,libr>y ( ,portugal 7,biblioteca ,nacional de ,portugal747 99,nota de editor399 ,devido quantidade de erros tipogrficos exi/5tes ne/e texto1 =am tomadas vrias decises quanto v]so f9al4 ,em caso de dvida1 a grafia foi mantida de acordo com o orig9al4 ,no f9al de/e livro encontr> a li/a de erros corrigidos4 ,rita ,f>9ha 7,jan4 #bjaj7 ,,planta,o ,,dos ,,algod,,es ,j4 ,s4 ,bett5c\rt ,,memoria ,,sobre ,a ,,planta,o ,,dos ,,algod,,es4 ,,memoria ,,sobre ,a ,,planta,o ,,dos ,,algod,,es1 ,e sua exportao2 sobre a decad5cia da ,lav\ra de m&iocas1 no ,t]mo da ,villa de ,camam1 ,com>ca dos ,ilhos1 ,gov]no da ,bahia1 ,,appres5tada1 ,e ,,(f]ecida ,a ,,sua ,,alteza ,,real ,o ,,pr9cipe ,,d ,,brazil ,,nosso ,,s5hor1 ,,por ,,jos ,,de ,s ,,bet5c\rt1 ,ba*>el ,=mado pela ,univ]sidade de ,coimbra3 e actualm5te enc>regado em exames de ,hi/oria ,natural na ,capitania da ,bahia2 c4 ,,anno4 ,m4 ,,dcc4 ,,xcviii4 ,na ,(fic9a de ,simo ,?addeo ,f]reira4 ,,s5hor4 ,eu t5ho a honra de apres5t> a ,v4 ,a4 ,r4 o breve resumo das m9has p\cas obs]vaes sobre a plantao dos ,algodes1 sua exportao2 e tambem das causas da decad5cia da lav\ra de m&iocas no t]mo da ,villa de ,camam1 que olhadas por ,v4 ,a4 ,r41 ,pai commum1 s] a dita lav\ra dos ,algodes hum dos maiores ramos d nosso ,comm]cio p>a felicidade da ,nao1 e riqueza da ,capitania da ,bahia1 onde a ,natureza tem depositado os ,!s\ros1 de que s he capaz a sua lib]alidade4 ,esp]o que ,v4 ,a4 ,r4 haja de acolh] com a gr&eza d seu ,real ,corao os bons desejos1 que t5ho1 d s]vio de ,v4 ,a4 ,r41 da felicidade d ,paiz1 e augm5to da ,nao1 no breve discurso1 que t5ho a honra de apres5t> a ,v4 ,a4 ,r4 de quem s\ com o maior respeito1 e v5]ao ,vassalo ob$i5te ,jos de ,s ,bet5c\rt4 ,a ,t]ra1 mais rica na sua sup]ficie1 que nas suas entranhas1 s]ve de !atro ,sbia ,natureza1 que a r5ova todos os dias1 com z suas produces2 faz5do succ$] por meio das diff]5tes1 e multiplicadas sem5tes outras tantas especies de vegetaes1 que cobrem a sup]ficie d nosso ,globo1 e fazem a felicidade dos seus habitantes4 ,ella rep>te com gr&e sab$oria os seus dons1 e faz que se propaguem sobre os diff]5tes t]r5os1 que lhes so proprios1 j pela qualidade d seu humus1 j pela natureza d clima1 sem que a de/ra mo d ,agricultor os possa faz] propag> sua vontade3 assim vemos1 que z plantas da ,europa com difficuldade se propago em beiram> d ,brazil2 e algumas que =a de trabalho crescem1 e propago1 a sua produco he debil1 e sem que os ,lavradores posso tir> z vantag5s1 que se tiro na ,europa1 como vemos1 e se obs]va na v9ha1 que mal satisfaz a curiosidade d cultivador1 sem que a produco corresponda ao trabalho4 ,outras1 que vegeto1 e no propago1 como a oliveira1 c4 outras de tal sorte amantes d seu paiz1 que no vegeto1 nem propago4 ,o mesmo1 que obs]vamos nas plantas da ,europa1 cultivadas no ,brazil1 se obs]va nas plantas de/e levadas p>a a ,europa1 que s vivem em cazas de vidraz1 subm9i/r&o-se-lhes com e/ufas o calor1 que lhes he necess>io p>a a sua vegetao4 ,o ,agricultor pde modific> o t]r5o1 faz5do-o mais ou m5os gordo1 mais ou m5os poroso1 appropri&o-o natureza da sua lav\ra1 mas no o clima em gr&e1 que influe na maior p>te da vegetao4 ,eu no me co em ref]ir z diff]5tes obs]vaes dos ,filos(os1 p>a prov>1 que o clima influe mais na vegetao1 d que a t]ra1 por s] e/a mat]ia huma1 e muitas vezes discutida1 e provada2 porque s5do a t]ra a mesma em toda a p>te1 e susceptivel de receb] z modificaes d ,agricultor1 vemos que ha gr&e difficuldade em se faz] propag> z plantas de diff]5tes climas transplantadas2 e a9da que saibamos1 confrme os v]dadeiros pr9cpios de ,agricultura1 e de ,*ymica1 que a t]ra he o meio1 no qual se faz a g]m9ao1 e que no s]ve s de laboratorio1 confrme o ,abbade ,tessi] aos succos1 que lhes so de/9ados2 mas que entra tambem em gr&e p>te na sua composio1 seja ella att5uada d modo1 que =1 o que a9da exi/e nos occultos segr$os da ,natureza1 que o homem no pde p]ceb]1 o que se conhece pelo residuo dos vegetaes queimados2 com tudo outras muitas exp]i5cias prvo1 que o ar he muito necess>io p>a a p]feita vegetao1 e que entra em gr&e p>te na sua composio4 ,a necessidade1 que os vegetaes tem de agua p>a a sua vegetao1 he por todos bem conhecida1 no s5do demasiada1 assim como o calor1 que he o pr9cpio vivificante1 o que tudo coop]a1 p>a que z plantas creso1 e produzo1 confrme a qualidade d clima2 que lhes he analogo4 ,eu me no demoro em relat> !orias sobre o pr9cpio da vegetao2 porque i/o s]a exc$] o plano1 que me proponho2 s me ba/a prov>1 que o clima diff]5te influe ne/a1 ou naquella lav\ra1 p>a que o ,agricultor p]ceba z utilidades com vantagem4 ,a mesma diff]5a1 que obs]vamos nos ,paizes da ,europa em relao aos de beira m> d ,brazil1 se obs]va ne/es a respeito dos d ,s]to1 ou t]ra d5tro1 onde so z e/aes mais regul>es1 e z *uvas vem em tempos det]m9ados1 e con/antes1 o que faz1 com que a lav\ra seja igual1 e sempre c]to o tempo da plantao4 ,o t]r5o da ,villa d ,camam1 que fica entre #ad1 e #ae gr41 desviado da ,bahia ao ,sul #bd legoas1 he o ,paiz mais irregul> nas suas e/aes1 que t5ho vi/o1 porque1 qu] seja de v]o1 qu] de inv]no1 sempre z *uvas so cont9uadas2 e o calor no v]o1 confrme o t]mometro de ,fahr5heit1 no *ega a mais de #hj gr4 e meio#a1 o que faz1 com que z plantaes se con=mem irregul>idade d clima1 e se no possa nelle cultiv> com vantagem1 s5o ,m&iocas1 ,cafs1 ,arroz1 e ,cacau1 e no o ,algodo1 que he o pr9cipal objecto2 porque1 a9da que cresa nas boas t]ras de beira m>1 a sua cultura se no pde faz] com proveito1 vi/o que o t]r5o lhe no he to proprio1 e a irregul>idade d clima r\ba ao ,lavrador z suas esp]anz1 v9do z *uvas no tempo da colheita1 a de/ruir1 e apodrec] o ,algodo1 a9da nos seus capulhos4 ,e/a irregul>idade se obs]va nos ,paizes1 que fico ao ,sul da ,bahia entre #ac1 e #bj gros1 onde se no conhece v]o1 nem inv]no#b1 s5o pelo mais1 ou m5os calor1 confrme os v5tos1 que re9o ne/as duas e/aes2 e nunca o frio exc$e de #fj at #ee gr4 d mesmo t]mometro1 tempo1 em que re9a o v5to ,sul1 que sempre he acompanhado de *uvas4 ,a #ad legoas da ,villa de ,camam1 faz5do cam9ho de ,oe/-,sudue/e at encontr> z m>g5s d ,rio das ,contas1 onde conf9o z matas grossas1 com z ,cat+as altas#c1 e vo conf9> a #ab legoas com z ,cat+as baixas#d1 j a regul>idade d clima se confrma com a f]tilidade d t]r5o1 muito proprio p>a todas z plantaes1 p>ticul>m5te1 p>a a lav\ra d ,algodo1 onde se a*a silve/re no meio das ditas ,cat+as4 ,e/e t]r5o1 que fica a #bf legoas de beira m> sep>ado pela mata1 a qual vem a conf9>1 com z que os naturaes d ,paiz *amo ,cat+as grossas1 he sem dvida o mais proprio p>a a dita lav\ra1 porque o ,algodo dome/ico1 huma vez plantado1 se cons]va por muitos annos1 a9da sem n5hum b5eficio1 como o encontrei na ,faz5da d ,rio das ,contas1 onde t9ha sido plantado havia dezoito annos1 e se cons]vava no meio das ,capoeiras#e1 com tanto vigor1 como se fosse novam5te plantado4 ,todo o ,s]to da borda d ,rio das ,contas tem a mesma propri$ade3 toda a mata1 que fica entre o dito ,rio das ,contas da p>te d ,sul1 e o ,rio d ,gragongi1 confrme a f dos b&eiri/as#f1 possue z mesmas qualidades4 ,e/e va/o t]r5o1 que pr9cipia a #ac legoas da beiram>1 he cortado de ,sue/e1 a ,noroe/e pelo ,rio das ,contas1 susceptivel de navegao de gr&es canoas1 e outros muitos rios1 que vem cruz> com elle1 tanto da p>te d ,norte1 como d ,sul1 sem a mesma facilidade de navegao1 os da p>te d ,norte so o ,ribeiro de ,area2 ou ,montanha1 ,g5ipapo1 ,manag5i1 ,rio das ,p$ras1 ,rio ,preto4 ,todo o ,s]to da ,conqui/a desde a faz5da d ,rio das ,contas1 faz5do cam9ho de ,sul1 que s] de #dj legoas1 tem a mesma propri$ade1 no s pela qualidade d t]r5o1 como tambem pela regul>idade d clima1 que he tanto mais regul>1 quanto mais se affa/a da beiram>4 ,a m>gem d ,rio ,gavio1 que vem faz] b>ra com o ,rio das ,contas1 segu9do o rio o cam9ho de ,oe/e1 he igualm5te propria p>a a sobr$ita lav\ra4 ,os propriet>ios das faz5das1 que conhecem z vantag5s de/a lav\ra1 a no fazem pela razo1 que logo exporei1 qu&o fall> da sua exportao4 ,a planta1 que produz o ,algodo1 entra na ,classe ,monadelphia ,ordem ,poly&ria1 g5]o ,gossypium4 ,l9eu1 se s]vio1 p>a di/+uir z especies1 das diff]5z das folhas1 e das gl&ulas1 que se a*o em algumas especies1 e no em outras1 cujo conhecim5to s fica p]t5c5do aos ,filos(os1 e no ao d vulgo2 razo porque me s]vi da diff]5a das sem5tes1 e d plo1 que z cobre1 confrme z suas cores1 por s] hum c>act] con/ante no ,paiz1 e conhecido de todos1 que fazem uso de/a cultura1 a9da que em pequ5o2 e da unio de/as mesmas sem5tes1 ao que *amo c>oo inteiro1 ou dividido4 ,p>a se cultiv> o ,algodo ba/a d]rib> z ,cat+as altas1 ou ,cat+as baixas1 logo que o tempo secco convida p>a e/e trabalho1 que he d mez de ,junho por diante1 e se deixo secc> at o mez de ,setembro4 ,os ,soes1 que ne/e tempo so ard5tissimos1 secco z madeiras de tal sorte1 que qu&o z *uvas aviso aos habitantes da sua *egada pelos gr&es troves1 que co/umo hav] muitos dias antes1 lhes lano fogo1 que r$uz tudo a c9zas1 deix&o a sup]ficie da t]ra limpa1 p>a se faz] a plantao1 sem maior incmmodo1 fic&o a t]ra e/rumada1 e f]til pelo alkali vegetal4 ,a lav\ra se faz com enxadas1 abr9do covas de oito em oito ps1 onde se lano z sem5tes#g1 e se cobrem com p\ca t]ra2 e porque o t]r5o fic>ia muito ocioso s com e/a planta pela gr&e di/ancia1 que se lhe d p>a a sua ramificao1 em quanto no *ega ao seu maior crescim5to1 e por se no v] o ,lavrador obrigado a alimp> a t]ra1 que fica ne/e espao1 das h]vas1 que nascem sem maior proveito1 lhe planta o milho1 e feijo1 que tudo cresce igualm5te1 sem que fao damno ao ,algodoal4 ,a e/ao1 que comea a s] *uvosa1 no cssa de reg> a lav\ra regul>m5te todas z t>des1 e muitas vezes noite1 v9do de manh o ,sol at o meio dia anim> a lav\ra2 algumas vezes acontece virem z *uvas de oito em oito dias1 por int]vallos1 no mez de ,outubro1 at *eg> a meiados de ,novembro1 tempo1 em que ellas so con/antes4 ,a f]tilidade d t]r5o faz cresc] com z plantas1 outras muitas h]vas1 que o ,lavrador he obrigado a arrancallas1 ou sa*allas p>a desaffog> a sua lav\ra1 que ento cresce prodigiosam5te2 e qu&o se d a primeira limpa1 se arranco os ps de ,algodo sup]fluos na cova#h1 deix&o s d\s1 que se capo1 qu&o a planta j tem altura suffici5te p>a brot> novos galhos ao r$or d tronco1 e faz] com e/a op]ao maior lucro na colheita4 ,no mez de ,fev]eiro co/umo os ,lavradores d> a segunda monda sua lav\ra1 confrme z suas diff]5tes occupaes1 e abundancia da h]va1 que torna a r5asc] depois da primeira limpa4 ,no mez de ,maio se faz a colheita d milho1 e d feijo1 deix&o o t]r5o desemb>aado1 e limpo1 p>a no mez de ,julho se d> pr9cpio colheita d ,algodo1 que cont9a at o mez de ,outubro1 e ,novembro1 tempo1 em que se pdo os ,algodoeiros1 p>a no segundo anno d>em huma f]tilissima colheita4 ,a necessidade1 que no cssa de ameaar o ,lavrador1 o disp]ta a cont9u> o mesmo trabalho1 p>a t] c]ta a su/5tao de milho1 e feijo1 que j no pde s]1 s5o em t]r5o novo1 que s]ve p>a augm5t> a dita plantao com a mesma regul>idade4 ,de/e modo v]ia o ,lavrador cresc]1 com o seu trabalho1 z suas riquezas1 no s pela felicidade da lav\ra1 seu r5dim5to1 e durao da planta1 como pela dim9uta despeza no seu fabrico1 se hum ob/aculo lhe no emb>aasse a execuo de hum plano to util ao ,comm]cio1 e ao ,e/ado4 ,o ,abbade ,tessi] no seu discurso prelim9> sobre a ,agricultura se expressa da maneira segu9te4,o mais pod]oso meio de d> ,agricultura toda a actividade1 de que pde s] susceptivel1 he pratic> cam9hos de communicao em os ,paizes1 onde os no ha1 e canaes navegaveis p>a transporte das m]cadorias1 c4 c4 ,encyclop$ia ,diction>io de ,agric1 pag4 #bj4 ,no he a falta d cam9ho1 que faz o emb>ao da exportao1 mas sim a falta de segurana de/e mesmo cam9ho p>a socego1 e frequ5cia dos vi&antes1 que1 na travessa da mata1 se vm accommettidos d ,b>b>o ,g5tio ,cota*s1 priv&o-os da facilidade de transport>em z suas c>gas pelo rio abaixo at o ,ribeiro da ,ara1 que fica a #ac1 at #ad legoas da ,villa de ,camam1 de donde se podem muito bem conduzir em cavalgaduras1 p>a de/e porto s]em enviadas p>a a ,capital1 se h\vesse naquelle lug> hum corpo de hom5s1 que os fizessem cont] nos seus limites1 repell9do a =a das invases4 ,e/e cam9ho1 em outro tempo ab]to por ,ordem d ,excell5tissimo ,manoel da ,cunha ,m5ezes1 qu&o gov]n\ a ,bahia1 t]m9&o na e/rada1 que vai p>a os ,m>acazes1 dirigida dos ,s]tes da ,conqui/a1 que fico abaixo das ,contag5s de ,rio ,p>do1 e ,tocajs1 se fe*\1 no s pela infe/ao d ,g5tio1 mas pelo longe1 mo passo1 e falta de pa/ag5s p>a os animaes1 o que conhec5do eu bem1 obrigado da necessidade dos animaes precisos p>a o co/eam5to dos meus ,eng5hos1 pela mis]ia1 e la/imosa necessidade d povo1 me resolvi a faz] outro1 segu9do diff]5te rumo1 onde ga/ei tres annos sem adjutorio d povo1 nem da ,cam>a1 nem d\trem1 p]d5do em todo e/e tempo o lucro das m9has lav\ras1 e o fiz muito mais p]to1 e por hum t]r5o1 que o acaso subm9i/r\ com algumas pa/ag5s4 ,no he preciso p>a segurana de/e cam9ho mais1 que huma ,povoao de ,judios mansos *amados ,mongois no ,ribeiro da ,ara4 ,no so os p>ticul>es1 que tem e/e pod]2 mas sim o ,gov]no1 onde exi/e a ,rgia ,au?oridade4 ,eu no conheo hom5s mais aptos p>a e/e fim1 d que a dome/ica ,nao dos ,indios ,mongois1 no s pelo seu gr&e valor1 e intrepidez1 como por s]em huns hom5s aco/umados vida silve/re1 e que a maior p>te d tempo vivem da cassa1 e da pesca1 a9da que sejo ,agricultores1 e amantes da lav\ra1 no s(fr5do maior detrim5to1 em quanto crescem no primeiro anno z suas lav\ras1 e desejo i/o mesmo1 confrme o que me diss]o1 pelas razes1 que v\ d>4 ,primeira1 porque ha muito tempo no recebem z f]ram5tas1 que co/umavo receb] por ,ordem d ,gov]no4 ,segunda1 porque na gr&e di/ancia1 em que moro1 no tem1 quem repres5te z suas necessidades ao ,gov]no p>a z rem$i>4 ,t]ceira1 porque se vm opprimidos1 sem pod]em faz] z suas lav\ras1 e z que fazem1 s]em de/ruidas pelos animaes dome/icos dos habitantes4 ,qu>ta1 pela oppresso1 que s(frem1 de quem os gov]na1 sem que o longe lhes p]mitta a facilidade1 de se pod]em queix>4 ,qu9ta1 porque o t]r5o da beira d ,rio he mais abundante de cassa1 e peixe1 e muito f]til2 e s5do ahi animados de huma prud5te adm9i/rao1 de que so muito susceptiveis1 podem faz] a sua felicidade1 de que resulto ao ,e/ado z segu9tes vantag5s4 ,primeira1 confrme o que me diss]o1 qu&o aqui *egro na exp$io da ,b&eira contra os ,cota*s1 logo1 que elles viessem p>a a beira d ,rio1 z outras ,aldz da sua mesma ,nao1 que a9da no sahro das matas1 se virio encorpor> com elles1 assim que lhes con/asse da sua felicidade1 debaixo da doce adm9i/rao1 e proteco d ,e/ado4 ,segunda1 e/es hom5s conciliados1 debaixo da direco de hum ,director des9t]essado1 s]o outros tantos val]osos soldados1 que com facilidade dalli melhor podem s] *amados1 confrme z necessidades da beiram>1 d que d fundo dos ,s]tes1 onde pres5tem5te habito4 ,t]ceira1 fic&o a e/rada livre da infe/ao dos ,cota*s1 o ,comm]cio s] livre aos vi&antes1 p>a com segurana traz]em z suas m]cadorias1 de cuja facilidade resulta a animao de huma lav\ra to importante1 s]v9do e/es hom5s1 p>a export>em nas canoas z gr&es sommas de ,algodo1 que a emulao f> cultiv> em todo o va/o t]r5o d baixo ,s]to da ,r]aca#i1 ,conqui/a#aj1 e ,borda da mata1 e das m>g5s de muitos rios navegaveis1 que vem t] ao dito ,rio das ,contas4 ,qu>ta1 o pod]-se frequ5t> a dita ,e/rada da beira d ,rio p>a a ,villa d ,camam1 por fic>em os moradores livres d receio das invases dos ,cota*s1 que se entranh>o pelas matas d ,sul1 logo que s\b]em da resid5cia de/es hom5s na beira d rio1 to val]osos1 e de/ros no s no manejo das suas armas1 como das nossas4 ,qu9ta1 o gr&e ,comm]cio de ,ipeccuanha1 que elles podem faz]1 tir&o-a nas m>g5s d mesmo ,rio das ,contas1 ,ribeiro da ,ara1 e matas d ,gragongi1 onde ha com abundancia4 ,he exp]im5tado na ,agricultura1 que a falta de animaes p>a o seu fabrico faz a sua decad5cia4 ,e/a v]dade1 que tem sido provada em muitos ,paizes1 confrme os ,abbades ,rosi]1 e ,tessi]1 gr&es escritores1 e ,me/res de/a ,sci5cia1 no deixa de s] la/imosam5te comprovada ne/e ,paiz1 que s5do1 em outro tempo1 abundante de f>9has1 unico comm]cio1 que fazia p>a a ,capital1 hoje se v r$uzido ultima mis]ia de sorte1 que a exportao1 que pres5tem5te se faz p>a a ,bahia1 de/e g5]o to necess>io1 he1 p>a a que se fazia em outro tempo1 como de #a p>a #ajjj4 ,a razo de/a decad5cia he bem conhecida4 ,em quanto havio matas virg5s borda d m>1 ou de muitos rios navegaveis1 que entro algumas legoas t]ra d5tro1 a lav\ra se fazia com facilidade1 e com a mesma se conduzio z f>9has s co/as dos escravos1 e de p\cos animaes p>a os prtos de emb>que4 ,hoje porm que j z t]ras da borda d'agua e/o r$uzidas a ,capoeiras1 huma1 e muitas vezes plantadas1 e m9adas de =migueiros1 de/ruidores da m&ioca1 he o producto da lav\ra nas capoeiras1 p>a o producto1 que tiravo os ,lavradores nas matas virg5s1 como de #e at #aj1 p>a #dj1 #ej1 #fj1 e p>a #ajj1 o que se prva pela tradio dos antigos ,lavradores1 e pelo preo das f>9has desse tempo1 que nunca exc$]o a #dhj1 s5do o preo usual de #bdj1 a #cbj o sacco#aa1 e o seu preo actual #abhj1 a #afjj1 sem esp]anz de melhoram5to1 porque sempre o preo he na razo inv]sa da abundancia d g5]o4 ,os pvos humildes por sua natureza1 e pela creao mui grosseira1 se no animo a procur> melhoram5to1 no s pela pequ5hez d seu animo1 como por lhes falt>em os animaes necess>ios1 p>a conduzirem de mais longe z suas f>9has4 ,a falta de aougue he outro ob/aculo4 ,os ,pvos1 no t5do huma c]ta su/5tao1 no se animo a ap>t>em-se dos mangues1 p>a lhes no falt> o su/5to d ,c>angueijo#ab4 ,nas tres legoas1 da borda dos rios p>a d5tro1 e/o z boas t]ras de lav\ra de m&iocas1 que pela sua gr&e produco1 se os ,lavradores se animassem a entr>1 t5do abundancia de animaes p>a transporte das suas f>9has1 como se v na ribeira de ,naz>1 f>io r5asc] a abundancia de/e g5]o to precioso ne/e paiz4 ,outros muitos e/abelecim5tos de ,eng5hos de assuc> se pod]io faz]1 de que result>io ao ,e/ado gr&es vantag5s1 se h\vesse no ,paiz abundancia de animaes1 o que no succ$e pela falta de ab]tura ou de e/rada4 ,a ,agricultura entretem de d\s modos o comm]cio1 tanto int]ior1 como ext]ior1 faz5do propag> os g5]os de exportao p>a z manufacturas1 e os que se consomem na t]ra1 e s]vem de su/5tao4 ,faz a base fundam5tal da felicidade dos ,pvos1 e da riqueza d ,e/ado4 ,o ,arraial d ,caitit1 que fica #cj legoas inda acima das ,cabeceiras d ,rio das ,contas1 que di/a #acj legoas1 ou p\co m5os d primeiro porto de emb>que1 que he na ,villa da ,ca*oeira1 era #be annos pobre1 des]to1 e s manejava o dim9uto comm]cio de gados1 mas de muito pobres faz5das se v hoje o mais rico daquelles ,s]tes1 depois que d]o pr9cpio cultura d ,algodo1 hav5do nelle gr&es ,lavradores1 pela facilidade1 e segurana de faz]em desc] por huma e/rada frequ5tada os seus g5]os4 ,os ,pvos de ,m9as ,novas1 a exemplo de/es1 no ob/ante o s]em duas vezes mais remotos d porto de emb>que1 fiz]o o mesmo1 a pez> d gr&e disp5dio na exportao3 ora se e/es ,pvos1 a pez> da gr&e di/ancia1 a*o utilidade ne/a lav\ra to recomm5dada pela nossa ,academia das ,sci5cias de ,lisboa sobre o ,algodo da ,p]sia1 em que logo fall>ei1 que vantag5s no t]o os que cultiv>em borda da mata d nosso ,s]to1 que e/ to p]to1 a9da hav5do a facilidade de se conduzirem z c>gas pelo rio abaixo em canoas1 at o ,ribeiro da ,ara1 s5do o t]r5o o mais proprio1 que se conhece p>a a dita lav\ra4 ,z sem5tes d ,algodo da ,p]sia1 que me =o entregues com a norma impressa da sua cultura1 eu fiz plant> em diff]5tes tempos1 e no nascro1 por j t]em o g]me de/ruido1 e ass5to que se dev]io m&> vir frescas1 mettidas em vasos de vidro tapados1 se possivel =1 h]meticam5te1 e se pod]em vir logo em direitura muito melhor s] p>a no padec]em z sem5tes alt]ao na p>te oleosa1 que contm a polpa1 que cobre o g]me1 ou plumula4 ,o ,algodo da ,india1 que c temos1 tem nas sem5tes alguma semelhana com o ,algodo da ,p]sia1 por s]em alguma c\sa cob]tas de hum plo branco1 porm no tanto1 como o da ,p]sia2 a sua flr he de hum v]melho cr de fogo1 c>act] di/9cto d ,algodo de ,macass>1 o qual a9da cons]vamos em muito pequ5a quantidade1 por s] mais difficil no colh]1 porm ba/ante p>a se pod] augm5t> a plantao2 reliquias que nos ficro dos g5]os da ,india1 que em outro tempo aqui =o cultivados1 como a ,canella1 a ,pim5ta1 o ,g5gibre1 e o mesmo ,algodo1 de que remetto o exemplo na pequ5a caixa das amo/ras1 onde vo seis qualidades de ,algodo2 a sab]4 ,algodo de c>oo inteiro1 comprido1 e preto1 que he de muita vantagem na sua cultura1 porque he mais f]til em la1 inda que de qualidade mais sp]a1 como se pde v] na amo/ra1 que remetto1 e s pde s]vir p>a z obras mais grossas4 ,*amo a e/e ,algodo vulg>m5te d ,m>anho2 cuja arvore he de m5os durao4 ,algodo de c>oo inteiro1 e preto1 porm no to comprido1 como o d ,m>anho1 a que *amo ,algodo vulg>2 a sua la em tudo se assemelha d ,m>anho1 porm tem diff]5a por s] o seu fio mais fraco1 que o d ,m>anho1 porm a sua arvore he de mais durao4 ,algodo de c>oo unido1 cob]to de hum plo p>do1 a que *amo ,algodo de c>oo p>do1 f]til em la mais macia1 e doce1 que a d ,m>anho1 e produz hum fio =tissimo3 a sua arvore he de ba/ante durao4 ,algodo de c>oo unido1 cob]to de hum pllo v]de1 a que *amo ,algodo de c>oo v]de1 a sua la he abundante1 doce1 br&a1 e =te no fi>3 a sua arvore he de huma gr&e durao4 ,e/as duas qualidades podem s]vir p>a obras mais delicadas como cassas vulg>es4 ,algodo de c>oo inteiro1 e preto1 de la p>da1 ou cr de ganga2 a sua la he muito macia1 e =te3 a sua arvore he duravel1 pde s]vir p>a se faz]em z gangas1 e outras obras de fu/es1 em que entrem li/ras cr de gangas4 ,algodo da ,india de c>oo dividido1 cob]to de hum pllo branco bem semelhante aos c>oos1 ou sem5tes d ,algodo da ,p]sia1 de que j fallei3 a sua la he de hum branco f9o muito doce1 que produz hum fio =te1 capaz p>a z obras mais delicadas1 como cassas de sopro1 c4 ,algodo da ,india de c>oo preto sem s] cob]to1 e dividido2 a sua la he igual d prec$5te com a diff]5a de que o c>oo no tem pllo2 a maa he maior1 e os casulos1 ou capu*os mais abundantes de la3 tambem tem a diff]5a nas arvores1 porque a d c>oo preto he mais crescida1 qu&o a d c>oo cob]to he muito ra/eira1 a9da que a sua durao seja igual1 pois1 s5do cultivadas em t]r5o f]til1 e e/rumado1 aturo muitos annos4 ,z arvores1 que produzem o ,algodo de c>oo p>do1 v]de1 e preto1 vulg>1 e de cr de ganga1 so p]si/5tes1 e aturo muitos annos2 a d ,m>anho no *ega a atur> d\s annos ne/e ,paiz1 a9da que no ha exemplo da sua cultura no ,s]to1 onde o t]r5o he mais proprio p>a a dita lav\ra1 e atura hum p de ,algodo entre o mato sem n5hum b5eficio #be annos1 e muito mais1 porque a9da exi/em alguns1 que j tem e/a idade4 ,temos outras duas qualidades de ,algodo silve/re1 que se encontra em abundancia nas ,cat+as m>gem d ,rio das ,contas1 t5do ambas z mesmas propri$ades d ,algodo da ,india1 tanto nas sem5tes1 como nas arvores s com a diff]5a1 de que huma de/as especies tem a la p>da1 e sp]a por falta de cultura4 ,o ,algodo dome/ico1 cultivado nas ,cat+as1 d hum producto consid]avel1 o qual se pde v] na taboa analitica d r5dim5to d ,algodo4 ,a execuo de/as vi/as importantes1 no pde p]t5c] a outrem1 s5o ao ,rei1 porque ellas p$em despezas1 que exc$em =tuna dos p>ticul>es1 e necessito da animao das ,ord5s1 e d pod] d ,sob]ano1 p>a transport> casaes de ,ilheos1 d mesmo modo1 que se fez p>a a ,ilha de ,santa ,ca?>9a1 p>a d> maior avano cultura dos ,algodes1 e cultiv>-se hum t]r5o1 que pde su/5t> muitos milhes de ,vassallos de ,sua ,mage/ade1 e descobrirem-se imm5sos !s\ros1 que se a*o sepultados debaixo das matas1 que1 por falta de cultura1 se no conhecem2 e em quanto o ,e/ado no d sobre e/e importante objecto z provid5cias precisas1 ba/a que o ,gov]no det]m9e a resid5cia dos ,indios ,mongois na beira d ,rio1 p>a que fic&o a e/rada livre das invases dos ,cata*s1 se d pr9cpio a huma to importante lav\ra1 como tambem p>a que possa por ella desc] todo o ,salitre1 que se fabric> no s nos ,montes ,altos1 como em todo o t]r5o nitroso d ,ribeiro da ,giboia1 que fica a #dj legoas de beiram>1 de muito facil conduo1 faz5do-se primeiro conduzir em c>ros at o sitio *amado da ,passagem1 e dahi em canoas at o ,ribeiro da ,ara1 como t5ho j dito a respeito da exportao d ,algodo1 e com muita facilidade conduzir-se p>a o primeiro porto de emb>que3 no caso que seja o ,salitre1 o que torna z aguas da dita ,ribeira de hum go/o salgado frio1 s5do z t]ras das suas m>g5s ba/ante salgadas2 o que unicam5te obs]vei1 sem que podsse analysallas pela precipitao1 com que por ahi passei1 e no t] vasos sufici5tes p>a o pod] faz]3 po/o que t9ha a noticia1 de que ,joo ,gonalves da ,co/a fiz]a secc> huma poro de/e ,sal1 que dizia s] ,salitre1 e o t9ha trazido a e/a ,cidade da ,bahia no tempo d ,illu/rissimo ,gov]nador ,manoel da ,cunha ,m5ezes1 que1 lanado no fogo1 fazia a detonao1 deix&o pela sua impureza ba/ante t]ra2 porque o seu au?or no possuia os conhecim5tos precisos1 p>a faz] a p]feita deputao1 o que s pde decidir o exame filos(ico1 p>a ento se pod] v]ific>1 sem a m5or dvida1 inda que me affirmo pessoas de toda a f1 que a tal massa detonava ba/ante expo/a ao fogo2 e no s pde s]vir o b5eficio da dita e/rada p>a a facilidade da exportao de/e g5]o1 mas tambem de todos os ramos1 de que se segue to gr&es vantag5s ao ,comm]cio1 e por consequ5cia ao ,e/ado4 ,o =tunatos nimium1 sua si bona nor9t1 ,agricolas6444 ,virgil4 ,georg4 ,liv4 #b4 ,,descrip,o ,,das ,,diff]5tes ,,especies ,,de ,,algod,o ,,que ,,temos ,,no ,,brazil4 ,algodo d ,m>anho de ,c>oo inteiro1 e comprido4#ac ,a sua ma1 ou p]ic>pio comprida ba/ante grossa1 que contm nas suas valvulas1 ou cellulas tres capulhos1 ou capu*os na frase d ,paiz1 da huma abundante la1 que cobre nove at dez sem5tes unidas em hum s corpo1 a que *amo c>oo inteiro1 o qual tem de comprim5to pollegada e meia4 ,a sua arvore em beiram> da ,villa d ,camam s atura d\s annos1 e no ramifica como z outras1 porque da altura de tres palmos da t]ra1 onde o tronco he grosso ba/ante1 brota muitas v]gonteas1 sem que faa maior ramificao4 ,a sua la1 no deixa de s] a mais sp]a que c temos1 e pde s]vir p>a muitos usos4 ,algodo de c>oo p>do1 e inteiro4#ad ,a sua maa mais grossa1 que a prec$5te1 porm no to comprida1 contm de tres at quatro valvulas1 que enc]ro outros tantos capulhos1 ou capu*os de huma abundante la1 muito cl>a1 e doce1 que cobre nove sem5tes unidas em hum c>oo1 cob]to de hum pllo p>do1 o seu comprim5to he p\co mais de pollegada2 o fio1 que produz e/e ,algodo1 he =te1 e por isso se pde fi> bem delicado4 ,a sua arvore he grossa ba/ante1 e de huma gr&e ramificao1 atura muitos annos1 e por isso de gr&e vantagem4 ,algodo de c>oo v]de1 e inteiro4#ae ,a sua ma em tudo semelhante prec$5te1 contm quatro capulhos2 de huma la cl>issima1 e muito f9a1 que cobre nove sem5tes unidas cob]tas de hum pllo v]de1 c>act] di/9ctivo de/a especie2 e/e ,algodo produz hum fio =tissimo1 e por isso muito proprio p>a z obras mais delicadas4 ,a sua arvore he em tudo semelhante prec$5te1 e quasi e/as duas especies so analogas1 e s z diff]5a a cr d pllo1 que cobre os c>oos4 ,algodo de c>oo inteiro de la p>da cr de ganga4#af ,a sua maa he ord9>ia1 e produz tres ou quatro capulhos1 ou capu*os de huma la p>da1 que cobre hum c>oo inteiro1 e unido1 que he compo/o de sete e nove sem5tes4 ,a sua arvore he p]si/5te1 e de muita durao4 ,algodo vulg>4#ag ,tem z mesmas propri$ades que o ,algodo de ,m>anho1 unicam5te com a diff]5a d seu c>oo s] m5or1 compo/o de sete ou nove sem5tes1 e r>as vezes de dez4 ,a sua arvore he de gr&e durao4 ,algodo da ,india de c>oo dividido1 e cub]to de hum pllo branco4#ah ,a sua maa he pequ5a com tres quatro valvulas1 contm outros tantos capulhos de huma la f9issima1 muito alva1 que cobre sete sem5tes divididas1 que faz o c>act] d c>oo dividido4 ,a sua arvore he ra/eira1 e muito duravel4 ,e/a sem5te nos veio da ,india1 em companhia d ,cravo1 da ,canella1 e d ,g5gibre1 e se tem cons]vado at agora4 ,tambem temos outra especie de ,algodo da ,india de ,c>oo dividido1 e preto de la muito macia1 e alva4 ,a sua arvore he mais alta1 que a prec$5te4 ,temos a9da duas especies de ,algodo naturaes d ,paiz1 que se a*o silve/res nas m>g5s d ,rio das ,contas1 e bem semelhantes ao ,algodo da ,india1 tanto nas suas sem5tes1 como na sua arvore1 t5do huma das duas especies a la sp]a1 e p>da4 ,eu z fiz plant> em beiram>1 mas no tempo da fructificao1 z *uvas deitro abaixo z novidades1 sem fic> huma s maa4 ,a sua arvore he de gr&e durao4 ,,calculo ,,analytico4 ,hum escravo trabalh&o em ,algodo d de r5dim5to no ,s]to #bejjjj ,prepra t]ra p>a #ejj ps ,que do de la #fb e #af a razo de #d lib4 por p ,tirada de #acfd maz1 que produz cada p de colheita ord9>ia4 ,alm di/o planta o milho1 e feijo p>a o seu su/5to1 e p>a cre> porcos1 gall9has1 c4 ,o que melhor se conhece na ,taboa --,syn!tica4 ,,fim4 ,,calculo ,,syn!tico ,,d ,,r5dim5to ,,d ,,algod,o ,,d ,,c>o,o ,,p>do1 ,,v]de1 ,e ,,d ,,m>anh,o4 ,produco d ,algodo em ,ma ,capul4 ,gr4 ,oit4,lib4,arrob4,ps de ,preo ,algod4 ---------------------------------------- ----------------------------- ,huma maa contm #c at #d ---------------------------------------- ----------------------------- ,hum capulho d de ,la #i p4 m4 ---------------------------------------- ----------------------------- ,oito ditos do #a ---------------------------------------- ----------------------------- #ajbd ,capulhos do #a ---------------------------------------- ----------------------------- #ajbd ,capulhos r$uzidos a ,maz do #cda ---------------------------------------- ----------------------------- ,cada p de colheita ord9>ia d #acfd ---------------------------------------- ----------------------------- #acfd ,maz do de ,l #d ---------------------------------------- ----------------------------- ,cada trabalhador prep>a t]ra p>a #ejj ---------------------------------------- ----------------------------- #ejj ps do de ,algodo #fb-a_/b ---------------------------------------- ----------------------------- #fb arrob4 e #a_/b v5dido pelo preo corr5te da ,praa de #f3djj #djjjjj #fbe #fdjj ------- #bejjjj #cgej -------- #djjjjj7j ---------------------------------------- ----------------------------- #fb arrob4 e #a_/b no ,s]to v5dida a #d3jjj r5de #fbe #djjj -------- #bejjjj7j #bejjjj ,annuncio de huma mqu9a s+la de c>me> o ,algodo1 vi/a na ,*9a4 ,por 99 99 99 ,com huma ,e/ampa4 #a4 ,hum banco donde se ass5ta o c>meador4 #b4 ,huma v]ga flexivel4 #c4 ,hum cordo1 donde susp5de o arco4 #d4 ,gan*o de f]ro que engata na argola d arco4 #e4 ,hum arco de po4 #f4 ,huma corda de rabeco ba/ante grossa4 #g4 ,hum mao pequ5o com que bate na corda1 e com o d5te que tem1 pega na dita corda1 e pux&o p>a si1 faz hum e/remecim5to gr&e1 o que faz sacudir1 c>me&o1 divid9do todo o ujo4 #h4 ,argola de f]ro1 donde engata o gan*o ,n4o #d4 ,figura ,notas3 #a ,no maior calor1 que he d meiodia p>a t>de1 e muitas vezes no outro s *ega a #fj na mesma e/ao4 #b ,porque tanto *ove de v]o como de inv]no1 e muitas vezes o v]o he mais *uvoso1 e s a diff]5a das horas nos dias he que os faz di/+uir4 #c ,co t+a qu] diz] mato branco1 como so os de t]ras fracas4 #d ,cat+as baixas1 so mais baixas duas vezes1 que z ,cat+as altas4 #e ,capoeiras1 palavra ,europea sub/ituida por corrupo a ,brasiliana ,c cura1 rossa antiga4 #f ,b&eiri/as1 so os hom5s1 que encorporados debaixo de hum ,*efe atravesso z matas p>a seguirem os ,judios1 que assalto z propri$ades1 e e/radas1 ou mesmo p>a os amans>1 e cada hum delles sep>ado se *ama ,b&eiri/a4 #g ,ha huma obs]vao1 em que z sem5tes de ,algodo de c>oo inteiro se devem plant> com os c>oos unidos sem se dividirem1 p>a sahir o ,algodo com os c>oos unidos1 que s5do divididas z sem5tes1 assim produz o ,algodo com z sem5tes divididas4 #h ,porque se planta o c>oo inteiro4 #i ,nome proprio d lug>4 #aj ,nome proprio1 com que fic\ pela conqui/a dos ,indios ,mongois1 e/e lug>4 #aa ,sacco1 m$ida de d\s alqueires d ,brazil1 que corresponde a quatro alqueires de ,portugal4 #ab ,animal1 que vive na lama1 que he cob]ta de arvores1 a que *amo mangues1 e so banhados da m>4 ,g5]o canc]4 ,especie canc] hirsutus4 #ac ,g5]o ,gossypium de ,l94 #ad ,gossypium hirsutum4 #ae ,gossypium4 ,xilon ,am]icanum prae/antissimum sem9e viresc5te ,t\rnef4 #af ,gossypium4 ,b>bad5se de ,l94 ,algodo de ,sio4 #ag ,gossypium4 #ah ,gossypium arboreum de ,l94 ,algodo de ,macass>4 ,li/a de erros corrigidos ,aqui encontram-se li/ados todos os erros encontrados e corrigidos3 ---------------------------------------- ------------- ,orig9al ,correco ---------------------------------------- ------------- pg4 #i su8 sua ---------------------------------------- ------------- ,z v>iaes de nomes prprios =am mantidas de acordo com o orig9al4