( public doma9 mat]ial f ,google ,book ,se>*7 ,,del5da ,,e/ ,,c>?ago6 ,,duas ,,palavras ,,ditas ,n',,uma ,,academia ,,de ,,jov5s1 ,,d ,,fun*al1 ,,em #bh ,,de ,,fev]eiro ,,de #aiji ,,por ,,edu>do ,,p]eira ,,del5da ,,e/ ,,c>?ago6 ,,d ,,mesmo ,,auctor 7,a ,,entr> ,,no ,,prelo7 ,,golpes--7v]sos1 com prefacio de ,gomes ,leal e c>ta de ,affonso ,lopes ,vieira74 ,,intimos--7contos e n>rativas74 ,a ,,madeixa--7entre-acto1 em prosa74 ,,nossa ,,s5hora ,,d ,,c>mo--7prosa1 v]so d ca/elhano74 7,a ,,concluir7 ,,job--7poema74 7,,em ,,prep>a,o7 ,,t]ra-,,mat]--7poemeto74 ,,fun*al #aiac ,,del5da ,,e/ ,,c>?ago6 ,,duas ,,palavras ,,ditas ,n',,uma ,,academia ,,de ,,jov5s1 ,,d ,,fun*al1 7,a #bh ,,de ,,fev]eiro ,,de #aiji7 ,,por ,,edu>do ,,p]eira ,,da 7,j4 ,c4 ,m47 ,,compo/o ,e ,,impresso ,,sob ,a ,,direc,o ,,d ,,auctor ,,na ,,typographia ,,esp]an,a ,,fun*al ,,pode ,,imprimir-,,se1 ,,fun*al1 #be ,,de ,,julho ,,de #aiac4 7a7 ,,conego ,,p]eira ,,ribeiro1 ,,vig>io ,,capitul> ,o ,,des5ho ,,da ,,capa ,,da ,,snra4 ,d4 ,,m>ia ,,de ,,ornellas1 ,,laureada ,,arti/a ,,madeir5se ,,briosa ,,juv5tude ,,ca?olica ,,portuguesa ,,hom5agem ,,d ,,auctor ,entre z prescripes da d\tr9a *ri/1 ha uma sobre a qual dev]o insi/ir os paes1 os directores espirituaes1 os p>o*os1 receb5do o impulso dos seus ,bispos4 ,qu]emos fall> da necessidade de acautel> os filhos ou os discipulos contra essas soci$ades crim9osas1 ens9&o-lhes desde o pr9cipio a desconfi>em dos artificios p]fidos e v>iados com auxilio dos quaes os seus proselitos procuram ag>r> os hom5s4 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa ,,s5hores ,e ,,cam>adas3 ,no orgulho d'uma nao1 e/ a =taleza d'um h]oe4 ,se ,annibal ,b>ca1 conseguiu curv> a c]viz orgulhosa ,republica romana1#a porque trazia nas veias sangue de esp>tano4 ,roma1 porm1 (f5dida no seu orgulho de inv5civel1 jur\-lhe p>a logo1 no desesp]o d'um a?leta humilhado1 v+ana por tamanha affronta4#b ,publio ,scipio no se fez esp]> em ,africa4 ,encontrados os dois rivaes1 ,scipio e ,annibal1 bat]am-se em lucta accesa como lees6#c ,c>?ago recebia s5t5a de morte6 ,e/ava v+ada uma affronta1 mas affrontado o valor d'um soldado6 ,qu&o ,annibal ,b>ca viu o occaso de ,zama1 ajoelh\ sobre o epitaphio da sua h]oecidade6 ,c$ra os l\ros de tantas victorias pelo despre/igio d'uma d]rota6444 ,alma da sympa?ia popul>1 ,annibal ,b>ca1 foi lisongeado depois com o c>go de suffeta de ,c>?ago4 ,a sua boa adm9i/rao sald\ antes d praso a indemnisao de gu]ra2 ab>rot\ z arcas d !s\ro2 des5volveu consid]avelm5te o comm]cio e a indu/ria2 augm5t\ e discipl9\ o ex]cito2 e submetteu ao seu dom9io z hordas bellicosas dos alliados4 ,b>ca fiz]a de ,c>?ago o ,golias da gu]ra e o ,bism>ck da politica4 ,no foi nada6 ,a vitalidade da ,republica lybio-ph5icia1 *eg\ a ponto de attrahir sobre si1 a rivalidade e o odio da ,republica romana4 ,de vil espolio de gu]ra1 ,c>?ago1 evolucionava p>a um importuno f>do d seu v5c$or6 ,n'e/e com5os1 ,roma1 passava o tempo a rum9> a col]a d seu despeito2 o ,s5ado1 convocava os membros muitas vezes ao dia2 e a noite1 no era suffici5te p>a discutir planos e levant> ca/ellos6 ,o refugiado de ,hadrumeto1#d a9da t5t\ sacudir de sobre os hombros os &rajos de v5cido4 ,mas foi s um desabafo de soldado que no pass\ d'i/o3--reunir ex]citos6 ,porque ,roma1 muito ciosa dos seus pret5didos direitos1 de supremacia univ]sal1 m&\ imm$iatam5te o velho ,c5sor ,m4 ,porcio ,cato1 ao s]vio d ,s5ado1 na qualidade de embaixador secreto1 espion> a sua alliada de ha dois dias4 ,ao entr> em ,c>?ago1 o matreiro espia1 qu&o viu que a desv5turada cidade resurgia das ru9as da sua desgraa e tomava pulso p>a um d]radeiro es=o1 no foi m5or o espanto que o desesp]o d velho ,c5sor6 ,da sua alma sob]ba1 vibrante de patriotismo e de v+ana1 sahiu espontaneam5te e/e grito3--,del5da e/ ,c>?ago6 ,e todas z vezes que fallava no ,s5ado1 t]m9ava sempre os seus discursos1 com z lagrimas nos olhos1 grit&o3--,del5da e/ ,c>?ago6 ,c>?ago deve s] arrasada6 99 99 99 99 99 ,jov5s ca?olicos1 eu1 moo embaixador d meu patriotismo1 fao z vezes d romano ,cato e v5ho grit> com todo o ardor da m9ha alma e inteira en]gia dos meus pulmes3--,del5da e/ ,c>?ago6 ,deve s] de/ruida ,c>?ago6 ,no a ,c>?ago inimiga de ,roma1 mas a ,c>?ago inimiga da nacionalidade portugueza2 a ,c>?ago que lhe vem sug&o z entranhas2 a ,c>?ago que arru9a a nossa indep5d5cia e desequilibra a nossa autonomia4 ,del5da e/ ,c>?ago6--,c>?ago deve s] arrasada6 99 99 99 99 99 ,a exemplo umas das outras1 crescem1 civilizam-se e progridem z naes4 ,portugal1 tem decahido no conceito dos povos#e6444 cr1 t] um filho de confess> os desv>ios de sua me1 mas j agora1 no arrepi>ei um passo d meu lemma3--diz] a v]dade4 ,a nossa vida social e politica e/ atravess&o um p]iodo grave de acc5tuada decad5cia#f6 ,conv5cemo-nos por demais da nossa pequ5ez1 eis porque nos p]demos#g6 ,mas1 como diz o ,conde de ,poli1 no a ext5so1 i/o 1 o pod]io1 que faz a sob]ania1 no3 a faculdade de uma nao pod] gov]n>-se a si propria1 em summa1 a lib]dade6 ,ento como nos temos gov]nado8 ,bem ou mal1 no me compete a mim1 fraco juiz da m9ha pessoa1 julg> a alheia4 ,ap5as1 d5tro da esph]a dos meus direitos1 apres5to a critica imp>cial dos factos4 ,a unio dos hom5s na soci$ade p>a o bem1 alm de s] uma necessidade1 a exig5cia d'um direito individual innto#h4 ,mas a unio p>a o mal1 no s um crime como um abuso d'esse direito4 a decad5cia intellectual dos individuos e a banc>rota da soci$ade#i4 ,e a razo de/a affirmativa e/1 em que os individuos1 s5do livres p>a o bem1 no podem abus> d'essa lib]dade sem ir de encontro sua propria natureza1 po/]g&o os proprios direitos e os direitos dos seus concidados4 ,mais3 o homem que se deixa coagir p>a o mal no seu livre arbitrio1 no tem dignidade ou um l\co4 ,e com hom5s l\cos ou individuos sem dignidade1 no pode hav] ju/ia e falta necess>iam5te a moralidade4 ,a soci$ade p]iclita e morre6 ,i/o em pr9cipio4 ,vamos s d$uces3 ,quem entra com o p esqu]do no palco da vida1 diz a sab$oria das naes1 enceta mal a sua c>reira2 unirem-se individuos p>a o mal1 e/ provado que de si um direito illegitimo e um att5tado de lesa-humanidade2 portanto1 que havemos de esp]> de c]tas soci$ades1 cuja exi/5cia se subtrahiu aos direitos da consci5cia humana e cuja aco os e/ dev5do ao direito das naes86 ,se pois o alic]ce comeou falso1 o que s] o corpo d edificio8444 ,cl&e/9am5te1 reunem-se c]tos individuos4 ,aonde8 ,no segr$o das trevas6 ,em virtude de que direito8 ,d'um abuso de lib]dade6 ,d5tro de que lei8 sombra protectora d manto dos gov]nos6 ,e que tratam8 ,my/]ios6 ,que m&am8 ,odio auctoridade e gu]ra a ,deus6 ,ora1 em odi> a auctoridade e gu]re> ,deus1 no vejo outra c\sa1 que no seja a ru9a das soci$ades e o anniquilam5to das naes#aj6 ,ha n'e/e lemma diabolico1 um att5tado contra o homem e uma blasphemia contra ,deus6 qu]] quebr> os laos da familia e desorganis> a soci$ade#aa2 fom5t> a desordem e p]turb> a paz2 deprimir a intellig5cia e escravis> a vontade2 desmoralis> e p]d]2 arra/> e s$uzir2 arm> sic>ios e prep>> revolues6444 ,eis o que so em d$uco syn!tica z soci$ades secretas4 ,e/o consequ5tem5te1 liquidadas no seu direito exi/5cia e nas vantag5s que (f]ecem ,soci$ade#ab4 ,mas1 no discuto uma hypo!se1 t5ho por mim a realidade dos factos6 ,a ,soci$ade secreta exi/e infelizm5te em ,portugal4 ,a sua exi/5cia ahi e/ pat5te aos olhos de todos1 nas suas lojas1 nos jornaes1 nos comicios1 na praa publica1 na casa p>ticul>2 na esqu9a da rua e ad5tro dos cemit]ios2 na (fic9a d op]>io e no escriptorio d capitali/a2 no livro e na escola2 d5tro da lei e nas mos dos legisladores6 ,e exi/e sob v>ios sy/emas1 p>a os peores f9s#ac6 ,uma qu] a patria p>a a desordem1 outra p>a a *im]a e a9da outra p>a a impi$ade6 ,auctoridade1 propri$ade e ,deus1 so f>dos velhos que pesam sobre a consci5cia d'esses individuos6444 ,e a ,soci$ade secreta quem imp]a1 quem m&a e quem v5ce1 na ordem economico-politico e social de todo o ,globo#ad6 ,eis aqui o alvo onde eu qu]ia bat]4 ,e por m5os logico que fossemos1 a outra porta no haviamos de lanar os males que enf]mam a nossa ,patria4 ,por isso1 dizia no pr9cipio d'e/e3--que a nossa vida social e politica e/ava atravess&o um p]iodo de acc5tuada decad5cia4 ,disse e accresc5to3--talvez1 de proxima ru9a#ae6 ,a ,soci$ade secreta6 eis a ,c>?ago que preciso combat]6 ,del5da e/ ,c>?ago6 ,,em ,,=ma ,,de ,,epilogo ,entra no mundo das lettras o meu primeiro trabalho em volume4 ,no tem a pret5o d'um livro1 nem se arroga direitos de auctoridade4 ,simples entre os humildes1 nasceu expontaneo e agre/e1 como uma silva brava entre z urzes d montado4 ,d mesmo modo todos os que se lhe seguirem4 ,e/e1 como os outros1 so ap5as filhos da cr5a v]dadeira1 d amor s9c]o e da v]dade am>ga4 ,so filhos da cr5a por ,deus1 filhos d amor pelo bem e filhos da v]dade pela ju/ia6 ,vo e/as palavras1 em =ma de 99,epilogo991 no p>a escond]em em pelle de cordeiro um lobo1 nem p>a levant>em ao ,capitolio da ,fama1 quem s m]ece a ,t>peia da ,obscuridade2 s5o p>a d>em razo de s] d'e/e volume e evit>em o se torc] e deturp> o s5tido legitimo d que fica escripto4 ,foi def5dida1 hontem1 sem politica1 a ^!4 ,sae hoje a publico1 sem politica1 o volume4 to som5te uma que/o sociologica2 uma exposio de pr9cipios2 uma afirmao de cr5z2 um grito d'alma2 uma vibrao d'amor patriotico6 ,i/o6 ,nada mais6 ,sug]iu-me a ideia de public> e/e opusculo1 o desejo de (f]ec] uma lembrana aos meus amigos4 ,recebam-n'o como tal os que sabem apreci> a m9ha amizade4 ,os outros1 saibam s] to imp>ciaes como vivem di/antes4 ,eis a razo d'e/e volume4 ,,fun*al ,,septembro ,,de #aiac ,e4 ,p4 ,,erratas ,s,o ,,ossos ,,d ,,(ficio ,,que ,,sempre ,,os ,,deixa ,,quem ,,trabalha #a ,nas celebres batalhas de ,sagunto em 7#bai a4 ,c47 e ,cannas em 7#baf a4 ,c474 #b ,roma era ento1 a s5hora d ,mundo4 ,mas em seguida batalha de ,cannas1 a ,republica romana1 julg\-se de tal modo p]dida1 que se no desesp]\ da sua sorte1 foi porque a9da lhe re/ava a m sorte dos seus escravos4 ,t5do sido ab&onada por uma p>te dos alliados e--qu&o j se fallava em procur> um refugio alm dos m>es--7,a4 ,m4 ,,ramos71 ali/>am-se1 no entretanto1 todos os mancebos capazes de peg>em em armas e lanou-se mo at dos proprios escravos6 #c ,na sangr5ta batalha de ,zama em 7#bjb a4 ,c47 #d ,velha cidade de ,tyro1 ao sul de ,c>?ago1 na co/a ori5tal da ,tunisia onde se refugi\ ,a4 ,b>ca4 #e ,portugal um dos pontos negros da ,europa1 na crise que atravessamos--,,conego ,,s5na ,,freitas--,z ,novidades no ,pel\r9ho4 #f grave1 quasi afflictiva a situao f9anceira4 ,mais grave1 mais afflictiva a situao politica4 4444444444444444444444444444444444444444 4444444444444444444444444 ,n5hum dos actuaes p>tidos politicos conhece o paiz4 ,a =a indomavel da tradio1 os int]esses p]man5tes das classes1 a s5sibilidade quasi do5tia da alma portugueza1 isso a que os publici/as mod]nos *amam--z =z invisiveis1 inaccessiveis coaco physica--a pr(unda ignorancia da maior p>te d paiz aggrav&o o alis natural pr$om9io dos int]esses cons]vadores1 a nossa mel9drosa situao int]nacional a dois passos de um paiz que o s5tim5to da cons]vao obriga a ho/ilis>-nos e que pela assignatura d ultimo tratado com a ,frana entr\ no grupo das gr&es pot5cias2 z nossas relaes com uma gr&e nao1 a ,+lat]ra1 palldio das lib]dades publicas e onde a nossa politica e adm9i/rao provocam quotidianas demon/raes de ho/ilidade2 z cl>as pret5ses da ,allemanha a uma p>te d nosso dom9io colonial ultram>9o e a evid5te m vontade dos seus pod]es publicos pelas novas in/ituies portuguezas2 a possibilidade de uma ent5te entre a ,+lat]ra e a ,hespanha acrca da nossa politica int]na1 receb5do ou no receb5do a ,allemanha1 em troca da sua neutralidade comp5saes t]ritoriaes na ,africa ,portuguesa3 tudo isso escapa m5talidade jacob9a dos psudo ori5tadores da op9io republicana4 4444444444444444444444444444444444444444 4444444444444444444444444444 ,assim1 p>a qualqu] lado que volvamos os olhos1 logo dep>amos com um abysmo torvo e hiante4 ,por isso com retic5cias fe*am os politicos z suas consid]aes sobre a crise4 que n+uem1 com effeito1 v cl>o na situao actual2 n+uem1 n+uem1 n+uem6 ,ou antes todos os espiritos lucidos vm a mesma c\sa que desesp]adam5te occultam6 ,,dr4 ,,cunha ,e ,,co/a--,balano politico 7d ,anno de #aiab7--n',o ,dia1 n4 #cgd de #ca-ab-aiab4 #g ,s5o falle por ns z ,novidades de #bb d'ago/o de #ahij3--,na hi/oria da nossa decad5cia1 levant\-se um novo e ruidoso padro4 ,o tratado d sr4 ,h9tze ,ribeiro segue-se n'e/a s]ie lam5tosa ao tratado de ,me?w51 e deixa-o no escuro4 ,em nossa honra e consci5cia1 diremos alto e bom som3 o tratado firmado em nome de ,portugal com a ,+lat]ra um padro de imp]ecivel ignom9ia1 e o dia1 em que o seu texto completo = publicado no ,di>io d ,gov]no1 dev] s] consid]ado por todos os cidados amantes d seu paiz como um v]dadeiro dia de luto nacional4 #h ,les hommes ne doiv5t pas seulem5t vivre en famille1 mais s'unir en une socit plus l>ge1 qui s'appell]a tribu1 cit1 nation4 ,la nature meme de l'homme lui fait de la t5dance sociale un beso9 et une loi4 ,consid]ez en effet1 les facults de l'homme1 v\s v]rez que t\tes1 p\r acqurir leur pan\issem5t1 exig5t le bi5fait de la vie sociale4 ,p\r l'entreti5 conv5able de sa vie corporelle1 mille objets sont ncessaires ou utiles2 de l naiss5t les meti]s si div]s et les *anges qui en sont la suite4 ,voyez au-dessus1 la vie intellectuelle1 dans son d\ble essor1 la sci5ce et l'art3 p\r naitre1 gr&ir1 s'pan\ir1 ces deux fleurs plong5t leurs rac9es dans le t]ra9 social et emprunt5t l'atmosphre sociale l'air qu'elles respir5t4 ,plus ncessaire encore et plus belle1 plus gnrale aussi e/ la vie morale1 puisqu'elle rgne en t\te consci5ce huma9e1 et qu'elle prp>e l'immortelle vie1 la vie en ,dieu1 l'aquelle t\t homme e/ de/96 ,or1 c'e/ dans la vie sociale que se cons]v5t les donnes fondam5tales de la morale2 c'e/ l qu'elles tr\v5t leurs pr9cipales applications4 ,t\te vie morale1 en effet1 repose sur une tradition religieuse aussi anci5ne que l'homme2 elle e/ dom9e p> un fait qui e/ la vocation de l'humanit un tat surnaturel et une f9 surnaturelle4 ,or1 ce fait et cette tradition ne peuv5t tre et connus et transmis que p> la socit et p> son enseignem5t4 ,p\r arriv] cette f91 l'homme a beso9 de la =ce que donn5t le milieu et l'education1 l'exemple et l'entra9em5t mutuel2 il a beso9 p\r son corps et p\r son me de l'aide et de la *>it frat]nelles4 ,c'e/ dans la societ avec ses semblables qu'il peut pratiqu] la v]tu et le dv\em5t qui s'impos5t lui p\r remplir sa de/9e4 ,n'e/-il pas ju/e1 enf91 que les hommes1 enfants d'un mme ,dieu1 s'uniss5t p\r r5dre leur ,pre et leur ,maitre les devoirs de religion qui lui sont dus8 ,,mr4 ,,dehon--,la ,socit #i ,si la socit n'a d'autre pr9cipe qu'un libre contrat 7,j4 ,j4 ,,rosseau71 l',etat1 une fois con/itu1 e/ la seule s\rce du droit2 il ne reconnait aucun droit ant]ieur ou suprieur au si54 ,l'individu ne peut lui oppos] ni sa consci5ce1 ni sa de/9e cle/e4 ,la famille n'a d'autre loi et d'autre con/itution que celle qu'elle reoit de l',etat4 ,la religion n'a po9t de droit div94 ,ce qu'il plait l',etat d'ordonn]1 cela e/ le droit4 ,ds lors1 l'arbitraire sanctionn p> le nombre1 s\t5u p> la =ce1 voil la loi4 444 ,c'e/ la porte ouv]te aux extravagances sociales1 l'an>*ie4 ,,mr4 ,,dehon--,la ,socit #aj ,a9da que o homem1 impellido por uma c]ta arrogancia e indocilidade1 se s9ta muitas vezes incl9ado a repellir o freio da auctoridade1 nunca pde1 todavia1 *eg> a no ob$ec] a pessoa alguma4 ,a propria =a da necessidade exige que alguns t5ham o m&o em toda a associao e communidade d'hom5s1 a fim de que a soci$ade se no desmorone1 privada d'um pr9cipe ou d'um *efe p>a a dirigir1 e se no colloque na impossibilidade de att+ir o fim p>a que se con/ituiu4 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa--,enc4 de #bi de junho de #ahhb4 ,sem auctoridade1 a soci$ade no pessoa moral1 porque no tem em si o pr9cipio da sua ess5cia1 unidade e actividade4 ,t4 ,,s9ibaldi--,direito ,social ,la nature de l'homme et sa de/9e1 les intrts de la famille et ceux de l',etat sont tels qu'il n'e/ pas possible de les sp>] de l'ide de ,dieu ou de la religion4 ,son oubli entra9e t\s les dsordres2 elle e/ ncessaire la prosprit mme matrielle de la prs5te4 ,p> la religion1 la vie individuelle et la vie sociale s'ori5t5t dans leur vrai s5s1 c'e/--dire v]s ,dieu4 4444444444444444444444444444444444444444 4444444444444444444444444444 ,la socit1 p\r atte9dre sa p]fection1 a beso9 de lib]te1 de ju/ice et de dv\em5t1 alors que les passions huma9es sont t\j\rs prtes enfant] l'goisme1 l'inju/ice et le despotisme4 ,seule1 la religion a r5du aux hommes leur ple9e lib]t2 seule1 elle assure dans les relations publiques et prives les bi5faits de la ju/ice2 seule1 elle inspire au coeur huma9 les dv\em5ts cont9us et les hrosmes ca*s1 meme qu& il n'y a aucun espoir de rcomp5se huma9e4 ,,mr4 ,,dehon--,la ,religion ,qu&o se tem assi/ido de p]to a e/e espectaculo1 pode avali>-se a influ5cia d ,*ri/ianismo nas nossas mod]nas soci$ades1 pois elle que traz o pudor1 a dura1 a humanidade e que1 entre ns1 cons]va a honradez1 a boa f e a ju/ia4 ,nem a razo philosophica1 nem a cultura arti/ica e litt]>ia1 nem a honra feudal1 milit> e cavalheiresca1 nem os codigos1 nem os gov]nos1 nem z adm9i/raes podem sub/ituil-o n'e/a obra b5efica4 ,,ta9e--,orig4 de la ,france contempora9e ,no exi/e povo algum1 por inculto e selvagem que seja1 que no t5ha f em ,deus1 apes> de no conhec]-lhe a ess5cia--,omnibus de diis op9io insita e/ nec ulla g5s usquam e/ adeo extra legisque moresque projecta1 ut non aliquos deos cr$at4 ,,cic]o--,de ,legg4 ,i1 #bd4 ,os pr9cipes e z republicas1 que desejam mant]-se incorruptos1 devem sobretudo mant] incorruptas z c]imonias da ,religio e pre/>-lhes a devida v5]ao4 ,porquanto o desprezo d culto div9o o maior indicio da ru9a d'uma prov9cia4 ,,mac*iavelli--,la m5te di un uomo di /ato 7,l4 ,i1 c4 #ac7 #aa ,e na v]dade1 supprimi o temor de ,deus e o respeito devido s suas leis2 deixae cahir o descr$ito sobre a auctoridade dos pr9cipes2 dae livre curso e animao mania das revolues2 soltae z r$eas s paixes popul>es2 quebrae todo o freio1 excepto o dos ca/igos1 *eg>eis pela =a das circun/ancias ao tran/orno univ]sal e ru9a de todas z in/ituies444 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa4--,enc4 de #bj d',abril #ahhd #ab ,o mal que ellas fazem revela-se de tempos a tempos1 por t]riveis revolues religiosas ou politicas4 ,mas1 a9da que no succ$essem d'e/as exploses assu/adoras1 o mal no s]ia m5os real2 com effeito p>a que podem s]vir e/es recrutam5tos my/]iosos1 e/es juram5tos que collocam seus adeptos inteira disposio de *efes mais ou m5os conhecidos1 essa discipl9a de f]ro que arra/a algumas vezes os adeptos at o assass9ato8 ,occult>-se p>a delib]> e p>a obr>1 no d nem bom exemplo1 nem boa esp]ana4 ,,dr4 ,j4 ,,didiot--,soci$ades secretas #ac ,exi/e no mundo um c]to num]o de seitas que apes> de se diff]5arem umas das outras no nome1 nos ritos1 na =ma e na origem1 se assemelham e aju/am entre si pela analogia d escopo e dos pr9cipios ess5ciaes4 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa--,enc4 de #bj d',abril de #ahhd #ad ,empreg&o a um tempo a audacia e o ardil1 7a ,soci$ade secreta7 invadiu todas z classes da g]>*ia social e comeou a tom> no seio dos ,e/ados mod]nos um pod] que quasi equivale sob]ania4 ,d'e/a rapida e =midavel ala/rao result>am precisam5te p>a a ,egreja1 p>a a auctoridade dos ,pr9cipes1 p>a o bem publico1 os males que os nossos pr$ecessores haviam previ/o desde muito tempo4 ,e somos j *egados a ponto de hav] motivo p>a conceb] os mais s]ios receios pelo futuro2 no c]tam5te quanto ao que diz respeito ,egreja1 cujos solidos fundam5tos no podem s] abalados pelos es=os dos hom5s1 mas relativam5te segurana dos ,e/ados1 no seio dos quaes se torn>am pod]osissimas444 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa--,idem #ae ,por t]ra a tunica em p$aos ,agonis&o a ,patria e/4 ,mocidade1 oio os teus passos6444 ,beija-a na fronte1 ergue-a nos braos1 ,no morr]6 4444444444444444444444444444444444444 4444444444444444444444444444444444444 ,rasga o teu peito sem cautella1 ,d-lhe o teu sangue todo1 v6 ,mocidade1 h]oica e bella1 ,morre a cant>6444 morre444 porque ella ,reviv]6 ,,gu]ra ,,junqueiro--,f9is ,patriae