( public doma9 mat]ial f ,google ,book ,se>*7 ,,necessidade ,,de ,,um ,,m9i/]io ,,de ,,in/ruc,o ,,publica ,,por ,d4 ,,antonio ,,da ,,co/a ,,lisboa ,,impr5sa ,,nacional #ahfh ,,necessidade ,,de ,,um ,,m9i/]io ,,de ,,in/ruc,o ,,publica ,,por ,d4 ,,antonio ,,da ,,co/a ,,lisboa ,,impr5sa ,,nacional #ahfh ,,necessidade ,,de ,,um ,,m9i/]io ,,de ,,in/ruc,o ,,publica ,i ,a organisao d m9i/]io d re9o em ,portugal era um e/ado no e/ado at ha p\cos annos4 ,dizemos e/ado no e/ado impropriam5te1 porque melhor diriamos negao d e/ado4 ,negocios1 que n'outros paizes con/ituem quatro e c9co m9i/]ios diff]5tes1 accumulavam-se1 por um ph5om5o cuja explicao o paiz encontrava na c>5cia d progresso1 n'um unico m9i/]io1 ligado por um *efe sup]ior1 que t9ha o direito da sci5cia innata1 e presidido por um m9i/ro1 que t9ha a obrigao de s] encyclop$ico4 ,uma tal e/agnao adm9i/rativa no c5tro d movim5to das idz e das ju/as aspiraes dos espiritos era a impossibilidade gov]nativa4 ,a creao d m9i/]io das obras publicas em #aheb deu o primeiro passo no cam9ho da desc5tralisao4 ,a re=ma po/]ior de #ahei1 divid9do o m9i/]io d re9o em tres direces indep5d5tes1 se no pde a9da complet> a ida1 foi todavia outro passo ousado na organisao dos s]vios e na facilitao de futuras re=mas4 ,o sy/ema c5tralisador1 abolido em #ahei1 t9ha tres inconv5i5cias radicaes3 a falta de unidade nos negocios1 a impossibilidade de pod] o *efe sup]ior da secret>ia e/uda-los devidam5te1 e a c5tralisao nas mos d m9i/ro de assumptos insignificantes1 com prejuizo d regul> &am5to da alta adm9i/rao1 e com (f5sa ao s5so commum1 que s inv5t\ os m9i/ros p>a os elevados p5sam5tos d e/ado1 p>a z iniciativas arrojadas e p>a z resolues def9itivas na sci5cia de gov]n>4 ,foi aquelle sy/ema impossivel que a re=ma de #ahei ext+uiu1 dispondo assim o t]r5o p>a commettim5tos desc5tralisadores mais productivos e de que ella v9ha s] a exp]i5cia e o pr5uncio4 ,,ii ,que resultados produziu o sy/ema das direces8 ,re/r+9do-nos direco g]al de in/ruco publica1 por s] a especialidade que tratmos n'e/e escripto1 cujo int5to pat5te> a indisp5sabilidade de um m9i/]io de in/ruco nas condies que havemos de expor1 vamos indic> z pr9cipaes consequ5cias d p5sam5to que presidiu organisao desc5tralisadora4 ,a arvore produziu os seus fructos1 e a fecundidade da t5tativa um dos argum5tos que progno/icam a efficacia d novo m9i/]io4 ,a direco1 pondo em pratica todos os meios de indep5d5cia e de aco _/propria_/1 que con/ituiam a sua raso de s]1 facilit&o pela correspond5cia directa com z auctoridades e corporaes a exp$io e prep>ao dos processos1 e unific&o-se nas suas div]sas especialidades como ramos da mesma arvore1 realis\ a ida da re=ma1 prov&o que sem a unidade d p5sam5to e a indep5d5cia desc5tralisadora1 que eram z suas bases1 impossivel s]ia alcanarem-se os resultados que a adm9i/rao d ens9o publico tem obtido ha oito annos4 ,a p>tir d novo sy/ema a organisao d ens9o prim>io recebeu um auxili> na iniciativa local d municipio e da p>o*ia1 abriram-se z duas escolas normaes1 fund>am-se #dhc cursos nocturnos1 inici>am-se z conf]5cias d magi/]io1 public\-se a reorganisao da in/ruco secund>ia e d curso d comm]cio1 e/re&o-se o ens9o d des5ho1 in/ante necessidade da epo*a1 promoveu-se a con/ruco de casas p>a escolas1 promulg>am-se regulam5tos p>a os exames de habilitao1 p>a z jubilaes1 concursos1 suspeies1 e p>a occorr] int]rupo d s]vio1 realis>am-se v5das importantes dos livros duplicados das biblio!cas nacionaes1 e com o seu producto adquiriram-se colleces de livros mod]nos1 v]ific>am-se duas inspeces extraord9>ias em todo o re9o p>a e/ud> o e/ado moral1 intellectual e mat]ial das escolas prim>ias (ficiaes e livres1 prep>>am-se em resultado d'essas inspeces trabalhos e/ati/icos1 que brevem5te ho de v] a luz e s]vir de base discusso das pr9cipaes que/es d ens9o4 ,outras provid5cias se v]ific>am1 e a9da outras se dispoz]am que no *eg>am a receb] sanco gov]nam5tal4 ,longe de ns o qu]]mos indic> que a in/ruco nacional corresponda ao que d'ella exige o problema d seculo ,,xix4 ,no corr] d'e/e escripto diremos o que p5smos a tal respeito4 ,mas uma c\sa so z gr&es re=mas legislativas1 outra a execuo da legislao exi/5te4 ,o que pret5demos evid5ci> que nem os m9i/ros pod]iam e/> habilitados p>a decret>1 nem o conselho g]al de in/ruco publica p>a e/ud> e prep>> os trabalhos que =am commettidos ao seu illu/rado p>ec]1 se no fosse o sy/ema desc5tralisador de uma direco indep5d5te1 e que os resultados pat5teiam a necessidade de cam9h> da direco p>a o m9i/]io1 em vez de retrograd> p>a o tempo que morreu4 ,a e/a necessidade s se pde acudir com um m9i/]io de in/ruco publica4 ,,iii ,a que/o fundam5tal a conv]so da direco g]al de in/ruco publica n'um m9i/]io g]ido cumulativam5te com algum dos outros m9i/]ios por um s m9i/ro4 ,a ida no nossa1 d actual m9i/ro da m>9ha1 o sr4 ,lat9o ,coelho1 e por s4 ex4 apres5tada em propo/a ao conselho g]al em data de #ba de fev]eiro de #ahfb4 ,a nossa ida iria mais adiante1 p$9do um m9i/]io de in/ruco publica indep5d5te1 mas1 no s5do e/e o mom5to opportuno1 adoptmos a ida d m9i/]io cumulativo4 ,entretanto1 a9daque a ida no nossa1 seja-nos p]mittido su/5ta-la1 mo/r&o como e/a re=ma urge indisp5savelm5te1 e se pde execut>1 no s sem augm5to de despeza1 mas at com economia4 ,a creao de um m9i/]io de in/ruco publica ju/ificam-a rases de ordem politica1 de ordem adm9i/rativa e de progresso1 diante da necessidade de d> impulso s v>iadas que/es de um dos mais difficeis problemas da gov]nao1 se no o mais difficil3 o problema d ens9o nacional4 ,p>a exemplo ahi e/ o mundo4 ,tem m9i/]io especial de in/ruco publica a ,frana1 a ,italia1 a ,prussia1 a ,au/ria1 a ,bavi]a1 a ,suecia1 a ,d9am>ca1 a ,saxonia1 tem-o a propria ,russia1 a propria ,turquia e at a ,p]sia4 ,se a ,hespanha o no possue a9da1 j o desc5tralis\ todavia d m9i/]io da gov]nao1 e se a ,belgica excepo1 porque o ens9o n'aquelle paiz-modelo se baseia no sy/ema da ampla lib]dade1 alem de que tem duas direces g]aes de in/ruco correspond5tes a um v]dadeiro m9i/]io4 ,ora ,portugal no pde t] raso contra o mundo4 ,o primeiro fundam5to1 p>a se aconselh> a creao de um m9i/]io de in/ruco publica1 a necessidade de colloc> fr5te d ens9o1 na successiva organisao dos gab9etes1 um m9i/ro especial4 ,por escusado t]iamos decl>> que no tratmos de pessoas1 tratmos da que/o unicam5te na altura dos pr9cipios4 ,a feio c>act]i/ica d m9i/ro d re9o em ,portugal1 e na maior p>te dos paizes1 a politica int]na4 ,torna-se impossivel ao m9i/ro que tem a seu c>go a direco da politica1 da adm9i/rao1 da policia1 da b5efic5cia1 da saude1 pre/> s]io e incessante cuidado s innum]aveis que/es da in/ruco nacional1 que pela nossa organisao compreh5de a in/ruco prim>ia1 secund>ia e sup]ior1 z bellas artes1 z academias1 z impr5sas1 z biblio!cas1 os j>d9s botanicos1 os obs]vatorios1 os museus1 e a9da outros e/abelecim5tos cujo complexo a cu/o pde s] att5dido1 mesmo por um m9i/ro exclusivo4 ,duplica a impossibilidade1 se att5d]mos a que se no trata s de regul> a que/o d ens9o1 mas de e/ud>1 de traar e def5d] z re=mas nos div]sos ramos1 pr9cipalm5te no da in/ruco prim>ia1 o mais urg5te e o mais difficil4 ,assim1 j porque o m9i/ro d re9o1 collocado entre a direco politica d paiz e a in/ruco publica1 con/rangido a sacrific> a in/ruco1 como os factos tem demon/rado no decorr] dos annos1 j porque a pr9cipal qualidade exigida p>a a pa/a d re9o a importncia politica dos cavalheiros indigitados pelas situaes que nas lutas p>lam5t>es conqui/am o pod]1 obvio que a pa/a da in/ruco publica deve s] entregue em cada modificao de gab9ete quelle dos m9i/ros que pela ordem dos seus e/udos e vocao especial d seu espirito se a*e mais nas circum/ancias de g]ir o assumpto4 ,ha mais4 innegavel que z conv5i5cias politicas1 mesmo z legitimas1 z que so admittidas pelos co/umes e pela indole das in/ituies con/itucionaes1 reclamam d m9i/ro que dirige a politica int]na c]tas concesses4 ,todo o sy/ema da in/ruco se tem res5tido d'e/e facto1 e dizemo-lo sem o receio de s]mos desm5tidos1 no ha re=mas possiveis no circulo d ens9o1 pr9cipalm5te d ens9o sup]ior1 cuja urg5cia por todos reclamada1 emquanto essas re=mas dep5d]em d m9i/]io que tem a seu c>go a politica int]na com todas z complicaes eleitoraes e locaes4 ,outras rases importantes se alliam a e/as4 ,sabem todos que durante a sequ5cia de cada anno economico ha sobras em div]sos capitulos d oram5to d e/ado4 ,o fallecim5to de pr(essores1 a vacatura de cadeiras pelo movim5to dos concursos1 a prohibio das accumulaes de ord5ados e outras circum/ancias1 proporcionam sempre um saldo1 que se deve naturalm5te applic> a melhoram5tos da mesma especie1 n'e/e caso a melhoram5tos da in/ruco4 ,uma tal provid5cia nos outros paizes um gr&e recurso p>a a adm9i/rao d ens9o4 ,foi em virtude das sobras que ultimam5te o m9i/ro da in/ruco publica de ,frana conseguiu augm5t> em toda a sup]ficie d imp]io o subsidio s pr(essoras de in/ruco prim>ia4 ,succ$e porm entre ns que e/e recurso pde deix> de s] applicado exclusivam5te in/ruco1 por isso que o saldo da in/ruco publica no =ma saldo da direco g]al1 mas saldo de todo o m9i/]io d re9o4 #j prejuizo a9da mais grave1 e p$imos att5o especial p>a z segu9tes consid]aes4 ,a in/ruco prim>ia1 dotada entre ns to mesqu9ham5te1 que ap5as contemplada com a qu>ta p>te da dotao g]al da in/ruco e e/abelecim5tos litt]>ios1 tem uma sobra annual de #bc3jjjjjj ris1 cifra r$onda4 ,se a e/a sobra acresc5t>mos a de #b3jjjjjj ris d conselho g]al1 e a de #e3jjjjjj ris da in/ruco especial1 sobe o saldo annual a #cj3jjjjjj ris#a4 ,e/es #cj3jjjjjj ris1 em vez de s]em applicados in/ruco prim>ia1 vo re=ar a in/ruco sup]ior1 alem das sobras da mesma in/ruco sup]ior rev]t]em tambem p>a ella4 ,no s] inf]ior1 antes exc$] a #dj3jjjjjj ris o total das sobras4 ,qu] diz]3 mais de #dj3jjjjjj ris na dotao g]al da in/ruco publica deixam de s] applicados annualm5te desgraada in/ruco prim>ia1 pod5do alis com e/a somma cre>em-se mais quatroc5tas e c9co5ta cadeiras1 ou qu>5ta edificios escol>es1 ou o ens9o pr(issional1 ou o que mais urgiria1 como a primeira necessidade da in/ruco elem5t>1 uma organisao da inspeco local em todo o re9o4 ,o rem$io p>a e/e assumpto importantissimo da melhor applicao dos saldos ao ens9o prim>io1 s se conseguir com a fundao de um m9i/]io de in/ruco publica4 ,nem contra a ida d novo m9i/]io pod]o object> com o augm5to da despeza1 o cabo de ,no das re=mas portuguezas4 ,pelo contr>io1 a organisao d novo m9i/]io t] por anjo protector a economia1 e/a phantasiosa dama to avidam5te reque/ada nos tempos que vo corr5do1 como desd5hosa entre os afagos com que pret5dem s$uzi-la4 ,a direco g]al de in/ruco publica1 actualm5te compo/a de quatro rep>ties1 pod]1 qu&o m9i/]io1 abrang] tambem os negocios da sua contabilidade1 se ao mesmo tempo se realis> o pr9cipio ha tanto reclamado da simplificao dos s]vios1 j pela dim9uio d exp$i5te1 j pela desc5tralisao de negocios que pass>iam p>a os e/abelecim5tos subalt]nos1 como a nomeao dos empregados inf]iores1 os espectaculos publicos e outros assumptos4 ,exemplifiquemos1 p>a fic> bem cl>a a nossa ida4 ,que pr9cipio ju/ific> em pl5o seculo ,,xix o ana*ronismo de dois diplomas regios1 decreto e c>ta1 p>a a nomeao d mesmo funccion>io8 ,que necessidade in/a por um ac]vo de decretos1 de port>ias1 de alv>s1 de (ficios1 e todo e/e labyr9to multiplicado a9da pelos regi/os1 qu&o ba/>ia1 em g]al1 o simples despa*o nos processos1 e a sua publicao no di>io (ficial8 ,o que dizemos d novo m9i/]io da in/ruco publica1 applicmo-lo tambem aos outros m9i/]ios1 porque uma das mais pe/if]as *agas da nossa organisao1 ou desorganisao1 o nef&o re9ado da papelada4 ,mais obras e m5os palavras4 ,no a*mos que o paiz t5ha funccionalismo excessivo2 o que tem funccionalismo excessivam5te accumulado4 ,ha muitas rep>ties d e/ado que disp5s>iam p>te d seu funccionalismo1 simplificado o exp$i5te2 mas tambem ha muitos s]vios que s]ia indisp5savel cre> ou reorganis>1 e apont>emos entre elles a re=ma p5it5ci>ia1 a b5efic5cia1 a e/ati/ica1 a inspeco e outros4 ,desculpe-se-nos t]mos descido a exemplific> e/as ultimas p>ticul>idades1 mas era necess>io faz]mo-lo p>a lev> aos espiritos o conv5cim5to por meio dos factos1 que so a raso pratica das c\sas4 ,,iv ,vamos concluir4 ,demon/rmos que o sy/ema das direces foi um passo notavel1 s]v9do de transio natural p>a novas desc5tralisaes1 como a que se indigita4 ,demon/rmos a indisp5sabilidade de conv]t] a direco g]al n'um m9i/]io de in/ruco publica1 que d o impulso s re=mas reclamadas em vo ha tantos annos4 ,demon/rmos f9alm5te que a ida d novo m9i/]io ligado a outro se pde realis> com economia1 e em todo o caso sem augm5to n5hum de despeza4 ,des5ganemo-nos3 no hav] re=ma possivel na in/ruco publica sem a exi/5cia de um m9i/]io especial4 ,e1 p]guntmos3 qu]em demor> por mais tempo z re=mas da in/ruco1 e sobretudo da in/ruco prim>ia8 ,um paiz que no seculo ,,xix no possue uma s cadeira de ens9o prim>io sup]ior nem pr(issional1 que nas proprias escolas elem5t>es desconhece a educao physica1 o des5volvim5to intellectual1 e1 pde-se diz]1 a educao moral1 que no organis\ a9da a sua in/ruco prim>ia na base indisp5savel da localidade1 que no tem s5o #cca cadeiras p>a o sexo fem99o1 um paiz que de #gej3jjj creanz de sete a qu9ze annos de idade tem fra da in/ruco #fej3jjj1 cuja m$ia de creanz d sexo mascul9o de #c p>a #ajj habitantes1 e d sexo fem99o de #a p>a #ajj2 um paiz que no tem inspeco local1 e ap5as a sombra de inspeco di/rictal1 que no tem biblio!cas popul>es1 que no di/ribue livros1 que no ens9a ao povo nem des5ho1 nem canto1 nem pr9cipios de agricultura e indu/ria2 um paiz cujo magi/]io prim>io morre de fome1 sem c>reira gradual que lhe abra o inc5tivo d futuro2 um paiz cuja dotao d ens9o prim>io1 m5or d que a dotao d ens9o sup]ior1 no encontra auxili> valioso nos recursos da associao nem d individuo2 um paiz n'e/as circum/ancias no um paiz europeu1 digamo-lo com pr(undo desgo/o1 um paiz semib>b>o4 ,=cejemos porque no o cont9ue a s]4 ,lembrem-se os pod]es publicos1 e lembremo-nos todos1 de que o problema da in/ruco nacional a b&eira da lib]dade e d progresso4 ,o gov]no a*a-se auctorisado pela c>ta de lei de #i d corr5te mez de setembro a reorganis> os s]vios publicos4 ,e/ na mo d'elle d> o gr&e passo p>a z re=mas d ens9o nacional1 cre&o o m9i/]io da in/ruco publica nas condies que ficam del9eadas4 ,no deixe p]d] e/e ensejo1 que talvez no se repita4 ,levante a que/o d ens9o que roja apes9hada ha tantos annos4 ,avalie a responsabilidade que tom\ sobre os hombros e desemp5he-se d'ella1 na especialidade que tratmos1 com proveito p>a o paiz1 que jaz5do nas trevas tem sde da luz4 ,faam causa commum no assumpto z p>cialidades que nos dividem4 ,a que/o da in/rucco publica no uma que/o de p>tidos1 uma que/o nacional1 uma que/o de vida ou de morte p>a o futuro da nossa t]ra4 ,no e/ defronte d'ella a politica1 e/ a nao4 ,,fim #a ,e/as cifras so extrahidas das ultimas contas impressas d m9i/]io d re9o1 d ex]cicio d anno economico de #ahfd-ahfe1 comp>adas com a tabella das despezas auctorisadas p>a o mesmo anno4