,library of ,portugal 7,biblioteca ,nacional de ,portugal747 99,nota de editor399 ,devido quantidade de erros tipogrficos existentes neste texto1 foram tomadas vrias decises quanto verso final4 ,em caso de dvida1 a grafia foi mantida de acordo com o original4 ,no final deste livro encontrar a lista de erros corrigidos4 ,rita ,farinha 7,jan4 #bjaj7 ,,planta,o ,,dos ,,algod,,es ,j4 ,s4 ,bettencourt ,,memoria ,,sobre ,a ,,planta,o ,,dos ,,algod,,es4 ,,memoria ,,sobre ,a ,,planta,o ,,dos ,,algod,,es1 ,e sua exportao2 sobre a decadencia da ,lavoura de mandiocas1 no ,termo da ,villa de ,camam1 ,comarca dos ,ilhos1 ,governo da ,bahia1 ,,appresentada1 ,e ,,offerecida ,a ,,sua ,,alteza ,,real ,o ,,principe ,,do ,,brazil ,,nosso ,,senhor1 ,,por ,,jos ,,de ,s ,,betencourt1 ,bacharel ,formado pela ,universidade de ,coimbra3 e actualmente encarregado em exames de ,historia ,natural na ,capitania da ,bahia2 c4 ,,anno4 ,m4 ,,dcc4 ,,xcviii4 ,na ,officina de ,simo ,thaddeo ,ferreira4 ,,senhor4 ,eu tenho a honra de apresentar a ,v4 ,a4 ,r4 o breve resumo das minhas poucas observaes sobre a plantao dos ,algodes1 sua exportao2 e tambem das causas da decadencia da lavoura de mandiocas no termo da ,villa de ,camam1 que olhadas por ,v4 ,a4 ,r41 ,pai commum1 ser a dita lavoura dos ,algodes hum dos maiores ramos do nosso ,commercio para felicidade da ,nao1 e riqueza da ,capitania da ,bahia1 onde a ,natureza tem depositado os ,thesouros1 de que s he capaz a sua liberalidade4 ,espero que ,v4 ,a4 ,r4 haja de acolher com a grandeza do seu ,real ,corao os bons desejos1 que tenho1 do servio de ,v4 ,a4 ,r41 da felicidade do ,paiz1 e augmento da ,nao1 no breve discurso1 que tenho a honra de apresentar a ,v4 ,a4 ,r4 de quem sou com o maior respeito1 e venerao ,vassalo obediente ,jos de ,s ,betencourt4 ,a ,terra1 mais rica na sua superficie1 que nas suas entranhas1 serve de theatro ,sbia ,natureza1 que a renova todos os dias1 com as suas produces2 fazendo succeder por meio das differentes1 e multiplicadas sementes outras tantas especies de vegetaes1 que cobrem a superficie do nosso ,globo1 e fazem a felicidade dos seus habitantes4 ,ella reparte com grande sabedoria os seus dons1 e faz que se propaguem sobre os differentes terrenos1 que lhes so proprios1 j pela qualidade do seu humus1 j pela natureza do clima1 sem que a destra mo do ,agricultor os possa fazer propagar sua vontade3 assim vemos1 que as plantas da ,europa com difficuldade se propago em beiramar do ,brazil2 e algumas que fora de trabalho crescem1 e propago1 a sua produco he debil1 e sem que os ,lavradores posso tirar as vantagens1 que se tiro na ,europa1 como vemos1 e se observa na vinha1 que mal satisfaz a curiosidade do cultivador1 sem que a produco corresponda ao trabalho4 ,outras1 que vegeto1 e no propago1 como a oliveira1 c4 outras de tal sorte amantes do seu paiz1 que no vegeto1 nem propago4 ,o mesmo1 que observamos nas plantas da ,europa1 cultivadas no ,brazil1 se observa nas plantas deste levadas para a ,europa1 que s vivem em cazas de vidraas1 subministrando-se-lhes com estufas o calor1 que lhes he necessario para a sua vegetao4 ,o ,agricultor pde modificar o terreno1 fazendo-o mais ou menos gordo1 mais ou menos poroso1 appropriando-o natureza da sua lavoura1 mas no o clima em grande1 que influe na maior parte da vegetao4 ,eu no me cano em referir as differentes observaes dos ,filosofos1 para provar1 que o clima influe mais na vegetao1 do que a terra1 por ser esta materia huma1 e muitas vezes discutida1 e provada2 porque sendo a terra a mesma em toda a parte1 e susceptivel de receber as modificaes do ,agricultor1 vemos que ha grande difficuldade em se fazer propagar as plantas de differentes climas transplantadas2 e ainda que saibamos1 confrme os verdadeiros princpios de ,agricultura1 e de ,chymica1 que a terra he o meio1 no qual se faz a germinao1 e que no serve s de laboratorio1 confrme o ,abbade ,tessier aos succos1 que lhes so destinados2 mas que entra tambem em grande parte na sua composio1 seja ella attenuada do modo1 que for1 o que ainda existe nos occultos segredos da ,natureza1 que o homem no pde perceber1 o que se conhece pelo residuo dos vegetaes queimados2 com tudo outras muitas experiencias prvo1 que o ar he muito necessario para a perfeita vegetao1 e que entra em grande parte na sua composio4 ,a necessidade1 que os vegetaes tem de agua para a sua vegetao1 he por todos bem conhecida1 no sendo demasiada1 assim como o calor1 que he o princpio vivificante1 o que tudo coopera1 para que as plantas creso1 e produzo1 confrme a qualidade do clima2 que lhes he analogo4 ,eu me no demoro em relatar theorias sobre o princpio da vegetao2 porque isto sera exceder o plano1 que me proponho2 s me basta provar1 que o clima differente influe nesta1 ou naquella lavoura1 para que o ,agricultor perceba as utilidades com vantagem4 ,a mesma differena1 que observamos nos ,paizes da ,europa em relao aos de beira mar do ,brazil1 se observa nestes a respeito dos do ,serto1 ou terra dentro1 onde so as estaes mais regulares1 e as chuvas vem em tempos determinados1 e constantes1 o que faz1 com que a lavoura seja igual1 e sempre certo o tempo da plantao4 ,o terreno da ,villa do ,camam1 que fica entre #ad1 e #ae gr41 desviado da ,bahia ao ,sul #bd legoas1 he o ,paiz mais irregular nas suas estaes1 que tenho visto1 porque1 quer seja de vero1 quer de inverno1 sempre as chuvas so continuadas2 e o calor no vero1 confrme o termometro de ,fahrenheit1 no chega a mais de #hj gr4 e meio#a1 o que faz1 com que as plantaes se conformem irregularidade do clima1 e se no possa nelle cultivar com vantagem1 seno ,mandiocas1 ,cafs1 ,arroz1 e ,cacau1 e no o ,algodo1 que he o principal objecto2 porque1 ainda que cresa nas boas terras de beira mar1 a sua cultura se no pde fazer com proveito1 visto que o terreno lhe no he to proprio1 e a irregularidade do clima rouba ao ,lavrador as suas esperanas1 vindo as chuvas no tempo da colheita1 a destruir1 e apodrecer o ,algodo1 ainda nos seus capulhos4 ,esta irregularidade se observa nos ,paizes1 que fico ao ,sul da ,bahia entre #ac1 e #bj gros1 onde se no conhece vero1 nem inverno#b1 seno pelo mais1 ou menos calor1 confrme os ventos1 que reino nestas duas estaes2 e nunca o frio excede de #fj at #ee gr4 do mesmo termometro1 tempo1 em que reina o vento ,sul1 que sempre he acompanhado de chuvas4 ,a #ad legoas da ,villa de ,camam1 fazendo caminho de ,oest-,sudueste at encontrar as margens do ,rio das ,contas1 onde confino as matas grossas1 com as ,catingas altas#c1 e vo confinar a #ab legoas com as ,catingas baixas#d1 j a regularidade do clima se confrma com a fertilidade do terreno1 muito proprio para todas as plantaes1 particularmente1 para a lavoura do ,algodo1 onde se acha silvestre no meio das ditas ,catingas4 ,este terreno1 que fica a #bf legoas de beira mar separado pela mata1 a qual vem a confinar1 com as que os naturaes do ,paiz chamo ,catingas grossas1 he sem dvida o mais proprio para a dita lavoura1 porque o ,algodo domestico1 huma vez plantado1 se conserva por muitos annos1 ainda sem nenhum beneficio1 como o encontrei na ,fazenda do ,rio das ,contas1 onde tinha sido plantado havia dezoito annos1 e se conservava no meio das ,capoeiras#e1 com tanto vigor1 como se fosse novamente plantado4 ,todo o ,serto da borda do ,rio das ,contas tem a mesma propriedade3 toda a mata1 que fica entre o dito ,rio das ,contas da parte do ,sul1 e o ,rio do ,gragongi1 confrme a f dos bandeiristas#f1 possue as mesmas qualidades4 ,este vasto terreno1 que principia a #ac legoas da beiramar1 he cortado de ,sueste1 a ,noroeste pelo ,rio das ,contas1 susceptivel de navegao de grandes canoas1 e outros muitos rios1 que vem cruzar com elle1 tanto da parte do ,norte1 como do ,sul1 sem a mesma facilidade de navegao1 os da parte do ,norte so o ,ribeiro de ,area2 ou ,montanha1 ,genipapo1 ,manageni1 ,rio das ,pedras1 ,rio ,preto4 ,todo o ,serto da ,conquista desde a fazenda do ,rio das ,contas1 fazendo caminho de ,sul1 que ser de #dj legoas1 tem a mesma propriedade1 no s pela qualidade do terreno1 como tambem pela regularidade do clima1 que he tanto mais regular1 quanto mais se affasta da beiramar4 ,a margem do ,rio ,gavio1 que vem fazer barra com o ,rio das ,contas1 seguindo o rio o caminho de ,oeste1 he igualmente propria para a sobredita lavoura4 ,os proprietarios das fazendas1 que conhecem as vantagens desta lavoura1 a no fazem pela razo1 que logo exporei1 quando fallar da sua exportao4 ,a planta1 que produz o ,algodo1 entra na ,classe ,monadelphia ,ordem ,polyandria1 genero ,gossypium4 ,lineu1 se servio1 para distinguir as especies1 das differenas das folhas1 e das glandulas1 que se acho em algumas especies1 e no em outras1 cujo conhecimento s fica pertencendo aos ,filosofos1 e no ao do vulgo2 razo porque me servi da differena das sementes1 e do plo1 que as cobre1 confrme as suas cores1 por ser hum caracter constante no ,paiz1 e conhecido de todos1 que fazem uso desta cultura1 ainda que em pequeno2 e da unio destas mesmas sementes1 ao que chamo caroo inteiro1 ou dividido4 ,para se cultivar o ,algodo basta derribar as ,catingas altas1 ou ,catingas baixas1 logo que o tempo secco convida para este trabalho1 que he do mez de ,junho por diante1 e se deixo seccar at o mez de ,setembro4 ,os ,soes1 que neste tempo so ardentissimos1 secco as madeiras de tal sorte1 que quando as chuvas aviso aos habitantes da sua chegada pelos grandes troves1 que costumo haver muitos dias antes1 lhes lano fogo1 que reduz tudo a cinzas1 deixando a superficie da terra limpa1 para se fazer a plantao1 sem maior incmmodo1 ficando a terra estrumada1 e fertil pelo alkali vegetal4 ,a lavoura se faz com enxadas1 abrindo covas de oito em oito ps1 onde se lano as sementes#g1 e se cobrem com pouca terra2 e porque o terreno ficaria muito ocioso s com esta planta pela grande distancia1 que se lhe d para a sua ramificao1 em quanto no chega ao seu maior crescimento1 e por se no ver o ,lavrador obrigado a alimpar a terra1 que fica neste espao1 das hervas1 que nascem sem maior proveito1 lhe planta o milho1 e feijo1 que tudo cresce igualmente1 sem que fao damno ao ,algodoal4 ,a estao1 que comea a ser chuvosa1 no cssa de regar a lavoura regularmente todas as tardes1 e muitas vezes noite1 vindo de manh o ,sol at o meio dia animar a lavoura2 algumas vezes acontece virem as chuvas de oito em oito dias1 por intervallos1 no mez de ,outubro1 at chegar a meiados de ,novembro1 tempo1 em que ellas so constantes4 ,a fertilidade do terreno faz crescer com as plantas1 outras muitas hervas1 que o ,lavrador he obrigado a arrancallas1 ou sachallas para desaffogar a sua lavoura1 que ento cresce prodigiosamente2 e quando se d a primeira limpa1 se arranco os ps de ,algodo superfluos na cova#h1 deixando s dous1 que se capo1 quando a planta j tem altura sufficiente para brotar novos galhos ao redor do tronco1 e fazer com esta operao maior lucro na colheita4 ,no mez de ,fevereiro costumo os ,lavradores dar a segunda monda sua lavoura1 confrme as suas differentes occupaes1 e abundancia da herva1 que torna a renascer depois da primeira limpa4 ,no mez de ,maio se faz a colheita do milho1 e do feijo1 deixando o terreno desembaraado1 e limpo1 para no mez de ,julho se dar princpio colheita do ,algodo1 que contina at o mez de ,outubro1 e ,novembro1 tempo1 em que se pdo os ,algodoeiros1 para no segundo anno darem huma fertilissima colheita4 ,a necessidade1 que no cssa de ameaar o ,lavrador1 o disperta a continuar o mesmo trabalho1 para ter certa a sustentao de milho1 e feijo1 que j no pde ser1 seno em terreno novo1 que serve para augmentar a dita plantao com a mesma regularidade4 ,deste modo veria o ,lavrador crescer1 com o seu trabalho1 as suas riquezas1 no s pela felicidade da lavoura1 seu rendimento1 e durao da planta1 como pela diminuta despeza no seu fabrico1 se hum obstaculo lhe no embaraasse a execuo de hum plano to util ao ,commercio1 e ao ,estado4 ,o ,abbade ,tessier no seu discurso preliminar sobre a ,agricultura se expressa da maneira seguinte4,o mais poderoso meio de dar ,agricultura toda a actividade1 de que pde ser susceptivel1 he praticar caminhos de communicao em os ,paizes1 onde os no ha1 e canaes navegaveis para transporte das mercadorias1 c4 c4 ,encyclopedia ,dictionario de ,agric1 pag4 #bj4 ,no he a falta do caminho1 que faz o embarao da exportao1 mas sim a falta de segurana deste mesmo caminho para socego1 e frequencia dos viandantes1 que1 na travessa da mata1 se vm accommettidos do ,barbaro ,gentio ,cotachs1 privando-os da facilidade de transportarem as suas cargas pelo rio abaixo at o ,ribeiro da ,ara1 que fica a #ac1 at #ad legoas da ,villa de ,camam1 de donde se podem muito bem conduzir em cavalgaduras1 para deste porto serem enviadas para a ,capital1 se houvesse naquelle lugar hum corpo de homens1 que os fizessem conter nos seus limites1 repellindo a fora das invases4 ,este caminho1 em outro tempo aberto por ,ordem do ,excellentissimo ,manoel da ,cunha ,menezes1 quando governou a ,bahia1 terminando na estrada1 que vai para os ,maracazes1 dirigida dos ,sertes da ,conquista1 que fico abaixo das ,contagens de ,rio ,pardo1 e ,tocajs1 se fechou1 no s pela infestao do ,gentio1 mas pelo longe1 mo passo1 e falta de pastagens para os animaes1 o que conhecendo eu bem1 obrigado da necessidade dos animaes precisos para o costeamento dos meus ,engenhos1 pela miseria1 e lastimosa necessidade do povo1 me resolvi a fazer outro1 seguindo differente rumo1 onde gastei tres annos sem adjutorio do povo1 nem da ,camara1 nem doutrem1 perdendo em todo este tempo o lucro das minhas lavouras1 e o fiz muito mais perto1 e por hum terreno1 que o acaso subministrou com algumas pastagens4 ,no he preciso para segurana deste caminho mais1 que huma ,povoao de ,judios mansos chamados ,mongois no ,ribeiro da ,ara4 ,no so os particulares1 que tem este poder2 mas sim o ,governo1 onde existe a ,rgia ,authoridade4 ,eu no conheo homens mais aptos para este fim1 do que a domestica ,nao dos ,indios ,mongois1 no s pelo seu grande valor1 e intrepidez1 como por serem huns homens acostumados vida silvestre1 e que a maior parte do tempo vivem da cassa1 e da pesca1 ainda que sejo ,agricultores1 e amantes da lavoura1 no soffrendo maior detrimento1 em quanto crescem no primeiro anno as suas lavouras1 e desejo isto mesmo1 confrme o que me dissero1 pelas razes1 que vou dar4 ,primeira1 porque ha muito tempo no recebem as ferramentas1 que costumavo receber por ,ordem do ,governo4 ,segunda1 porque na grande distancia1 em que moro1 no tem1 quem represente as suas necessidades ao ,governo para as remediar4 ,terceira1 porque se vm opprimidos1 sem poderem fazer as suas lavouras1 e as que fazem1 serem destruidas pelos animaes domesticos dos habitantes4 ,quarta1 pela oppresso1 que soffrem1 de quem os governa1 sem que o longe lhes permitta a facilidade1 de se poderem queixar4 ,quinta1 porque o terreno da beira do ,rio he mais abundante de cassa1 e peixe1 e muito fertil2 e sendo ahi animados de huma prudente administrao1 de que so muito susceptiveis1 podem fazer a sua felicidade1 de que resulto ao ,estado as seguintes vantagens4 ,primeira1 confrme o que me dissero1 quando aqui chegro na expedio da ,bandeira contra os ,cotachs1 logo1 que elles viessem para a beira do ,rio1 as outras ,aldas da sua mesma ,nao1 que ainda no sahro das matas1 se virio encorporar com elles1 assim que lhes constasse da sua felicidade1 debaixo da doce administrao1 e proteco do ,estado4 ,segunda1 estes homens conciliados1 debaixo da direco de hum ,director desinteressado1 sero outros tantos valerosos soldados1 que com facilidade dalli melhor podem ser chamados1 confrme as necessidades da beiramar1 do que do fundo dos ,sertes1 onde presentemente habito4 ,terceira1 ficando a estrada livre da infestao dos ,cotachs1 o ,commercio ser livre aos viandantes1 para com segurana trazerem as suas mercadorias1 de cuja facilidade resulta a animao de huma lavoura to importante1 servindo estes homens1 para exportarem nas canoas as grandes sommas de ,algodo1 que a emulao far cultivar em todo o vasto terreno do baixo ,serto da ,reraca#i1 ,conquista#aj1 e ,borda da mata1 e das margens de muitos rios navegaveis1 que vem ter ao dito ,rio das ,contas4 ,quarta1 o poder-se frequentar a dita ,estrada da beira do ,rio para a ,villa do ,camam1 por ficarem os moradores livres do receio das invases dos ,cotachs1 que se entranharo pelas matas do ,sul1 logo que souberem da residencia destes homens na beira do rio1 to valerosos1 e destros no s no manejo das suas armas1 como das nossas4 ,quinta1 o grande ,commercio de ,ipeccuanha1 que elles podem fazer1 tirando-a nas margens do mesmo ,rio das ,contas1 ,ribeiro da ,ara1 e matas do ,gragongi1 onde ha com abundancia4 ,he experimentado na ,agricultura1 que a falta de animaes para o seu fabrico faz a sua decadencia4 ,esta verdade1 que tem sido provada em muitos ,paizes1 confrme os ,abbades ,rosier1 e ,tessier1 grandes escritores1 e ,mestres desta ,sciencia1 no deixa de ser lastimosamente comprovada neste ,paiz1 que sendo1 em outro tempo1 abundante de farinhas1 unico commercio1 que fazia para a ,capital1 hoje se v reduzido ultima miseria de sorte1 que a exportao1 que presentemente se faz para a ,bahia1 deste genero to necessario1 he1 para a que se fazia em outro tempo1 como de #a para #ajjj4 ,a razo desta decadencia he bem conhecida4 ,em quanto havio matas virgens borda do mar1 ou de muitos rios navegaveis1 que entro algumas legoas terra dentro1 a lavoura se fazia com facilidade1 e com a mesma se conduzio as farinhas s costas dos escravos1 e de poucos animaes para os prtos de embarque4 ,hoje porm que j as terras da borda d'agua esto reduzidas a ,capoeiras1 huma1 e muitas vezes plantadas1 e minadas de formigueiros1 destruidores da mandioca1 he o producto da lavoura nas capoeiras1 para o producto1 que tiravo os ,lavradores nas matas virgens1 como de #e at #aj1 para #dj1 #ej1 #fj1 e para #ajj1 o que se prva pela tradio dos antigos ,lavradores1 e pelo preo das farinhas desse tempo1 que nunca excedero a #dhj1 sendo o preo usual de #bdj1 a #cbj o sacco#aa1 e o seu preo actual #abhj1 a #afjj1 sem esperanas de melhoramento1 porque sempre o preo he na razo inversa da abundancia do genero4 ,os pvos humildes por sua natureza1 e pela creao mui grosseira1 se no animo a procurar melhoramento1 no s pela pequenhez do seu animo1 como por lhes faltarem os animaes necessarios1 para conduzirem de mais longe as suas farinhas4 ,a falta de aougue he outro obstaculo4 ,os ,pvos1 no tendo huma certa sustentao1 no se animo a apartarem-se dos mangues1 para lhes no faltar o sustento do ,carangueijo#ab4 ,nas tres legoas1 da borda dos rios para dentro1 esto as boas terras de lavoura de mandiocas1 que pela sua grande produco1 se os ,lavradores se animassem a entrar1 tendo abundancia de animaes para transporte das suas farinhas1 como se v na ribeira de ,nazar1 fario renascer a abundancia deste genero to precioso neste paiz4 ,outros muitos estabelecimentos de ,engenhos de assucar se poderio fazer1 de que resultario ao ,estado grandes vantagens1 se houvesse no ,paiz abundancia de animaes1 o que no succede pela falta de abertura ou de estrada4 ,a ,agricultura entretem de dous modos o commercio1 tanto interior1 como exterior1 fazendo propagar os generos de exportao para as manufacturas1 e os que se consomem na terra1 e servem de sustentao4 ,faz a base fundamental da felicidade dos ,pvos1 e da riqueza do ,estado4 ,o ,arraial do ,caitit1 que fica #cj legoas inda acima das ,cabeceiras do ,rio das ,contas1 que dista #acj legoas1 ou pouco menos do primeiro porto de embarque1 que he na ,villa da ,cachoeira1 era #be annos pobre1 deserto1 e s manejava o diminuto commercio de gados1 mas de muito pobres fazendas se v hoje o mais rico daquelles ,sertes1 depois que dero princpio cultura do ,algodo1 havendo nelle grandes ,lavradores1 pela facilidade1 e segurana de fazerem descer por huma estrada frequentada os seus generos4 ,os ,pvos de ,minas ,novas1 a exemplo destes1 no obstante o serem duas vezes mais remotos do porto de embarque1 fizero o mesmo1 a pezar do grande dispendio na exportao3 ora se estes ,pvos1 a pezar da grande distancia1 acho utilidade nesta lavoura to recommendada pela nossa ,academia das ,sciencias de ,lisboa sobre o ,algodo da ,persia1 em que logo fallarei1 que vantagens no tero os que cultivarem borda da mata do nosso ,serto1 que est to perto1 ainda havendo a facilidade de se conduzirem as cargas pelo rio abaixo em canoas1 at o ,ribeiro da ,ara1 sendo o terreno o mais proprio1 que se conhece para a dita lavoura4 ,as sementes do ,algodo da ,persia1 que me foro entregues com a norma impressa da sua cultura1 eu fiz plantar em differentes tempos1 e no nascro1 por j terem o germe destruido1 e assento que se deverio mandar vir frescas1 mettidas em vasos de vidro tapados1 se possivel for1 hermeticamente1 e se poderem vir logo em direitura muito melhor ser para no padecerem as sementes alterao na parte oleosa1 que contm a polpa1 que cobre o germe1 ou plumula4 ,o ,algodo da ,india1 que c temos1 tem nas sementes alguma semelhana com o ,algodo da ,persia1 por serem alguma cousa cobertas de hum plo branco1 porm no tanto1 como o da ,persia2 a sua flr he de hum vermelho cr de fogo1 caracter distincto do ,algodo de ,macassar1 o qual ainda conservamos em muito pequena quantidade1 por ser mais difficil no colher1 porm bastante para se poder augmentar a plantao2 reliquias que nos ficro dos generos da ,india1 que em outro tempo aqui foro cultivados1 como a ,canella1 a ,pimenta1 o ,gengibre1 e o mesmo ,algodo1 de que remetto o exemplo na pequena caixa das amostras1 onde vo seis qualidades de ,algodo2 a saber4 ,algodo de caroo inteiro1 comprido1 e preto1 que he de muita vantagem na sua cultura1 porque he mais fertil em la1 inda que de qualidade mais spera1 como se pde ver na amostra1 que remetto1 e s pde servir para as obras mais grossas4 ,chamo a este ,algodo vulgarmente do ,maranho2 cuja arvore he de menos durao4 ,algodo de caroo inteiro1 e preto1 porm no to comprido1 como o do ,maranho1 a que chamo ,algodo vulgar2 a sua la em tudo se assemelha do ,maranho1 porm tem differena por ser o seu fio mais fraco1 que o do ,maranho1 porm a sua arvore he de mais durao4 ,algodo de caroo unido1 coberto de hum plo pardo1 a que chamo ,algodo de caroo pardo1 fertil em la mais macia1 e doce1 que a do ,maranho1 e produz hum fio fortissimo3 a sua arvore he de bastante durao4 ,algodo de caroo unido1 coberto de hum pllo verde1 a que chamo ,algodo de caroo verde1 a sua la he abundante1 doce1 branda1 e forte no fiar3 a sua arvore he de huma grande durao4 ,estas duas qualidades podem servir para obras mais delicadas como cassas vulgares4 ,algodo de caroo inteiro1 e preto1 de la parda1 ou cr de ganga2 a sua la he muito macia1 e forte3 a sua arvore he duravel1 pde servir para se fazerem as gangas1 e outras obras de fustes1 em que entrem listras cr de gangas4 ,algodo da ,india de caroo dividido1 coberto de hum pllo branco bem semelhante aos caroos1 ou sementes do ,algodo da ,persia1 de que j fallei3 a sua la he de hum branco fino muito doce1 que produz hum fio forte1 capaz para as obras mais delicadas1 como cassas de sopro1 c4 ,algodo da ,india de caroo preto sem ser coberto1 e dividido2 a sua la he igual do precedente com a differena de que o caroo no tem pllo2 a maa he maior1 e os casulos1 ou capuchos mais abundantes de la3 tambem tem a differena nas arvores1 porque a do caroo preto he mais crescida1 quando a do caroo coberto he muito rasteira1 ainda que a sua durao seja igual1 pois1 sendo cultivadas em terreno fertil1 e estrumado1 aturo muitos annos4 ,as arvores1 que produzem o ,algodo de caroo pardo1 verde1 e preto1 vulgar1 e de cr de ganga1 so persistentes1 e aturo muitos annos2 a do ,maranho no chega a aturar dous annos neste ,paiz1 ainda que no ha exemplo da sua cultura no ,serto1 onde o terreno he mais proprio para a dita lavoura1 e atura hum p de ,algodo entre o mato sem nenhum beneficio #be annos1 e muito mais1 porque ainda existem alguns1 que j tem esta idade4 ,temos outras duas qualidades de ,algodo silvestre1 que se encontra em abundancia nas ,catingas margem do ,rio das ,contas1 tendo ambas as mesmas propriedades do ,algodo da ,india1 tanto nas sementes1 como nas arvores s com a differena1 de que huma destas especies tem a la parda1 e spera por falta de cultura4 ,o ,algodo domestico1 cultivado nas ,catingas1 d hum producto consideravel1 o qual se pde ver na taboa analitica do rendimento do ,algodo4 ,a execuo destas vistas importantes1 no pde pertencer a outrem1 seno ao ,rei1 porque ellas pedem despezas1 que excedem fortuna dos particulares1 e necessito da animao das ,ordens1 e do poder do ,soberano1 para transportar casaes de ,ilheos1 do mesmo modo1 que se fez para a ,ilha de ,santa ,catharina1 para dar maior avano cultura dos ,algodes1 e cultivar-se hum terreno1 que pde sustentar muitos milhes de ,vassallos de ,sua ,magestade1 e descobrirem-se immensos thesouros1 que se acho sepultados debaixo das matas1 que1 por falta de cultura1 se no conhecem2 e em quanto o ,estado no d sobre este importante objecto as providencias precisas1 basta que o ,governo determine a residencia dos ,indios ,mongois na beira do ,rio1 para que ficando a estrada livre das invases dos ,catachs1 se d princpio a huma to importante lavoura1 como tambem para que possa por ella descer todo o ,salitre1 que se fabricar no s nos ,montes ,altos1 como em todo o terreno nitroso do ,ribeiro da ,giboia1 que fica a #dj legoas de beiramar1 de muito facil conduo1 fazendo-se primeiro conduzir em carros at o sitio chamado da ,passagem1 e dahi em canoas at o ,ribeiro da ,ara1 como tenho j dito a respeito da exportao do ,algodo1 e com muita facilidade conduzir-se para o primeiro porto de embarque3 no caso que seja o ,salitre1 o que torna as aguas da dita ,ribeira de hum gosto salgado frio1 sendo as terras das suas margens bastante salgadas2 o que unicamente observei1 sem que podsse analysallas pela precipitao1 com que por ahi passei1 e no ter vasos suficientes para o poder fazer3 posto que tinha a noticia1 de que ,joo ,gonalves da ,costa fizera seccar huma poro deste ,sal1 que dizia ser ,salitre1 e o tinha trazido a esta ,cidade da ,bahia no tempo do ,illustrissimo ,governador ,manoel da ,cunha ,menezes1 que1 lanado no fogo1 fazia a detonao1 deixando pela sua impureza bastante terra2 porque o seu author no possuia os conhecimentos precisos1 para fazer a perfeita deputao1 o que s pde decidir o exame filosofico1 para ento se poder verificar1 sem a menor dvida1 inda que me affirmo pessoas de toda a f1 que a tal massa detonava bastante exposta ao fogo2 e no s pde servir o beneficio da dita estrada para a facilidade da exportao deste genero1 mas tambem de todos os ramos1 de que se segue to grandes vantagens ao ,commercio1 e por consequencia ao ,estado4 ,o fortunatos nimium1 sua si bona norint1 ,agricolas6444 ,virgil4 ,georg4 ,liv4 #b4 ,,descrip,o ,,das ,,differentes ,,especies ,,de ,,algod,o ,,que ,,temos ,,no ,,brazil4 ,algodo do ,maranho de ,caroo inteiro1 e comprido4#ac ,a sua ma1 ou pericarpio comprida bastante grossa1 que contm nas suas valvulas1 ou cellulas tres capulhos1 ou capuchos na frase do ,paiz1 da huma abundante la1 que cobre nove at dez sementes unidas em hum s corpo1 a que chamo caroo inteiro1 o qual tem de comprimento pollegada e meia4 ,a sua arvore em beiramar da ,villa do ,camam s atura dous annos1 e no ramifica como as outras1 porque da altura de tres palmos da terra1 onde o tronco he grosso bastante1 brota muitas vergonteas1 sem que faa maior ramificao4 ,a sua la1 no deixa de ser a mais spera que c temos1 e pde servir para muitos usos4 ,algodo de caroo pardo1 e inteiro4#ad ,a sua maa mais grossa1 que a precedente1 porm no to comprida1 contm de tres at quatro valvulas1 que encerro outros tantos capulhos1 ou capuchos de huma abundante la1 muito clara1 e doce1 que cobre nove sementes unidas em hum caroo1 coberto de hum pllo pardo1 o seu comprimento he pouco mais de pollegada2 o fio1 que produz este ,algodo1 he forte1 e por isso se pde fiar bem delicado4 ,a sua arvore he grossa bastante1 e de huma grande ramificao1 atura muitos annos1 e por isso de grande vantagem4 ,algodo de caroo verde1 e inteiro4#ae ,a sua ma em tudo semelhante precedente1 contm quatro capulhos2 de huma la clarissima1 e muito fina1 que cobre nove sementes unidas cobertas de hum pllo verde1 caracter distinctivo desta especie2 este ,algodo produz hum fio fortissimo1 e por isso muito proprio para as obras mais delicadas4 ,a sua arvore he em tudo semelhante precedente1 e quasi estas duas especies so analogas1 e s as differena a cr do pllo1 que cobre os caroos4 ,algodo de caroo inteiro de la parda cr de ganga4#af ,a sua maa he ordinaria1 e produz tres ou quatro capulhos1 ou capuchos de huma la parda1 que cobre hum caroo inteiro1 e unido1 que he composto de sete e nove sementes4 ,a sua arvore he persistente1 e de muita durao4 ,algodo vulgar4#ag ,tem as mesmas propriedades que o ,algodo de ,maranho1 unicamente com a differena do seu caroo ser menor1 composto de sete ou nove sementes1 e raras vezes de dez4 ,a sua arvore he de grande durao4 ,algodo da ,india de caroo dividido1 e cuberto de hum pllo branco4#ah ,a sua maa he pequena com tres quatro valvulas1 contm outros tantos capulhos de huma la finissima1 muito alva1 que cobre sete sementes divididas1 que faz o caracter do caroo dividido4 ,a sua arvore he rasteira1 e muito duravel4 ,esta semente nos veio da ,india1 em companhia do ,cravo1 da ,canella1 e do ,gengibre1 e se tem conservado at agora4 ,tambem temos outra especie de ,algodo da ,india de ,caroo dividido1 e preto de la muito macia1 e alva4 ,a sua arvore he mais alta1 que a precedente4 ,temos ainda duas especies de ,algodo naturaes do ,paiz1 que se acho silvestres nas margens do ,rio das ,contas1 e bem semelhantes ao ,algodo da ,india1 tanto nas suas sementes1 como na sua arvore1 tendo huma das duas especies a la spera1 e parda4 ,eu as fiz plantar em beiramar1 mas no tempo da fructificao1 as chuvas deitro abaixo as novidades1 sem ficar huma s maa4 ,a sua arvore he de grande durao4 ,,calculo ,,analytico4 ,hum escravo trabalhando em ,algodo d de rendimento no ,serto #bejjjj ,prepra terra para #ejj ps ,que do de la #fb e #af a razo de #d lib4 por p ,tirada de #acfd maas1 que produz cada p de colheita ordinaria4 ,alm disto planta o milho1 e feijo para o seu sustento1 e para crear porcos1 gallinhas1 c4 ,o que melhor se conhece na ,taboa --,synthetica4 ,,fim4 ,,calculo ,,synthetico ,,do ,,rendimento ,,do ,,algod,o ,,do ,,caro,o ,,pardo1 ,,verde1 ,e ,,do ,,maranh,o4 ,produco do ,algodo em ,ma ,capul4 ,gr4 ,oit4,lib4,arrob4,ps de ,preo ,algod4 ---------------------------------------- ----------------------------- ,huma maa contm #c at #d ---------------------------------------- ----------------------------- ,hum capulho d de ,la #i p4 m4 ---------------------------------------- ----------------------------- ,oito ditos do #a ---------------------------------------- ----------------------------- #ajbd ,capulhos do #a ---------------------------------------- ----------------------------- #ajbd ,capulhos reduzidos a ,maas do #cda ---------------------------------------- ----------------------------- ,cada p de colheita ordinaria d #acfd ---------------------------------------- ----------------------------- #acfd ,maas do de ,l #d ---------------------------------------- ----------------------------- ,cada trabalhador prepara terra para #ejj ---------------------------------------- ----------------------------- #ejj ps do de ,algodo #fb-a_/b ---------------------------------------- ----------------------------- #fb arrob4 e #a_/b vendido pelo preo corrente da ,praa de #f3djj #djjjjj #fbe #fdjj ------- #bejjjj #cgej -------- #djjjjj7j ---------------------------------------- ----------------------------- #fb arrob4 e #a_/b no ,serto vendida a #d3jjj rende #fbe #djjj -------- #bejjjj7j #bejjjj ,annuncio de huma mquina singla de carmear o ,algodo1 vista na ,china4 ,por 99 99 99 ,com huma ,estampa4 #a4 ,hum banco donde se assenta o carmeador4 #b4 ,huma verga flexivel4 #c4 ,hum cordo1 donde suspende o arco4 #d4 ,gancho de ferro que engata na argola do arco4 #e4 ,hum arco de po4 #f4 ,huma corda de rabeco bastante grossa4 #g4 ,hum mao pequeno com que bate na corda1 e com o dente que tem1 pega na dita corda1 e puxando para si1 faz hum estremecimento grande1 o que faz sacudir1 carmeando1 dividindo todo o ujo4 #h4 ,argola de ferro1 donde engata o gancho ,n4o #d4 ,figura ,notas3 #a ,no maior calor1 que he do meiodia para tarde1 e muitas vezes no outro s chega a #fj na mesma estao4 #b ,porque tanto chove de vero como de inverno1 e muitas vezes o vero he mais chuvoso1 e s a differena das horas nos dias he que os faz distinguir4 #c ,co tinga quer dizer mato branco1 como so os de terras fracas4 #d ,catingas baixas1 so mais baixas duas vezes1 que as ,catingas altas4 #e ,capoeiras1 palavra ,europea substituida por corrupo a ,brasiliana ,c cura1 rossa antiga4 #f ,bandeiristas1 so os homens1 que encorporados debaixo de hum ,chefe atravesso as matas para seguirem os ,judios1 que assalto as propriedades1 e estradas1 ou mesmo para os amansar1 e cada hum delles separado se chama ,bandeirista4 #g ,ha huma observao1 em que as sementes de ,algodo de caroo inteiro se devem plantar com os caroos unidos sem se dividirem1 para sahir o ,algodo com os caroos unidos1 que sendo divididas as sementes1 assim produz o ,algodo com as sementes divididas4 #h ,porque se planta o caroo inteiro4 #i ,nome proprio do lugar4 #aj ,nome proprio1 com que ficou pela conquista dos ,indios ,mongois1 este lugar4 #aa ,sacco1 medida de dous alqueires do ,brazil1 que corresponde a quatro alqueires de ,portugal4 #ab ,animal1 que vive na lama1 que he coberta de arvores1 a que chamo mangues1 e so banhados da mar4 ,genero cancer4 ,especie cancer hirsutus4 #ac ,genero ,gossypium de ,lin4 #ad ,gossypium hirsutum4 #ae ,gossypium4 ,xilon ,americanum praestantissimum semine virescente ,tournef4 #af ,gossypium4 ,barbadense de ,lin4 ,algodo de ,sio4 #ag ,gossypium4 #ah ,gossypium arboreum de ,lin4 ,algodo de ,macassar4 ,lista de erros corrigidos ,aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos3 ---------------------------------------- ------------- ,original ,correco ---------------------------------------- ------------- pg4 #i su8 sua ---------------------------------------- ------------- ,as variaes de nomes prprios foram mantidas de acordo com o original4