of public domain material from ,google ,book ,search7 ,,delenda ,,est ,,carthago6 ,,duas ,,palavras ,,ditas ,n',,uma ,,academia ,,de ,,jovens1 ,,do ,,funchal1 ,,em #bh ,,de ,,fevereiro ,,de #aiji ,,por ,,eduardo ,,pereira ,,delenda ,,est ,,carthago6 ,,do ,,mesmo ,,auctor 7,a ,,entrar ,,no ,,prelo7 ,,golpes--7versos1 com prefacio de ,gomes ,leal e carta de ,affonso ,lopes ,vieira74 ,,intimos--7contos e narrativas74 ,a ,,madeixa--7entre-acto1 em prosa74 ,,nossa ,,senhora ,,do ,,carmo--7prosa1 verso do castelhano74 7,a ,,concluir7 ,,job--7poema74 7,,em ,,prepara,o7 ,,terra-,,mater--7poemeto74 ,,funchal #aiac ,,delenda ,,est ,,carthago6 ,,duas ,,palavras ,,ditas ,n',,uma ,,academia ,,de ,,jovens1 ,,do ,,funchal1 7,a #bh ,,de ,,fevereiro ,,de #aiji7 ,,por ,,eduardo ,,pereira ,,da 7,j4 ,c4 ,m47 ,,composto ,e ,,impresso ,,sob ,a ,,direc,o ,,do ,,auctor ,,na ,,typographia ,,esperan,a ,,funchal ,,pode ,,imprimir-,,se1 ,,funchal1 #be ,,de ,,julho ,,de #aiac4 7a7 ,,conego ,,pereira ,,ribeiro1 ,,vigario ,,capitular ,o ,,desenho ,,da ,,capa ,,da ,,snra4 ,d4 ,,maria ,,de ,,ornellas1 ,,laureada ,,artista ,,madeirense ,,briosa ,,juventude ,,catholica ,,portuguesa ,,homenagem ,,do ,,auctor ,entre as prescripes da doutrina christ1 ha uma sobre a qual devero insistir os paes1 os directores espirituaes1 os parochos1 recebendo o impulso dos seus ,bispos4 ,queremos fallar da necessidade de acautelar os filhos ou os discipulos contra essas sociedades criminosas1 ensinando-lhes desde o principio a desconfiarem dos artificios perfidos e variados com auxilio dos quaes os seus proselitos procuram agarrar os homens4 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa ,,senhores ,e ,,camaradas3 ,no orgulho d'uma nao1 est a fortaleza d'um heroe4 ,se ,annibal ,barca1 conseguiu curvar a cerviz orgulhosa ,republica romana1#a porque trazia nas veias sangue de espartano4 ,roma1 porm1 offendida no seu orgulho de invencivel1 jurou-lhe para logo1 no desespero d'um athleta humilhado1 vingana por tamanha affronta4#b ,publio ,scipio no se fez esperar em ,africa4 ,encontrados os dois rivaes1 ,scipio e ,annibal1 bateram-se em lucta accesa como lees6#c ,carthago recebia sentena de morte6 ,estava vingada uma affronta1 mas affrontado o valor d'um soldado6 ,quando ,annibal ,barca viu o occaso de ,zama1 ajoelhou sobre o epitaphio da sua heroecidade6 ,cedra os louros de tantas victorias pelo desprestigio d'uma derrota6444 ,alma da sympathia popular1 ,annibal ,barca1 foi lisongeado depois com o cargo de suffeta de ,carthago4 ,a sua boa administrao saldou antes do praso a indemnisao de guerra2 abarrotou as arcas do thesouro2 desenvolveu consideravelmente o commercio e a industria2 augmentou e disciplinou o exercito2 e submetteu ao seu dominio as hordas bellicosas dos alliados4 ,barca fizera de ,carthago o ,golias da guerra e o ,bismarck da politica4 ,no foi nada6 ,a vitalidade da ,republica lybio-phenicia1 chegou a ponto de attrahir sobre si1 a rivalidade e o odio da ,republica romana4 ,de vil espolio de guerra1 ,carthago1 evolucionava para um importuno fardo do seu vencedor6 ,n'este comenos1 ,roma1 passava o tempo a ruminar a colera do seu despeito2 o ,senado1 convocava os membros muitas vezes ao dia2 e a noite1 no era sufficiente para discutir planos e levantar castellos6 ,o refugiado de ,hadrumeto1#d ainda tentou sacudir de sobre os hombros os andrajos de vencido4 ,mas foi s um desabafo de soldado que no passou d'isto3--reunir exercitos6 ,porque ,roma1 muito ciosa dos seus pretendidos direitos1 de supremacia universal1 mandou immediatamente o velho ,censor ,m4 ,porcio ,cato1 ao servio do ,senado1 na qualidade de embaixador secreto1 espionar a sua alliada de ha dois dias4 ,ao entrar em ,carthago1 o matreiro espia1 quando viu que a desventurada cidade resurgia das ruinas da sua desgraa e tomava pulso para um derradeiro esforo1 no foi menor o espanto que o desespero do velho ,censor6 ,da sua alma soberba1 vibrante de patriotismo e de vingana1 sahiu espontaneamente este grito3--,delenda est ,carthago6 ,e todas as vezes que fallava no ,senado1 terminava sempre os seus discursos1 com as lagrimas nos olhos1 gritando3--,delenda est ,carthago6 ,carthago deve ser arrasada6 99 99 99 99 99 ,jovens catholicos1 eu1 moo embaixador do meu patriotismo1 fao as vezes do romano ,cato e venho gritar com todo o ardor da minha alma e inteira energia dos meus pulmes3--,delenda est ,carthago6 ,deve ser destruida ,carthago6 ,no a ,carthago inimiga de ,roma1 mas a ,carthago inimiga da nacionalidade portugueza2 a ,carthago que lhe vem sugando as entranhas2 a ,carthago que arruina a nossa independencia e desequilibra a nossa autonomia4 ,delenda est ,carthago6--,carthago deve ser arrasada6 99 99 99 99 99 ,a exemplo umas das outras1 crescem1 civilizam-se e progridem as naes4 ,portugal1 tem decahido no conceito dos povos#e6444 cr1 ter um filho de confessar os desvarios de sua me1 mas j agora1 no arrepiarei um passo do meu lemma3--dizer a verdade4 ,a nossa vida social e politica est atravessando um periodo grave de accentuada decadencia#f6 ,convencemo-nos por demais da nossa pequenez1 eis porque nos perdemos#g6 ,mas1 como diz o ,conde de ,poli1 no a extenso1 isto 1 o poderio1 que faz a soberania1 no3 a faculdade de uma nao poder governar-se a si propria1 em summa1 a liberdade6 ,ento como nos temos governado8 ,bem ou mal1 no me compete a mim1 fraco juiz da minha pessoa1 julgar a alheia4 ,apenas1 dentro da esphera dos meus direitos1 apresento a critica imparcial dos factos4 ,a unio dos homens na sociedade para o bem1 alm de ser uma necessidade1 a exigencia d'um direito individual innto#h4 ,mas a unio para o mal1 no s um crime como um abuso d'esse direito4 a decadencia intellectual dos individuos e a bancarrota da sociedade#i4 ,e a razo desta affirmativa est1 em que os individuos1 sendo livres para o bem1 no podem abusar d'essa liberdade sem ir de encontro sua propria natureza1 postergando os proprios direitos e os direitos dos seus concidados4 ,mais3 o homem que se deixa coagir para o mal no seu livre arbitrio1 no tem dignidade ou um louco4 ,e com homens loucos ou individuos sem dignidade1 no pode haver justia e falta necessariamente a moralidade4 ,a sociedade periclita e morre6 ,isto em principio4 ,vamos s deduces3 ,quem entra com o p esquerdo no palco da vida1 diz a sabedoria das naes1 enceta mal a sua carreira2 unirem-se individuos para o mal1 est provado que de si um direito illegitimo e um attentado de lesa-humanidade2 portanto1 que havemos de esperar de certas sociedades1 cuja existencia se subtrahiu aos direitos da consciencia humana e cuja aco os est devendo ao direito das naes86 ,se pois o alicerce comeou falso1 o que ser o corpo do edificio8444 ,clandestinamente1 reunem-se certos individuos4 ,aonde8 ,no segredo das trevas6 ,em virtude de que direito8 ,d'um abuso de liberdade6 ,dentro de que lei8 sombra protectora do manto dos governos6 ,e que tratam8 ,mysterios6 ,que mandam8 ,odio auctoridade e guerra a ,deus6 ,ora1 em odiar a auctoridade e guerrear ,deus1 no vejo outra cousa1 que no seja a ruina das sociedades e o anniquilamento das naes#aj6 ,ha n'este lemma diabolico1 um attentado contra o homem e uma blasphemia contra ,deus6 querer quebrar os laos da familia e desorganisar a sociedade#aa2 fomentar a desordem e perturbar a paz2 deprimir a intelligencia e escravisar a vontade2 desmoralisar e perder2 arrastar e seduzir2 armar sicarios e preparar revolues6444 ,eis o que so em deduco synthetica as sociedades secretas4 ,esto consequentemente1 liquidadas no seu direito existencia e nas vantagens que offerecem ,sociedade#ab4 ,mas1 no discuto uma hypothese1 tenho por mim a realidade dos factos6 ,a ,sociedade secreta existe infelizmente em ,portugal4 ,a sua existencia ahi est patente aos olhos de todos1 nas suas lojas1 nos jornaes1 nos comicios1 na praa publica1 na casa particular2 na esquina da rua e adentro dos cemiterios2 na officina do operario e no escriptorio do capitalista2 no livro e na escola2 dentro da lei e nas mos dos legisladores6 ,e existe sob varios systemas1 para os peores fins#ac6 ,uma quer a patria para a desordem1 outra para a chimera e ainda outra para a impiedade6 ,auctoridade1 propriedade e ,deus1 so fardos velhos que pesam sobre a consciencia d'esses individuos6444 ,e a ,sociedade secreta quem impera1 quem manda e quem vence1 na ordem economico-politico e social de todo o ,globo#ad6 ,eis aqui o alvo onde eu queria bater4 ,e por menos logico que fossemos1 a outra porta no haviamos de lanar os males que enfermam a nossa ,patria4 ,por isso1 dizia no principio d'este3--que a nossa vida social e politica estava atravessando um periodo de accentuada decadencia4 ,disse e accrescento3--talvez1 de proxima ruina#ae6 ,a ,sociedade secreta6 eis a ,carthago que preciso combater6 ,delenda est ,carthago6 ,,em ,,forma ,,de ,,epilogo ,entra no mundo das lettras o meu primeiro trabalho em volume4 ,no tem a preteno d'um livro1 nem se arroga direitos de auctoridade4 ,simples entre os humildes1 nasceu expontaneo e agreste1 como uma silva brava entre as urzes do montado4 ,do mesmo modo todos os que se lhe seguirem4 ,este1 como os outros1 so apenas filhos da crena verdadeira1 do amor sincero e da verdade amarga4 ,so filhos da crena por ,deus1 filhos do amor pelo bem e filhos da verdade pela justia6 ,vo estas palavras1 em forma de 99,epilogo991 no para esconderem em pelle de cordeiro um lobo1 nem para levantarem ao ,capitolio da ,fama1 quem s merece a ,tarpeia da ,obscuridade2 seno para darem razo de ser d'este volume e evitarem o se torcer e deturpar o sentido legitimo do que fica escripto4 ,foi defendida1 hontem1 sem politica1 a these4 ,sae hoje a publico1 sem politica1 o volume4 to somente uma questo sociologica2 uma exposio de principios2 uma afirmao de crenas2 um grito d'alma2 uma vibrao d'amor patriotico6 ,isto6 ,nada mais6 ,sugeriu-me a ideia de publicar este opusculo1 o desejo de offerecer uma lembrana aos meus amigos4 ,recebam-n'o como tal os que sabem apreciar a minha amizade4 ,os outros1 saibam ser to imparciaes como vivem distantes4 ,eis a razo d'este volume4 ,,funchal ,,septembro ,,de #aiac ,e4 ,p4 ,,erratas ,s,o ,,ossos ,,do ,,officio ,,que ,,sempre ,,os ,,deixa ,,quem ,,trabalha #a ,nas celebres batalhas de ,sagunto em 7#bai a4 ,c47 e ,cannas em 7#baf a4 ,c474 #b ,roma era ento1 a senhora do ,mundo4 ,mas em seguida batalha de ,cannas1 a ,republica romana1 julgou-se de tal modo perdida1 que se no desesperou da sua sorte1 foi porque ainda lhe restava a m sorte dos seus escravos4 ,tendo sido abandonada por uma parte dos alliados e--quando j se fallava em procurar um refugio alm dos mares--7,a4 ,m4 ,,ramos71 alistaram-se1 no entretanto1 todos os mancebos capazes de pegarem em armas e lanou-se mo at dos proprios escravos6 #c ,na sangrenta batalha de ,zama em 7#bjb a4 ,c47 #d ,velha cidade de ,tyro1 ao sul de ,carthago1 na costa oriental da ,tunisia onde se refugiou ,a4 ,barca4 #e ,portugal um dos pontos negros da ,europa1 na crise que atravessamos--,,conego ,,senna ,,freitas--,as ,novidades no ,pelourinho4 #f grave1 quasi afflictiva a situao financeira4 ,mais grave1 mais afflictiva a situao politica4 4444444444444444444444444444444444444444 4444444444444444444444444 ,nenhum dos actuaes partidos politicos conhece o paiz4 ,a fora indomavel da tradio1 os interesses permanentes das classes1 a sensibilidade quasi doentia da alma portugueza1 isso a que os publicistas modernos chamam--as foras invisiveis1 inaccessiveis coaco physica--a profunda ignorancia da maior parte do paiz aggravando o alis natural predominio dos interesses conservadores1 a nossa melindrosa situao internacional a dois passos de um paiz que o sentimento da conservao obriga a hostilisar-nos e que pela assignatura do ultimo tratado com a ,frana entrou no grupo das grandes potencias2 as nossas relaes com uma grande nao1 a ,inglaterra1 palldio das liberdades publicas e onde a nossa politica e administrao provocam quotidianas demonstraes de hostilidade2 as claras pretenses da ,allemanha a uma parte do nosso dominio colonial ultramarino e a evidente m vontade dos seus poderes publicos pelas novas instituies portuguezas2 a possibilidade de uma entente entre a ,inglaterra e a ,hespanha acrca da nossa politica interna1 recebendo ou no recebendo a ,allemanha1 em troca da sua neutralidade compensaes territoriaes na ,africa ,portuguesa3 tudo isso escapa mentalidade jacobina dos psudo orientadores da opinio republicana4 4444444444444444444444444444444444444444 4444444444444444444444444444 ,assim1 para qualquer lado que volvamos os olhos1 logo deparamos com um abysmo torvo e hiante4 ,por isso com reticencias fecham os politicos as suas consideraes sobre a crise4 que ninguem1 com effeito1 v claro na situao actual2 ninguem1 ninguem1 ninguem6 ,ou antes todos os espiritos lucidos vm a mesma cousa que desesperadamente occultam6 ,,dr4 ,,cunha ,e ,,costa--,balano politico 7do ,anno de #aiab7--n',o ,dia1 n4 #cgd de #ca-ab-aiab4 #g ,seno falle por ns as ,novidades de #bb d'agosto de #ahij3--,na historia da nossa decadencia1 levantou-se um novo e ruidoso padro4 ,o tratado do sr4 ,hintze ,ribeiro segue-se n'esta serie lamentosa ao tratado de ,methwen1 e deixa-o no escuro4 ,em nossa honra e consciencia1 diremos alto e bom som3 o tratado firmado em nome de ,portugal com a ,inglaterra um padro de imperecivel ignominia1 e o dia1 em que o seu texto completo for publicado no ,diario do ,governo1 dever ser considerado por todos os cidados amantes do seu paiz como um verdadeiro dia de luto nacional4 #h ,les hommes ne doivent pas seulement vivre en famille1 mais s'unir en une socit plus large1 qui s'appellera tribu1 cit1 nation4 ,la nature meme de l'homme lui fait de la tendance sociale un besoin et une loi4 ,considerez en effet1 les facults de l'homme1 vous verrez que toutes1 pour acqurir leur panouissement1 exigent le bienfait de la vie sociale4 ,pour l'entretien convenable de sa vie corporelle1 mille objets sont ncessaires ou utiles2 de l naissent les metiers si divers et les changes qui en sont la suite4 ,voyez au-dessus1 la vie intellectuelle1 dans son double essor1 la science et l'art3 pour naitre1 grandir1 s'panouir1 ces deux fleurs plongent leurs racines dans le terrain social et empruntent l'atmosphre sociale l'air qu'elles respirent4 ,plus ncessaire encore et plus belle1 plus gnrale aussi est la vie morale1 puisqu'elle rgne en toute conscience humaine1 et qu'elle prpare l'immortelle vie1 la vie en ,dieu1 l'aquelle tout homme est destin6 ,or1 c'est dans la vie sociale que se conservent les donnes fondamentales de la morale2 c'est l qu'elles trouvent leurs principales applications4 ,toute vie morale1 en effet1 repose sur une tradition religieuse aussi ancienne que l'homme2 elle est domine par un fait qui est la vocation de l'humanit un tat surnaturel et une fin surnaturelle4 ,or1 ce fait et cette tradition ne peuvent tre et connus et transmis que par la socit et par son enseignement4 ,pour arriver cette fin1 l'homme a besoin de la force que donnent le milieu et l'education1 l'exemple et l'entrainement mutuel2 il a besoin pour son corps et pour son me de l'aide et de la charit fraternelles4 ,c'est dans la societ avec ses semblables qu'il peut pratiquer la vertu et le dvouement qui s'imposent lui pour remplir sa destine4 ,n'est-il pas juste1 enfin1 que les hommes1 enfants d'un mme ,dieu1 s'unissent pour rendre leur ,pre et leur ,maitre les devoirs de religion qui lui sont dus8 ,,mr4 ,,dehon--,la ,socit #i ,si la socit n'a d'autre principe qu'un libre contrat 7,j4 ,j4 ,,rosseau71 l',etat1 une fois constitu1 est la seule source du droit2 il ne reconnait aucun droit anterieur ou suprieur au sien4 ,l'individu ne peut lui opposer ni sa conscience1 ni sa destine cleste4 ,la famille n'a d'autre loi et d'autre constitution que celle qu'elle reoit de l',etat4 ,la religion n'a point de droit divin4 ,ce qu'il plait l',etat d'ordonner1 cela est le droit4 ,ds lors1 l'arbitraire sanctionn par le nombre1 soutenu par la force1 voil la loi4 444 ,c'est la porte ouverte aux extravagances sociales1 l'anarchie4 ,,mr4 ,,dehon--,la ,socit #aj ,ainda que o homem1 impellido por uma certa arrogancia e indocilidade1 se sinta muitas vezes inclinado a repellir o freio da auctoridade1 nunca pde1 todavia1 chegar a no obedecer a pessoa alguma4 ,a propria fora da necessidade exige que alguns tenham o mando em toda a associao e communidade d'homens1 a fim de que a sociedade se no desmorone1 privada d'um principe ou d'um chefe para a dirigir1 e se no colloque na impossibilidade de attingir o fim para que se constituiu4 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa--,enc4 de #bi de junho de #ahhb4 ,sem auctoridade1 a sociedade no pessoa moral1 porque no tem em si o principio da sua essencia1 unidade e actividade4 ,t4 ,,sinibaldi--,direito ,social ,la nature de l'homme et sa destine1 les intrts de la famille et ceux de l',etat sont tels qu'il n'est pas possible de les sparer de l'ide de ,dieu ou de la religion4 ,son oubli entraine tous les dsordres2 elle est ncessaire la prosprit mme matrielle de la prsente4 ,par la religion1 la vie individuelle et la vie sociale s'orientent dans leur vrai sens1 c'est--dire vers ,dieu4 4444444444444444444444444444444444444444 4444444444444444444444444444 ,la socit1 pour atteindre sa perfection1 a besoin de liberte1 de justice et de dvouement1 alors que les passions humaines sont toujours prtes enfanter l'goisme1 l'injustice et le despotisme4 ,seule1 la religion a rendu aux hommes leur pleine libert2 seule1 elle assure dans les relations publiques et prives les bienfaits de la justice2 seule1 elle inspire au coeur humain les dvouements continus et les hrosmes cachs1 meme quand il n'y a aucun espoir de rcompense humaine4 ,,mr4 ,,dehon--,la ,religion ,quando se tem assistido de perto a este espectaculo1 pode avaliar-se a influencia do ,christianismo nas nossas modernas sociedades1 pois elle que traz o pudor1 a doura1 a humanidade e que1 entre ns1 conserva a honradez1 a boa f e a justia4 ,nem a razo philosophica1 nem a cultura artistica e litteraria1 nem a honra feudal1 militar e cavalheiresca1 nem os codigos1 nem os governos1 nem as administraes podem substituil-o n'esta obra benefica4 ,,taine--,orig4 de la ,france contemporaine ,no existe povo algum1 por inculto e selvagem que seja1 que no tenha f em ,deus1 apesar de no conhecer-lhe a essencia--,omnibus de diis opinio insita est nec ulla gens usquam est adeo extra legisque moresque projecta1 ut non aliquos deos credat4 ,,cicero--,de ,legg4 ,i1 #bd4 ,os principes e as republicas1 que desejam manter-se incorruptos1 devem sobretudo manter incorruptas as cerimonias da ,religio e prestar-lhes a devida venerao4 ,porquanto o desprezo do culto divino o maior indicio da ruina d'uma provincia4 ,,macchiavelli--,la mente di un uomo di stato 7,l4 ,i1 c4 #ac7 #aa ,e na verdade1 supprimi o temor de ,deus e o respeito devido s suas leis2 deixae cahir o descredito sobre a auctoridade dos principes2 dae livre curso e animao mania das revolues2 soltae as redeas s paixes populares2 quebrae todo o freio1 excepto o dos castigos1 chegareis pela fora das circunstancias ao transtorno universal e ruina de todas as instituies444 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa4--,enc4 de #bj d',abril #ahhd #ab ,o mal que ellas fazem revela-se de tempos a tempos1 por terriveis revolues religiosas ou politicas4 ,mas1 ainda que no succedessem d'estas exploses assustadoras1 o mal no seria menos real2 com effeito para que podem servir estes recrutamentos mysteriosos1 estes juramentos que collocam seus adeptos inteira disposio de chefes mais ou menos conhecidos1 essa disciplina de ferro que arrasta algumas vezes os adeptos at o assassinato8 ,occultar-se para deliberar e para obrar1 no d nem bom exemplo1 nem boa esperana4 ,,dr4 ,j4 ,,didiot--,sociedades secretas #ac ,existe no mundo um certo numero de seitas que apesar de se differenarem umas das outras no nome1 nos ritos1 na forma e na origem1 se assemelham e ajustam entre si pela analogia do escopo e dos principios essenciaes4 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa--,enc4 de #bj d',abril de #ahhd #ad ,empregando a um tempo a audacia e o ardil1 7a ,sociedade secreta7 invadiu todas as classes da gerarchia social e comeou a tomar no seio dos ,estados modernos um poder que quasi equivale soberania4 ,d'esta rapida e formidavel alastrao resultaram precisamente para a ,egreja1 para a auctoridade dos ,principes1 para o bem publico1 os males que os nossos predecessores haviam previsto desde muito tempo4 ,e somos j chegados a ponto de haver motivo para conceber os mais serios receios pelo futuro2 no certamente quanto ao que diz respeito ,egreja1 cujos solidos fundamentos no podem ser abalados pelos esforos dos homens1 mas relativamente segurana dos ,estados1 no seio dos quaes se tornaram poderosissimas444 ,,le,o ,,xiii1 ,,papa--,idem #ae ,por terra a tunica em pedaos ,agonisando a ,patria est4 ,mocidade1 oio os teus passos6444 ,beija-a na fronte1 ergue-a nos braos1 ,no morrer6 4444444444444444444444444444444444444 4444444444444444444444444444444444444 ,rasga o teu peito sem cautella1 ,d-lhe o teu sangue todo1 v6 ,mocidade1 heroica e bella1 ,morre a cantar6444 morre444 porque ella ,reviver6 ,,guerra ,,junqueiro--,finis ,patriae