax ------------------------ ,dimetros #ae7 ,d4 transverso do trax 7#e7 ------------------------ #af7 ,d4 ntero-poster4 do crnio ------------------------ #ag7 ,d4 transverso do crnio ------------------------ #ah7 ,permetro craniano ------------------------ #ai7 ,per4 xifo-esternal 7repouso7 ,circunfer4 ------------------------ 7#d7 #bj7 ,per4 xifo-ester4 7inspirao7 ------------------------ #ba7 ,antebrao 7mx4 e mnimo7 ------------------------ #bb7 ,compr4 e largura do p ------------------------ ,outr4 #bc7 ,compr4 e largura da mo medidas ------------------------ #bd7 ,envergadura ------------------------ #d7 ,exame psicolgico3 ,,trimestres ------------------------ ,,observa,,es #a4o #d4o #g4o #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ---------------------------------------- ----------------------------- #a7 ,data da observao ------------------------ cr do ris ------------------------ ,olhos cr da aurola ------------------------ acuidade lho dir4 visual ------------------------ lho esq4 ------------------------ ,sentido cromtico ------------------------ ouvido dire4 ,acuidade ------------------------ auditiva ouvido esqu4 ------------------------ ,acuidade olfactiva #b7 rgos ------------------------ dos ,acuidade gustativa sentidos ------------------------ ,acuidade tctil ------------------------ ,sentido lgico ------------------------ ,sentido estereognstico ------------------------ espontnea #c7 ,ateno ------------------------ voluntria ------------------------ anlise qualitativa #d7 ,memria ------------------------ anlise quantitativa ------------------------ #e7 ,inteligncia ------------------------ ,notas3 #a7 ,a acuidade visual deve ser medida1 com o auxlio da escala optomtrica de ,monoyer2 e o sentido cromtico1 com as tbuas pseudo-isocromticas1 de ,stilling4 #b7 ,a acuidade auditiva mede-se1 pelo processo do relgio1 e pela voz segredada4 #c7 ,a acuidade olfactiva avalia-se pelo olfactmetro2 e a gustativa1 pelo gueusmetro4 #d7 ,a acuidade tctil determina-se1 pelos estesimetros2 a lgica1 pelos algesimetros2 e o sentido estereognstico1 pelo processo de reconhecimento das curvaturas4 #e7 ,a ateno aprecia-se1 pelos tempos de reaco1 e por processos didasclicos4 #f7 ,a memria mede-se1 por diferentes processos1 consoante a funo que se pretende considerar4 #g7 ,a inteligncia avalia-se1 pela aplicao dos tests de ,binet e ,simon4 #e7 ,exame etolgico e psiquitrico3 ,,trimestres ------------------------ ,,observa,,es #a4o #d4o #g4o #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ---------------------------------------- ----------------------------- #a7 ,data da observao ------------------------ #b7 ,humor habitual ------------------------ activo ------------------------ nervoso ------------------------ emotivo ------------------------ #c7 ,temperamento aptico ------------------------ voluntarioso ------------------------ impulsivo ------------------------ equilibrado ------------------------ #d7 ,sugestibilidade ------------------------ #e7 ,sensibilidade moral ------------------------ #f7 ,capacidade de trabalho ------------------------ #g7 ,conduta ------------------------ #h7 ,aptides ------------------------ ,fobias ------------------------ ,timidez ------------------------ #i7 ,defeitos ,clera ------------------------ ,mentira ------------------------ ,preguia ------------------------ #aj7 ,sntese--,carcter ------------------------ #f7 ,sntese da evoluo--,frmulas3 ,,trimestres #a4o #d4o #g4o ,,nota,,es #b4o #e4o #h4o #c4o #f4o ---------------------------------------- ----------------------------- ,e_/,b#baf ------------------------ ,relaes e ,c_/,v#bag #a7 propores ------------------------ dos segmentos ,o_/,v#bah ------------------------ ,s#b;,e7,dd7#bai ------------------------ ,p#a ou ,p#bbbj ------------------------ #b7 ,frmulas da ,p#b;,a#abba ,puberdade ------------------------ ,p#e;,a#c-ebbb ------------------------ ceflico 7,d4 tr4x#ajj_/ ,d4 ant4 p4 m47#bbc ------------------------ #c7 ndices torcico 7,d4 transv4#ajj_/ ,d4 ant4 post47#bbd ------------------------ plvico 7,d4 s4 p4 b4#ajj_/ ,dist4 ,cr4 ,ilacas7#bbe ------------------------ ,h4 7humor7 ------------------------ #d7 ,simbolos ,t4 7temperamento7 ------------------------ ,m4 7musculatura7 ------------------------ ,o4 7ossatura7 ------------------------ #e7 ,,cr4,e-7,p,per4 ,t4 insp4exp4_/#b7bbf ------------------------ ,,ii 7,sumrio da tese apresentada1 discutida e integralmente adoptada pelo ,congresso ,nacional de ,educao fsica1 realizado em ,lisboa1 por iniciativa do ,gimnsio ,club ,portugus1 nos dias #i-ab de junho de #aiaf47 ,a ,,crian,a ,,portuguesa ,,relator3 ,dr4 ,alves dos ,santos1 professor de ,filosofia e director do ,laboratrio de ,psicologia ,experimental1 da ,faculdade de ,letras da ,universidade de ,coimbra2 professor de ,psicologia ,infantil1 na ,escola ,normal ,superior2 e director da ,biblioteca da mesma ,universidade2 scio efectivo da ,academia das ,scincias de ,portugal4 ,,introdu,o #a7 ,a ,criana2 sua concepo bio-psquica e social4 #b7 ,scincias da ,criana3 ,pedologia2 ,psico-pedagogia2 ,pedagogia experimental4 #c7 ,a vida da ,criana2 fases que atravessa1 durante o ,crescimento1 ou idades de evoluo do slido humano3 infncia1 puercia1 adolescncia1 puberdade1 nubilidade4 #d7 ,caractersticas de cada uma destas idades1 sua importncia e influncia na marcha do ,crescimento4 #e7 ,diviso dste estudo em trs partes1 versando a primeira sobre o ,corpo da ,criana2 a segunda1 sobre a ,mentalidade da ,criana2 e a terceira1 sobre a ,personalidade da ,criana4 #f7 ,elementos e subsdios1 de que podemos dispor para a constituio de uma ,pedologia nacional3 observaes1 mensuraes1 e experincias realizadas em estabelecimentos de ensino1 e noutros meios infantis1 assim como no ,laboratrio de psicologia experimental1 de ,coimbra4 ,resumo das aquisies de factos1 em primeira mo1 que permitem1 a nosso ver1 desde j1 algumas generalizaes sobre o modo de crescimento da criana portuguesa4 ,,primeira ,,parte 99,o corpo da criana99 ,,cap,,tulo ,i ,noo do ,crescimento4 ,fenmenos que o constituem4 ,causas que o determinam4 ,leis que o regem4 ,influncias que o modificam4 ,,cap,,tulo ,,ii ,mtodo a empregar no estudo dos fenmenos do ,crescimento4 ,,cap,,tulo ,,iii ,manifestaes do ,crescimento em altura1 largura1 espessura1 grossura e densidade2 ou projeces verticais1 dimetros1 circunferncias1 cubagens1 e pso do slido humano4 ,,cap,,tulo ,,iv ,crescimento absoluto ou global1 e ,crescimento relativo ou segmentar4 ,ritmo do ,crescimento absoluto da ,criana portuguesa4 ,fundamentos da ,curva que exprime sse ritmo4 ,,cap,,tulo ,v ,insuficincia das medidas sintticas 7estatura1 permetro torcico1 e pso7 para a avaliao rigorosa dos fenmenos do ,crescimento4 ,,cap,,tulo ,,vi ,crescimento relativo1 ou propores mtricas do corpo da ,criana1 desde o nascimento at idade adulta4 ,,nota3 ,o relator apresentar ao ,congresso as frmulas do ,crescimento ou os cnones antropomtricos das idades de evoluo da criana portuguesa2 e expor os fundamentos dessas frmulas4 ,,segunda ,,parte 99,a mentalidade da criana99 ,,cap,,tulo ,i ,origem e evoluo da mentalidade infantil4 ,leis que a regulam2 influncias que a modificam4 ,curva desta evoluo4 ,relaes do desenvolvimento somtico com o desenvolvimento psquico4 ,,cap,,tulo ,,ii ,os sentidos e a inteligncia4 ,estudo experimental da inteligncia4 ,a ateno2 a memria1 e a imaginao das crianas4 ,,cap,,tulo ,,iii ,comparao do psiquismo animal com a psicologia das primeiras idades da evoluo4 ,,nota3 ,o relator apresentar ao ,congresso as concluses dos seus estudos sbre a medida do trabalho mental1 pelo mtodo de ,kraeplin1 assim como sbre a anlise quantitativa e qualitativa da ,memria2 e sbre a psicometria da ateno4 ,,terceira ,,parte 99,a personalidade da criana99 ,,cap,,tulo ,i ,noo da personalidade4 ,o carcter2 seus elementos constitutivos e manifestaes4 ,noo bio-psquica e moral do carcter4 ,formao do carcter1 princpios em que deve assentar4 ,,cap,,tulo ,,ii ,estados mrbidos da personalidade3 a mentira2 a preguia2 a timidez2 a clera2 as fobias das crianas4 ,patologia da vontade4 ,,cap,,tulo ,,iii ,os vcios da educao tradicional2 necessidade de uma reforma na processologia da educao4 ,resumo e concluses4 ,,nota3 ,o relator apresentar ao ,congresso os resultados dos seus trabalhos experimentais1 realizados no ,laboratrio de psicologia1 sbre a sugestibilidade das crianas2 e o valor do testemunho infantil4 ,,conclus,,es ,,gerais ,i 99,crescimento fsico99 #a7 ,existem em ,portugal1 em relao ao sexo masculino1 elementos mais do que suficientes para a organizao de uma tabela de mdias1 baseada nas observaes e mensuraes1 que exprimem o ,crescimento absoluto da ,criana portuguesa1 isto 1 nas medidas sintticas da altura1 do permetro torcico1 e do pso4 #b7 ,mas o simples conhecimento do ritmo do ,crescimento insuficiente para a perfeita inteligncia da natureza fsica da ,criana1 e das leis do seu desenvolvimento integral4 #c7 ,donde resulta a necessidade de prosseguir activamente1 em nossos meios didasclicos e infantis1 pela aplicao do mtodo auxanolgico1 na colheita de elementos 7mensuraes segmentares do slido humano71 que permitam generalizaes seguras sobre as propores mtricas do corpo das crianas1 nas idades de evoluo4 #d7 ,emquanto1 porm1 no existir1 entre ns1 um nmero suficiente de observaes e mensuraes daquela natureza1 que justifiquem a adopo definitiva das frmulas antropomtricas do ,crescimento da ,criana ,portuguesa1 podemos e devemos adoptar provisriamente cnones antropomtricos1 cujos fundamentos se encontram1 em parte1 nas medidas que so comuns ao ,crescimento absoluto2 e1 em parte1 nas percentagens que resultam das mdias de mensuraes obtidas em crianas de pases estrangeiros1 que renem maior nmero de afinidades com as nossas crianas4 ,,ii 99,desenvolvimento mental99 #a7 ,no h diferena de natureza entre o psiquismo dos animais superiores e a mentalidade infantil das primeiras idades4 #b7 ,a curva do desenvolvimento mental coincide1 em qusi tda a sua extenso1 com a curva do ,crescimento fsico2 e1 em todo o caso1 acompanha sempre a trajectria da evoluo do crebro4 ,,iii 99,formao do carcter99 #a7 ,os factores da educao moral devem ser os mesmos da educao fsica1 porque a disciplina em que se baseiam ambas estas educaes tem as mesmas origens orgnicas1 e produz anlogos efeitos psquicos4 #b7 ,os estados mrbidos da ,personalidade so mais eficazmente combatidos pela higiene1 do que pela autoridade4 ,,iii ,programas de ,pedologia e de higiene escolar2 prescries de higiene dentria2 e instrues sbre ,pedometria1 destinadas s novas escolas normais primrias4 7,regulamento e programas para execuo da lei n4 #bcc1 publicados no ,dirio do ,govrno n4o #bd1 de #aj de fevereiro de #aiaf47 ,,programa ,,de ,,pedologia ,pedologia4--,sua definio e importncia4 ,movimento pedolgico4 ,pedologia e pedotecnia4 ,psicologia e pedagogia4 ,pedagogia experimental e pedagogia geral4 ,psicopedologia e psicopedagogia4 ,relao da pedologia com a pedagogia4 ,pedologia somtica e pedologia psquica4 ,mtodos da pedologia somtica4 ,os caracteres descritivos e os caracteres mtricos4 ,noes elementares de antropometria escolar4--,estudo dos principais caracteres mtricos4 ,relao entre o pso1 a altura e o permetro torcico4 ,coeficientes de robustez4 ,mensuraes nos alunos segundo a ,ficha individual4 ,o crescimento durante a idade escolar4--,ideas gerais sbre os mtodos do estudo do crescimento4 ,propores mtricas do corpo da criana desde o nascimento idade adulta4 ,influncias que actuam no crescimento4 ,leis do crescimento4 ,crescimento visceral4 ,a criana1 o adolescente e o adulto4 ,crescimento irregular4 ,perturbaes orgnicas que produz e suas consequncias pedaggicas4 ,a puberdade4--,sua definio4 ,caractersticas fisiolgicas e psicolgicas da puberdade4 ,durao do perodo da puberdade4 ,pedologia psquica4--,definio4 ,mtodos4 ,desenvolvimento intelectual e psquico em geral4 ,factores dste desenvolvimento e diferentes estdios4 ,desenvolvimento sensorial4--,viso4 ,audio4 ,olfacto4 ,gsto4 ,tato4 ,os sentidos estereognsticos4 ,o sentido cinestsico4 ,a ateno4 ,a associao4 ,a imaginao4 ,a memria e o hbito4 ,a percepo4 ,o juzo e o raciocnio4 ,desenvolvimento dos sentimentos4--,os movimentos4 ,os sentimentos em geral4 ,as emoes e as tendncias4 ,os instintos4 ,os interesses infantis2 seu papel na educao4 ,a vontade4 ,o carcter4 ,a linguagem1 os gestos1 a fisionomia e os costumes das crianas4 ,medida do desenvolvimento psquico nas diferentes idades4 ,tests mentais4 ,relaes entre o crescimento fsico e o crescimento psquico4 ,influncias psquicas imediatas da escola4 ,herana psicolgica e educao4 ,crianas visuais1 auditivas e motoras4--,os tipos mixtos4 ,fadiga intelectual4 ,generalidades4 ,noes gerais dos processos de medio da fadiga intelectual3 a7 ,processos directos4 ,ditado1 leitura1 clculo1 cpia1 memoriao1 etc4 b7 ,processos indirectos4 ,estesiometria1 algesimetria1 dinamometria1 ergografia1 etc4 ,influncia de diversos factores sbre a fatigabilidade4 ,influncia do trabalho fsico sobre a fadiga mental4 ,sobernal4 ,o repouso4 ,o sono4 ,dextrismo1 sinistrismo e ambidextrismo4 ,alunos preguiosos4 ,ideas gerais sbre as crianas anormais4 ,sua diagnose e classificao4 ,as relaes do professor com o mdico4 ,puericultura4--,puericultura intra-uterina4 ,primeiros cuidados a dispensar aos recm-nascidos4 ,alimentao do #j aos #b anos4 ,noes gerais da higiene da primeira infncia4 ,,programa ,,de ,,higiene ,,escolar ,histria da higiene escolar4--,evoluo da higiene escolar em ,portugal4 ,edifcio escolar4--,suas condies higinicas4 ,salas de classe e anexos1 recreios1 etc4 ,mobilirio escolar4--,bases fisiolgicas do mobilirio racional4 ,diferentes tipos de mobilirio4 ,iluminao das escolas4--,iluminao natural e artificial4 ,fotometria escolar4 ,aquecimento4 ,ventilao das escolas4--,diferentes processos de ventilao4 ,higiene da vista4--,higiene da leitura e da escrita4 ,os livros e os cadernos escolares4 ,condies higinicas da sua impresso4 ,higiene do ouvido4 ,higiene do nariz e da bca4 ,higiene da garganta4--,fisiologia da voz4 ,afeces de laringe4 ,profilaxia das perturbaes da fonao4 ,defeitos de pronncia4 ,sua profilaxia e correco4 ,atitudes viciosas4--,suas conseqncias4 ,doenas escolares no contagiosas4 ,doenas contagiosas4--,profilaxia das doenas contagiosas1 na escola4 ,desinfeco4 ,vacinaes e revacinaes4 ,relaes recprocas entre alunos e professores1 sob o duplo ponto de vista das doenas contagiosas e das influncias morais4 ,educao fsica4--,bases fiisiolgicas desta educao4 ,princpios a que deve obedecer a elaborao dum horrio4 ,repartio das horas do trabalho e do repouso4 ,cantinas escolares4 ,colnias escolares4 ,escolas e classes ao ar livre4 ,internatos e externatos4 ,passeios e excurses escolares4 ,,prescri,,es ,,de ,,higiene ,,dentaria ,i ,antes te esqueas de lavar a cara do que a bca e os dentes4 ,,ii ,habitua-te1 tam cedo quanto possvel1 higiene dentria4 ,aquele que desleixado em criana1 dificilmente se corrige mais tarde4 ,,iii ,a conservao e o bem-estar dos dentes de leite tam importante1 como o dos dentes permanentes4 ,,iv ,no abuses de doces e de alimentos muito moles4 ,o melhor meio natural de evitar a cria mastigar com fra po com cdea espssa4 ,v ,nunca te esqueas de lavar a bca1 noite4 ,,vi ,a limpeza mecnica dos dentes1 feita com uma escva e com um palito1 constitue a base de tda a higiene dentria4 ,,vii ,as lavagens da bca com lquidos antispticos inofensivos e um bom p ou pasta dentifrcia so muito eficazes para completar a higiene dentria e bocal4 ,os dentifrcios que so custicos para a mucosa1 ou que descalcificam os dentes1 devem ser rejeitados4 ,o sabo um bom dentifrcio4 ,,viii ,faze inspeccionar os dentes1 uma ou duas vezes por ano1 por um dentista1 a fim de que le descubra os focos mrbidos e os faa desaparecer1 antes que sejam muito extensos4 ,,ix ,o trtaro 7pedra7 deve ser extrado1 de tempos a tempos4 ,x ,os dentes e as razes que no possam ser conservados e tratados1 devem ser extrados1 sejam dolorosos ou no4 ,,instru,,es ,,sobre ,,pedometria ,condies gerais3--,as modificaes morfolgicas1 fisiolgicas e psquicas1 produzidas pelos exerccios de educao fsica 7exerccios neuro-musculares e de adaptao aos meios7 podem ser medidas ou apreciadas e formarem dois grupos principais3 somtico e fsico-psquico4 ,as mensuraes constituem o processo mais racional de verificar os efeitos dos exerccios1 se nelas se observarem as indicaes seguintes3 ,o observador possur a tcnica de medir e conhecer a razo e o fim de cada medida4 ,tomar as medidas mesma hora1 de preferncia de manh1 antes de qualquer exerccio ou refeio e tanto quanto possvel nas mesmas condies e em perodos bem determinados1 ex43 em ,outubro e ,junho4 ,estas medidas e observaes sero apontadas em colunas individuais no livro das mensuraes1 donde se tiraro tdas as notas para a organizao das mdias e dos ndices de classificao individual somtica e fisiolgica4 ,os alunos sero medidos e observados de torso nu e descalos e as alunas s com os fatos de gimnstica4 ,para se assegurar bem da medida dever esta repetir-se1 acto contnuo1 as vezes que forem necessrias4 ,nota4--,as mensuraes obtidas grficamente por bons instrumentos oferecem mais confiana4 ,t,,cnica3 ,para medir a altura3--,o examinando colocar-se h na craveira na atitude de sentido4 ,para medir o pso3--,torna-se necessrio uma balana decimal bem tarada e de fcil manejo4 ,os alunos sero pesados em ceroulas2 as alunas com os seus fatos de gimnstica4 ,para medir a capacidade vital3-- necessrio utilizar um espirmetro1 como o de ,charles ,verdin1 coloc-lo a conveniente altura1 usar duas tubuladuras de borracha com as competentes embocaduras de vidro para se poderem substituir a cada exame e desinfectar convenientemente4 ,modo de medir3--,o examinando1 em face do aparelho1 toma o tubo de vidro 7embocadura7 na bca1 depois de ter enchido quanto pode o pulmo1 cerra os lbios sbre o tubo para no perder ar e expira suavemente todo o ar que possa1 o que ser registado pelo espirmetro4 ,para medir a mobilizao torcica3--,o examinando1 de calcanhares juntos1 mantm os braos laterais e horizontais4 ,fazem-se #c provas e tira-se a mdia4 ,dimetros xifodianos3-- necessrio um compasso de espessura como o grande de ,collin4 ,modo de medir3 ,dimetro transverso3--,aplicam-se as pontas do compasso nos pontos mais laterais do trax e no nvel do ponto esterno-xifodiano2 o examinando faz1 ento1 a maior inspirao e logo a seguir a mais completa expirao e toma-se nota dos dimetros mximo e mnimo4 ,dimetro ntero-posterior3--,aplica-se uma das pontas do compasso no ponto esterno-xifodiano e a outra na linha das apfises espinhosas e ao nvel daquele ponto2 no resto procede-se como no transverso4 ,permetros xifodianos3--,na falta dum instrumento que nos d com preciso e facilidade grficamente o permetro torcico mais prtico usar1 com o devido cuidado1 a fita mtrica inextensvel4 ,modo de medir com a fita3--,aplica-se esta horizontalmente ao nvel do ponto esterno-xifodiano1 o examinando faz a mxima inspirao e logo a seguir a mxima expirao e o observador toma nota dos permetros mximo e mnimo4 ,permetro umbilical3--,procede-se como no permetro torcico4 ,nota4--,os permetros tomam-se s aos alunos4 ,para medir a fra de presso e de traco3--,para a de presso necessrio um dinammetro como o de ,collin2 para a de traco um dinammetro como o de ,andrew4 ,modos de medir3--,na presso toma-se o dinammetro na concha da mo e cerra-se esta com a mxima fra1 repete-se duas vezes e toma-se a prova maior2 na traco tomam-se os anis das cadeias1 um em cada mo1 tiram-se para os lados1 repete-se e toma-se a maior prova4 ,para se obter o ritmo respiratrio3--,na falta de um adequado pneumgrafo1 o nmero e o ritmo podem obter-se pela palpao2 o observador1 colocado por detrs do examinando1 aplica as mos sbre os seus ombros1 estendendo os quatro dedos sbre as clavculas e as primeiras costelas e os polegares estendidos para o dorso1 ou em face do examinando1 aplica-lhe as mos nos lados do trax e em presena de um relgio observa o ritmo e conta as respiraes num minuto4 ,para tomar o ritmo cardaco3--,na falta dum esfigmgrafo de uso e de preciso1 o professor1 tomando o pulso1 obter o nmero1 o ritmo1 a forma e apreciar a presso em repouso e depois dum escolhido exerccio1 ex43 uma pequena carreira4 ,para classificar os desvios sseos da coluna vertebral3--,na falta dum raquigrafo conveniente1 o professor pode chegar por uma observao inteligente3 dos movimentos da coluna1 da sua forma na atitude de sentido1 das atitudes das espduas e da cabea1 da forma torcica1 etc41 a conhecer os desvios4 ,do trax3--,na falta dum toracgrafo o observador pode usar o cirtmetro de chumbo ou ainda1 o compasso de espessura tirando os dimetros necessrios para o que o examinando tomar a atitude de sentido com os braos laterais e horizontais4 ,,iv ,,decreto ,n4o #d3ijj ,sendo urgente codificar e regulamentar tdas as disposies legais em vigor1 relativas s ,escolas ,normais ,superiores das ,universidades de ,coimbra e ,lisboa2 ,atendendo autorizao concedida pelo nico do artigo #db4o do decreto com fra de lei n4o #d3fdi1 de #ac de ,julho de #aiah2 ,usando da faculdade que me confere o n4o #c4o do artigo #dg4o da ,constituio ,poltica da ,repblica ,portuguesa2 ,hei por bem1 sob proposta do ,secretrio de ,estado da ,instruo ,pblica1 decretar o seguinte3 ,artigo #a4o aprovado e mandado pr em execuo o ,regulamento das ,escolas ,normais ,superiores das ,universidades de ,coimbra e ,lisboa1 que faz parte integrante dste decreto1 e vai assinado pelo ,secretrio de ,estado da ,instruo ,pblica4 ,art4 #b4o ,ficam1 pelo presente regulamento1 codificadas tdas as disposies legais em vigor1 relativas s ,escolas ,normais ,superiores1 substitudos os decretos regulamentares n4o #b3aag1 de #bg de ,novembro de #aiae1 n4o #b3eji1 de #ad de ,julho de #aiaf1 n4o #b3fdf1 de #bf de ,setembro de #aiaf1 n4o #b3idc1 de #ah de ,janeiro de #aiag1 n4o #c3jab1 de #f de ,maro de #aiag1 n4o #c3jig1 de #ah de ,abril de #aiag1 e n4o #c3ccj1 de #c de ,setembro de #aiag1 e regulamentados os decretos com fra de lei1 de #ba de ,maio de #aiaa e n4o #d3fdi1 de #ac de ,julho de #aiah4 ,art4 #c4o ,fica revogada a legislao em contrrio4 ,o ,secretrio de ,estado da ,instruo ,pblica o faa publicar4 ,paos do ,govrno da ,repblica1 #e de ,outubro de #aiah4--,sidnio ,pais--,jos ,alfredo ,mendes de ,magalhes4 ,v ndice ,analtico do #b4o ,volume desta ,obra3 7,,no ,,prelo7 99,,pedologia ,,ps,,quica99 7,a mentalidade da ,criana7 ,,cap,,tulo ,i #a7 rgos dos sentidos3 sensibilidade cutnea2 sua discriminao4 #b7 ,sensaes tcteis1 de presso1 trmicas1 lgicas4 #c7 ,sentido cinestsico e sentido estereognstico4 #d7 ,a cinestesia4 #e7 ,acuidade do tacto2 sua medida4 #f7 ,estesiometria4 #g7 ,educao dos sentidos cutneos4 ,,cap,,tulo ,,ii #a7 ,a viso2 anatomia e fisiologia do bolbo ocular2 mecanismo da viso4 #b7 ,emetropia1 ametropia e hipermetropia4 #c7 ,medida da acuidade visual4 #d7 ,sentido cromtico2 suas anomalias4 #e7 ,medida dste sentido2 tbuas pseudo-isocromticas de ,stilling4 ,,cap,,tulo ,,iii #a7 ,a audio2 mecanismo das sensaes auditivas4 #b7 ,medida da acuidade auditiva4 #c7 ,sentido otoltico4 ,,cap,,tulo ,,iv #a7 ,os sentidos qumicos3 olfacto e gsto4 #b7 ,morfologia e funcionamento dos respectivos rgos4 #c7 ,olfactometria e gustometria4 ,,cap,,tulo ,v #a7 ,a ateno2 suas espcies4 #b7 ,patologia da ateno4 #c7 ,medida da ateno4 #d7 ,educabilidade da ateno4 ,,cap,,tulo ,,vi #a7 ,a memria2 suas operaes fundamentais4 #b7 ,patologia da memria4 #c7 ,anlise qualitativa da memria3 processos2 experincias4 #d7 ,anlise quantitativa da memria4 #e7 ,educao da memria4 ,,cap,,tulo ,,vii #a7 ,a inteligncia2 sua noo4 #b7 ,nvel intelectual e nvel escolar4 #c7 ,medida da inteligncia3 processos2 escala mtrica da inteligncia4 #d7 ,estudo scientfico do trabalho mental4 #e7 ,a fadiga fsica e a fadiga mental3 sua medida4 ,,cap,,tulo ,,viii #a7 ,noo da personalidade4 #b7 ,o carcter2 seus elementos constitutivos e manifestaes4 #c7 ,formao do carcter2 princpios sobre que deve assentar4 #d7 ,os estados mrbidos da personalidade3 a mentira1 a preguia1 a timidez1 a clera1 as fobias das crianas4 #e7 ,patologia da vontade4 #f7 ,os vcios da educao tradicional4 #g7 ,educao moral e cvica das crianas1 segundo os princpios da pedagogia moderna4 #h7 ,a moral na escola4 ,,vi ,o estudo do crescimento1 no ,colgio ,moderno de ,coimbra1 pela aplicao do mtodo auxanolgico ,o estudo do crescimento1 pelo mtodo auxanolgico1 faz-se presentemente1 sob a nossa direco1 em alunos internos do ,colgio ,moderno1 de ,coimbra4 ,as primeiras mensuraes foram realizadas1 durante os meses de maio e junho1 do ano de #aiah4 ,em maio e junho1 dste ano de #aiai1 ao prefazerem-se doze meses completos1 continuou-se ste servio antropomtrico1 que no pde ser executado em novembro e dezembro 7fim do #a4o semestre71 como convinha1 merc das ocorrncias polticas1 que perturbaram a vida nacional4 ,foram observados e mensurados 7e continu-lo ho a ser7 #aae alunos1 de idades que se acham compreendidas entre os dez e os dezoito anos4 ,as medidas so tomadas1 sempre1 sobre o corpo nu do aluno2 o material pedomtrico empregado aquele que indicmos1 a pgina #ade 7nota72 e a tcnica regula-se1 pelas instrues do ,d4r ,paulo ,godin1 publicadas1 a pgina #bdc e seguintes1 do seu livro3 ,la ,croissance pendant l'ge scolaire1 ,paris1 #aiac4 ,alm das medidas segmentares1 relativas ao crescimento fsico1 colhemos1 nas observaes1 todos os elementos necessrios para o estudo da puberdade4 ,e nem smente nos preocupou a pedometria somtica1 mas tambm iniciamos trabalhos1 que aproveitem pedometria psquica1 isto 1 medida da acuidade sensorial1 e ao exame psquico1 etolgico e psiquitrico dos alunos4 ,nesta primeira exposio1 limitar-nos hemos a divulgar os resultados antropomtricos obtidos1 condensando-os1 nos seguintes mapas3 #a7 das projeces verticais2 #b7 do pso2 #c7 da puberdade4 ,i ,projeces ,verticais ,sintticas 7mdias7 ---------------------------------------- ---------------------- ,nmero ,altura ,busto ,b ,x #ajj ,idades 7anos7de indivduos7milmetros77milmetros7-------#b bg ,a ---------------------------------------- ---------------------- #aj #i #a1bgc #j1fhj #ec #aa #e #a1chb #j1gaf #ea #ab #g #a1dab #j1gbd #ea #ac #ad 99#a1dgd99 #j1gcg #ej #ad #cb #a1dif #j1gfe #ea #ae #be 99#a1ehg99 #j1hjj #ej #af #ae #a1fad #j1haj #ej #ag #g #a1fdi #j1hej #ea #ah #a #a1fce #j1hdd #ea ,total4444 #aae -- -- -- ,verifica-se1 pela leitura dste primeiro mapa1 que o crescimento dstes alunos do ,colgio ,moderno no se afasta sensivelmente dos resultados gerais1 a que chegmos1 em relao criana portuguesa4 ,assim1 a macrosquelia 7caracterstica da adolescncia e da puberdade7 evidente1 do mesmo modo que tambm normal o ndice do tronco1 que1 como se v1 oscila entre #ej e #ec4 ,,ii ,pso 7mdias7 ------------------------------------ ,nmero de ,idades 7anos7 indivduos ,quilogramas ------------------------------------ #aj #i #bf ------------------------------------ #aa #e #cc ------------------------------------ #ab #g #cd ------------------------------------ #ac #ad #ch1e ------------------------------------ #ad #cb #dj1e ------------------------------------ #ae #be #db ------------------------------------ #af #ae #dc ------------------------------------ #ag #g 99#ed1e99 ------------------------------------ #ah #a #eb ------------------------------------ ,total #aae -- ,e1 quanto a crises do crescimento1 a conformidade com a curva1 que tramos#bbh absoluta3 veja-se como o ritmo1 em geral1 se mantm1 e como o paralelismo das aceleraes e das acalmias 7relativas7 se acusa1 em todo o percurso da escala4 ,sobre pso1 apenas h a observar que1 de conformidade com as concluses a que se tem chegado1 a marcha do crescimento regular2 e que tambm de harmonia com a curva do grfico respectivo#bbi1 a fisionomia desta anloga4 ,segue-se o mapa da puberdade1 cuja leitura ser1 de grande intersse e importncia1 para todos quantos se interessem pelos estudos de pedologia1 entre ns4 ,puberdade 7sinais fsicos7 ---------------------------------------- ----------- ,idades ,nmero de,p#a1 #b1 #c ,p#c ,a#a ,p#e ,a#e 7anos7 indivduos ou #dbcj #bca #bcb ---------------------------------------- ----------- #aj #i #j #j #j ---------------------------------------- ----------- #aa #e #j #j #j ---------------------------------------- ----------- #ab #g #a #j #j ---------------------------------------- ----------- #ac #ad #e #a #j ---------------------------------------- ----------- #ad #cb 99#ab99 #c #b ---------------------------------------- ----------- #ae #be #e 99#ac99 #d ---------------------------------------- ----------- #af #ae #e #d #e ---------------------------------------- ----------- #ag #g #j #a 99#f99 ---------------------------------------- ----------- #ah #a #j #j #a ---------------------------------------- ----------- ,total #aae -- -- -- ,verifica-se1 em presena dste mapa que1 sem dvida por influncia do internato1 a puberdade1 entre os alunos do ,colgio ,moderno1 manifesta-se1 um pouco tardiamente1 em relao a perto de #ej dstes alunos4 ,efectivamente1 antes dos catorze anos1 em trinta e cinco alunos1 apenas sete1 de mais de doze anos1 apresentam vestgios dos sinais fsicos1 caractersticos da puberdade4 ,aos catorze anos1 de trinta e dois alunos1 s dezassete entram na fase pubertria2 e torna-se necessrio ultrapassar essa idade1 para que todos se submetam eficincia da lei4 ,importa1 porm1 notar que1 dentre aqueles1 em quem o crescimento se afirma normal1 a puberdade aparece1 de facto1 pelos catorze anos1 de conformidade com o que se acha estabelecido1 em relao criana portuguesa2 instala-se1 aos quinze2 e encerra-se1 pelos dezassete anos4 ,,ndice ,pginas ,nota ,preambular #g ,introduo ,i--,a criana2 sua concepo bio-psquica e social #aa ,,ii--,scincias da criana3 ,pedologia1 ,psico-pedagogia1 ,pedagogia experimental2 outros ramos da ,pedagogia #ad ,,iii--,a vida da criana2 fases que atravessa1 durante o crescimento1 ou idades da evoluo do organismo humano #ah ,,iv--,elementos e subsdios1 de que podemos dispor1 para a constituio de uma ,pedologia nacional #be ,v--,bibliografia portuguesa de assuntos relativos psicologia e pedologia #bi ,,pedologia ,,som,,tica ,o ,,corpo ,,da ,,crian,a ,captulo ,i--,fases da vida dos organismos4 ,crescimento2 suas espcies1 e modos de o estudar4 ,leis do crescimento1 e factores que o modificam #ce ,captulo ,,ii--,crescimento absoluto2 sua determinao1 em relao criana portuguesa2 tabelas de mdias1 e respectivas curvas4 ,o ritmo do crescimento1 em ,portugal #ci ,captulo ,,iii--,insuficincia do estudo do crescimento absoluto1 para a soluo de todos os problemas antropomtricos4 ,crescimento relativo ou segmentar2 sua determinao1 tanto sinttica1 como analtica1 pelo confronto dos respectivos elementos #ei ,captulo ,,iv--,medidas segmentares1 para avaliao do crescimento relativo1 ou das propores do corpo1 nas idades de evoluo4 ,cnones antropomtricos da criana portuguesa #fi ,captulo ,v--,processo bio-qumico do crescimento3 osteognese #aje ,captulo ,,vi--,frmulas antropomtricas do crescimento normal1 nas idades de evoluo4 ,anomalias do crescimento2 sua determinao1 pelo processo antropomtrico #aaj ,captulo ,,vii--,doenas das crianas1 nas idades de evoluo4 ,a mortalidade infantil1 em ,portugal4 ,crescimento desequilibrado2 suas consequncias #aaf ,captulo ,,viii--,higiene do crescimento2 exerccios fsicos3 jogos e gimnstica #abj ,captulo ,,ix--,evoluo geral da mentalidade2 fases desta evoluo e leis que a regulam4 ,os factores bio-psquicos do crescimento #abe ,,ap,,ndices ,pginas ,i ,elementos para a organizao de uma caderneta pedolgica1 destinada a sistematizar o estudo do crescimento #ada ,,ii ,a criana portuguesa 7sumrio da tese apresentada1 discutida e integralmente adoptada pelo ,i ,congresso nacional de educao fsica1 realizado em ,lisboa1 em #aiaf7 #aea ,,iii ,programas de ,pedologia1 e de higiene escolar2 prescries de higiene dentria2 e instrues sbre pedometria1 constantes do decreto1 n4o #b4bac1 publicado no ,dirio do ,govrno n4o #bd de #aj de ,fevereiro de #aiaf1 que aprovou o regulamento e programas para execuo da lei n4o #bcc de #g de ,julho de #aiad sbre o ensino normal primrio #aeg ,,iv ,decreto n4o #d4ijj1 que reformou as escolas normais superiores #afe ,v ndice analtico do #b4o volume desta obra #aff ,,vi ,o estudo do crescimento1 no ,colgio ,moderno1 de ,coimbra1 pela aplicao do mtodo auxanolgico #afh ,livrarias ,aillaud e ,bertrand ,,lisboa--#gc1 ,rua ,garrett1 #ge ,,antologia ,,portuguesa ,cada volume brochado 44444444444444 #abj encadernado 44444444444 #afj ,a srie da ,,antologia ,,portuguesa1 que vir a constar de uns trinta volumes1 pelo menos1 no ser apresentada ao pblico com numerao editorial4 ,cada possuidor a ordenar como entenda1 ou cronolgicamente1 ou por poetas e prosadores1 segundo o seu critrio e vontade4 99 99 99 99 99 ,volumes no prlo e prestes a sar3 99,manoel ,bernardes991 #b volumes4 99,alexandre ,herculano991 #b volumes4 99,frei ,lus de ,sousa991 #b volumes4 99,guerra ,junqueiro991 #a volume4 ,em preparao3 99,cames lrico1 ,antonio ,vieira ,ferno ,lopes1 ,ea de ,queiroz1 ,bocage1 ,lucena1 ,damio de ,gis1 ,castilho1 ,antro de ,figueiredo1 ,s de ,miranda1 ,joo de ,barros1 ,camilo1 ,os ,cancioneiros1 ,ferno ,mendes ,pinto1 ,gil ,vicente1 ,garrett1 ,garcia de ,rezende1 etc41 etc499 99,notas399 #a ,cf4 o ndice analtico1 no fim dste livro4 #b ,cf4 ,ch4 ,richet1 ,essai de psychologie gnrale1 ,paris1 #aiab2 ,g4 ,bohn1 ,la nouvelle psychologie animale1 ,paris1 #aiaa2 ,p4 ,h4 ,souplet1 ,de l'animal l'enfant1 ,paris1 #aiac4 #c ,cf4 ,john ,dewey1 ,l'cole et l'enfant1 ,paris1 #aiac4 #d ,cf4 ,dewey1 ,interpretation of the savage mind1 apud ,psychol4 ,review1 #aijb1 pg4 #bag e segs4 #e ,cf4 ,th4 ,ruyssen1 ,essai sur l'volution psychlogique du jugement1 ,paris1 #aijd4 #f ,cf4 ,g4 ,persigout1 ,essais de ,pdologie gnrale1 ,paris1 #aiji4 #g ,e4 ,claparde1 ,psychologie de l'enfant et ,pdagogie exprimentale1 ,paris1 #aiaf4 #h ,cf4 ,preyer1 ,physiologie de l'embryon1 ,paris1 #ahhe2 ,ch4 ,letourneau1 ,la ,biologie 7origine et lois de la vie71 ,paris1 #aiab2 ,a4 ,souli1 ,prcis d'anatomie topographique1 ,paris1 #aiaa4 #i ,cf4 ,e4 ,claparde1 ,psychologie de l'enfant et ,pdagogie exprimentale1 ,paris1 #aiaf4 #aj ,cf4 ,prez1 ,la psychologie de l'enfant1 ,paris1 #ahgh2 ,preyer1 ,l'me de l'enfant1 ,paris1 #ahha4 #aa ,cf4 ,the psychology of child development1 ,chicago1 #aijc4 #ab ,para o estudo de todos stes problemas1 cf4 ,e4 ,roehrich1 ,philosophie de l'ducation 7essai de pdagogie gnrale71 obra premiada pelo ,instituto de ,frana1 ,paris1 #aiaj2 ,l4 ,cellerier1 ,esquisse d'une science pdagogique1 ,paris1 #aiaj2 ,j4 ,dubois1 ,le problme pdagogique1 ,paris1 #aiaa2 ,l4 ,dugas1 ,le problme de l'ducation1 ,paris1 #aiaa2 ,j4 de la ,vaissire1 ,psychol4 ,pdag41 ,paris1 #aiaf4 #ac ,cf4 ,paul ,barth1 ,principi di ,pedagogia e didattica1 trad4 ital41 ,milo1 #aiag4 #ad ,cf4 ,j4 ,carr et ,roger ,liquier1 ,trait de ,pdagogie scolaire1 ,paris1 #aije4 #ae ,cf4 ,e4 ,brouard1 ,inspection des coles primaires1 ,paris1 #ahhg4 #af ,cf4 ,e4 ,claparde1 ,ob4 cit42 ,g4 ,persigout1 ,ob4 cit42 ,e4 ,blum1 ,la pedologie1 apud ,l'anne psychologique1 #e4o ,vol41 ,paris1 #ahii4 #ag ,a criana pensa e age1 segundo leis diferentes1 medida que evoluciona da infncia puercia e da puberdade4 ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o ,ensino primrio em ,portugal 7nas suas relaes com a histria geral da ,nao71 ,prto1 #aiac1 pg4 #bja4 #ah ,cf4 ,j4 ,m4 ,baldwin1 ,el desenvolvimiento mental en el nio y en la raza1 trad4 esp4 1 ,barcelona1 #aiaj2 ,j4 ,wilbois1 ,les nouvelles mthodes d'ducation1 ,paris1 #aiad2 ,p4 ,hachet-,souplet1 ,de l'animal l'enfant1 ,paris1 #aiac4 #ai ,cf4 ,th4 ,ribot1 ,l'hrdit psychologique1 ,paris1 #aiaj2 ,davidson1 ,the recapitulation theory and human infancy1 ,new-,york1 #aiad2 ,jacques ,loeb1 ,fisiologia comparata del cervello e psicologia comparata1 trad4 ital41 ,milo1 #aijh4 #bj ,h outros critrios de classificao das idades do crescimento2 por exemplo3 o critrio psico-biolgico da apario dos interesses2 o critrio psicolgico da adaptao sensorial2 o critrio didasclico2 etc42 etc4 ,cf4 ,e4 ,claparde1 ,ob4 cit42 ,g4 ,stanley ,hall1 ,adolescence its psychology and its relations to physiology1 anthropology1 sociology1 sex1 crime1 religion and education1 ,new-,york1 #aiaa4 #ba ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescimento da criana portuguesa1 ,coimbra1 #aiag4 #bb ,cf4 ,anne psychologique1 #aiaa1 pg4 #dh2 ,th4 ,ruyssen1 ,essai sur l'volution psychologique du jugement1 ,paris1 #aijd1 pg4 #ga e segs42 ,ch4 ,letourneau1 ,la psychologie ethnique1 ,paris1 pg4 #be e segs42 ,e4 ,apert1 ,les maladies des enfants1 ,paris1 #aiad4 #bc ,cf4 ,e4 ,cramaussel1 ,le premier veil intellectuel de l'enfant1 ,paris1 #aiaa4 #bd ,a evoluo dentria um fenmeno contnuo1 que tem a sua origem no segundo ms da vida intra-uterina1 embora a erupo dos dentes s principie1 pelo sexto ms1 depois do nascimento4 ,os primeiros dentes so os incisivos inferiores medianos2 entre os oito e os dez meses1 irrompem os incisivos superiores medianos2 pelo dcimo ms1 os incisivos superiores laterais2 do dcimo at ao dcimo segundo ms1 os incisivos inferiores laterais4 ,depois do primeiro ano1 aparece todo o grupo dos oito incisivos4 ,at aos quinze meses1 saem os quatro primeiros pr-molares2 pelos dois anos1 os quatro caninos2 pelos dois anos e meio1 os quatro ltimos pr-molares4 #be ,cf4 ,th4 ,ruyssen1 ,ob4 cit42 ,ch4 ,letourneau1 ,la psychologie ethnique1 cit4 #bf ,cf4 ,b4 ,perez1 ,les trois premires annes de l'enfant1 ,paris1 #aiaa1 pg4 #bhi e segs4 #bg ,tda a criana que1 aos dezasseis mses1 no andar1 deve ter-se por suspeita de raquitismo1 ou de afeces crnicas do sistema nervoso4 ,cf4 ,e4 ,apert4 ,les maladies des enfants1 cit41 pg4 #af4 #bh ,os vinte dentes do leite comeam a car1 pelos sete anos1 sendo substitudos1 sucessivamente1 pela mesma ordem da sua apario1 por dentes definitivos4 ,os incisivos medianos so substitudos1 dos sete para os oito anos2 os laterais1 dos oito para os nove2 os primeiros pr-molares1 pelos dez anos2 os caninos1 pelos onze2 os segundos pr-molares1 dos doze para os treze anos4 ,ao mesmo tempo1 completa-se o sistema dentrio1 pela erupo dos grandes molares1 nos espaos ainda livres das maxilas3 pelos seis anos1 os quatro primeiros grandes molares2 pelos doze anos1 os segundos grandes molares2 finalmente1 pelos vinte anos1 os ltimos grandes molares 7dentes do siso74 ,cf4 ,apert41 ,ob4 cit41 pg4 #ad4 #bi ,g4 ,compayr1 ,l'adolescence1 ,paris1 #aiji1 pg4 #ahg4 #cj ,la ,croissance pendant l'ge scolaire1 ,paris1 #aiac1 pg4 #aad4 #ca ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescimento da criana portuguesa1 ,coimbra1 #aiag2 e apndice ao presente livro4 #cb ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,ob4 cit41 pg4 #fd1 nota #c4;a #cc ,esta escola tem uma aula de educao dos sentidos1 e publica1 actualmente1 um ,boletim1 que a continuao da ,revista de ,pedagogia 7,educao71 da qual saram doze nmeros4 #cd ,esta ,instituio publica estudos e trabalhos sobre as crianas1 numa ,revista mensal1 que tem por ttulo ,a ,tutoria4 #ce ,esta ,sociedade tem por rgo um ,boletim trimestral 7,revista de ,educao ,geral e ,tcnica71 onde so publicados os resultados das investigaes1 a que procede1 sobre o desenvolvimento fsico e1 psquico da criana4 #cf ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,psicologia e ,pedologia 7relatrio uma misso de estudo1 no estrangeiro71 ,combra1 #aiac4 #cg ,cf4 ,v4 ,houssay1 ,la forme et la vie1 ,paris1 #aijj4 #ch ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescimento da criana portuguesa 7subsdios para a constituo de uma pedologia nacional71 ,combra1 #aiag1 pg4 #fc e segs4 #ci ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,ob4 cit42 ,p4 ,godin1 ,la croissance pendant l'ge scolaire1 ,paris1 #aiac2 ,e4 ,apert1 ,maladies des enfants1 ,paris1 #aiad2 ,j4 ,comby1 ,trait du rachitisme1 ,paris1 #aija2 ,j4 ,philippe1 ,les anomalies mentales chez les coliers1 ,paris1 #aije4 #dj ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescimento da criana portuguesa1 cit41 pg4 #g e segs4 #da ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o crescimento da criana portuguesa1 ,ob4 cit41 pg4 #aj e segs4 #db ,cf4 ,anurios do ,rial ,colgio ,militar3 anos de #ahii-aijj2 #aijj-aija2 #aija-aijb2 #aijb-aijc2 #aijc-aijd2 #aijd-aije4 #dc ,cf4 ,la gymnastique mdicale au collge de ,campolide1 #aiaj4 #dd ,cf4 ,memria do ,terceiro ,congresso ,pedaggico1 promovido pela ,liga ,nacional de ,instruo1 ,lisboa1 #aiac1 pg4 #baa e segs43 ,contribuio ao estudo do crescimento da criana portuguesa4 #de ,cf4 ,alfredo da ,costa1 ,quelques renseignements statistiques sur la maternit provisoire de ,lisbonne1 ,lisboa1 #aijf4 #df ,cf4 ,relatrios dos servios mdicos e farmacuticos da ,santa ,casa da ,misericrdia de ,lisboa1 anos econmicos de #aijg-aijh a #aiab-aiac1 seis fascculos4 #dg ,sobre as medidas pedomtricas1 a que se referem os n4os #f1 #g1 #h1 #i e #aj1 cf4 o nosso livro1 cit4 ,o crescimento da criana portuguesa4 #dh ,cf4 ,e4 ,j4 ,marey1 ,la mthode graphique dans les sciences exprimentales1 ,paris1 #ahhe2 ,e4 ,claparde1 ,psychologie de l'enfant et pdagogie exprimentale1 ,genve1 #aiaf4 #di ,cf4 ,anthropomtrie ou msure des diffrentes facults de l'homme1 ,bruxelles1 #ahga4 #ej ,,taille ,,moyenne ,,des ,,portugais ,,contemporains1 ,,distribu,s ,,par ,,provinces ,,taille ---------------------------------------- -------------- ,provinces ,hommes ,femmes 7,caractres dmonstratifs7 ,moyenne ,basse ,moyenne ,haute millimtres ---------------------------------------- ---------------------------------- ,m ,minho #afbg4ie ,,tm ,trs-os-,montes #afde4ec ,jusqu' ,de ,au ,d ,douro #afeb4fd #aebj #aebamm dessus de ,,ba ,beira ,alta #afcj4ae jusqu' #afbamm ,,bb ,beira ,baixa #afdf4hc #afbj ,e ,estremadura #afcd4ee ,a ,alentejo #afbe4cd ,alg ,algarve #afcc4bj ,,ia ,ile des ,aores #afea4de ,,im ,ile de ,madre #cc4cc #ed #ab4fg ,moyenne gnrale #afci --------------------------------------- ,envergure gnrale #afgc #ajj4jj #ea ,cf4 ,th4 ,ruyssen1 ,essai sur l'volution psychologique du jugement1 ,paris1 #aijd1 pg4 #gb4 #eb ,cf4 ,psychologie de l'enfant et pdagogie exprimentale1 cit41 pg4 #dai4 #ec ,cf4 ,dr4 ,a4 ,aurlio da ,costa ,ferreira1 ,o peso do corpo da criana 7lio de encerramento do curso de pedologia1 na escola normal de ,lisboa no ano lectivo de #aiad-ae7 apud ,archivo de anatomia e anthropologia1 ,lisboa1 #aiae1 vol4 #c4o1 n4o #b4 #ed ,o permetro torcico ultrapassa1 em mdia1 a metade da altura1 no adulto2 e fica inferior a essa metade1 na criana1 cuja idade se ache compreendida entre os sete e os dezasseis anos4 #ee ,cit4 por ,stanley ,hall1 ob4 cit41 vol4 #a1 pg4 #ii4 #ef ,cf4 ,pierre ,mendousse1 ,l'me de l'adolescent1 ,paris1 #aiaa2 ,a4 ,marro1 ,la pubert chez l'homme et chez la femme1 ,paris1 #aija4 #eg ,cf4 ,p4 ,godin1 ,la croissance pendant l'ge scolaire1 cit42 ,e4 ,apert1 ,les enfants retardataires1 ,paris1 #aijb4 #eh ,cf4 ,dr4 ,e4 ,apert1 ,les enfants retardataires1 ,paris1 #aijb1 pginas #aj e segs41 donde se extrau esta fotogravura4 #ei ,cf4 ,pierre ,mendousse1 ,l'me de l'adolescent1 cit41 ,p4 ,godin1 ob4 cit41 ,stanley ,hall1 ob4 cit4 #fj ,cf4 tude sur les rapports anthropomtriques en gnral et sur les principales proportions du corps 7,mm4 de la ,soc4 d',anthrop4 de ,paris1 #aijb1 vol4 ,,ii1 #c4;a srie1 fasc4 #c4o74 #fa ,cf4 ,der ,krper des ,kindes1 ,stuttgart1 #aiji4 #fb ,segundo ,deniker1 a puberdade faz a sua apario1 nos pases quentes1 entre os onze e os catorze anos2 nos pases frios1 entre os quinze e os dezoito2 e nos pases temperados1 entre os treze e os dezasseis2 acrescentando1 porm1 que mistr contar com as influncias tnicas1 gnero de vida1 regime alimentar1 etc4 ,cf4 ,les races et les peuples de la terre1 pg4 #acb4 #fc ,p4 e ,a4 exprimem a ecloso pilar do pbis e das axilas4 ,a mudana da voz e1 no sexo feminino1 o fluxo menstrual tambm so caractersticas da puberdade4 ,os expoentes referem-se quantidade4 #fd ,confrontem-se os dados antropomtricos inscritos na figura n4o #ab1 com as tabelas que exprimem as mdias de quatro mil mensuraes feitas por ,variot e ,chaumet1 em escolas e creches da cidade de ,paris4 ,cf1 pgs4 #ed e #eh dste trabalho4 #fe ,aida nasceu em #ad de dezembro de #aijc4 ,estatura do pai1 #a1dgd2 da me1 #a1egi4 ,doenas3 #a7 sarampo 7aos #b-a_/b anos72 #b7 coqueluche 7aos #c anos72 #c7 bronquite aguda 7aos #c-a_/b anos72 #d7 enterites freqentes 7dos #f at aos #aa anos72 #e7 variola benigna 7aos #h anos72 #f7 trasorelho 7aos #h anos72 #g7 escarlatina 7aos #aa-a_/b anos74 ,duas quedas1 aos #e anos4 ,como o grfico indica1 o crescimento1 em altura1 a partir dos seis anos1 diminue de intensidade1 para no recrudescer1 seno1 pelo aparecimento da puberdade4 ,aos onze anos 7dezembro de #aiad71 desenvolvimento dos seios1 e ,p4#a4 ,em #aj de maro de #aiae1 primeiras regras1 e ,p4#b4 ,em setembro1 do mesmo ano1 ,p4#c ,a4#a4 #ff ,na organizao dos cnones antropomtricos1 temos de acumular esta lacuna1 considerando1 provisriamente1 valores estrangeiros1 que sero substitudos por valores nacionais1 quando os houver apurados4 #fg ,cf4 ,prof4 ,alfredo da ,costa1 ,quelques renseignements1 etc41 cit41 pg4 #if1 donde so extrados os elementos desta tabela4 #fh ,o ,f designa o dimetro occipito-frontal 7ntero-posterior mximo1 da glabela parte posterior occipital74 ,b ,p significa o dimetro bi-parietal 7a maior distncia que separa transversalmente as duas bossas parietais74 ,s ,o ,f representa a circunferncia do crnio1 altura das bossas frontais4 #fi ,cf4 ob4 cit41 pg4 #ie4 #gj ,cf4 ,mies1 ,le poids du cerveau des nouveau-ns1 apud ,revue d'anthropologie1 #ahhi4 ,dr4 ,g4 ,paul-,boncour1 ,anthropologie anatomique1 #c4o4 ,volume et capacit du crne4 ,indice cubique1 pg4 #bfa e segs4 #ga ,cf4 ,quelques considrations sur les dimensions de la tte du foetus terme1 apud ,compte-rendu du ,congrs intern4 de md41 ,lisbonne1 pg4 #bgg e segs4 #gb ,o ndice ceflico varia1 durante a infncia e na puercia3 a sua fixidez no se estabelece1 seno a partir dos nove anos4 ,ordinriamente1 ao nascer1 diz ,j4 ,deniker1 as crianas parecem mais dolicocfalas1 do que os adultos da sua raa2 mas1 a partir do primeiro ms1 a cabea cresce mais de-pressa1 em largura1 do que em comprimento4444 ,as nossas investigaes pessoais convencem de que a cabea do infante aumenta1 a princpio1 em largura1 para chegar1 em seguida1 gradualmente1 forma definitiva1 que se estabelece1 pelos dez1 doze ou quinze anos1 segundo as raas4 ,races et peuples de la terre1 ,paris1 #aijj1 pgs4 #hh e #hi4 #gc ,cf4 ,contribuio para o estudo da bacia na mulher portuguesa1 ,prto1 #aiaf1 pg4 #gb e segs4 #gd ,cf4 ,contribuio para o estudo da bacia1 etc41 cit4 #ge ,cf4 ,elementos elucidativos sbre a relao dos ndices ceflicos e da estatura com a capacidade craniana1 apud ,o ,instituto1 #aijj1 ms de setembro4 #gf ,cf4 ,crnios portugueses1 ,combra1 #aijf4 #gg ndices ceflicos dos portugueses1 ,combra1 #ahih4 #gh ,estudo de antropometria portuguesa1 ,lisboa1 #ahih4 #gi ,notas sbre ,portugal1 ,lisboa1 #aijh1 tomo ,i4 #hj ,cf4 ,fonseca ,cardoso1 ob4 cit41 pg4 #ff4 ,cf4 tambm sobre ste assunto1 ,bento ,carqueja1 ,o ,povo ,portugus1 pgs4 #dg e segs4 #ha ,em ,frana1 ,h4 ,muffang1 professor do liceu de ,saint-,brieuc1 procedeu1 em vrios estabelecimentos de ensino do seu pas1 a investigaes cefalomtricas1 no intuito de verificar1 se as leis da antropo-sociologia so ou no aplicveis a determinados grupos de populao2 e se existe alguma relao entre as aptides intelectuais das crianas e as suas dimenses cranianas1 ou seu ndice ceflico4 ,as concluses que formulou so as seguintes3 ,il semble qu'il existe une rlation entre les formes du crne et certaines tendances1 novatrices ou conservatrices1 en matire d'enseignement1 et une rlation entre les succs scolaires et les dimensions absolues du crne4 ,une plus forte longueur cranienne semble concider soit avec plus d'nergie1 soit avec plus d'aptitude intellectuele4 ,cf4 tudes d'anthropo-sociologie1 ,paris1 #ahig1 pgs4 #b e #c4 #hb ,cf4 ,l'homme dans la nature1 ,paris1 #ahia1 pg4 #adi4 #hc ,cf4 ,g4 de ,lapouge1 ,les lois de l'anthropo-sociologie1 apud ,revue ,scientifique1 fasc4 de outubro de #ahig4 #hd ste dimetro o sacro-pbico4 #he ,cf4 ,h4 ,vierordt1 ,anatomische1 physiologische und physikalische ,daten und ,tabellen1 ,iena1 #aijf4 #hf ,alm das mensuraes1 que temos indicado1 existem outras1 pertencentes ,escola de alunos marinheiros do ,norte1 sobre permetros do brao1 do antebrao1 da cxa1 da perna1 do pesco1 da bacia2 sobre a distncia inter-mamilar1 e outras2 sobre a capacidade vital2 fra muscular1 etc4 #hg ,o ndice torcico1 que calculamos para cada idade1 o que exprime a relao do dimetro transverso mximo1 multiplicado por #ajj1 com o dimetro ntero-posterior mximo4 #hh ,em ,campolide1 tambm se empregava esta mesma tcnica4 ,no livro das mensuraes1 a oitava coluna tinha a seguinte rubrica3 ,dimetros xifoidianos 7transversal e ntero-posterior7 tomados durante a inspirao1 a expirao e o tempo mdio4 #hi ,cf4 ,a4 ,souli1 ,prcis d'anatomie topographique1 ,paris1 #aiaa1 pg4 #h-ab2 ,godin1 ob4 cit41 ,p4 ,topinard1 ,l'anthropologie1 pgs4 #caa e segs4 #ij ,propores de ,topinard4 #ia ,os valores mtricos absolutos dos segmentos so referidos estatura 7#am1#ff1 no homem2 #am1#ed1 na mulher74 #ib ,do ,vrtex ao ,queixo4 #ic ,do ,queixo ,frcula esternal4 #id #ie e #if ,da ,frcula esternal base da ,bacia4 #ig 7,espdua1 brao e cotovlo7 do acrmion ao cotovlo2 7antebrao1 punho e mo7 do cotovlo apfise estilide4 #ih 7,anca1 cxa e joelho7 da base da bacia ao centro do joelho2 7,perna e tornozlo7 do joelho ao tornozlo2 7,p7 do tornozlo ao solo4 #ii ,circunferncia mxima4 #ajj ,permetro xifoidiano4 #aja #ajb #ajc #ajd3 ,sobre estas medidas1 cf4 ,p4 ,godin1 ob4 cit41 pgs4 #beb e #bec4 #aje ,no plano compreendido entre o ponto metpico e a convexidade occipital 7a parte mais saliente74 #ajf ,entre os parietais1 ubicumque inveniatur1 de modo a obter o mximo afastamento das pontas do compasso4 #ajg ,ao nvel da extremidade inferior do esterno4 o dimetro esterno-vertebral4 #ajh ,ao nvel da #h4;a costela4 #aji ,sacro-pbico4 #aaj ,biilaco 7distncia entre as cristas ilacas74 #aaa ,frmula do ndice plvico3 ndice ,dimetro sacro-pbico da ,bacia,x#ajj _/ ,distncia entre as cristas ilacas #aab ,cf4 ,l'homme dans la nature1 cit41 pg4 #abf4 #aac ,o desenho destas figuras pertence ao sr4 ,eduardo ,ferraz1 que o executou1 sob a nossa direco4 #aad ,cf4 ,antnio ,arroio1 ,o povo portugus1 apud ,notas sbre ,portugal1 t4 ,,ii1 pgs4 #gc e segs42 ,marques ,braga1 ,ensaio sbre a psicologia do povo portugus1 ,coimbra1 #aijb4 #aae ,cf4 ,j4 ,augusto ,coelho1 ,evoluo geral das sociedades ibricas1 ,lisboa1 #aijh1 t4 ,,ii4 #aaf ,as percentagens e os valores mtricos so referidos altura mdia do recm-nascido 7#jm1#ej74 #aag ,qusi a quarta parte da altura4 #aah ,qusi dois teros da altura4 #aai ,brao1 antebrao1 mo4 #abj ,cxa1 perna1 p4 ,pouco mais de um tro da altura4 #aba ste ndice exprime a relao do dimetro transverso1 multiplicado por #ajj1 com o dimetro ntero-posterior4 #abb ste #b4o ndice exprime a relao do permetro torcico1 multiplicado por #ajj1 com a altura do corpo4 #abc ,ambos os sexos4 #abd ,cf4 ,charlton ,bastian1 ,le cerveau organe de la pense1 t4 ,,ii1 cap4 #a4o4 #abe ,cf4 ,ch4 ,letourneau1 ,la psychologie ethniqne1 ,paris1 pgs4 #be e segs4 #abf ,cf4 ,bernard ,perez1 ,les trois premires annes de l'enfant1 ,paris1 #aiaa1 pgs4 #aj e segs4 #abg ,cf4 ,p4 ,hachet-,souplet1 ,de l'animal l'enfant1 ,paris1 #aiac1 pg4 #abg e segs4 #abh ,cf4 ,p4 ,hachet-,souplet1 ob4 cit41 pg4 #abg4 #abi ,altura total do corpo3 #hc;cm 7s4 m472 #ha;cm 7s4 fem474 #acj ,j4 ,j4 ,rousseau1 mile1 ou de l'ducation1 #d vols41 ,la ,haye1 #agfb4 #aca ,cf4 ,th4 ,ruyssen1 ,essai sur l'volution psychologique du jugement1 cit41 pgs4 #fg e segs4 #acb ,cf4 ,p4 ,hachet-,souplet1 ob4 cit41 pgs4 #gj e segs4 #acc ,cf4 ,ed4 ,cramaussel1 ,le premier veil intellectuel de l'enfant1 ,paris1 #aiaa4 #acd ,altura total do corpo3 #aad;cm1#e 7s4 m472 #ajf;cm 7s4 fem474 #ace ,cf4 ,m4me ,necker de ,saussure1 ,l'ducation progressive1 ,l4 ,,ii1 cap4 ,,iv2 ,fr4 ,queyrat1 ,la logique chez l'enfant1 ,paris1 #aijg2 ,b4 ,perez1 ,l'enfant de trois a sept ans1 ,paris1 #aijg4 #acf ,cf4 ,le dveloppement mental chez l'enfant et dans la race1 trad4 fr41 pgs4 #ae e #af4 #acg ,cf4 ,e4 ,claparde1 ,psychologie de l'enfant et pedagogie exprimentale1 ,paris1 #aiaf1 pgs4 #eae e segs4 #ach ,altura total do corpo3 #aed;cm1#h 7s4 m472 #aeb;cm 7s4 fem47 #aci ,cf4 ,l'me de l'adolescent1 cit41 pg4 #ba4 #adj ,cf4 ,adolescence1 etc41 cit41 t4 ,,ii1 pgs4 #ge e segs4 #ada ,l'adolescence est l'ge de la pubert1 l'ge o la sexualit s'tablit dfinitivement1 o le garon devient homme1 o la fille devient femme4 ,et personne ne saurait contester que la pubert marque une tape importante et dcisive dans le cours de la vie humaine4 ,cf4 ,g4 ,compayr1 ,l'adolescence1 ,paris1 #aiji1 pg4 #e4 #adb ,cf4 ,j4 ,laumonier1 ,la physiologie gnrale cit4 #adc ,cf4 ,paul-,boncour1 ,anthropologie anatomique1 cit41 pg4 #ef e segs4 #add ,cf4 ,topinard1 ,l'anthropologie1 cit42 ,qutelet1 ,anthropomtrie1 ,paris1 #ahga2 ,paul-,boncour1 ,ob4 cit41 pg4 #fj4 #ade ,cf4 ,j4 ,deniker1 ,les races et les peuples de la terre1 ,paris1 #aijj4 #adf ,lannois depois de explicar essa transformao1 pelo estudo das modificaes estruturais que a lmina cartilaginosa sofre1 a partir do seu centro para o sso diafisirio1 desde o tecido hialino tpico1 at zona osteide ou de ossificao1 escreve3 assim se forma o tecido sseo1 primitivamente esponjoso1 que se juxtape e assimila ao do corpo e da extremidade dos ossos4 ,o modo de ossificao indicado activo e contnuo1 prosseguindo1 durante a infncia1 e exagerando-se na adolescncia1 muitas vezes1 por forma brusca1 determinando um crescimento mais ou menos rpido2 que1 todavia1 definitivamente se extingue1 dos vinte aos vinte e cinco anos4 ,se1 ento1 examinarmos a regio que corresponde faixa cartilagnea juxta-epifisiria1 nenhuns vestgios encontraremos dela3 a cartilagem substituu o sso1 sendo completa a fuso da epfise com a difise4 ,cf4 tudes biologiques sur les gants1 cit41 pgs4 #ccc1 #ccd e #cce4 #adg ,cf4 ,l',anthropologie1 cit41 pg4 #adc2 cf4 mais3 ,papillaut1 ,l'homme moyen ,paris1 apud ,bull4 et ,mm4 de la ,soc4 d',anthrop41 #aijb2 ,p4 ,e4 ,launois1 ,causes et consquences de la prolongation de l'ossification des cartilages de conjugaison1 apud ,compt4 rendus de l'association des anatomistes1 ,lige1 #aijc2 ,alexis ,julien1 ,loi de l'apparition du premier point piphysaire des os longs1 #ahib4 #adh ,cf4 ,dr4 ,g4 ,paul-,boncour1 ,anthropologie anatomique1 cit1 pg4 #aag e seg4 #adi ,cf4 ,alves dos ,santos1 ,o ,crescimento da ,criana portuguesa1 cit41 pg4 #gh-hj e #ij2 #ga-gg4 #aej ,as notaes que apresentamos1 representativas alis de grande nmero de mensuraes1 divergem muito do ndice torcico de ,weisgerber1 pelo que respeita ao adulto1 pois que o fixa em #aah4 ,cf4 ,p4 ,topinard1 ,l'homme dans la nature1 cit41 pg4 #bfj4 #aea ,cf4 ,dr4 ,l4 ,manouvrier1 tude sur les rapports anthropomtriques en gnral et sur les principales proportions du corps1 apud ,mm4 de la ,soc4 anthr41 ,paris1 #aijb1 ,t4 ,,ii4 #aeb ,cf4 ,dr4 ,e4 ,apert1 ,les enfants retardataires1 ,paris1 #aijb2 ,j4 ,comby1 ,trait du rachitisme1 ,paris1 #aija4 #aec ,cf4 ,e4 ,regis1 ,prcis de psychiatrie1 ,paris1 #aiad2 ,barty1 ,de l'infantilisme1 du snilisme1 du fminisme1 du masculisme et du facies scrofuleux1 ,nice mdical1 #ahgf4 #aed ,cf4 ,l4 ,testut1 ,trait d'anatomie humaine1 ,paris1 #aiaa1 ,t4 ,,iii1 #f4;a ed41 pgs4 #gfb e segs4 #aee ,cf4 ,la physiologie gnrale1 cit41 pgs4 #dbd-dbf4 ,j4 ,hricourt atribue tambm insuficincia funcional da glndula tiroide outros acidentes e perturbaes1 que pertencem ao reumatismo crnico3 dres nervosas e musculares1 retraces aponevrticas1 cefalalgias1 molstias de pele1 etc4 ,cf4 ,l'hygine moderne1 ,paris1 #aijg1 pg4 #ab4 #aef ,o sr4 ,dr4 ,a4 ,aurlio da ,costa ,ferrera1 num artigo publicado na ,medicina ,moderna 7fevereiro de #aiag7 atribue a gaguez a excessos de secreo da glndula tiroide4 ,cf4 ,anurio da ,casa-,pia1 #aiaf-aiag1 pg4 #edd-edf2 cf4 tambm do mesmo autor1 ,dois sphygmogramas de gagos1 ,lisboa1 #aiah4 ,sobre as relaes do corpo tiroide com as perturbaes da ossificao1 cf4 ,c4 ,denis1 ,de l'influence de la glande thyride sur le dveloppement du squelette1 ,lyon1 #ahif2 ,boullenger1 ,de l'action de la glande thyride sur la croissance1 ,paris1 #ahif2 ,rogowitch1 ,effets de l'ablation du corps thyride1 apud ,arch4 de ,physiol41 nov4 de #ahhh2 ,gley1 ,sur les fonctions du corps thyride1 apud ,arch4 de physiol4 norm4 et pathol41 ,paris1 #ahib2 ,p4 ,e4 ,launois1 tudes biologiques sur les gants1 cit41 pgs4 #cdj e segs42 ,iunta para ampliacion de estudios444 ,anales1 ,t4 ,,xvii1 memoria #c4;a1 ,investigaciones acerca de la inervacin del pncreas como glndula de secrecin interna1 por ,jos ,maria de ,corral1 ,madrid1 #aiah4 #aeg ,cf4 ,e4 ,apert1 ,maladies des enfants1 cit41 ,m4 ,springer1 tudes sur la croissance et son rle en pathologie1 ,paris1 #ahij2 ,j4 ,comby1 ,trait des maladies de l'enfance1 ,paris1 #ahii2 ,maladies de croissance1 apud ,arch4 de ,mdc41 #ahij4 #aeh ,cf4 ,dr4 lvaro ,f4 de ,novais e ,sousa1 ,assistncia e ,maternidade1 ,combra1 #aiae2 ,sobral ,cid1 ,mortalit infantile en ,portugal--,,xv ,congrs ,international de ,mdicine1 ,lisboa1 #aijf4 #aei ,cf4 ,boletim mensal de estatstica demogrfico-sanitria1 ,lisboa1 ,impr4 ,nacional4 #afj ,cf4 ,anurio estatstico de ,portugal 7vol4es de #aijc a #aiaf71 ,lisboa1 ,impr4 ,nac4 #afa ,cf4 ,dr4 ,novas e ,sousa1 ob4 cit41 pgs4 #e e segs4 #afb ste grfico foi-nos amavelmente cedido pelo snr4 ,dr4 ,novais e ,sousa1 que o publicou1 pela primeira vez1 na ,assistncia e ,maternidade1 cit4 #afc ,cf4 ,pierre ,mendousse1 ,l'me de l'adolescent1 cit4 #afd ,cf4 ,paul ,godin1 ob4 cit41 pg4 #adc e segs4 #afe ,cf4 ,paul ,godin1 ob4 cit41 pg4 #aeb e segs4 #aff ,cf4 ,dr4 ,e4 ,claparde1 ,psychologie de l'enfant1 etc41 cit41 pg4 #dbi e segs42 ,frd4 ,queyrat1 ,les jeux des enfants1 ,paris1 #b4;a ed41 #aijh2 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,o ensino primrio em ,portugal1 cit42 ,stanley ,hall1 ,adolescence1 etc41 cit42 ,colozza1 ,psychol4 und ,pdagogik des ,kinderspiels1 ,altenburg1 #aijj4 #afg ,cf4 ,j4 ,wilbois1 ,les nouvelles mthodes de l'ducation1 ,paris1 #aiad4 #afh ,cf4 ,p4 ,hachet-,souplet1 ,de l'animal l'enfant1 ,paris1 #aiac2 ,th4 ,ribot1 ,l'hrdit psychologique1 ,paris1 #aiaj4 #afi ,cf4 para conhecimento dessas classificaes1 ,dr4 ,e4 ,claparde1 ob4 cit41 pgs4 #dfb e segs42 ,queyrat1 ,les jeux de l'enfant1 ,paris1 #aije4 #agj ,cf4 ,antnio ,alfredo ,alves1 ,jogos infantis1 apud ,revista de educao1 ,lisboa1 julho de #aiab2 ,f4 ,adolfo ,coelho1 ,jogos e rimas infantis1 ,prto2 ,augusto ,pires de ,lima1 ,jogos e canes infantis1 ,prto1 #aiaf4 #aga ,pertencem a ,mosso estas palavras concludentes3 ,at h pouco tempo1 os educadores e os fisiologistas limitavam-se a dizer que a gimnstica alem era intil e perigosa2 comea-se a dizer agora que essa gimnstica prejudicial4 ,cf4 ducation physique de la jeunesse1 ,paris1 #ahie1 pg4 #bef4 ,e ,cellrier acrescenta3 ,a gimnstica no passa de uma abstraco do jgo2 tiraram-lhe os atractivos dste para lhe conservarem apenas o esfro e a fadiga1 que importa4 ,cf4 ,esquisse d'une science pdagogique1 ,paris1 #aiaj1 pgs4 #aib e #aic4 #agb ,o homem nasce1 vive e morre1 num meio areo2 por isso1 o ciclo da vida compreende-se entre uma inspirao inicial e uma expirao final4 ,a vida 1 portanto1 uma oxidao1 assegurada pelo jgo elstico dos pulmes e do corao4 ,donde resulta que tda a gimnstica 7para ser racional7 deve facilitar aquele jgo1 isto 1 ser respiratria4 ,cf4 ,dr4 ,tissi1 ,prcis de gymnstique rationelle1 ,paris1 #aijj4 #agc ,cf4 ,dr4 ,desfosss1 ,la gymnastique respiratoire chez les enfants1 ,paris1 #aijj4 ,cf4 ,tambm ,p4 ,barth1 ,pedagogia e ,didatica1 trad4 ital41 ,turim1 #aiag1 pg4 #dec e segs4 #agd ,cf4 ,dr4 ,e4 ,toulouse1 ,le ,cerveau1 ,paris1 #aija2 ,th4 ,ribot1 ,les maladies de la mmoire1 ,paris1 #aijj2 ,ch4 ,richet1 ,essai de psychologie gnrale1 ,paris1 #aiab4 #age ,cf4 ,claude ,bernard1 ,la science exprimentale1 ,paris1 #ahgh1 pgs4 #cfg-djc2 ,k4 ,pearson1 ,la grammaire de la science1 trad4 fran4 do ingls1 ,paris1 #aiab1 pg4 #di e segs4 #agf ,cf4 ,r4 ,turro1 ,la mthode objective1 apud ,revue philosophique1 n4os #aj e #aa1 de out4 e nov4 de #aiaf4 #agg ,cf4 ,g4 ,bohn1 ,la nouvelle psychologie animale1 cit41 pg4 #ag e segs4 #agh ,cf4 ,jacques ,loeb1 ,die ,bedeutung der ,tropismen fr die ,tierpsycholog42 ,e4 ,gley1 tudes de psychologie physiol4 et pathol41 ,paris1 #aijc4 #agi ,cf4 ,ch4 ,richet1 ,dictionnaire de physiol41 pal4 cerveau2 ,w4 ,james1 ,principii d psicologia1 trad4 ital41 ,milo1 #aiji1 pg4 #aj-ia4 #ahj ,cf4 ,james ,sully1 tudes sur l'enfance1 trad4 fran41 ,paris1 #ahih2 ,ch4 ,letourneau1 ,la psychologie thnique1 ,paris1 #aijj4 #aha ,cf4 ,trait ,international de ,psychologie ,pathologique1 ,paris1 #aiaa-aiab1 ,t4 ,i1 cit42 ,p4 ,flechsig1 tudes sur le cerveau1 trad4 fran41 ,paris1 #ahih2 ,j4 ,p4 ,morat1 ,trait de physiologie 7,fonctions d'innervation71 ,paris1 #aijb2 ,w4 ,bechterew1 ,la psychologie objective1 ,paris1 #aiac2 ,meumann1 ,experimentelle ,pdagogik1 #aijg2 ,w4 ,james1 ,principii di psicologia1 cit4 #ahb ,cf4 ,ch4 ,letourneau1 ,la psychol4 thn41 cit4 #ahc ,cf4 ,j4 ,deniker1 ,les races et les peuples de la terre1 cit41 pg4 #aai e segs4 #ahd ,cf4 ,trait ,intern4 de psychol4 pathol4 ,t4 ,i1 cit41 pg4 #dgb4 #ahe ,as notaes que o diagrama 7fig4 n4o #ai7 exprime1 pertencem aos cnones antropomtricos1 expostos a pginas #he-ajd4 #ahf ,cf4 ,j4 ,deniker1 ,ob4 cit41 pg4 #abc2 ,trait intern4 de psych4 pathol41 cit4 ,t4 ,i1 pgs4 #big--cad2 ,h4 ,hffding1 ,esquisse d'une psychologie fonde sur l'exprience1 ,paris1 #aiji1 pgs4 #ci-id2 #aah-abb2 ,w4 ,james1 ,ob4 cit42 ,preyer1 ,l'me de l'enfant1 pgs4 #bih-cjd4 #ahg ,os elementos que consideramos para a concepo desta curva1 assim como os da curva da conscincia 7fig4 n4o #bb7 so hauridos dos testemunhos dos psiclogos e dos fisiologistas1 dispersos pelos livros de scincia1 e tambm da observao e da experincia pessoal4 ,a forma grfica dessa concepo absolutamente original4 #ahh ,cf4 o pref4 do ,t4 ,,ii do ,trait international de psychologie pathologique1 cit4 #ahi ,cf4 ,ch4 ,fer1 ,sensation et mouvement1 ,paris1 #aijj1 pg4 #id e segs4 #aij ,cf4 ,b4 ,perez1 ,les trois premires annes de l'enfant1 ,paris1 #aiaa1 com pref4 de ,james ,sully2 pgs4 #a-i4 #aia ,cf4 pginas #ah e segs4 ,cf4 ,preyer1 ,l'me de l'enfant1 trad4 fran4 cit2 ,b4 ,perez1 ,les trois premires annes de l'enfant1 ,paris1 #aiaa2 ,a criana1 quando nasce1 exerce duas espcies de actividades 7ambas inconscientes73 #a7 reaces1 consecutivas a excitaes 7reflexas72 #b7 actos hereditrios1 necessrios manuteno da vida 7instintos74 ,os centros nervosos dstes movimentos encontram-se no eixo cinzento 7medula7 e nos centros sub-corticais4 #aib ,a linguagem funo do sistema nervoso4 ,depois dos centros nervosos hereditrios1 e dos centros corticais sensoriais1 o primeiro centro que se organiza o da linguagem falada2 mas esta s existir verdadeiramente1 quando existir uma perfeita imagem cerebral1 isto 1 uma idea ou um smbolo1 de que seja expresso4 ,aos sons inarticulados do recm-nascido 7puras reflexas do sistema nervoso71 segue-se a linguagem imitativa e balbuciada do infante2 depois a palavra rudimentar da criana que atinge o fim do primeiro ano2 e s1 por ltimo1 que surge a linguagem propriamente dita1 isto 1 a linguagem1 como expresso do pensamento4 ,cf4 ,dr4 ,alves dos ,santos1 ,elementos de ,filosofia scientfica1 #b4;a ed41 ,lisboa1 #aiah1 pg4 #bba e segs42 ,revue ,philosophique1 ,jan4 de #aiah1 fasc4 n4o #a4 #aic ,pertencem adolescncia e ao perodo peri-pubertrio1 como caractersticas1 que lhes so especficas3 #a7 esprito combativo e audaz2 #b7 optimismo2 ingenuidade2 conscincia do prprio valor2 #c7 coragem2 luta contra o mdo2 #d7 egotismo ou egocentrismo 7expanso da personalidade2 amor de si72 #e7 sociabilidade2 #f7 instabilidade 7mental e moral72 #g7 superactividade e dinamogenia dos sentimentos2 etc41 etc4 ,cf4 ,pierre ,mendousse1 ,l'me de l'adolescent1 ,paris1 #aiaa2 ,g4 ,compayr1 ,l'adolescence1 ,paris1 #aiji4 #aid ,a ste paralelismo chama ,a4 ,marie3 lei da simultaneidade e da correlao necessria entre a energia nervosa e a actividade mental4 #aie ,meios de fortuna ou recursos materiais dos pais ou tutores4 #aif ,conduta 7normal ou anormal7 da famlia4 #aig ,profisso dos progenitores ou tutores4 #aih ,oficial1 particular ou domstico4 #aii ,fisiolgicos e patolgicos4 #bjj ,dentio1 marcha1 fala 7pocas em que se produziram74 #bja ,acidentes 7doenas1 quedas1 traumatismos1 assimetrias74 #bjb ,bom1 mau1 pssimo2 grande1 pequeno1 mdio2 nutrido1 magro1 esqueltico2 esbelto1 atarracado4 #bjc ,estado da pele2 sua colorao e dos cabelos4 #bjd ,crescimento 7normal ou anormal7 do sistema sseo4 #bje ,estado da bca e dos dentes4 #bjf ,determinao da capacidade vital 7quantidade de ar que podem conter os pulmes dilatados73 #c a #d1m#c no adulto1 normal4 ,freqncia de respirao3 a7 no adulto1 normal1 #ad a #ah respiraes1 por minuto2 b7 no recm-nascido1 #ej2 c7 nas idades intermedirias1 entre #ae e #de1 caminhando para sses extremos1 consoante a criana1 pela sua idade1 se aproxima ou afasta da recm-nascena4 ,cada respirao compreende uma inspirao e uma expirao4 ,a capacidade vital mede-se com o espirmetro4 #bjg ,o estado da circulao sangunea pode apreciar-se1 por meio do cardigrafo 7que mede ou regista as pulsaes do corao71 do pneumgrafo 7que avalia a amplitude torcica71 e do esfigmgrafo 7que mede as pulsaes da artria radial 7pulso74 ,segundo ,mathias ,duval1 o nmero mdio de pulsaes1 por minuto 7medidas com o auxlio dum relgio1 de segundos71 em regra1 3 nascena1 #afj a #ahj2 #b7 no fim do primeiro ano1 #ajj a #aae2 #c7 na puercia 7pelos #g anos71 #ij a #ajj2 #d7 no perodo peri-pubertrio1 de #hj a #ij2 #e7 na idade adulta1 #gj a #ge4 #bjh ,desenvolvimento dos rgos genitais2 e sinais da puberdade4 #bji ,desenvolvimento da musculatura4 #baj ,tonus ou capacidade de reaco4 #baa ,defeitos de construo orgnica4 #bab ,modificaes sobrevindas1 durante o crescimento4 #bac ,fra muscular 7das mos1 dos rins1 etc471 medida pelos dinammetros4 #bad ,fadiga fsica e fadiga mental2 sua medida1 por processos directos e indirectos4 #bae ,observao geral3 ,tdas as medidas so tomadas sbre a criana nua4 ,o material pedomtrico o auxanmetro de ,paul ,godin3 dois compassos de espessura 7um1 mais pequeno1 para medidas cranianas2 outro1 maior1 para os dimetros torcicos72 uma fita mtrica inextensvel1 para as circunferncias2 e uma balana de preciso1 para as pesagens4 ,o permetro torcico mede-se altura da extremidade inferior do esterno1 na sua articulao com o apndice xifide4 ,o dimetro vertical do crnio toma-se1 desde o vrtex ao anti-tragus4 ,o dimetro vertical do tronco mede-se1 desde a frcula esternal at ao grande-trocnter4 ,antebrao 7mximo7 representa a grossura muscular2 7mnimo7 representa a grossura ssea 7pulso74 #baf ,e 7estatura7 ,b 7busto74 #bag ,c 7crebro7 ,v 7vsceras74 #bah ,o 7ossatura74 #bai ,s 7superfcie do corpo7 ,e 7estatura7 ,d 7dimetro ntero-posterior mximo do crnio7 d 7dimetro bi-acromial74 #bbj ,ecloso pilar do pbis4 ,primeiros sinais da ,puberdade4 #bba ,instalao da ,puberdade4 ,p 7pbis7 ,a 7axilas74 #bbb ,encerramento do perodo pubertrio4 #bbc ,d4 tr4 7dimetro transverso do crnio7 ,d4 ant4 p4 m4 7dimetro ntero-posterior mximo do crnio74 #bbd ,d4 transv4 7dimetro transverso do trax7 ,d4 ant4 post4 7dimetro ntero-posterior do trax74 #bbe ,d4 s4 p4 b4 7dimetro sacro-pbico da bacia7 ,dist4 cr4 ilacas 7distncia entre as cristas ilacas74 #bbf a frmula de ,pignet4--,c4 ,r4 7coeficiente de robustez fsica7 ,e 7estatura7 ,p 7pso7 ,per4 ,t4 7permetro torcio7 insp4 7inspirao7 exp4 7expirao74 #bbg ndice do tronco4 #bbh ,cf4 pg4 #dh4 #bbi ,cf4 pg4 #ec4 #bcj ,apario da ,puberdade4 #bca ,instalao da ,puberdade4 #bcb ,encerramento da ,puberdade4 ,lista de erros corrigidos ,aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos3 ---------------------------------------- ---------------------- ,original ,correco ---------------------------------------- ---------------------- pg4 #ei semgentares segmentares pg4 #aac crescimento anormal1 crescimento anormal1 ---------------------------------------- ---------------------- ,no quadro #e1 na linha #ac da ltima coluna1 o nmero surge sumido na obra original4 ,sendo esse nmero resultado da mdia de valores apresentados anteriormente1 conclui que esse seja #acc4