disponibilizada pela bib,r,i,a4 ,,livr>ia ,,d ,,lavrador ,,xxxii ,,jayme ,,de ,,magalh,,es ,,lima ,,eucalyptos ,e ,,acacias ,v9te annos de exp]i5cias ,,publica,o ,,d ,,lavrador 7,,propri$ade ,,regi/ada7 ,,porto ,(fic9as d ,comm]cio d ,porto #ajb--,rua d ,comm]cio d ,porto--#aab #aibj ,avali&o os lucros da silvicultura1 dois factos devemos t] em conta3 o consumo progressivo da madeira por cada habitante1 em todo o mundo1 apes> da introduco de mat]iaes que a sub/ituem2 e mais a explorao1 de/roo e de/ruio das flore/as virg5s pelo fogo1 especialm5te das que cont9ham z madeiras de con/ruco mais importantes4 ,d'aqui result\ j uma escassez apreciavel de (f]ta de madeira1 como manife/o pela firme subida de preos em todos os m]cados e pela baixa de qualidade4 ,no p>ece possivel fugir concluso de que e/a t5d5cia ha-de cont9u> a acc5tu>-se1 e de que por todo e/e seculo temos a cont> com uma subida de preos c]ta e muito consid]avel4 ,a segurana de collocao economica que a cultura flore/al (f]ece tem1 por consegu9te1 todas z probabilidades de s] d'aquellas que vo melhor&o com um augm5to de lucros correspond5te4 ,i/o dizia um int]essantissimo relatorio apres5tado1 em #aiji1 ao p>lam5to +lez1 por uma commisso nomeada p>a d> p>ec] sobre v>ias que/es que se pr5diam com o des5volvim5to da cultura flore/al na ,+lat]ra1 de iniciativa e conta d ,e/ado4 ,e1 se i/o era uma v]dade de l>guissimo alcance ento1 antes da gu]ra1 e indiscutivelm5te o era1 agora1 depois d desp]dicio colossal de madeiras a que acabamos de assi/ir1 e qu&o madeiras faltam p>a tudo1 a*amos o salut> aviso de hom5s intellig5tes e auctorisados j po/o em t]mos de demon/rao prtica eloqu5tissima1 com que a calamidade confirm\ a previso e o conselho4 ,obs]va aquelle relatorio que z mattas1 davam um producto p>a o qual p>ecia hav] uma procura quasi illimitada4 ,mas hoje o problema aggrav\-se1 a ponto de que no ha que discutir z possibilidades de procura que os productos flore/aes possam t]4 ,ap5as t]emos a cuid> de sab] por que modos se pod] att5u> a fome de madeiras que vai pelo mundo1 e p>ticul>m5te na ,europa1 p>t9do d pr9cipio que a satisfao completa de todo impossivel1 trat&o-se de uma riqueza que na melhor hypo!se leva #be annos a cri> e1 em muitos casos1 alis normaes1 c>ece de #hj annos p>a se con/ituir capazm5te4 ,evid5tem5te1 no ha caixa economica que1 em segurana e r5dim5to1 se comp>e com a plantao d'uma arvore4 capital po/o muitas vezes a #ajj1 #bjj ou #cjj ao anno4 ,meu pai v5deu a #dejj ris ,eucalyptos de #bj annos1 cuja plantao lhe havia cu/ado a #dj ris cada um1 ha muito tempo1 qu&o a9da em ,portugal se usavam libras2 e eu v5di agora a #ah escudos au/ralias plantadas ha #ag annos1 e po/as na t]ra a m5os de to/o cada uma4 ,os economi/as co/umam diz] que a explorao flore/al empreza a to l>go praso que no ha que fi> na paci5cia e t5acidade individual1 e deve s] confiada adm9i/rao d ,e/ado e sua p]si/5cia4 ,mas1 pois que muitas coisas fazemos sm5te p>a deix> aos filhos1 eu diria a quem podsse dispr de um mode/issimo peculio que comprasse uma leirita de bravio e a arroteasse e plantasse de arvores1 se qu]ia e/> c]to de multiplic> seus p>cos b5s e leg> aos filhos um p de meia em que no entra traa e que durante a vida nos deu sombra e praz]1 e e/a inefavel delicia de cri>4 n'e/as circum/ancias que por favor da natureza1 e favor muito m5os vulg> d que g]alm5te se imag9a1 nos a*amos s5hores de l>gas regies onde possivel a cultura d ,eucalypto1 com antecipada c]teza de sua prosp]idade4 ,li algures que o ,eucalypto1 em igualdade de situao1 d c9co vezes o producto d c>valho4 ,hav] casos de d> m5os e hav] tambem casos1 inf9itam5te mais num]osos1 de d> muito mais2 mas1 sem muito nos pr5d]mos com o rigor de num]os que a natureza nas suas divagaes e capri*os transgride de contnuo1 podemos t] por av]iguado e fra de duvida que no ha entre ns arvore flore/al de maior r5dim5to em volume e peso d que o ,eucalypto4 ,por isso me conv5ci de que no s]ia totalm5te inopportuna e e/]il a publicao d'e/as notas da exp]i5cia da cultura de algumas dez5as de especies de ,eucalyptos1 a que ha v9te annos me d$ico4 ,alguma coisa n'ella hav] que possa aproveit> aos nossos lavradores4 ,sobretudo me p>ece que1 alm d ,e4 globulus1 convm que1 sem demora1 plantemos mais meia duzia1 pelo m5os1 de outras especies que se di/+uem1 ou pela sup]ior qualidade da madeira1 ou pela faculdade de adaptao a t]r5os que o ,e4 globulus engeita e que n5huma das nossas arvores acceita com promessa de r5dim5to comp>avel ao de c]tas v>i$ades de ,eucalyptos1 s quaes uma tradicional preguia no conc$eu a9da log> d5tro dos vallados das suas mal povoadas mattas4 ,o leitor talvez e/ranhe que eu aqui tomasse nota de muitas v>i$ades por div]sos motivos condemnadas4 ,mas p]suadi-me de que nem assim conv9ha ignoral-z2 os livros e os catalogos e/rangeiros facilm5te induzem em esp]anz e en?usiasmos que no r>o e facilm5te s a des5ganos conduzem1 e imag9o que onde eu des5ganado me encontrasse em empreh5dim5tos que cu/am algum d9heiro1 muitos cuidados e gr&e p]da de tempo1 s]ia de duvidosa cam>adagem e rematado mau go/o fic> calado e pelo sil5cio deix> que os companheiros corressem a precipit>-se em igual desa/re4 ,eixo1 #bf de ,janeiro de #aibj4 ,eucalyptos e ,acacias ,i ,d log> d ,eucalypto na economia flore/al d nosso paiz e da apreciao d valor dos seus productos ,tem j hi/oria a cultura d ,eucalypto na ,europa1 embora no to remota como a data d descobrim5to d'e/as arvores sob]bas nos auctoris>ia a suppr4 ,o primeiro regi/ado nos annaes dos exploradores1 o ,eucalyptus obliqua1 foi vi/o na ,au/ralia por l',hriti]1 em #aghh1 e por elle annunciado ento ao mundo sci5tifico2 e onze annos depois1 em #agii1 a*ado por ,labill>dire1 v9ha o ,eucalyptus globulus1 o pr9cipe dos ,eucalyptos1 no diz] d ,b>o de ,muell]1 por sua vez tambem pr9cipe no e/udo d'e/e g5]o de plantas4 ,sempre t]o de recorr] aos seus preciosos trabalhos quantos em similhante cultura se a*>em int]essados4 ,todavia1 s d meado d seculo ,,xix em diante comeou a reconhec]-se a importancia d ,eucalypto1 comquanto o prolongado desprezo de arvores de to m>avilhoso valor p>ea agora quasi indizivel e enygmatico1 segundo tambem1 e com toda a ju/ia1 obs]va aquelle gr&e e illu/re me/re4 ,p>a ns1 apes> de possuirmos nas colleces sci5tificas alguns exempl>es antigos1 de #ahej ou p\co depois1 o tempo da passagem d ,eucalypto dos viveiros escol>es p>a a cultura economica usual pod] comear em #ahgj4 de #ahgj a ,breve noticia sobre o ,eucalypto globulus d illu/re propag&i/a snr4 ,du>te de ,oliveira1 e de #ahgf o ,eucalyptus globulus de ,c>los de ,s\za ,pim5tel4 ,essas publicaes1 a9da hoje de consid]> na gr&e maioria das suas obs]vaes1 m>cam uma poca1 o inicio intellig5te e fecundo d'e/a cultura flore/al4 ,a esse tempo1 no havia virtude de que o ,eucalypto no commungasse4 ,crescia rapidam5te1 multiplic>ia milagrosam5te a riqueza flore/al em propores descommunaes1 povoava os des]tos1 s(fria toda a inclem5cia da atmosph]a e d slo1 purificava os log>es insalubres1 livrava das febres paludosas1 dava madeira excell5te p>a todos os f9s1 rebelde podrido1 e di/illava oleos1 ess5cias e m$icam5tos preciosos4 ,n'e/a f se plant>am muitos ,eucalyptos pelas nossas prov9cias e por todo o littoral d ,m$it]raneo4 ,plant>am-se bem e plant>am-se mal1 onde v+avam e onde morriam1 n'uma v>i$ade de condies inf9ita2 e1 por isso1 h\ve plantaes que =am m>avilha de prosp]idade e opul5cia1 e outras h\ve tambem que se torn>am exemplo trem5do de mis]ia e ru9a4 ,no podia deix> de hav] de tudo i/o n'uma exp]i5cia feita em to l>ga escala1 em gr&e p>te filha de illusorias e arrebatadas esp]anz1 mal consid]adas1 de todo alheias a uma s5sata obs]vao das coisas1 desde pr9cipio condemnadas a naufragio por violao de leis impret]iveis da natureza4 ,seguiu-se a reaco contra os impulsos da primeira hora4 ,os que haviam sido infelizes se enc>reg>am de a proclam>1 pondo conta da debilidade e insignificancia da arvore o que frequ5tem5te era ap5as a consequ5cia da m+ua de reflexo de quem precipitadam5te a havia plantado4 ,ento1 no h\ve defeito de que no se accusasse o ,eucalypto3 no resi/ia nem ao sol1 nem ao frio1 nem pobreza da t]ra2 onde crescesse1 edificava um abrigo tem]oso p>a os pass>os que deva/avam z seras2 e/ragava os mattos e logo de comeo ficava c>o pela despeza da plantao4 ,a madeira no pre/ava p>a nada2 e/alava por mil modos1 torcia e ra*ava ao secc>1 apodrecia depressa1 qu&o ent]rada ou mesmo fra da t]ra1 e demais o crte das arvores tornava-se disp5diosissimo em muitos casos pelo volume mon/ruoso que ellas t9ham att+ido4 ,quanto a effeitos de saneam5to1 pura phantasia2 em vez de b5eficios1 o ,eucalypto importava calamidades4 ,no s onde havia plantao de ,eucalyptos e z condies hygi5icas haviam melhorado1 a melhoria prov9ha de outras causas2 mas at acontecia que o ,eucalypto era nocivo1 cre&o na casca e na sombra humida viveiros de mosquitos1 e assim se conv]t5do indirectam5te em ag5te dissem9ador de febres palu/res4 ,tudo i/o se dizia e se jurava4 ,como1 porm1 havia plantaes que t9ham m$rado e (f]eciam bons crtes1 entr\ no debate um elem5to novo e resolveu a que/o2 veio o m]cado e em t]mos d seu uso g>antiu que os ,eucalyptos eram excel5tes4 ,compr&o-os1 pag&o-os por um preo altam5te remun]ador1 d&o-lhes v>iadissimo de/9o1 decidia com todo o desrespeito pelas academias e seus libelos1 que os ,eucalyptos con/ituiam uma cultura1 pelo m5os lucrativa4 ,n'uma reaco contra a reaco1 volta-se primeira frma1 e eis que aquella cultura comeou a ins9u>-se por todos os cantos1 entre z fagueiras esp]anz dos que n'ella se emp5havam e z liquidaes vantajosas dos que1 t5do ido fr5te1 comeavam a arrecad> os prov5tos1 no r>o avultados1 da sua audacia4 ,a v]dade s] que nem o ,eucalypto t9ha os pod]es miraculosos de resgate de e/]ilidade que o primitivo en?usiasmo de botanicos e de iniciadores annunci\1 nem tambem1 e muito m5os1 era a nullidade economica e o p]turbador nocivo que o e/\vam5to e m sorte de alguns cultivadores desa/rados proclamava4 ,a madeira d ,eucalypto magnifica1 inconte/avelm5te1 qu&o lhe tiv]mos dado o tempo necess>io p>a amadurec] capazm5te4 ,cort>am-se ,eucalyptos com #aj ou #ab annos e no d]am madeira que pre/asse4 ,no podia pre/>4 ,pois se essas arvores eram h]va6444 ,d'essa idade1 que consi/5cia podiam t]6 ,uma arvore1 seja de que especie fr1 no dem&a m5os de #cj ou #dj annos p>a cri> c]ne e endurec]4 ,se e/ feita aos #be1 e isso no r>o acontece com o ,eucalypto1 j foi gr&e =tuna4 ,demais1 p>a apreciao da madeira de ,eucalypto1 fomos busc> um padro subido1 dos mais subidos4 ,comp>amol-o com o c>valho4 ,por p\co iriamos at ao mogno e ao pau santo4 ,no d'isso que se trata2 no se p5sa em troc> pelo ,eucalypto essas madeiras que =mam uma ari/ocracia2 ap5as se procura auxili> e engr&ec] z plebes flore/aes1 associ&o-lhes plantas novas da sua igualha4 ao *\po1 ao amieiro1 nogueira1 ao ulmeiro1 c]ejeira1 sobretudo ao p9heiro1 que temos de ref]ir o valor d ,eucalypto4 ,com e/as e outras madeiras da classe das communs a que e/as p]t5cem1 temos de o comp>>1 e p]ante ellas a*>-lhe-hemos uma sup]iosidade indiscutivel a todos os respeitos--pela rapidez d des5volvim5to e pelo volume dos troncos1 pela durao1 pela belleza1 7em obra confunde-se facilm5te com o ca/anho71 pela resi/5cia1 pela ela/icidade e pela faculdade1 alis de summa importancia1 de dur> na agua mais d que qualqu] outra das nossas arvores4 ,de que se trata unicam5te de plant> ,eucalyptos onde e/avam p9heiros1 e de tir> das m>g5s dos nossos rios e das areias dos seus campos um r5dim5to flore/al sup]ior ao que actualm5te d'alli podemos colh] com z arvores que l temos4 ,pela m9ha p>te1 direi que no seme>ei mais um p9heiro onde possa plant> um ,eucalypto2 todas z exp]i5cias de comp>ao que n'e/e s5tido fiz durante #bj annos1 e em t]r5os1 no g]al1 ru9s1 p$regosos1 frios e magros1 me auctorisam sem discrepancia e/a concluso4 ,muitas so z vantag5s d ,eucalypto1 mas entre todas avulta a facilidade e vigor com que reb5ta dos troncos cortados4 ,o mesmo t]r5o d dois e tres crtes de madeira1 sem necessidade de r5ov> a plantao ou sequ]1 a cultura1 e adv]t9do--circum/ancia devras apreciavel e que muitos ignoram--que z segundas camadas1 sem duvida porque a robu/ez d raizame e a condio das seivas lh'o facultam1 criam c]ne imm$iatam5te1 ao contr>io d que a regra com a primeira ha/e1 prompta em cresc]1 mas l5ta em amadurec]4 ,assim1 nas segundas camadas1 z v>as delgadas1 de seis ou oito annos no do ord9>iam5te mais de #be por c5to de c]ne4 ,o ,b>o de ,muell] diz que a r5ovao d ,eucalypto pelos reb5tos das ha/es cortadas sobretudo propria de arvores no muito antigas e no se op]a com igual =a e promptido nas diff]5tes especies4 ,entre os mais faceis em reb5t>1 m5ciona o ,e4 globulus e o ,e4 amygdal9a1 e a*a o ,e4 ro/rata dos m5os incl9ados a e/e modo de r5ovao4 ,mas nas m9has plantaes1 provavelm5te por s]em rec5tes1 todas z especies tem reb5tado admiravelm5te4 ,=am r>issimos os ,eucalyptos que no reb5t>am depois de cortados1 e n'esses z baixas mo/ram s] accid5taes1 que/o de condio individual e no commum especie que n'outros exempl>es prov\ a sua faculdade de r5ovao4 ,como combu/ivel1 z analyses d snr4 ,c4 ,lepi]re1 publicadas pelo snr4 ,w4 ,c4 ,tait1 em #aiae1 mo/ram que a l5ha de ,eucalypto d #d3cec calorias onde a l5ha d p9heiro no passa de #c3bjj--;i/o 1 a l5ha d ,eucalypto tem um t]o a mais d pod] calorif]o da l5ha de p9heiro2 e pde mesmo sub/ituir o c>vo1 val5do um kilo de l5ha de ,eucalypto por #eej grammas de hulha4 ,de modo que1 p>a e/e effeito1 qu&o1 por exemplo1 uma tonelada de p9heiro cu/> #ab escudos1 a de ,eucalypto deve val] #af4 ,e1 se consid]>mos que a mesma sup]ficie plantada de ,eucalyptos ou semeiada de p9heiros d no primeiro caso um volume de madeira que tres ou quatro vezes1 pelo m5os1 aquelle que pde produzir na segunda hypo!se1 por ahi se calcul> quanto vale a sub/ituio d p9heiro pelo ,eucalypto1 a9da que no seja s5o p>a cri> l5ha4 ,sec>o os ,eucalyptos z fontes1 segundo muitos crem8 ,desconfio4 ,ganh>am essa fama e provavelm5te cont9u>o a s(frel-a1 se os que tem m9as e canalisaes debaixo das raizes dos ,eucalyptos no z limp>em assiduam5te4 ,z raizes dos ,eucalyptos1 no seu rapido des5volvim5to1 depressa ob/ruiro completam5te essas m9as e canalisaes1 transvi&o-lhes e sum9do-lhes z aguas4 ,se1 porm1 h\v] os necess>ios cuidados de limpeza1 creio que tal no acontec]1 pois sobre e/e quesito posso d> te/emunho de que1 t5do ha qu>5ta annos um macisso colossal de ,eucalyptos sobre uma nasc5te1 nunca e/a deu signal de enfraquecim5to4 hoje o que sempre foi4 ,do abrigo aos pass>os--evid5tem5te1 como todo o arvor$o4 ,se isso h\vesse de s] motivo de depreciao d ,eucalypto1 import>ia a condemnao de todas z flore/as4 ,o que falt\ diz]1 qu&o se aduziu semelhante prejuizo d ,eucalypto1 se essas aves que elles abrigam no valem bem o que pa/am nos campos e se sem ellas no corre grave risco a nossa saude e o nosso su/5to1 pela invaso de uma fauna bem mais de/ruidora d que z aves1 e da qual z aves so inimigos infatigaveis e mortaes4 ,i/o r$uz9do a que/o a t]mos m]am5te economicos1 porque1 se a apreciassemos por consid]aes moraes e e/heticas1 no podia subsi/ir um in/ante4 ,a belleza1 o con=to e a proteco d arvor$o de qualqu] especie s]o et]nam5te um regalo dos s5tidos incomp>avel e um my/]ioso mas efficaz elixir de paz de espirito4 ,mas os ,eucalyptos do cabo dos mattos1 ou melhor1 d tojo4 e/e um dos artigos mais repetidos da excommunho dos ,eucalyptos4 ,sobre isso1 no haja duvida4 muito c]to4 ,o ,eucalypto absorv5te1 onde se planta1 logo se apossa absolutam5te da t]ra1 como inevitavelm5te1 sempre t] de acontec] com toda a especie vegetal de natureza opul5ta4 ,o ,eucalypto reclama tudo p>a si2 necessidades =midaveis de su/5tao assim o det]m9am4 ,que eu saiba1 ap5as z acacias1 z hakeas e os sobreiros lhe supportam a viz9hana e apez> d'ella se mantem e m$ram4 ,o que re/a sab] e aqui con/itue todo o problema1 se vale a p5a cons]v> o matto onde podemos cre> ,eucalyptos4 ,ora1 um hect>e com #a3jjj ,eucalyptos d>1 ao fim de #be annos1 #e contos1 calcul&o cada ,eucalypto a #e escudos1 preo mode/o4 ,s]o #bjj escudos por anno4 ,e quantas c>radas de matto s]iam necess>ias p>a que esse hect>e produzisse r5dim5to semelhante8 ,hav] mesmo algum p$ao de matto em ,portugal d&o r5dim5to que com aquella cifra se comp>e8 ,o lavrador corre a affirm> que no pde disp5s> os mattos p>a adubo dos campos4 ,mas suspeito de que hav] agronomos que discordem1 respond5do que semelhante processo de adubao to antiquado como pobre4 ,z adubaes em v]de1 com a sua riqueza de azote1 b>ateza de applicao e mais vantag5s sci5tificam5te demon/radas1 e os adubos m9]aes1 de uma efficacia admiravel e de uma commodidade de transporte unica1 vo deix&o p>a um d]radeiro e pesado recurso z adubaes pelo tojo1 de proveito m+uado e l5to e prep>ao disp5diosa1 reclam&o uma somma de trabalho que no e/ em proporo da riqueza f]tillisante d adubo1 s]iam5te e/orvada por difficuldades de decomposio desanimadoras4 ,no1 no s] o tojo que economicam5te possa m$ir-se com o ,eucalypto4 ,d>-se-ha1 porm1 o ab/ruso caso da insalubridade das mattas de ,eucalypto1 por propicias propagao dos mosquitos8 ,abriro ellas uma excepo na velha e inconte/ada cr5a pupul> de que z arvores so b5eficas p>a a saude de quem entre ellas habita8 ,sobre esse ponto atrevo-me a t] op9io propria1 com toda a arrogancia d incompet5te que no m$ico nem homem de sci5cia4 ,o ,b>o de ,muell] falla d gr&e pod] de exhalao que os ,eucalyptos possuem1 e na m9ha intimidade com essas arvores casualm5te vi demon/rada essa assombrosa capacidade de exhalao4 ,puz flres em div]sos vasos de vidro1 d'e/es vulg>m5te *amados solit>ios1 e entre elles fic\ um cont5do unicam5te ramos e flres d ,eucalyptus gracilis4 ,passadas v9te e quatro horas1 vi quasi sem agua o vaso d ,eucalypto1 emquanto os outros a cons]vavam aproximadam5te na altura em que na vesp]a a deixra1 o que alis era de esp]> pass&o-se i/o em dezembro1 mez em que a evaporao fr\xissima4 ,en*i de novo o vaso no qual a agua baixra e1 passadas z segundas v9te e quatro horas1 de novo a agua desapp>ecra1 como da primeira vez4 ,seguidam5te1 repeti a exp]i5cia e o resultado foi inv>iavelm5te o mesmo4 ,p]cebi ento o que era o extraord9>io pod] de exhalao d ,eucalypto4 ,ora1 s5do assim com os ramos cortados1 cuja vitalidade necess>iam5te t] abr&ado pelo crte1 p]gunto que especie de atmosph]a s] a que cobre uma flore/a de ,eucalyptos e a sua vis9hana imm$iata1 e no posso deix> de suspeit> que essa atmosph]a s] p]man5tem5te mod]ada por uma evaporao que tanto ha-de quebr> a viol5cia d calor no e/io1 como o rigor d frio no inv]no4 ,s] um manto precioso p>a a actividade d corpo e uma fonte cont9ua de suavidade p>a os s5tidos4 ,se isso no salut>1 no sei o que o seja nem o que deva busc> p>a t] saude4 ,quanto aos effeitos !rapeuticos das ess5cias d]ivadas d ,eucalypto1 especialm5te das folhas e dos seus oleos1 respondem os =mul>ios ph>maceuticos e o uso m$ico actual4 ,mas convem lembr> que esse s] um r5dim5to secund>io1 ap5as subsidi>io1 nas plantaes de ,eucalyptos em l>ga escala4 ,p>a pre5*] os p$idos da ph>macia1 ba/> uma quantidade de arvores muito r$uzida4 ,por ahi o lavrador no enriquece1 e nem sequ] a*> m]cado suffici5te1 se tem muitas arvores p>a v5d]4 ,e1 porv5tura1 o mesmo se pod] diz] d ,eucalypto como pa/o das abelhas4 ,sem duvida1 no hav] melhor planta p>a e/e fim2 a pr(uso de flres em cada especie e a div]sidade de poca em que z diff]5tes especies florescem1 facultam su/5to s abelhas na maior p>te d anno1 s5o mesmo durante todos os mezes d anno4 ,sobretudo o ,eucalyptus cosmophylla torna-se notavel sob e/e aspecto2 v+&o bem em t]ras nossas1 floresce no pr9cipio d inv]no1 qu&o a escassez de flres nos montes extrema4 ,no t5ho elem5tos p>a conjectur> at que ponto s] remun]adora a cultura d ,eucalypto como planta melif]a4 ,p>ece-me1 todavia1 que alguma c\sa ha a9da a exp]im5t> e e/ud> n'e/e capitulo1 p>ticul>m5te com a especie que acabo de apont>4 ,,ii ,cultura d ,eucalypto ,a cultura d ,eucalypto torn\-se facilima e corr5te entre ns4 ,hoje1 o ,eucalypto v5de-se nas feiras duzia e ao c5to como z c\ves1 ent]ra-se depois pelo meio dos mattos em cova*os ab]tos a esmo1 e n'e/a b>b>ie1 com e/es cuidados elem5t>es por demais resumidos1 v+a1 se o t]r5o lhe agrada e a humidade atmosph]ica o favorece1 ou se no sobrevm dois ou tres dias de norde/e que o mirram4 ,assim se tem criado arvores magnificas4 ,sempre aconselh>ei1 porm1 mais algum esm]o a quem quizr proc$] com segurana ou com m+uado risco de p]d] o tempo e o d9heiro4 ,de quantos processos de cultura exp]im5tei1 e creio t] p]corrido a escala toda ou p\co m5os1 o que decididam5te (f]ece mais probabilidades de exito comea pela sem5teira em vasos ou caixes1 seguida da transplantao de cada p p>a seu vaso privativo--sem5teira em abril ou a9da mesmo na primeira qu9z5a de maio2 transplantao p>a vasos de #h e #aj c5timetros de bocca e altura correspond5te1 qu&o z plantas e/o de #c a #d c5timetros2 plantao def9itiva1 logo no comeo d outomno1 de exempl>es no muito gr&es1 de c]ca de palmo1 tirados dos vasos antes que z raizes comecem a enrodilh>-se1 como sempre acontece se se prolonga a e/ao nos vasos1 det]m9&o-lhes aquella frma de des5volvim5to em espiral que ult]iorm5te cons]vam e z pr5de mal t]ra1 sujeit&o a arvore a cahir qu&o o temporal a aoite4 ,z transplantaes p>a vasos dev]o faz]-se pela fresca1 de manh c$o ou t>d9ha1 onde o sol no toque a raiz2 a simples exposio da raiz a uma atmosph]a secca e qu5te1 por p\cos m9utos que seja1 ba/> p>a inutilis> alguns ps e atraz> nos demais a r5ovao d crescim5to int]rompido pela transplantao4 ,dev]o os vasos s] po/os sombra1 durante qu9ze dias1 e qu] ento1 qu] po/]iorm5te1 depois de passados p>a o sol1 convm regal-os abundantem5te duas vezes por dia1 de manh e t>de4 ,em outubro e d'ahi por diante at aos primeiros dias de m>o1 abr9do ap5as um p>5!sis durante o tempo das geadas mais rigorosas1 pod] proc$]-se plantao def9itiva4 ,p>a e/a1 s] gr&e vantagem cav> ou lavr> primeiro a eito o t]r5o da plantao1 abr9do depois de tres em tres metros covas de tres palmos em toda a direco e t5do o cuidado de pic> bem fundo o leito da cova4 ,bem sei que se encontram bellissimos ,eucalyptos plantados em covas sem arroteam5to prvio de toda a t]ra1 e no c\sa que eu no t5ha feito e repetido1 algumas vezes com resultado2 mas p>a mim no s(frem duvidas z vantag5s incalculaveis d arroteam5to prvio4 miraculoso4 ,a sem5teira em viveiros e a plantao def9itiva imm$iata o processo vulg>1 o mais usado1 fic&o cont5te o lavrador qu&o a*\ e compr\ exempl>es bem des5volvidos1 frequ5tem5te de um metro de altura e mesmo mais4 ,mas1 a no s] em t]r5os cultivados e muito frescos1 a9da no obs]vei factos que me demon/rem a vantagem de semelhante regra4 ,no s por e/e sy/ema z probabilidades de v+> s]o l>gam5te r$uzidas porque na transplantao se inutilis>am z raizes mais delicadas2 simultaneam5te e tambem por effeito da p]da d'essas raizes1 os ,eucalyptos gr&es lev>o tanto tempo a peg> que os pequ5os1 no hav5do s(frido igual p]da e traz5do intacto d viveiro todo o raizame1 depressa alcanam e ultrapassam os que =am plantados j gr&es4 ,sem5teiras de outomno nunca me d]am boa prova4 ,no v+am to facilm5te como z da primav]a e prolongam inutilm5te1 e at prejudicialm5te1 o tempo de viveiro2 no crescem tanto que e/ejam em t]mos de plantao def9itiva na primav]a imm$iata sem5teira1 e fic>o demasiado des5volvidas p>a plantao ao fim de um anno1 no outomno segu9te depois da sem5teira4 ,a melhor poca p>a colh] a sem5te o fim d inv]no1 qu&o z capsulas s esp]am o calor de m>o p>a expontaneam5te se abrir e lanar t]ra a sem5te4 ,antes d'isso1 z capsulas mur*am muito1 qu&o se colhem1 e tem c]ta difficuldade em l>g> a sem5te1 o que indic> talvez um amadurecim5to imp]feito4 ,segundo o ,b>o de ,muell]1 a sem5te d ,eucalyptus globulus cons]v>ia durante #d annos o pod] g]m9ativo que no ,eucalyptus amygdal9a vai at #f annos e n'outras especies alcana mesmo #ac annos1 se a sem5te foi cons]vada em log> secco e frio4 ,mas t5ho-me dado mal com sem5tes velhas2 em regra1 p\cas nasc]am4 ,por isso1 direi3--,sem5te fresca1 o mais possivel1 de p\cas semanas1 e at de p\cos dias1 pod5do s]4 ,vai n'isso uma vantagem manife/a4 ,exceptu&o z argilas e os calc>eos1 todo o t]r5o convm ao ,eucalypto1 comtanto que no seja fundado em ro*a a pequ5a pr(undidade e d s raizes possibilidade de p5etrao4 ,t5ho lido que o ,eucalyptus gomphocephala e o cornuta supportam os b>ros e os calc>eos2 no vi1 porm1 a9da demon/rao prtica d'essa faculdade auctoris&o qualqu] exp]i5cia de c]ta latitude4 ,o livr9ho de ,s\za ,pim5tel diz que o ,eucalypto viv] onde o sobreiro viv]1 e incl9o-me a crr que essa indicao s]1 em g]al1 segura4 ,o c]to que o ,eucalypto facil de cont5t> quanto a t]r5o e capaz de ve/ir e enriquec] os mais +ratos1 desde os seixos frios das *>necas at z areias mais saf>as4 ,outro tanto no se pod] diz] das exig5cias d ,eucalypto em mat]ia de clima4 ,na ,au/ralia supporta temp]aturas de #gj c5tigrados ao sol e algumas especies ha1 como o ,eucalyptus l>giflor5s e o polyan!ma1 que affrontam impunem5te z nossas e/iag5s mais duras4 ,mas des5ganemo-nos1 tanto mais que os enganos pod]o sahir c>os ao lavrador1 como aconteceu na ,argelia2 o ,eucalypto arvore de climas mod]ados1 alegra-se na frescura e s(fre dev]as com o frio4 ,em temp]aturas inf]iores a #d c5tigradus abaixo de z]o1 d logo signais de do5a1 e nas especies mais mel9drosas gela at ao colo da raiz1 mesmo qu&o j e/ com alguns metros de altura4 ,i/o me aconteceu1 por exemplo1 com o ,eucalyptus maculata2 p]di n'um s inv]no quantos t9ha1 j muito crescidos e l9dos4 ,sobretudo1 acabemos por uma vez com a illuso de que os ,eucalyptos podem =m> abrigos contra o v5to d m>4 ,t5hamos bem pres5te a preciosa recomm5dao de ,s\za ,pim5tel1 que1 s5do de #ahgf1 a9da hoje c>ece de s] repetida1 to l5ta a diffuso dos conhecim5tos agricolas3--,apez> d clima m>itimo s] muito favoravel p>a os ,eucalyptos1 no devemos faz] plantaes d'e/a arvore em sitios muito proximos d m> e que e/ejam directam5te expo/os s emanaes salgadiz e aos v5tos muito viol5tos d littoral2 ou ento proc$]emos de modo que z plantas fiquem abrigadas por alguma elevao natural1 ou outra qualqu] defeza1 o que facil encontr>4 ,qu]] o ,eucalypto s5tir o al5to das aguas d m>1 mas onde lhe *egue is5to de toda a asp]eza que c>act]i/ica da nossa co/a m>itima4 ,sem emb>go1 a gr&e zona d ,eucalypto1 em ,portugal1 aquella que admitte l>go num]o de especies e lhes assegura condies de des5volvim5to p]feito1 s] essa que z brumas m>itimas de p]to ou de longe e em toda a e/ao bafejam4 ,o fallecido e b5em]ito ,b]n>d9o ,b>ros ,gomes1 nas ,c>tas elem5t>es de ,portugal que1 a meu vr1 cont9uam s5do um docum5to fundam5tal no e/udo da physiographia d nosso paiz1 a*a a l9ha culm9ante que dom9a a vida physica d paiz na ext5sissima cordilheira que com depresses de v>iada pr(undeza vai sub9do l5tam5te d ,cabo da ,roca ,e/rella1 pelas s]ras de ,c9tra1 ,aire e ,l\z1 e da ,e/rella vai a ,l>\co1 na fronteira da ,galliza1 pelas s]ras de ,montemuro1 ,m>o e ,g]ez4 ,l9ha seguida de cond5sao mais ext5sa e elevada no ha no paiz3 #a3ehj1 #a3bjf1 #a3dbb1 #a3chi #a3iic e #a3bjb so z alturas dos seus pontos culm9antes1 m>cados na c>ta geographica com os nomes de ,l>\co1 ,g]ez1 ,m>o1 ,montemuro1 ,e/rella e ,l\z4 ,so essas z muralhas que os v5tos d m> tem a v5c] na passagem p>a o int]ior da ,p59sula1 e por sua pod]osa influ5cia de cond5sao essas s]ras dividem o paiz ao norte d ,tejo em duas gr&es zonas--littoral e int]na4 ,ora1 e/a zona littoral ao norte d ,tejo que eu julgo s] a gr&e zona da cultura d ,eucalypto em ,portugal--na faixa mdia1 i/o 1 a di/ancia suffici5te d m>1 p>a no s(fr] com o rigor da v5tania1 e limit&o-se na subida s alturas1 p>a no morr] victima dos gelos1 dev5do todavia not> que a #fjj metros de altitude t5ho encontrado l9dos exempl>es d ,eucalyptus globulus e que1 se o ,eucalyptus globulus prosp]a n'essas alturas1 de suppr que o ,eucalyptus amygdal9a1 o coriacea e o ,gunnii cons5tiro em cresc] nos nossos montes a #gjj ou mesmo #hjj metros de altitude1 se ahi lhes s\b]mos escolh] situao4 ,fra d'essa ext5sissima regio litoral d norte d paiz1 qu] no sul1 qu] no int]ior d norte1 hav]1 sem duvida1 muitissimos log>es onde o ,eucalypto m$re rapida e mage/osam5te1 sobretudo nos valles e na proximidade de ribeiros que alguma frescura lhe facultem4 ,mas1 pois que no licito cont> aqui como regra a abundante e p]man5te humidade da zona norte que tracei1 a cultura d ,eucalypto passa a s] como accid5tal1 o que alis no imp$e de apres5t> muitas e valiosas man*as de expl5dor1 igual&o z melhores da zona eleita4 ,,iii ,pda dos ,eucalyptos ,algum tempo1 e muito longo1 tive como regra inv>iavel que os ,eucalyptos no c>eciam de pda4 ,mais d que isso1 a pda era-lhes nociva4 ,i/o me diziam os melhores livros que se occupavam da sua cultura2 i/o me era confirmado pelo que obs]vava nas m9has plantaes e nas dos vis9hos2 e i/o tambem me era aconselhado pelo exame das proprias arvores que1 despoj&o-se expontaneam5te dos ramos caducos1 d'aquelles cuja aco havia cessado1 e/avam em seu trabalho organico a mo/r>-nos a indiscrio de qualqu] int]v5o1 que por c]to nunca pod]ia exc$]1 ou sequ] emp>elh>1 a sua natural previd5cia4 ,ellas1 z arvores1 que sabiam1 muito melhor d que ns1 qu&o que lhes conv9ha desfaz]-se das r\pas velhas4 ,z m9has obs]vaes ento limitavam-se1 porm1 a uma s especie de ,eucalyptos1 ao globulus4 ,e p>a esse e p>a todos os af9s no modo de veget>1 i/o 1 p>a aquelles que crescem em ha/e direita e se despojam expontaneam5te dos ramos velhos1 a regra prevalece3--no se lhes deve toc>4 ,a no s]1 cl>o e/1 p>a cort> algum ramo muito baixo que por acaso p]si/a e se des5volva1 encurt&o mais t>de o comprim5to das madeiras ou empec5do1 no pres5te1 o cam9ho ou passagem4 ,e e/a ultima hypo!se no r>a nos ,eucalyptos plantados isoladam5te1 em condies de bracej> com l>gueza1 a seu capri*o4 ,nas especies que no do expontaneam5te ha/e direita1 e n'e/e num]o se tornam notaveis e pr$om9antes o polyan!ma1 o melliodora1 o ,behriana e o bicolor ou l>giflor5s1 n'e/as1 se no lhes acudimos a tempo encam9h&o-z pelo crte dos ramos ra/eiros1 t]emos todas z probabilidades de z vr conv]tidas em gr&es arbu/os1 p5didos1 tortos e curvados por mil modos1 sem dois palmos de madeira direita aproveitavel4 ,ahi1 a pda ess5cial e tem sua arte1 reclam&o a att5o de quem a faz1 p>a que no seja t>dia1 nem excessiva1 p>a que no deixe engross> demasiado os ramos e tambem p>a que por excesso de pda no adelgace muito a ha/e e lhe prejudique a robu/ez4 ,mas ha mais3 em c]tos casos1 e mesmo p>a ,eucalyptos que naturalm5te crescem em ha/e direita1 pod] hav] vantagem no crte das pontas t]m9aes a quatro ou c9co metros d *o4 ,em ,roma1 encontrei frequ5tem5te ,eucalyptus ro/rata1 assim degolados1 com troncos magnificos na base e bem ve/idos de frondosos braos no cimo4 ,e aqui1 nas m9has plantaes1 aconteceu que1 hav5do sido cortadas 7por malvadez7 z pontas de oito ,eucalyptus macrorryn*as1 cre>am outras que sold>am p]feitam5te no tronco1 e e/e engross\ bem1 e at mais d que o dos ,eucalyptos da mesma especie que e/avam proximos e =am p\pados pelo v&alismo4 ,por isso me incl9o a crr que1 n'e/a mat]ia1 a regra 1 na v]dade1 no pod>2 mas tem muitas excepes1 a que convm att5d]4 ,e no me t5ho dado mal1 muito pelo contr>io1 admitt9do-z no meu uso4 ,a proposito1 acresc5t>ei que o ,eucalypto que comece a cresc] incl9ado1 seja de que especie fr1 no s d'aquellas que acima aponto como t5do inv>iavelm5te e/a t5d5cia1 mas tambem de outras que accid5talm5te a revelam1 como1 por exemplo1 o ,gunnii e o ,/u>tiana1 ,eucalypto que assim cresa deve s] cortado a meio palmo d *o1 logo que o tronco *egue a robu/ez ba/ante1 de ord9>io no qu>to ou qu9to anno4 o unico modo de obt] boas ha/es d'essa cpa2 vem depressa1 direitas e vigorosas4 ,algumas t5ho que subiram mais de dois metros logo no primeiro anno depois d crte4 ,e1 se consid]>mos que os reb5tos so mais promptos em cre> c]ne d que z mes1 conv5c]-nos-hemos de que similhante op]ao de todo o ponto vantajosa4 ,muitas vezes a t5ho feito e nunca me arrep5di4 ,,iv ,escolha das v>i$ades ,evid5tem5te1 em mais de oit5ta especies e v>i$ades de ,eucalyptos que t5ho exp]im5tado1 o globulus mantm o seu log> de primazia1 quanto rapidez de des5volvim5to4 ,quem procur> o volume maximo de madeira a cre> em det]m9ado tempo e espao1 no tem que hesit>3 plante o globulus4 ,e1 se nos lembr>mos de que a sua madeira excell5te1 propria p>a innum]aveis applicaes1 t]emos por seguro e c]to que1 quem assim resolv]1 proc$e com z maiores probabilidades de hav] feito um magnifico negocio1 r5doso como os melhores4 ,mas1 se o ,eucalyptus globulus conta a seu favor a vantagem d mais rapido des5volvim5to1 outras especies o pret]em1 quanto resi/5cia a do5z p>asit>ias1 e quanto a belleza e quanto capacidade de support> z vicissitudes climat]icas e a pobreza d slo1 e quanto qualidade da madeira4 ,no ha plantao de ,eucalyptus globulus que se mo/re viosa por igual4 ,aqui e alm app>ecem sempre exempl>es ra*iticos1 e t5ho p>a mim que esses1 em g]al1 def9ham por do5z cryptogamicas1 sobretudo se a exposio ao norte e batida d v5to d'esse lado4 ,o ,eucalyptus ,risdoni p>tilha com o globulus d'essa susceptibilidade2 adoece tambem muito facilm5te4 ,mas1 exceptu&o e/e1 julgo que1 em gr&e maioria1 z outras especies de ,eucalyptos so1 em g]al1 muito m5os s5siveis s invases cryptogamicas d que o ,eucalyptus globulus4 ,quanto a belleza1 se qu]emos =m> av5idas copadas1 ou ve/ir de folhagem abundante um p$ao de t]ra1 se procuramos sombra e frescura1 o ,eucalyptus botryoides1 alis facil de cont5t> em riqueza d slo e favor d clima1 exc$e todos os demais4 ,em seguida1 p>a e/e effeito1 vir o ,eucalyptus ,&reana1 uma especie de *oro1 de folhas delgadas1 um p\co esguio1 na v]dade1 mas l9do1 sem emb>go1 pr9cipalm5te qu&o se cobre de flr4 ,por v5tura o ,eucalyptus virgata1 ou ,sieb]iana1 segundo outra classificao1 tem de s] incluido n'e/a ca!goria4 ,ramifica copiosam5te4 ,mas os exempl>es que possuo e/o a9da muito novos p>a que me auctorizem juizo def9itivo4 possivel que com a idade se tornem mais despidos4 ,p>a os t]r5os humidos e frios1 a soluo no (f]ece duvida4 ,o ,eucalyptus amygdal9a1 o coriacea e o ,gunnii tem de s] os r$emptores d'esses brejos mis]aveis das nossas flore/as1 assim como nos t]r5os sccos o ,eucalyptus polyan!ma1 o melliodora1 o bicolor ou l>giflor5s 7so synonimos7 e o ,behriana e o hemiphloia--de crescim5to l5to1 note-se--exc$em em coragem p>a support> a e/iagem todos os demais4 ,sobretudo1 o ,eucalyptus polyan!ma1 qu&o plantado ba/o e bem guiado1 porque facilm5te entorta e deixa engross> os ramos ra/eiros com prejuizo da ha/e pr9cipal-- muito de cultiv>1 tanto mais que a madeira rija como f]ro4 ,o ,eucalyptus melliodora cresce mais depressa e d troncos mais direitos2 mas pelo que t5ho vi/o e lido1 supponho que a madeira1 embora boa seja1 inf]ior d polyan!ma4 ,pela qualidade da madeira que muitos ,eucalyptus se antepem ao globulus1 co9cid9do a sup]ioridade da madeira com uma cel]idade de des5volvim5to e aptides de cultura inteiram5te satisfatorias e mesmo comp>aveis s d'aquelle gigante das nossas flore/as4 ,aqui s]ia longa a li/a das especies de ,eucalyptos d meu conhecim5to e exp]i5cia que convm pref]ir ao globulus1 embora e/e jmais deixe de s] excell5te4 ,outros o v5cem1 inconte/avel3 e p>a abrevi>1 mesmo porque ha vantagem prtica em abrevi> e no disp]s> o nosso es=o em inc]tezas e capri*os1 eu recomm5d>ia1 a quem quizesse produzir madeiras de excepcional valor1 todos os ,iron-b>k 7casca de f]ro71 como 1 por exemplo1 o crebra1 de que facilm5te conseguiremos bons exempl>es1 e poria na cabea d rl o ,eucalyptus corynocalyx ou cladocalyx1 que no torce depois de scco1 o m>g9ata1 de uma dureza m>avilhosa1 e a9da o res9if]a que no disp5sa log> favoravel2 mas que1 cemo o crebra1 no to esquivo que no vegete bem em muitissimos valles e enco/as d nosso paiz e possa =m> flore/as espl5didas4 ,v ,d crte dos ,eucalyptos ,sobre o crte dos ,eucalyptos1 a ,eucalyptographia d ,b>o de ,muell] reproduz z recomm5daes de ,george ,simpson1 o qual1 na op9io de ,muell]1 falla em resultado d'uma longa exp]i5cia e com auctoridade2 e porque essas recomm5daes se me afiguram de uma importancia capital1 aqui z reproduzo4 ,dizem assim3 ,por causa da sua d5sidade1 a madeira d ,eucalypto no pde secc> nos cpos2 troncos de #ab ps de comprim5to por #ab polegadas de espessura1 deixados durante #g annos no log> onde =am cortados1 emp5>am1 qu&o depois =am s]rados em pran*es1 quasi tanto como se h\vessem sido cortados rec5tem5te4 ,d'aqui vem que a exposio dos cpos a influ5cias proprias a effectu> a sca alcana ap5as a p>te ext]na e com prejuizo1 pelo m5os1 d'essas camadas que att+e4 ,por isso1 ,g4 ,simpson insi/e1 com razo1 na conv5i5cia de s]r> os troncos nas dim5ses que se quiz]em1 logo que so d]rubados4 ,a madeira s]rada deve depois s] empilhada1 e1 p>a ob/> a que se f5da e tora1 convem cobril-a levem5te com s]radura1 s5do e/a sub/ancia a mais facil de obt] e applic> p>a evit> uma evaporao demasiado rapida da humidade da madeira4 ,a s]radura um mau conductor d calor4 ,a madeira d ,eucalypto 7pelo m5os d ,j>rah1 ,eucalyptus m>g9ata7 requ] p>a secc> por e/e processo c]ca de #c mezes1 se feita em pran*es de #c,x#b polegadas2 p>a pran*es de #ab,x#ab polegadas dem&>1 aproximadam5te1 um anno4 ,quanto occasio d crte1 o snr4 ,simpson e/ de accrdo com todos os obs]vadores s5satos1 insi/9do em que z arvores devem s] cortadas qu&o o movim5to da seiva m5os activo2 por consegu9te1 ahi pelo fim d e/io1 antes que z *uvas pesadas dos mezes mais frios v5ham desp]t> uma circulao mais vigorosa da seiva4 ,mais nota a9da ,g4 ,simpson que os ramos de ,eucalyptos1 qu&o cortados na e/ao humida1 f5dem muito mais d que qu&o o crte se faz nas pocas mais sccas d anno4 ,deve hav] tambem muito cuidado em livr> z arvores de gr&e abalo ao cair4 ,de outra frma1 a madeira apres5t> defeitos1 embora algumas vezes e/es s se revelem muito tempo depois de a empreg>mos4 ,pod]-se-ha evit> muito esmagam5to incl9&o a quda p>a onde haja ramada e afa/&o-a dos t]r5os p$regosos e das ro*as4 ,,vi ,eucalyptos hybridos ,desde que1 em #aijb comecei a faz] sem5teiras de ,eucalyptos com maior assiduidade e exp]im5t&o l>go num]o de especies1 a*ei entre exempl>es que inteiram5te se con=mavam com a descripo que d'elles t9ha nos livros proprios d seu e/udo1 alguns que eram uma ab]rao manife/a d typo especifico4 ,a pr9cipio julguei que essas div]g5cias1 ento r>as1 proviessem de m5os cuidado no ap>tam5to das sem5tes2 s]iam resultado de qualqu] mi/ura casual4 ,mas1 hav5do plantado algumas dez5as de especies n'um espao relativam5te e/reito1 v]ifiquei1 m$ida que comecei a colh] sem5tes das arvores por mim plantadas1 a progressiva frequ5cia dos exempl>es extravag5tes1 e tive por indubitavel a hybridao4 ,at que1 ultimam5te1 me veio s mos a obra d illu/re botanico e pr(essor ,maid51 ,a ,critical ,revision ( ! g5us ,eucalyptus2 e ahi vi o facto da hybridao dos ,eucalyptos confirmado por uma das mais subidas auctoridades contemporaneas em mat]ia de flora au/raliana4 ,maid5 consid]a absolutam5te provada a hybridao dos ,eucalyptos1 e a*a que d'esse facto abundam provas4 ,segundo z suas obs]vaes1 o ,eucalyptus ,boormanii um hybrido d sid]ophloia e d hemiphloia2 o aff9is vem d cruzam5to d sid]oxylon e d hemiphloia e o consid5eana s] talvez um hybrido d pip]ita e d ,sieb]iana4 ,nas m9has sem5teiras1 os ,eucalyptos que se mo/r>am mais facilm5te susceptiveis de cruzam5to =am o ,gunnii e o leucoxylon4 ,de qu9ze exempl>es prov5i5tes de uma sem5teira d'e/e ultimo1 no havia talvez dois p]feitam5te iguaes4 ,o robu/a1 o botryoides e mais ac5tuadam5te o ,/u>tiana tambem no eram dos mais esquivos em apres5t> exempl>es div]g9do das mes1 no sei se por hybridao1 se por t5d5cia +5ita a v>i>1 a qual igualm5te fra de duvida p>a gr&e p>te das especies d'e/e g5]o4 ,em comp5sao1 ha outras que no v>iam4 ,d globulus nunca encontrei um s hybrido4 ,no amygdal9a so r>issimos os exempl>es div]g5tes2 n'uma sem5teira que produziu mais de quatroc5tos ps1 ap5as encontrei um que no se con=mava inteiram5te com o typo commum4 ,dado e/e facto da hybridao e come&o ns a conhec] z especies em que se manife/a1 convm sab] se d'ella pod]emos tir> proveito economico e no t]emos antes de a consid]> no rl das m]as curiosidades da cultura flore/al4 ,n'e/e ponto que a obra de ,maid5 nos d1 se no me engano1 uma indicao de valor1 onde diz que z especies e v>i$ades de ,eucalyptos agrupadas na designao vulg> sob o nome de box-trees 7arvores de buxo7 e entre z quaes se encontram o melliodora1 o polyan!ma1 o l>giflor5s e outros1 mo/ram uma p>ticul> t5d5cia p>a cruz> com aquellas outras especies *amadas iron-b>ks 7casca de f]ro7 das quaes o crebra muito nosso conhecido e a todos os respeitos ju/am5te famoso4 ,e/a affirmao d sabio director d ,j>dim ,botanico de ,sydney porv5tura envolv] p>a ns uma indicao preciosa4 ,o polyan!ma1 um box-tree1 muito provavelm5te o ,eucalypto que entre ns melhor supporta o calor d e/io1 emquanto resi/e p]feitam5te aos nossos inv]nos2 mas l5to1 muito l5to no des5volvim5to4 ,entretanto1 o crebra1 um iron-b>k1 mais s5sivel s vicissitudes climat]icas1 prosp]&o1 todavia1 sob temp]aturas elevadas e support&o sem maior mal frios rigorosos1 tem um des5volvim5to m$iano1 em t]mos manife/os de aproveitam5to economico4 ,em ambos a madeira excell5te4 ,s]ia possivel pelo cruzam5to d polyan!ma e d crebra obt] hybridos que t5do z notabilissimas qualidades de resi/5cia d polyan!ma lhes juntassem uma maior cel]idade de des5volvim5to8 ,e o ,gunnii to prompto em cruz> e to proprio p>a povo> z enco/as frias1 no pod]ia s] melhorado pela ins9uao de elem5tos novos1 traz5do sua madeira qualidades sup]iores a essas1 devras aproveitaveis1 que j possue1 e faz5do-a to boa p>a con/ruces como magnifica p>a l5ha8 ,a exp]i5cia t5tadora p>a os lavradores moos e confiados que queiram junt> a uma ju/a ambio de lucros uma intellig5te applicao dos seus ocios e um sympa?ico es=o p>a leg> aos filhos e aos filhos dos seus filhos uma riqueza nacional4 ,todavia1 convm not> que z exp]i5cias d'e/a natureza mais p]t5cem ao ,e/ado e s suas e/aes d que aos p>ticul>es e s suas m+uadas =z4 ,exp]i5cias flore/aes dem&am longos annos e ext5sos campos2 nem podem faz]-se em p\co espao1 nem pdem concluir em p\co tempo1 como acontece com z h]vas e a9da com os arbu/os4 ,t5ho ,eucalyptos com dezeseis annos de que a9da no colhi sem5te2 t5ho1 por exemplo1 um urnig]a1 j feito e com no m5os de doze annos1 magnifico e bello1 que a9da no deu flr4 ,o que1 devo acresc5t>1 no me desanima2 antes me pr5de4 ,quanto mais os fructos t>d>em1 mais se along> a esp]ana e os seus cuidados e praz]es4 ,tal qual como com os nossos filhos3 quanto mais crescidos so e mais trabalhos d]am1 mais os amamos4 ,,vii ,a crte dos gigantes ,p>a corrigir a nudez habitual das mattas de ,eucalyptos1 de ord9>io esqueleticas1 apez> da robu/ez dos troncos1 p>a lhes d> espessura1 mi/urei-lhes em div]sos log>es gr&e cpia de ,acacias1 espalhadas a trxe-mo*e1 muito ba/as e de v>iadissimas especies4 ,v]ifico1 porm1 ao fim de alguns annos1 que se torn\ uma explorao economica r5dosa aquillo que havia sido feito por mra preoccupao de belleza4 ,plant&o os ,eucalyptos a tres metros de di/ancia e int]cal&o-lhes1 em igual compasso1 z ,acacias1 mais conhecidas pela designao popul> de mimosas1 conseguiremos ve/ir a t]ra1 abundantem5te1 de folhagem e flres1 e conjunctam5te fabric>emos alguma l5ha e madeira nos espaos livres nos primeiros tempos1 emquanto os ,eucalyptos pelo seu des5volvim5to no os tomam e cobrem inteiram5te4 ,o effeito de belleza gr&e--o que tambem repres5ta valor4 ,nem s de po vive o homem2 a vida no se resume em op]aes ari!meticas de somm> e multiplic>4 ,dissem9&o entre os ,eucalyptos ,acacias podalyriaefolia1 ,baileyana1 dealbata1 mollissima1 longifolia1 pycnan?a1 cyanophylla1 decurr5s1 melanoxilon e todas a demais d'e/e g5]o1 possuiremos quanto ba/e p>a t]mos flres1 de um p]fume leve e delicioso1 desde os f9s de novembro at maio1 quasi in9t]rompidam5te4 ,por mom5tos1 qu&o a e/ao lhes corre favoravel1 do um deslumbram5to1 de que o lavrador1 se bom lavrador quiz] s]1 alguma coisa colhe e traz ao m]cado p>a engord> o mealheiro4 ,entret&o1 cri\-se muita ramagem que aquece o =no da bra e p\pa o crte de arvores adultas1 e cri\-se tambem1 alm de muita l5ha1 uma avultada somma de madeira preciosa1 com div]sos usos1 sobretudo conv9do m>c5>ia e tano>ia4 ,p>a e/es ultimos f9s1 a ,acacia melanoxilon tem hoje os cr$itos feitos2 facilm5te se pag> por #bj escudos uma arvore de #bj annos1 se foi conv5i5tem5te tratada--i/o 1 r5deu #a escudo por anno e1 calcul&o que um hect>e comporta #a3jjj1 r5deu um conto por hect>e e por anno4 ,mesmo suppondo que os preos baix>o algum dia d'aquelles exag]os em que a gu]ra os pz1 a plantao da ,acacia melanoxilon1 ou da au/ralia1 como no vulgo *amada1 fic> em toda a hypo!se uma cultura altam5te lucrativa4 ,imm$iatam5te1 como productores de madeira1 vm a ,acacia decurr5s e z suas v>i$ades1 entre z quaes pde cont>-se a ,acacia dealbata1 rec5tem5te em uso p>a fabrico de tamancos e d&o casca excell5te p>a cortumes1 de uma elevada p]c5tagem de tan9o4 ,muito proxima1 s5o igual n'e/a ultima applicao1 segue-se a ,acacia pycnan?a1 de uma rijeza de madeira notabilissima e uma das cascas tan9osas mais ricas que ha no mundo1 segundo ,maid5 diz1 o qual acresc5ta que outra mais rica pod] hav]1 mas no d seu conhecim5to4 ,supponho todavia que o pr9cipal valor economico das ,acacias1 sobrelev&o quelle muito subido que possam t] p>a madeira1 l5ha e cortumes1 e/> porv5tura na sua prodigiosa capacidade de cri> vegetao nos t]r5os ridos1 t]r5os que1 na expresso de ,maid51 nem h]va do1 nem p>a pa/agem s]vem4 ,d'isso t5ho na m9ha exp]i5cia provas conclud5tes4 ,pelos residuos de mat]ia organica que n'essas t]ras deixam1 z ,acacias so o baptismo milagroso pelo qual a e/]ilidade se conv]te cultura4 ,p>a e/e effeito1 a ,acacia reputada sup]ior ao ,eucalypto1 e creio mesmo que sup]ior a qualqu] outra planta1 embora t5ha conseguido cobrir g&>as frias e mis]rimas com o ap]tado manto de v]dura que a ,hakea saligna lhes prodigalisa em p\cos annos1 enriquec5do essas g&>as1 prep>&o-z p>a melhores de/9os com boas camas de folhido4 ,mas z ,hakeas1 se depressa m$ram1 c$o morrem e dos seus troncos s nos deixam uma l5ha que me p>ece muito pobre4 ,z ,acacias levam-lhes1 evid5tem5te1 gr&e vantagem na misso de f]tilisadores3 a sua qualidade de legum9osas e o pod] fecundante que d'essa qualidade lhes vm1 junt&o-se a uma incomp>avel resi/5cia s viol5cias da e/iagem e av>eza nativa d slo1 attribue-lhes um log> unico no desbravam5to das nossas *>necas1 tanto mais que p>ece av]iguado que a cultura das ,acacias se pde prolong> no mesmo t]r5o sem prejuizo da sua f]tilidade4 ,os cultivadores e botanicos au/ralianos so de op9io que por esse lado no ha inconv5i5te na repetio imm$iata de tres ou quatro plantaes sucessivas de ,acacias na mesma t]ra4 ,note-se que a ,acacia uma arvore que se faz depressa e envelhece c$o1 mo/r&o exempl>es de #aj e #ab annos com uma boa p]c5tagem de c]ne1 e e/e facto1 acresc5t&o-se aos demais que acabo de apont>1 legitma a esp]ana de melhor> um t]r5o faz5do tres cortes de madeira boa em #fj annos4 ,a cultura da ,acacia em tudo igual a d ,eucalypto1 modificada ap5as em dois pontos3 a sem5teira e a pda4 ,a sem5te da ,acacia tem um invlucro muito rijo2 ha exemplos de sem5tes ent]radas fundo1 durante muitos annos1 que depois d'isso g]m9>am1 qu&o o acaso da cultura z tr\xe de novo sup]ficie da t]ra4 ,por isso1 agradece prep>o que facilite a g]m9ao2 convm lanar-lhe em cima agua a f]v] e n'essa agua a cons]v> antes de a lanar t]ra4 ,i/o t5ho feito com bom resultado4 ,e ha at quem recomm5de que se f]va a sem5te por um in/ante1 adv]t9do todavia que a temp]atura no deve exc$] #ge c5tigrados4 ,t5ho p>a mim que a melhor sem5teira das ,acacias a que se faz com z sem5tes frescas logo que se colhem4 ,ento g]m9am quasi todas1 mesmo sem prvia imm]so na agua qu5te2 e como essas sem5teiras so antes d fim d e/io1 poca em que a sem5te amadurece1 habilitam-nos a t] plantas em e/ado de collocao def9itiva na primav]a segu9te2 o que1 af9al1 significa o adiantam5to de um anno4 ,a pda indisp5savel1 a ,acacia facilm5te ala/ra e ra/eja1 se se encontra ab&onada e l>ga4 ,p>a obt] troncos bons1 altos1 lisos e aprumados1 t]emos de os gui> com cuidado1 limp&o os ramos lat]aes e decapit&o a arvore1 p>a lhe engross> a ha/e pr9cipal1 se ella vai muito delgada1 com o risco de se torn> curva pelo peso da folhagem4 ,o melhor processo1 p>ticul>m5te p>a a ,acacia melanoxylon1 a plantao ba/a2 assim1 a falta de luz1 det]m9&o a inanio dos ramos lat]aes1 atrophia-os e secca-os1 ao mesmo que promove a elevao d tronco4 ,consid]e-se1 porm1 que pda ha-de s] feita com disc]nim5to e paci5cia1 p\co a p\co1 de modo que a arvore se =me bem equilibrada1 sem nunca se a*> demasiado despida1 o que a enfraquece e atraza1 qu&o no a inutilisa4 ,maid5 de p>ec] que z ,acacias se devem dividir em dois grupos3 z das t]ras sccas1 que m$ram com p\ca *uva1 e d'essas a ,acacia pycnan?a o typo2 e z das t]ras frescas e dos climas m>itimos1 dem&&o mais agua e floresc5do em temp]aturas inf]iores d'e/as1 o typo a ,acacia decurr5s4 ,e/a di/9co1 que t5ho por fundam5tal1 ba/>ia p>a a seleco das v>i$ades con=me z circum/ancias da cultura que empreh5dessemos2 mas entretanto no s] ocioso1 p>a mais segura apreciao1 tom> conhecim5to de c]tas qualidades peculi>es a cada uma das especies que passo a apont>1 e que julgo z pr9cipaes3 99,acacia ,baileyana499--,l9dissima1 como planta ornam5tal1 pela pr(uso das flres2 mas especie p\co firme1 deg5]&o com frequ5cia1 e das m5os ru/icas4 ,qu] abrigo1 boa t]ra e1 a9da assim1 no r>o morre nova4 99,acacia cyanophylla499--,arvore robu/a4 ,bellas flres1 das mais t>dias4 ,excell5te p>a log>es sccos4 ,teme a geada4 ,comp>avel ,acacia pycnan?a1 manife/am5te4 99,acacia dealbata499--,a mais conhecida das mimosas4 ,flres j muito apreciadas nos m]cados4 ,como arvore flore/al1 aproxima-se da ,acacia decurr5s1 s5do-lhe um p\co inf]ior no volume dos troncos1 na p]c5tagem tan9osa da casca1 e talvez na dureza da madeira4 ,o ,b>o de ,muell]1 no excell5te ,diccion>io das plantas uteis extra-tropicaes1 traduzido p>a a nossa l+ua pelo illu/re pr(essor da ,univ]sidade de ,coimbra o snr4 dr4 ,julio ,h5riques1 recomm5da a ,acacia dealbata1 pr9cipalm5te como combu/ivel1 por t] gr&e pod] calorif]o4 99,acacia decurr5s499--,d'e/a1 diz o ,b>o de ,muell] que mais resi/5te d que o ,eucalyptus globulus1 pod5do s] cultivada a altitudes mesmo muito notaveis4 ,riqueza tan9osa sup]ior1 boa madeira1 cont5t&o-se com t]r5os pobres1 e1 como a ,au/ralia1 com maior t5d5cia a cresc] direita d que z cong5]es4 99,acacia longifolia499--,boa flr p>a o crte1 crescim5to rapido1 valor baixo em madeira e tan9o1 ac5tuada prop5so a ra/ej>1 preciosa como povoador e fixador das areias da co/a m>itima4 e/a a sua qualidade por excell5cia1 provada entre ns em algumas localidades4 99,acacia melanoxylon499--,disp5sa comm5t>ios4 ,conhecida e exp]im5tada em todo o nosso paiz que d'ella o/5ta exempl>es sob]bos1 em gr&e v>i$ade de situaces4 ,madeira magnifica p>a innum]aveis applicaes4 ,no ha1 porm1 que fi> na sua g5]osidade1 quanto a qualidade d t]r5o2 nem todos lhe s]vem4 ,t5ho d'e/a especie plantaes atrophiadas por no t]em go/ado de t]r5os1 onde alis o ,eucalyptus globulus m$ra bem4 ,por isso1 passei a res]v>-lhe algum p$ao de t]ra mais fresca1 leve e p5etravel4 ,encontra-se em gr&e v>i$ade de situaes2 sabido e c]to4 ,mas1 at onde a m9ha exp]i5cia alcana1 incl9o-me a incluir a ,acacia melanoxylon nas ,acacias d typo da decurr5s1 p>a os effeitos da cultura e da escolha d local da plantao4 99,acacia mollissima499--,maid5 julga que a ,acacia mollissima1 como a dealbata1 uma v>i$ade da decurr5s4 ,por e/a pod]iamos1 pois1 af]ir o valor economico da ,acacia mollissima4 ,das plantaes que t5ho feito1 incl9o-me a concluir que a ,acacia mollissima no prosp]a em t]r5os agre/es pela seccura ou pela pobreza d fundo4 ,deixa-la-hia1 portanto1 na ca!goria das ,acacias ornam5taes1 porque z flres so realm5te opul5tas1 brilhantes1 e de um am>elo de oiro4 ,deg5]a e cruza com uma frequ5cia extrema4 99,acacia podalyriaefolia499--,cultivo-a ha p\cos annos2 faltam-me elem5tos p>a lhe apreci> o valor da madeira e o des5volvim5to1 que entretanto me p>ece m$iano4 ,supporta t]ras magras e e/iag5s aturadas4 ,como productor de flres p>a a v5da1 incomp>avel1 no s pela sua cr1 de um am>elo leve1 mas sobretudo pela poca em que ellas vem1 em novembro1 logo aps os ultimos *rysan!mos1 qu&o z flres muito escasseiam4 99,acacia pycnan?a499--,os naturali/as au/ralianos reputam-lhe a casca imm$iata da ,acacia decurr5s1 em riqueza de tan9o4 ,o ,b>o de ,muell] diz que de rapido crescim5to1 cont5t&o-se com quasi toda a t]ra1 mas encontr&o-se g]alm5te em t]r5os ar5osos pobres1 proximo co/a m>itima4 ,maid5 a*a-lhe uma casca espl5dida1 d5sa e nada fibrosa1 pulv]is&o-se completam5te1 o que porv5tura no s] indiff]5te qu&o se empregue em cortumes4 ,no das mais promptas em enraiz> na primeira transplantao p>a vaso2 mas depois1 na plantao def9itiva1 v+a bem e atura gr&es e/iag5s4 ,madeira rigissima1 troncos grossos2 um exempl> de #bj annos1 t9ha #cj c5timetros de diametro qu&o o cortei4 ,passa por s] das mais s5siveis ao frio2 mas z que plantei nas enco/as e entre outro arvor$o1 s(fr]am temp]aturas de #b c5tigrados abaixo de z]o1 sem maior mal4 ,flres gr&es e magnificas1 facilidade em d> arvore boa frma por uma pda conv5i5te4 ,notas sobre z pr9cipaes especies de ,eucalyptos que t5ho cultivado 99,eucalyptus ac]vula499--,uma v>i$ade d ,eucalyptus ,gunnii1 sem vantagem alguma sobre a especie typo1 quanto a crescim5to e resi/5cia ou qualqu] outra qualidade4 99,eucalyptus acm5oides499--,da ,nova ,galles d ,sul4 ,boa madeira1 sem duvida1 na op9io unanime dos que se lhe ref]em4 ,des5volvim5to m$iocre nos exempl>es que exp]im5tei4 ,macclat*ie aponta-o como conv5i5te p>a o littoral das regies tropicaes1 o que1 acrescido ao acanhado des5volvim5to que na exp]i5cia mo/r\1 o deve excluir das nossas plantaes4 99,eucalyptus aff9is499-- um hybrido d ,eucalyptus sid]oxylon e d ,eucalyptus hemiphloia1 segundo z indicaes de ,maid51 que o reputa de boa madeira4 ,so muito novos os exempl>es que possuo1 p>a que possa concluir o qu] que seja sobre a conv5i5cia da sua cultura4 ,cresc]am bem no vaso1 nos primeiros mezes2 mas na plantao def9itiva amu>am a tal ponto que no f>ei nova t5tativa4 ,creio que d'alli nada ha a esp]>4 99,eucalyptus amygdal9a499--,da ,tasmania e muitas outras regies da ,au/ralia4 ,gigantesca e preciosa arvore1 de que se encontr>am exempl>es com #abj metros de altura e #bj de circumf]5cia na base4 ,a sua madeira leve1 propria p>a muito g5]o de c>p9t>ia2 habitualm5te no torce ao secc>1 e f5de em e/acas com facilidade2 mas no muito durad\ra1 qu&o ent]rada1 nem to p\co d combu/ivel de primeira ordem4 ,t5ho d'e/e ,eucalypto muitos exempl>es e em muito div]sas condies1 e apez> da qualidade da madeira que apodrece qu&o ent]rada e d uma l5ha de valor m$iano1 afoita e calorosam5te o aconselho1 sobretudo nas enco/as frias e humidas1 onde em des5volvim5to exc$e algumas vezes o ,eucalyptus coriacea e o ,eucalyptus ,gunnii1 g5]osos e os melhores povoadores d'essas t]ras4 ,o ,eucalyptus amygdal9a passa por s] vido de humidade2 mas nunca1 porm1 me morreu n5hum de e/iag5s1 embora alguns z s(fressem e das mais sev]as4 ,em t]r5os bons1 att+e rapidam5te propores magnificas1 e em t]r5os pobrissimos1 nos quaes o ,eucalyptus globulus adoeceu e se torn\ ra*itico1 o ,eucalyptus amygdal9a cresceu devag>1 muito devag>1 mas sempre sadio4 positivam5te um criador de vegetao notabilissimo2 m]ece s] dissem9ado com prodigalidade1 pod5do subir a gr&es elevaes1 pois supporta temp]aturas baixissimas1 p>ec5do sob e/e aspecto mais robu/o que os seus companheiros da frialdade1 o ,eucalyptus coriacea e o ,eucalyptus ,gunnii4 ,nem nos pr5da a limitada applicao da madeira2 no s]v9do p>a muita coisa em que outras especies se di/+uem1 a9da assim lhe ficam qualidades de sobra p>a s] classificada em alto apreo4 ,o ,eucalyptus coccif]a1 o dives1 o fissilis1 o melanophloia1 o regnans e o ,risdoni1 todos tem com o ,eucalyptus amygdal9a p>5tesco1 qu&o no so ap5as um e/ado acid5tal d'essa especie1 det]m9ado pela situao em que vegetam1 conv9do consid]> n'e/e ponto que1 segundo o ,b>o de ,muell]1 o ,eucalyptus amygdal9a1 mesmo ord9>iam5te1 v>a ba/ante de aspecto1 con=me z condies geologicas e climat]icas a que fr sujeito4 ,a essas v>i$ades d ,eucalyptus amygdal9a me ref]irei em sua altura2 mas desde j s] bom fix> que p>a z nossas culturas flore/aes n5huma d'essas v>i$ades (f]ece qualqu] vantagem comp>ada com a especie de que d]ivam4 99,eucalyptus ,&reana499--,naud9 julga que provavelm5te1 s] uma das especies a que se deu o nome de ,eucalyptus amygdal9a1 e a*\-lhe c>act]es que d'e/a especie o aproximam1 emquanto na frma juv5il p>ece mo/r> p>5tesco com o ,eucalyptus vim9alis4 ,sejam1 porm1 quaes =em z suas aff9idades especificas1 que alis no auctorisam a presumpo de gr&e resi/5cia de madeira--resi/5cia1 note-se1 no se confunda com utilidade1 a qual no s na resi/5cia se funda--seja qual fr o seu log> na classificao botanica1 o c]to que o ,eucalyptus ,&reana d uma l9da arvore1 com a folhagem miuda e os ramos delgados e p5d5tes1 tronco direito e gr&e abundancia de flres na poca propria4 ,t5ho exempl>es de #ag annos com #ij c5timetros de circumf]5cia1 prosp]&o em t]r5os m$iocres e nunca se hav5do mo/rado muito captivos d frio4 ,a9da no decapitei n5hum2 por isso1 ignoro se tem facilidade em ramific> e =m> arvores baixas e copadas que s]iam bellas4 uma exp]i5cia a faz]1 com probabilidades de bom exito1 a julg> pelo p>5tesco4 ,tanto o ,eucalyptus amygdal9a como o ,eucalyptus vim9alis podem sem maior difficuldade sujeit>-se a frmas ramificadas4 99,eucalyptus ,behriana499--,pequ5o e vag>oso no des5volvim5to4 ,na op9io dos botanicos1 talvez uma v>i$ade d ,eucalyptus l>giflor5s 7ou ,eucalyptus bicolor74 ,o ,b>o de ,muell] diz que z qualidades te*nicas da madeira e/o a9da por exp]im5t>4 ,os exempl>es que t5ho d'e/a especie1 semeados em #aijc1 e/o bons e tem mo/rado gr&e resi/5cia s e/iag5s4 ,mas cresc]am an*am5te1 so de casca p]si/5te1 e por e/as qualidades supponho que h\ve erro na classificao e so d ,eucalyptus hemiphtoia1 especie da qual o ,eucalyptus ,behriana se di/+ue a cu/o4 99,eucalyptus ,boormannii499--,maid5 tem-no por hybrido d ,eucalyptus sid]ophloia e d ,eucalyptus hemiphloia1 d&o madeira de durao4 ,por e/e lado1 de boa origem2 qualqu] das especies de que provm d madeira rigissima4 ,acresce que o ,eucalyptus hemiphloia oriundo de regies sccas4 ,d ,eucalyptus ,boormannii t5ho um s exempl>4 ,cresceu devag> e no e/ gr&e1 em t]r5o de segunda ordem2 mas sempre se mo/r\ sadio4 ,por i/o e att5d5do qualidade da madeira1 convm p]si/ir na exp]i5cia1 a meu vr4 99,eucalyptus bosi/oana499--,encontro-o indicado nos livros e/rangeiros como de boa madeira e proprio p>a regies humidas4 ,o unico exempl> que d'elle t5ho1 s5do muito novo1 e nos primeiros tempos que mais co/umam cresc]1 e e/&o em excell5tes condies1 no mo/ra pressa de s] gr&e1 e desanima-me de novas t5tativas4 99,eucalyptus botryoides499--,abunda na ,nova ,galles d ,sul e a9da na colonia de ,victoria2 e torn\-se vulg> no sul da ,frana1 na ,italia e na ,argelia4 1 portanto1 uma especie exp]im5tada em climas muito p>5tes d nosso1 da qual j se sabe alguma coisa provada4 ,muell] apres5ta-o como arvore m$iana1 r>o exc$5do #dj metros de altura1 de casca p]man5te e madeira slida1 escura na cr1 similh&o mogno1 boa p>a c>p9t>ia e m>c5>ia4 ,a*a e/a especie uma das mais proprias p>a cultura beira-m>1 presumpo ju/ificada pelo facto de se encontr> indig5a em localidades humidas e ar5osas4 ,naud9 tambem a recomm5da1 pela frma pyramidal e pela folhagem abundante e umbrosa capazes de a conv]t] n'uma bella arvore de e/rada4 ,da excell5cia da madeira d ,eucalyptus botryoides ha1 porm1 quem duvide2 ,macclat*ie1 no seu precioso livro sobre ,os ,eucalyptus cultivados nos ,e/ados-,unidos1 muito avisadam5te aponta z div]g5cias1 embora previam5te confirme z vantag5s da cultura4 ,pois diz3 ,e/a especie prosp]a beira-m>2 mas no convm a regies de clima scco4 ,na ,au/ralia pref]e z situaes ar5osas e humidas1 junto co/a m>itima1 e1 segundo o ,b>o de ,muell]1 v+a bem em t]ras cont5do agua e/agnada4 ,na ,cali=nia d-se bem em gr&e v>i$ade de situaes que vo at #ej milhas da co/a4 ,e/a arvore das que se pdem us> p>a plantao flore/al em t]ras baixas de regies mod]adam5te humidas1 onde no ha a tem] gr&es geadas4 ,pela folhagem util como arvore de sombra1 em muitos sitios4 ,na ,au/ralia1 onde os colonos de diff]5tes sitios e/imam div]sam5te a sua madeira1 *amam-lhe mogno dos brejos e mogno ba/>do4 ,maid5 julga que e/e ultimo nome deve s] devido a confuso4 ,bailey e o ,b>o de ,muell] ambos reputam boa a madeira1 emquanto ,maid5 se lhe ref]e como inf]ior1 tanto pela resi/5cia como pela durao4 ,muell] e ,bailey indicam a madeira como dura1 rija e durad\ra1 util p>a travejam5tos nas gr&es edificaes1 cav]nas de emb>caes1 po/es1 c>ros e ripado4 ,a madeira av]melhada e de fibra ap]tada4 ,muell] diz que os po/es d'e/a qualidade so muito durad\ros1 no lhes hav5do notado signaes de decad5cia1 ao fim de quatorze annos de uso4 ,pela m9ha p>te1 confess>ei gr&e pr$ileco por e/a especie4 ,ha ba/antes annos que a t5ho plantado em gr&e v>i$ade de t]r5os1 alguns assaz sccos e sf>os1 e em todos elles encontro exempl>es p]feitos1 s5o pela rapidez d des5volvim5to1 alguns m$ram devag>1 ao m5os pela con=mao e saude4 ,o melhor de todos1 da primeira plantao1 ha dezesete annos1 tem hoje #am1#ej de circumf]5cia no tronco1 um metro acima d slo4 ,note-se que e/as plantaes s5tem a9da o ar d m>2 ficam a m5os de v9te kilometros da co/a1 e sem montes de p]meio que emb>acem a visita das brizas m>itimas4 ,nada posso diz] da madeira1 s5o que m>avilha o aprumo das ha/es qu&o a plantao ba/a2 e cresc5do e/e ,eucalypto rapidam5te1 de cr] que a madeira amadurea t>de1 e s em exempl>es de qu>5ta annos1 pelo m5os1 att9ja aquella firmeza de trama que lhe d todo o seu valor4 ,cortada cd1 a*&o-se t5ra1 tanto mais t5ra quanto mais depressa cresceu1 ha-de por =a torc] e ra*>1 tal qual z cong5]es em iguaes condies4 ,p>a arvore decorativa e de sombra1 o ,eucalyptus botryoides manife/am5te magnifico1 o mais bello d seu g5]o4 ,a*&o-se desafrontado1 ramifica abundantem5te1 sem prejuizo d aprumo d tronco1 s5do frequ5tem5te necess>io cort>-lhe os ramos inf]iores1 dos quaes no tem t5d5cia a desfaz]-se espontaneam5te1 como acontece com muitas especies1 sobretudo1 com o globulus4 ,a folhagem exp&e-se horisontal1 bella de cr e de frma1 e assim frma uma copa opul5ta4 ,advirta-se que1 apez> de agradec] e pref]ir a humidade1 at hoje a9da n5hum ,eucalypto d'e/a especie me morreu por effeito da e/iagem1 o que alis me tem acontecido com muitos outros1 especialm5te com o ,eucalyptus capitellata1 com o ,eucalyptus obliqua1 com o ,eucalyptus ,/u>tiana e mais alguns de importancia secund>ia4 99,eucalyptus calophylla499--,uma curiosidade de j>dim4 ,flres gr&es1 folhagem bella1 lusidia1 lauri=me2 mas muito mel9droso1 tanto que nem vale a p5a p5s>mos na qualidade da sua madeira1 embora no falte quem a gabe4 99,eucalyptus capitellata499--,d'e/a especie1 g]alm5te reputada de boa madeira1 t5ho bons exempl>es4 ,o melhor1 plantado em #aijc1 m$e agora #hj c5timetros de circumf]5cia4 ,mas uma ,/r+yb>k 7de casca encordoada7 e1 como z p>ceiras1 facil em povo> t]ras pobres1 mas exig5te quanto a humidade4 ,alguns exempl>es p]di j com z e/iag5s4 99,eucalyptus citriodora499--,folhagem de um delicioso aroma1 lembr&o o d limo1 unica1 por e/e lado1 entre z cong5]es4 ,madeira l9da e excell5te1 sem conte/ao dos que se lhe ref]em4 ,extremam5te exig5te1 quanto a clima4 ,emquanto novo1 qualqu] geada o mata4 ,deve1 todavia1 not>-se que em ,portugal se conhecem exempl>es crescidos d'e/e ,eucalypto1 com ba/antes annos e gr&e des5volvim5to4 99,eucalyptus coccif]a499--,de ,tasmania4 ,v]dadeiram5te um arbu/o1 resi/9do bem ao frio e sem valor algum flore/al ou decorativo4 99,eucalyptus colossea499--,vide ,eucalyptus div]sicolor1 d qual synonimo4 99,eucalyptus ,consid5eana499--,segundo ,maid51 talvez um hybrido d ,eucalyptus pip]ita e d ,sieb]iana1 de madeira descorada e macia1 proprio d littoral4 ,os exempl>es que d'elle t5ho so p\cos e muito novos4 ,entre elles e/ um de magnifico des5volvim5to e em exposio assaz fresca1 voltada ao norte4 ,apes> d'isso1 julg>ia imprud5cia confi>1 por emquanto1 em gr&es plantaes d'e/a especie4 ,p>ece dem&> humidade1 e n'essas condies hav] especies que se lhe avantagem1 tanto mais que a qualidade da madeira no tal que m]ea maior risco em exp]i5cias4 99,eucalyptus cordata499--,da ,tasmania1 app>ec5do em altitudes de #ejj metros acima d nivel d m>4 ,int]esse m]am5te botanico4 ,embora supporte bem o frio e a pobreza d slo1 como v]ifico no magnifico exempl> que t5ho na m9ha colleco1 nada vejo que me auctorise a recomm5d>-lhe a madeira4 ,cons]va sempre z folhas oppo/as1 sesseis1 azuladas1 cob]tas de goma1 o que p>a z outras especies1 como no ,eucalyptus globulus1 transitorio4 99,eucalyptus coriacea499--,magnifica especie1 a aproveit> em muita t]ra portugueza1 humida e fria4 ,muito conhecido em algumas classificaes por ,eucalyptus pauciflora1 encontra-se desde z mais pequ5as elevaes at s mais altas montanhas1 tanto nos t]r5os graniticos como em =maes de outro g5]o4 ,app>ece na colonia de ,victoria1 ,nova ,gales d ,sul e ,tasmania1 e/5d5do-se por muitas outras regies4 ,arvore m$iana1 *eg&o a #cj metros de alto1 de bello aspecto1 ramos p5d5tes1 tira o seu pr9cipal int]esse da resi/5cia a frios sev]os4 ,nos ,alpes ,au/ralianos con/itue com o ,eucalyptus ,gunnii flore/as em m9iatura a #a3ejj metros de altitude1 at proximo das geleiras4 ,na ,europa h\ve um exempl> em ,pau 7,pyr9eus7 que viveu durante alguns annos1 *eg&o a florir2 s morreu com o frio excepcional d inv]no de #ahha-ahhb4 ,proximo de ,montpelli]1 support\ uma tempe/ade de #aa graus abaixo de z]o1 onde o ,eucalyptus amygdal9a1 que dos mais resi/5tes1 gelava4 ,madeira relativam5te macia1 facil de cort>1 mais descorada que a maior p>te dos ,eucalyptos1 f5d5do bem2 excell5te l5ha4 ,no convm p>a ent]r>2 assim1 apodrece facilm5te4 ,no se esquea que teme muito z e/iag5s4 ,macclat*ie diz que na ,cali=nia no supporta a atmosph]a scca1 nem mesmo regado4 ,a pr9cipio no me captivei muito d'e/a especie4 l5ta em g]m9>1 pega mal na primeira transplantao e m$ra muito a m$o nos primeiros annos4 ,mas depois mo/r\ o que era4 ,di/+ue-se entre z companheiras pela robu/ez nas enco/as frias4 ,os melhores exempl>es1 de #ag annos1 tem agora #a metro de circumf]5cia4 99,eucalyptus cornuta499--,da ,au/ralia occid5tal d ,sul1 nas proximidades de ,geographe-,bay e nos massios montanhosos de ,/]l+4 ,na ,europa1 j vulg> nas m>g5s de todo o ,m$it]raneo1 pr9cipalm5te na ,prov5a1 na ,argelia e em ,g5ova4 ,arvore de m$iana gr&eza1 *eg&o excepcionalm5te a #cj metros1 supporta um slo arido1 mas pref]e os log>es humidos1 app>ec5do 7circum/ancia importante por no s] vulg> nos ,eucalyptos7 nos t]r5os calc>eos4 ,a madeira1 rija e ela/ica1 convm p>a lanz de c>ros1 in/rum5tos agricolas e emb>caes1 s5do p>a e/e fim de valor aproximado ao d freixo4 a mais pesada de todas z madeiras d occid5te au/raliano1 afund&o-se na agua1 a9da mesmo depois de bem scca4 ,macclat*ie d in=maes da cultura d'e/a especie na ,cali=nia1 que so muito de consid]> em nosso uso3 ,resi/e a temp]aturas elevadas1 s(fr5do1 todavia1 muito com z geadas4 ,no sucumbe com c]ca de #ej c5tigrados positivos2 mas fic> rijam5te mole/ado com #e abaixo de #j4 ,pref]e t]ra rica e l5ta1 nem por isso deix&o de cresc] bem em t]ra pobre4 ,pelo modo de cresc] e pela d5sidade da folhagem1 uma arvore de sombra1 hav5do p\cos ,eucalyptos que ramifiquem a to pequ5a altura como e/e4 ,na ,cali=nia tem sido empregado quasi unicam5te como arvore de sombra4 ,apez> de recomm5dado p>a z regies tropicaes e adjac5tes1 t5ho a*ado que o ,eucalyptus cornuta pde s]vir a va/as regies d nosso paiz4 ,em ,moreira da ,maia encontrei-o vioso e excell5te entre o matto1 sem n5huns cuidados1 e t5ho exempl>es em condies bem p\co favoraveis que no primeiro anno se des5volv]am a p> dos ,eucalyptus globulus e1 de #aijb at hoje1 cre>am um tronco de #jm1#fj de circumf]5cia4 99,eucalyptus corymbosa499--,no p>a desprez>1 se no me engano4 ,os dois unicos exempl>es que possuo1 plantados em #aijb1 pass>am j duros inv]nos e viol5tos e/ios1 ao fim mo/r&o dois troncos m$ianos em grossura1 mas aprumados e p]feitos4 ,sobre a qualidade da madeira no ha duvida2 facil de app>elh> em v]de1 durissima depois de scca1 fraca l5ha1 por virtude de excessiva quantidade de k9o1 e1 por isso mesmo1 imp5etravel s t]mitas4 ,d'e/e1 diz ,maid53 ,p>a po/es ent]rados e p>a canalisaes subt]raneas quasi imp]ecivel4 99,eucalyptus corynocalyx499--,da ,au/ralia d ,sul4 ,j exp]im5tado em v>ias localidades d sul da ,frana4 ,boa madeira p>a e/acas de v$ao e travessas d cam9ho de f]ro2 po/es de qu9ze annos no mo/ravam signaes de decad5cia4 ,de uma gr&e ela/icidade1 quanto s vicissitudes atmosph]icas1 dizem os que se lhe tem ref]ido1 que supporta temp]aturas que vo de #h c5tigrados abaixo de #j at #de positivos4 ,a folhagem adocicada1 qualidade que p>tilha com o ,eucalyptus ,gunnii2 os gados roem-na1 diff]5tem5te d que em regra acontece com a quasi totalidade dos ,eucalyptos1 em que os animaes no co/umam toc>--o que no dev] esquec] a quem os plant> em t]ras onde p]si/a o mau co/ume de apasc5t> os gados soltos nas mattas4 ,torna-se1 porm1 notabilissima e/a especie1 porque a sua madeira no f5de nem torce ao secc>4 ,s o ,eucalyptus res9if]a encontro indicado com igual boa pr5da e1 como e/e no supporta to bem o nosso clima1 o ,eucalyptus corynocalyx tem1 por aquella sua virtude1 um log> de primazia4 ,muell] diz que o crescim5to no de maior cel]idade1 segundo obs]v\1 cultiv&o-o por muito tempo2 e ,naud9 calcula esse crescim5to em c]ca de um metro por anno4 ,os melhores exempl>es que eu t5ho1 com #ag annos1 tem1 em mdia1 #fj c5timetros de circumf]5cia4 ,muell] aconselh\ e/e ,eucalypto p>a a ,argelia1 como resi/9do maior aridez e a e/iag5s prolongadas1 e indiff]5te natureza m9]alogica d t]r5o4 ,eu1 sem qu]] ens9> o me/re1 mas traduz9do-lhe p>a portuguez os conselhos em dezesete annos de exp]i5cias1 direi ap5as1 e p>a portuguezes que vivam em sitios similhantes a e/as col9as proximas de ,aveiro1 no em extremo sccas no v]o nem demasiado agre/es no inv]no3--,bella arvore1 na v]dade1 o ,eucalyptus corynocalyx4 ,mas ao abrigo1 a9da que qu5te seja4 ,nunca n5hum dos meus s(freu com z e/iag5s e muitas tem passado incolumes1 assim como rijos janeiros4 ,mas dete/a o norte e o frio dos brejos des>mados d sol4 ,exempl>es plantados no mesmo dia1 em t]r5o da mesma natureza1 e a #ej metros de di/ancia1 tem hoje um palmo de diametro ou duas polegadas1 con=me e/ejam ao abrigo d v5to e bafejados d sol1 ou sepultados na sombra e aoitados d norte4 99,eucalyptus cosmophylla499--,no tem valor indu/rial apreciavel2 mas goza da s+ul>idade de d> flr no inv]no--em ,eixo floresce em dezembro--e assim (f]ece bom pa/o s abelhas1 em tempo no qual o pa/o escasseia4 ,frma uma arvore pequ5a1 de folhagem espessa1 prosp]&o em situaes muito div]sas1 sem gr&es exig5cias1 quanto a t]ra e clima4 ,na ,au/ralia occupa log>es sccos e p$regosos4 99,eucalyptus crebra499--,e/e um dos meus pref]idos4 ,qu]]ia vl-o dissem9ado l>gam5te2 e1 pelo que t5ho obs]vado1 so de todo applicaveis em nossas t]ras z indicaes com que ,macclat*ie o recomm5da p>a a ,am]ica4 ,a iron-b>k 7casca de f]ro7 de folha e/reita1 diz1 supporta uma maior v>i$ade de condies climat]icas d que z outras iron-b>k4 a unica d'e/e grupo que supporta valles sccos e qu5tes d int]ior1 com temp]aturas m9imas de #g c5tigrados negativos e maximas de #ej positivos1 aproximadam5te4 ,pela madeira dura1 rija e ela/ica1 s]ve p>a gr&e num]o de applicaes4 uma das madeiras da ,au/ralia mais altam5te apreciadas2 durad\ra debaixo d *o e1 por isso1 muito usada p>a po/es e travessas de cam9ho de f]ro2 tambem mat]ial bom p>a pontes1 c>ros e gr&e v>i$ade de applicaes4 ,e/ com #hj c5timetros de circumf]5cia o maioral dos ,eucalyptus crebra que plantei1 e todos so de uma resi/5cia notavel1 teim&o em no morr] muitos que fic>am p]didos1 sem luz nem espao1 entre z plantaes de outros mais apressados em tom> conta d t]r5o4 99,eucalyptus ,deanmaid5499--,de/e t5ho ap5as dois exempl>es e novos4 ,no so feios1 com a sua folhagem horisontal4 ,em crescim5to e/o1 porm1 muito di/antes de muitos outros companheiros da mesma idade e diff]5te especie4 ,creio que no convir s nossas t]ras4 99,eucalyptus decipi5s499--,arvore pequ5a4 ,da sua madeira diz o ,b>o de ,muell] que p\co conhecida e no p>ece t] qualqu] valor capital4 ,e1 a9da que assim no fosse1 no nos s]viria1 porque cresce devag> e no *ega a tamanho que valha o qu] que seja4 99,eucalyptus delegat5sis499--,o viveiri/a onde comprei a sem5te apres5t\-o no catalogo como o m5os exig5te dos ,eucalyptos1 cresc5do entre a neve a #a3ejj ou #a3hjj metros de altitude e d&o boa madeira4 ,mas a obra de ,maid5 indica-o como uma v>i$ade alp9a d ,eucalyptus obliqua1 e eu que t5ho m$o d ,eucalyptus obliqua1 como de todos os /r+yb>ks1 to faceis em secc> com a e/iagem1 deixal-o-hei de remissa1 embora d'elle possua um l9dissimo exempl>4 99,eucalyptus div]sicolor499-- o afamado k>ri dos au/ralianos1 cantado e celebrado como rival d ,eucalyptus globulus1 e pres5tem5te apregoado na ,europa como capaz de cur> a diabetes com a infuso das suas folhas4 ,muito conhecido sob a designao de ,eucalyptus colossea4 ,da sua e/atura contam-se m>avilhas1 *eg>ia a #abj metros de altura e n'um crescim5to rapido2 e sobre a qualidade da madeira no div]gem z op9ies3 excell5te1 de resi/5cia sup]ior ao c>valho e apres5t&o casos de cons]vao na agua durante #bf annos4 ,quanto a t]r5o e clima1 que lhe porei gr&es duvidas4 ,no se pde comp>> com o ,eucalyptus globulus4 ,gel\ at ao colo da raiz onde o ,eucalyptus globulus nada s(freu1 e de todo e/acion\1 emquanto os companheiros erguiam bellos lanam5tos4 ,e p>ece que no s]ei o unico a queix>-me1 porque ,macclat*ie diz3 ,e/a especie prospra nas regies mod]adam5te humidas1 junto co/a2 mas no supporta bem o calor scco d int]ior4 ,os melhores exempl>es que obs]vei cresc]am entre ,los ,angeles e ,pasad5a1 da ,cali=nia1 onde a atmosph]a mod]adam5te humida e z geadas leves4 ,por consegu9te1 bom1 e s] mesmo optimo p>a quem lhe pud] (f]ec] t]ras pr(undas e valles abrigados1 no muito longe d m>1 p>a respir> frescura1 entre ,d\ro e ,m9ho1 segundo me palpita4 99,eucalyptus dives499--,um arbu/o1 frma ab]rativa d ,eucalyptus amygdal9a1 sem importancia alguma4 99,eucalyptus eximia499--,boa l5ha e fraca madeira1 segundo os me/res affirmam4 ,acresc5t&o a i/o que se tem mo/rado acanhado no cresc]1 desde que o t5ho1 ha #ag annos1 po/o que sempre sadio1 no mais p5s>ei em repetir a exp]i5cia4 99,eucalyptus ery?ronema499--,os horticultores gabam-lhe z flres1 v]melhas e com sua graa1 na v]dade4 ,mas um arbu/o pobrissimo de folhagem1 em toda a situao1 pondo uma nota de m+ua1 con/rangim5to e de%>monia4 99,eucalyptus ficifolia499--,arvore de ba/ante sombra1 casca p]si/5te1 r>as vezes exc$5do na ,au/ralia #ae metros de altura1 aproxim&o-se ap5as d ,eucalyptus calophylla e diff]9do muito das outras especies4 ,d valor da madeira nada se sabe4 ,como planta decorativa1 notabilissima2 so m>avilha os feixes espl5didos das suas flres cr de fogo1 de um v]melho s+ul>4 ,por esse lado1 o unico ,eucalypto francam5te decorativo4 ,mel9droso1 qu] boa t]ra1 abrigo e frescura2 v]dadeiram5te uma arvore de j>dim4 ,devo1 porm1 adv]tir que o t5ho a*ado m5os s5sivel s geadas d que o ,eucalyptus citriodora e o ,eucalyptus maculata4 ,facto curioso3--v>a extraord9>iam5te na cr das flres1 provavelm5te por hybridao4 ,direi mesmo que nunca a*ei dois exempl>es com flres exactam5te d mesmo tom4 99,eucalyptus fissilis499--,maid5 julg\ a pr9cipio que o ,eucalyptus fissilis1 d ,b>o de ,muell]1 devia s] consid]ado synonimo d ,eucalyptus amygdal9a1 de ,labill>dire4 ,ultimam5te1 porm1 diz que ,luehmann o conv5ceu de que o ,eucalyptus fissilis se deve lig> ao ,eucalyptus obliqua4 ,o catalogo de ,vilmor9 diz que se aproxima d ,eucalyptus goniocalyx4 ,com i/o co9cide que div]sas sem5tes que pude hav] com o rotulo de ,eucalyptus fissilis1 d]am arvores muito diff]5tes4 ,de tudo o que concluo que especie assaz inc]ta na classificao1 e no s] s5sato plantal-a em similhantes condies1 embora eu possa mo/r> um exempl> sob]bo1 nascido e creado sob e/a invocao1 e hav5do dado ao fim dos seus #ag annos de exi/5cia um tronco com #am1#c de circumf]5cia4 ,demais1 se o ,eucalyptus fissilis um ,eucalyptus amygdal9a1 t]emos e/e p>a o sub/ituir com m5os inc]tezas2 e1 se um ,eucalyptus obliqua ou um ,eucalyptus goniocalyx1 no s] de confiana p>a gr&es plantaes1 pelos motivos a que me refiro nas m9has notas sobre e/as duas ultimas especies4 99,eucalyptus foecunda499--,um arbu/o1 que p\co se me des5volveu e vive em gr&e mis]ia4 99,eucalyptus ,foeld-,bay499--,em livro algum sobre a flora au/raliana encontrei ref]5cia a qualqu] ,eucalypto sob e/a designao2 nem to p\co a*ei nas c>tas geographicas ,foeld-,bay4 ,o que l e/ ,tw(old ,bay1 ao sul1 no extremo da ,nova ,galles d ,sul4 ,porv5tura h\ve equivoco2 s] d'aqui o ,eucalyptus ,foeld-,bay que o catalogo da casa ,vilmor9 (f]ecia em #aija1 qu&o ahi comprei a sem5te4 ,por isso1 nada sei d valor da madeira d'esse ,eucalypto2 emquanto da sua robu/ez e aspecto decorativo1 s posso diz] bem4 uma bella arvore1 ramific&o com l>gueza1 de ramos p5d5tes como o *oro1 prosp]&o em situaes frias e a9da n'outras onde o calor ap]ta1 e reproduz9do-se espontaneam5te com uma c]ta facilidade4 ,pelo fructo1 pela folhagem e pela casca1 lembra muito o ,eucalyptus vim9alis e a9da1 ba/ante1 o ,eucalyptus ro/rata4 99,eucalyptus gigantea499--,synonimo d ,eucalyptus obliqua1 a que em sua altura me ref]irei4 99,eucalyptus globulus499--,disp5sa comm5t>io4 ,d que e vale dizem j z nossas mattas e e/radas1 e tambem1 l>gam5te1 z nossas (fic9as4 ,o que sobre elle se tem escripto =m>ia uma biblio!ca2 mas a pujana em que a cada passo se o/5ta1 sub/itue-a com vantagem4 ,o seu r5dim5to flore/al e a excell5cia da madeira so casos julgados em sua honra4 ,de passagem1 ap5as qu]o not> que ,naud9 escreve que o ,eucalyptus globulus supporta no sul da ,frana frios de #f c5tigrados abaixo de z]o1 e que o t5ho encontrado vioso1 robu/o e j com muitos annos e tronco =midavel1 em elevaes de #ejj e #fjj metros acima d nivel d m>1 nas s]ras d ,c>amulo e ,s4 ,mac>io4 99,eucalyptus gomphocephala499--,nunca d'e/a especie me foi possivel cre> coisa que se visse4 ,sempre se me mo/r\ por div]sos modos inteiram5te esquiva4 ,todavia1 talvez no seja ocioso que outros e em outras circun/ancias repitam a exp]i5cia1 pois leio que convm aos t]r5os calc>eos1 qualidade r>issima nos ,eucalyptos1 e que d madeira durissima4 ,no ir muito alto1 ap5as a uns #cj metros1 mas engrossa bem4 ,note-se1 qu]1 segundo leio1 t]r5os frescos4 99,eucalyptus goniocalyx499--,a julg> pelos exempl>es que possuo d'e/e ,eucalypto1 incl9>-me-hia a excluil-o1 desde j1 das nossas plantaes2 cresc]am bem nos primeiros annos1 emquanto encontr>am t]ra cavada1 e depois pass>am a m$r> muito devag>4 ,em g]al1 no so prop5sos a d> ha/es direitas1 t5do a seu favor uma facilidade notavel em reb5t> da cepa qu&o cortados e d'ahi d> rapidam5te lanam5tos elevados4 ,apes> d'esse balano p\co favoravel1 talvez no seja desac]to insi/ir na t5tativa2 os botanicos attribuem ao ,eucalyptus goniocalyx qualidades de alto valor4 ,a madeira boa1 durad\ra1 mesmo que ent]rada e/eja1 e um combu/ivel excell5te4 ,demais1 e/a especie iria a altitudes de #ijj ou mesmo #a3jjj metros e1 segundo ,sahut1 pre/>-se-hia m>avilhosam5te p>a a di/illao1 produz9do1 como outras cong5]es1 uma ess5cia que os colonos au/ralianos empregam sobretudo p>a a illum9ao1 e acresc5do que a ess5cia d]ivada das folhas d ,eucalyptus goniocalyx s]ia pref]ida a qualqu] outra por sua *amma brilhante1 sem fumo nem *eiro4 99,eucalyptus ,gunnii499-- de c]teza1 um dos p\cos que m]ecem s] propagados p>a aproveit> t]r5os e situaes em que o globulus vai mal e o proprio p9heiro cresce mis]avelm5te4 ,frequ5te nas montanhas da ,tasmania1 a especie mais vulg> dos ,alpes au/ralianos da colonia de ,victoria1 onde se encontra a #a3hjj metros de altitude2 por e/as circum/ancias de origem1 legitima a supposio de que ha-de prosp]> em muitos dos nossos montes mais sf>os4 ,associado com o coriacea1 frma na ,au/ralia z flore/as m9iaturas dos ,alpes d'aquelle cont95te1 e ahi floresce em e/ado arbu/ivo1 qualidade que entre ns cons]va1 hav5do produzido sem5tes fecundas em arvores de quatro annos de idade4 ,na ,europa1 app>ece em ,frana2 na ,africa1 tem sido exp]im5tado2 na ,argelia1 e na ,+lat]ra1 em ,kew1 proximo de ,londres1 ha um exempl> que ha muitos annos resi/e aos inv]nos1 embora plantado ao ar livre4 ,da sua resi/5cia ao frio1 no ha a m5or duvida4 ,os muitos exempl>es que d'elle t5ho1 alguns j com dezeseis annos1 nunca s(fr]am com o frio1 hav5do passado inv]nos rigorosissimos4 ,n'e/e ponto1 leva gr&e vantagem ao globulus4 ,quanto a t]r5o1 cont5ta-se com os mais pobres4 ,mo/ra-se so e com um des5volvim5to normal em t]ras expo/as ao norte1 frias1 p$regosas e muito humidas no inv]no1 emquanto1 ao mesmo tempo1 tem v5cido e/ios prolongados em t]ras de areia1 muito sccas1 s5do de not>1 todavia1 que1 p>a t]ras sccas1 outras especies lhe so inf]iores e devem s] pref]idas4 ,no feio4 ,a massa da folhagem mais escura e sombria d que em gr&e p>te de outras especies1 sem o *eiro p>ticul> de n5huma d'ellas4 ,d'ahi vem que os gados a roem1 circum/ancia r>a nos ,eucalyptos1 apontada tambem como p>ticul>idade d corynocalix4 ,sobre z qualidades da madeira1 div]gem um p\co os que a tem exam9ado4 ,o b>o de ,muell] a*a-a uma bella madeira1 igual em dureza d macrorryn*a1 ro/rata e globulus2 muito boa p>a div]sa obra1 se se pod]em conseguir ha/es direitas1 em regra f5d5do mal1 mas excell5te p>a l5ha4 ,porm1 ,macclat*ie1 repet9do a in=mao de ,muell]1 diz que e/a arvore no =nece uma madeira especialm5te util1 sem emb>go de acresc5t> que especie muito promett$ora como reve/im5to flore/al nas situaes montanhosas1 no sujeitas a temp]aturas e/ivaes muito altas4 ,e/a concluso1 a que se *eg\ nos ,e/ados-,unidos da ,am]ica1 e/ p>a mim absolutam5te confirmada pela exp]i5cia1 j no muito breve1 que t5ho da cultura d'e/a especie4 ,v]ifica-se que v>a muito nas propores d seu des5volvim5to2 alcan&o #fj ou #gj metros de altura1 qu&o encontra condies favoraveis de t]ra e abrigo1 decresce em diff]5tes graus e *ega mesmo a r$uzir-se a um arbu/o ra/eiro1 m$ida que essas condies se vo torn&o m5os propicias4 ,mas inconte/avel a sua pujana1 que quasi a is5ta por completo das do5z cryptogamicas1 amiudadas vezes fataes ao globulus2 a sua rudeza1 que lhe p]mitte um des5volvim5to sup]ior ao d p9heiro em t]r5os de g&>a magrissimos2 e1 f9alm5te1 a boa qualidade de madeira que1 a9da mesmo acceit&o como subsi/5tes todas z duvidas que a depreciem1 cons]v>ia a virtude de um magnifico combu/ivel4 ,n'e/es t]mos1 o ,eucalyptus ,gunnii1 plantado ba/o1 a um metro de di/ancia1 uma arvore preciosa p>a o aproveitam5to de muita *>neca fria e ao pres5te ab&onada1 povo&o-a e adorn&o-a de uma vegetao por div]sos titulos vantajosa4 ,convm not> que e/a especie cresce frequ5tem5te torta1 com t5d5cia a arra/>-se pelo *o4 ,n'e/e caso1 no ha que hesit>4 ,a ha/e corta-se a meio palmo de altura2 inv>iavelm5te d origem a div]sos reb5tos1 de ord9>io direitos2 e d'e/es deixam-se os dois ou tres mais aprumados1 que em breve e/>o da grossura d ramo que se cort\--o que1 alis1 deve t]-se como regra g]al p>a os ,eucalyptos que comecem a cresc] incl9ados4 assim que eu t5ho usado1 com os melhores resultados1 at mesmo com o globulus4 ,admitta-se mais que a plantao1 p>a s] bem feita1 dev] s] prec$ida da cava ou da lav\ra de todo o t]r5o1 no qual depois se abrem z covas4 uma despeza de manife/a importancia2 mas1 como uma plantao d'e/as no se faz p>a dez ou v9te annos1 mas sim p>a sess5ta ou oit5ta1 porque os ,eucalyptos1 d&o successivos crtes1 povoam um p$ao de t]ra por dilatados annos1 essa despeza torna-se m9ima pela durao da sua utilidade e r5dim5to4 99,eucalyptus hemiphloia499--,j por um exempl> au!ntico d'e/a especie que possuo1 j por outros exempl>es1 cujas sem5tes me vi]am como d ,eucalyptus ,behriana1 p>5te muito proximo d ,eucalyptus hemiphloia1 e que muito mais se con=mam com a descripo d'e/e d que com os c>act]es d'aquelle1 e/\ em diz] que o ,eucalyptus hemiphloia muito de aproveit> e propag>4 ,em primeiro log>1 o ,eucalyptus hemiphloia p]t5ce quella seco dos box-tree 7arvore d buxo7 em que se encorporam os ,eucalyptus polyan!ma1 melliodora1 l>giflor5s e outros1 todos notaveis pela boa qualidade da madeira e pela resi/5cia s e/iag5s4 ,depois1 em fontes auctorisadas leio que o ,eucalyptus hemiphloia prospra tanto junto da co/a m>itima como nos outeiros e valles sccos d int]ior1 support&o temp]aturas m9imas de #e e #g c5tigrados abaixo de z]o e maximas de #dc a #dh1 e no tem5do nem geadas pesadas nem o v5to qu5te4 ,depois a9da1 produz madeira de notavel resi/5cia4 ,o ,b>o de ,muell] diz que os po/es d'e/e ,eucalypto cravados na t]ra =am a*ados quasi p]feitam5te sos1 ao fim de #af annos1 e ,maid5 ref]e que elle d uma das melhores l5has da ,nova ,galles d ,sul4 ,e1 f9alm5te1 pelas in=maes que de longe vem e a m9ha exp]i5cia confirma1 uma arvore de folhagem d5sa1 qualidade r>a em ,eucalyptos1 e1 a meu vr1 prosp]&o mesmo nos t]r5os argilosos1 qualidade tambem no m5os excepcional n'e/e g5]o de plantas1 tudo o que precioso num paiz como o nosso1 onde ha muitos b>ros sccos c>ecidos de sombra e com p\cas probabilidades de a*> arvore que lh'a d4 99,eucalyptus yugalis499--,um arbu/o1 de todo sem importancia p>a o lavrador4 99,eucalyptus l>giflor5s499--,synonimo d ,eucalyptus bicolor4 ,d'e/e direi o que fica dito d ,eucalyptus hemiphloia4 ,adoptal-o-hia p>a os log>es sccos4 ,sm5te acresc5t>ei que no leva gr&e vantagem quelle seu companheiro na rapidez de des5volvim5to e no volume dos troncos1 e muito m5os na espessura da folhagem1 e que1 s5do muito prop5so a entort> e ra/ej>1 convm guial-o1--o que1 no se esquea1 mais a regra d que a excepo em todos os ,eucalyptos que =mam a classe dos box-tree4 99,eucalyptus ,lehmani499--,botanicam5te insep>avel d ,eucalyptus cornuta1 segundo a expresso d ,b>o de ,muell]1 e apontado pelos horticultores como admissivel nos j>d9s4 ,qualidades decorativas e m$iocres1 a meu vr1 e valor flore/al nullo1 porque1 circum/ancia decisiva1 arvore pequ5a e assaz mel9drosa1 extremam5te s5sivel s geadas4 99,eucalyptus leucoxylon499--,aqui de todo me p]co4 ,emquanto o ,b>o de ,muell] recomm5da calorosam5te o ,eucalyptus leucoxylon e lhe a*a muitas virtudes1 ,maid5 reputa-o de n5hum valor4 ,demais1 engan\-me2 cresceu bem nos primeiros dois annos1 e em seguida pass\ ca!goria dos ret>dat>ios4 ,entre tantas inc]tezas deix>ia de cont> com elle1 absolutam5te1 p>a o qu] que fosse1 se no tivesse mo/rado uma excepcional facilidade de cruzam5to4 ,d'esses hybridos d ,eucalyptus leucoxylon t5ho um bonito exempl>1 vioso1 cresc5do bem e aprumado4 ,o futuro1 porm1 dir se traz no v5tre qualqu] coisa aproveitavel4 99,eucalyptus longifolia499--,no se illudam os que o encontr>em vioso em t]r5os frescos1 que s n'esses sabe prosp]>4 dos que m5os vale pela madeira e conjunctam5te de robu/ez muito limitada4 99,eucalyptus ,mac-,ar?uri499-- t5tador6 ,qu&o o log> lhe agrada1 des5volve-se espl5didam5te1 ramific&o com l>gueza2 e onde o t]r5o deixa de o favorec]1 a9da ahi resi/e e vai m$r&o devag>9ho4 ,mas ,maid5 reputa inf]ior a sua madeira e1 n'e/a defici5cia1 junta-o com o ,eucalyptus ,/u>tiana e semelhantes4 ,por consegu9te1 no s] muito avisado quem1 s$uzido pela belleza d aspecto1 se al>g> na plantao4 99,eucalyptus macr&ra499--,insignificante a todos os respeitos4 99,eucalyptus macroc>pa499--,como o prec$5te1 um arbu/o insignificante4 ,no me deu trabalho4 ,morreu s primeiras geadas que lhe toc>am4 99,eucalyptus macrorryn*a499--,na v]dade1 os livros no m5tiram onde dizem que o ,eucalyptus macrorryn*a m>avilha p>a m$r> em t]r5os pobres4 ,vejo-o cresc] um metro em t]ras mis]aveis1 emquanto os p9heiros a p> crescem um palmo4 ,a madeira boa e a casca aproveitavel p>a cob]tura de *\panas e curraes1 pod5do em semelhante uso dur> c]ca de #bj annos4 ,mas444 um t]rivel mas o p]segue2 um /r+yb>k1 p>5te proximo d ,eucalyptus capitellata e no muito di/ante d ,eucalyptus obliqua1 e1 como elles1 sujeito a morr] da e/iagem1 o que alis todas e/as especies j ampla e praticam5te me prov>am nas m9has exp]i5cias4 99,eucalyptus maculata499--,vis9ho d ,eucalyptus citriodora1 e de m5os confiana d que e/e4 ,no t]emos que discutir-lhe qualidades da madeira1 qu&o em mat]ia de clima de todo esquivo4 ,exempl>es magnificos1 com mais de #e metros de altura1 gel>am at ao colo da raiz desde que s5tiram um inv]no rigoroso4 ,depois d'isso1 reb5tam e crescem2 mas1 qu&o de novo vem um inv]no em que a geada abunda1 voltam primeira frma1 ao rez-d-*o4 99,eucalyptus ,maid5i499--,uma v>i$ade d ,eucalyptus globulus1 annunciada como de mais vigor444 onde o t]r5o fr de primeira ordem1 acresc5t>ei eu4 ,nos outros1 nos t]r5os m$iocres1 p>ece-me mesmo muito m5os robu/o d que o ,eucalyptus globulus4 99,eucalyptus m>g9ata499--,da ,au/ralia ,occid5tal4 ,casca p]si/5te2 altura m$iana1 #cj metros1 de ord9>io1 indo1 por excepo1 at #de4 o famoso ,j>rah dos au/ralianos4 ,orig9>io das t]ras humidas1 p>ece um p\co mais indiff]5te situao e ao slo d que outras especies cong5]es2 mas foge dos log>es qu5tes e sccos4 ,o seu maior des5volvim5to nos sitios que recebem humidade d m>4 ,na op9io unanime de britanicos1 silvicultores1 eng5heiros e hom5s prticos1 o ,j>rah de uma robu/ez v]dadeiram5te sem igual4 ,expo/a ao ar ou subm]gida1 ao sol1 *uva ou debaixo da t]ra1 a sua madeira app>ece intacta1 ao fim de uma prova de c9co5ta annos4 ,como foi usada desde a fundao da colonia da ,au/ralia ,occid5tal1 em #ahbi1 encontram-se exemplos num]osos a demon/r> a sua durao inexc$ivel4 ,em c]tas circum/ancias1 essa durao exc$e a d f]ro4 ,p>a con/ruces navaes e/ a p> ou muito proxima da teca1 e invuln]avel ao t]$o e s t]mitas2 os b>cos d'essa madeira disp5sam cob]tura de cobre4 ,alm d'isso1 uma das madeiras m5os inflammaveis1 qualidade muito de apreci> onde se us>em con/ruces de madeira1 e1 por c]to1 em virtude d'essa mesma qualidade1 d excell5te c>vo4 ,a madeira das planicies ar5osas beira d m> de qualidade inf]ior2 a melhor a que se cria nos t]r5os montanhosos1 p>ticul>m5te a dos t]r5os f]rug9osos e dos graniticos--d que1 confiadam5te o lembro1 o nosso ,m9ho deve tom> boa nota p>a seu uso4 ,no faltam l nem t]r5os frescos1 nem montes1 nem granitos1 nem a frescura m>itima que frequ5tem5te alcana at s maiores alturas das s]ras entre o ,mondego e ,m9ho4 ,nas m9has exp]i5cias1 comecei por s] infeliz com e/a especie2 nasceu mal1 s(freu muitas baixas na primeira transplantao1 e cresceu muito devag> na plantao def9itiva4 ,mas insi/i1 e com a boa =tuna mudei de ideias4 ,o melhor exempl> que possuo1 em t]r5o m$iocre e algo scco1 tem hoje #af annos e m$e #ge c5timetros de circumf]5cia1 um metro acima d slo4 ,os outros que plantei em t]r5o alis bem pobre e alto1 asss expo/o ao norte1 vo devag>1 c]to1 mas sadios1 com l9das ha/es aprumadas4 ,tudo o que1 bem consid]ado1 e acresc5t&o-lhe a9da que a madeira d ,eucalyptus m>g9ata mais docil f]ram5ta d que z madeiras de outras especies de ,eucalyptos1 po/o que m5os =te seja em resi/5cia s presses--tudo o que me leva a crr que temos todo o int]esse em plant> o ,eucalyptus m>g9ata onde lhe a*>mos condies proprias4 ,a riqueza das suas qualidades colloca-o em log> privilegiado e a m>c5>ia rural tem alli uma gr&e esp]ana de moveis seguros1 bellos e durad\ros4 ,o ,eucalyptus m>g9ata um dos ,eucalyptos que com mais facilidade se propaga expontaneam5te4 ,t5ho isso por um signal de vigor e t5d5cia a acclimao4 ,como processo de reproduco1 a n+uem o aconselh>ia4 ,os ,eucalyptos nascidos expontaneam5te crescem sempre muito devag>1 qu&o crescem4 ,a cova e o esboroam5to da gleba um comeo de vida ess5cial n'e/a cultura4 99,eucalyptus megac>pa499--,pequ5o1 cresc5do devag>1 e de duvidosa qualidade de madeira4 ,no ha que p]d] tempo com elle4 99,eucalyptus melanophloia499--,boa madeira1 segundo o ,b>o de ,muell]4 ,mas no p>a z nossas t]ras1 onde vegeta mal4 ,assz o exp]im5tei p>a no p5s> mais n'elle4 99,eucalyptus melliodora499--,um box-tree1 e tanto lhe ba/a p>a c>ta de admisso2 d'e/a ca!goria todos so bons e proprios p>a z nossas t]ras4 ,da colonia de ,victoria e ,nova ,galles d ,sul1 onde app>ece pr9cipalm5te nos outeiros1 no sub9do1 porm1 a gr&es elevaes4 ,arvore m$iana1 *ega1 por excepo1 a #gj metros1 com um diametro sup]ior a dois metros na base4 ,madeira am>ellada1 extremam5te rija depois de scca1 durad\ra e pezada1 d'uma flexibilidade notavel1 mas1 em regra1 difficil de obr> e f5d]4 ,na textura1 muito semelhante ao ,eucalyptus ro/rata4 ,no convm p>a cort> em pran*as1 por apres5t> frequ5tem5te l>gas f5das p]p5dicul>es entre z camadas4 ,excell5te combu/ivel4 ,na ,au/ralia vive em t]ras pobres e de crescim5to l5to4 ,naud9 diz3--,conhece-se facilm5te ao longe1 pelos ramos longos1 delgados e p5d5tes1 que lhe do c]ta semelhana com o *oro4 ,abundante de folhagem e flres1 recomm5da-se como arvore decorativa4 ,sahut julga-o muito resi/5te e int]essante pelos ramos p5d5tes e pelas flres odorif]as que z abelhas procuram avidam5te4 ,m]ece propag>-se2 manife/o4 ,sempre se me mo/r\ resi/5te1 at mesmo em situaes ard5tes e em t]r5os com l>ga dose de argila4 ,e conv5o-me de que no fic>ia mal beira das e/radas e em volta da casa dos nossos v9hateiros4 ,tem belleza1 vigor e utilidade que o abonem p>a isso4 99,eucalyptus microcorys499--,no devemos cont> com elle4 ,a madeira excell5te2 mas press5te a geada1 qu&o ns a9da mal a enx]gamos4 ,macclat*ie a*a-o proprio p>a z regies humidas semitropicaes4 ,e assim deve s]1 porque um /r+yb>k1 vido de humidade por consegu9te4 ,apez> d'i/o1 t5ho d'e/e ,eucalypto alguns exempl>es bem des5volvidos n'uma enco/a ao sul1 abrigados entre p9heiros4 99,eucalyptus microphylla499--,o catalogo de ,vilmor91 de cuja casa me veio a sem5te1 indica o ,eucalyptus microphylla1 ou /ricta1 como uma v>i$ade dos ,iron-b>k 7casca de f]ro7 que *ega a att+ir #dj metros de altura1 e d&o boa madeira e um combu/ivel de primeira qualidade4 ,os exempl>es prov5i5tes d'essas sem5tes confirm>am a in=mao4 ,porm1 a ,eucalyptographia d ,b>o de ,muell] acceit&o a synonimia d ,eucalyptus microphylla e d ,eucalyptus /ricta1 qu&o e/e ultimo descreve1 no condiz no re/o com a noticia de ,vilmor94 ,pela m9ha p>te1 direi que os ,eucalyptos que t5ho sob a designao de microphylla so ,iron-b>k1 por c]to de excell5te madeira1 como todos os d'essa classe1 com um des5volvim5to a p> d ,eucalyptus crebra1 ao qual o junt>ia p>a todos os effeitos4 ,desconfio que o ,eucalyptus microphylla da m9ha colleco s] o ,eucalyptus paniculata4 99,eucalyptus micro!ca499--,nas m9has mos neg\ toda a fama com que da ,au/ralia pass\ p>a a ,europa4 ,inv>iavelm5te fic\ ra*itico1 embora lhe h\vesse (f]ecido log> no de todo agre/e4 ,segundo lia1 supportava temp]aturas m9imas de p]to de #h c5tigrados abaixo de #j e maximas de mais de #ej2 encontr>-se-hia nas regies mais ridas da ,au/ralia e j se des5volvia admiravelm5te na ,frana e na ,argelia4 ,nada d'i/o encontrei4 ,d\-me por des5ganado1 de tal frma que no re9cidirei na t5tativa4 99,eucalyptus ,mull]i499--,no me afoita1 po/o que d'elle possua exempl>es bonitos4 ,ha duvidas quanto excell5cia da madeira2 e no s] especie to firmem5te c>act]isada1 que e/eja is5ta d risco de v>i> na reproduco4 ,muitos o pod]o sub/ituir com segurana e vantagem4 99,eucalyptus obliqua499-- o ,eucalyptus gigantea da classificao de ,j4 ,hook]1 e foi a especie que primeiro se conheceu e sobre a qual l',hriti] fund\ e/e g5]o4 ,frequ5te na ,tasmania1 isso ba/a p>a e/abelec] probabilidades de adaptao ao nosso clima4 ,em regra1 so z especies de ,eucalyptos d'essa latitude aquellas em que mais seguram5te podemos confi>4 ,muell] descreveu o ,eucalyptus obliqua como arvore muito aprumada1 de crescim5to rapido1 *eg&o a uma altura de nov5ta metros1 embora floresa muito nova1 e encontr&o-se em elevaes m$ianas1 no alpe/res4 ,casca p]si/5te1 muito fibrosa1 ard5do facilm5te1 macia e fragil4 uma das mais importantes de todas z arvores da ,au/ralia pela sua gr&e abundancia e tambem pela facilidade com que a madeira se pre/a a div]so trabalho4 ,s]ve p>a con/ruces1 travessas de cam9ho de f]ro e v$aes1 e p>a isso muito usada1 mas apodrece depressa1 qu&o ent]rada4 ,a casca emprega-se em l>ga escala p>a cob]tura de edificaes ruraes primitivas1 e convm tambem p>a o fabrico de papel1 qu] ord9>io1 de empacotam5to1 qu] de impresso1 e at de escrev]4 ,cultivo e/a especie ha dezesete annos2 d'ella t5ho muitos exempl>es bons e um espl5dido1 possu9do todas z qualidades que ,muell] lhe attribue4 ,todavia1 no a aconselho4 ,o ,eucalyptus obliqua nas m9has plantaes a especie que com o ,eucalyptus ro/rata me tem atraioado maior num]o de vezes4 ,morre facilm5te com z e/iag5s2 exempl>es de oito metros de altura e outros tantos annos de prosp]idade secc>am com o calor1 plantados entre muitas outras especies que todas o support>am e resi/iram4 ,j no tem conta os que p]di por e/e motivo1 mesmo qu&o pela e/atura a que haviam *egado era de esp]> que e/ivessem p>a afront> todos os rigores d sol e d frio4 ,o ,eucalyptus obliqua s aproveitavel em t]r5os frescos1 e p>a t]r5os frescos no faltam especies de sup]ior madeira que lhe devem s] pref]idas4 ,note-se--p]t5ce e/e ,eucalypto ao grupo dos que na ,au/ralia *amam /r+yb>k1 i/o 1 de casca encordoada1 e t5ho como regra1 por effeito de dilatada exp]i5cia1 que todos os ,eucalyptos d'esse grupo1 alguns dos quaes vegetam em t]r5os pobrissimos1 c>ecem de humidade na t]ra4 ,se no a encontram1 facilm5te morrem1 ap5as se a*am expo/os a quatro ou c9co dias consecutivos de calor mais =te4 ,todos elles enganam1 e com tanto maior risco1 p>a quem os planta1 quanto c]to que no r>o a sua fraqueza s se mo/ra e nos surpreh5de ao fim de alguns annos de plantao4 99,eucalyptus obtusiflora499--,uma v>i$ade d ,eucalyptus obliqua1 segundo creio1 p>tilh&o1 por isso1 de todo o seu bem e de todo o seu mal1 e no mo/r&o qualqu] sup]ioridade sobre e/e ultimo nos exempl>es que t5ho plantado4 99,eucalyptus occid5talis499--,d'e/e1 alis gabado pela qualidade da madeira1 repetirei o que d'outros t5ho dito3--,na m9ha mo1 nunca deu nada que pre/asse4 ,supponho que s5te frio2 ,macclat*ie nota que elle s(fre com temp]aturas de #d c5tigrados abaixo de z]o1 e em t]ras portuguezas fica muito sujeito a essas inclem5cias p>a pod] prosp]>4 99,eucalyptus paniculata499--,se o que t5ho com o rotulo de ,eucalyptus microphylla1 e/amos bem4 ,vai a p> d ,eucalyptus crebra e no s] desac]to semeial-o e plantal-o de mi/ura com e/e4 ,mas os exempl>es au!nticos que t5ho d'e/a especie e/o ap5as de #d annos1 tempo insuffici5te p>a ajuiz> da sua resi/5cia4 ,por emquanto1 mo/ram-se viosos e crescem regul>m5te4 ,teme z e/iag5s1 segundo os livros e/rangeiros indicam1 e1 por consegu9te1 convm p5s> n'i/o ao plantal-o e gu>d>-lhe alguma quebrada mais fresca4 ,da qualidade da madeira que no ha duvida2 um ,iron-b>k 7casca de f]ro71 e isso por si o g>ante4 99,eucalyptus pilul>is499--,no vir mal a n+uem1 se fr plant&o alguns exempl>es d'e/e ,eucalypto onde h\v] bom t]r5o e clima dce1 porque m5os resi/5te d que o ,eucalyptus globulus1 cresce mais devag> e teme sobretudo a m+ua de frescura1 que o de/]ra dos valles e outeiros d int]ior4 ,tanto na op9io d ,b>o de ,muell]1 como na de ,maid51 d madeira de sup]ior qualidade em todas z suas v>i$ades4 ,macclat*ie diz3 ,e/e consid]ado como produz9do uma das melhores madeiras entre todas z de qualqu] outra especie de ,eucalypto4 ,de po/es de v$aes d'e/a madeira se conta que dur>am mais de #bj annos4 ,excell5te como productor de mel1 diz5do-se que o mel que d'elle provm de uma qualidade especialm5te boa4 ,e deu-me j bons exempl>es4 99,eucalyptus ,plan*oniana499--,vo viv5do1 sadios1 mas acanhados no cresc]1 os exempl>es que t5ho d'e/a especie4 ,e1 por isso1 e porque a vejo indicada p>a regies sccas1 livres de geada1 a n+uem d>ei de conselho que se av5ture a plantal-a1 tanto mais que a madeira boa1 mas no sup]ior de outras especies que pdem bem com os rigores d nosso clima4 99,eucalyptus platypus499--,synonimo de ,eucalyptus obcordata1 e apontado como planta decorativa4 1 a meu vr1 um engano1 como o ,eucalyptus ery?ronema4 ,z flres1 tambem v]melhas1 tem alguma graa2 mas a planta de to mis]o aspecto1 que a limitada belleza da flr no comp5sa o desgo/o da pres5a durante todo o anno de uma vida semi-tysica4 99,eucalyptus pleuroc>pa499--,um arbu/o que bom lembr>1 como os outros ,eucalyptos arbu/ivos1 p>a que1 por equivoco1 no ga/emos tempo e d9heiro a exp]im5tal-o4 99,eucalyptus polyan!ma499--,preciosa arvore que eu desej>ia vr dissem9ada pelas nossas mattas2 tem todas z condies p>a isso4 ,o ,b>o de ,muell] encontr\-a na ,au/ralia nos outeiros e cumiadas sccas2 a*a-a inexc$ivel como combu/ivel1 e mais =te na madeira d que o c>valho e o freixo2 nas suas aff9idades especificas o ,eucalyptus polyan!ma e/>ia muito proximo d ,eucalyptus melliodora1 acontec5do todavia que ambos se encontram nos mesmos log>es1 promiscuam5te1 e cada um p>ece mant] nas mesmas circum/ancias de slo e clima z suas c>act]i/icas di/9ctivas2 mas1 em g]al1 o ,eucalyptus polyan!ma pref]e mais o cimo das elevaes1 emquanto o ,eucalyptus melliodora desce antes p>a z t]ras mais ricas dos valles4 ,e1 pelo seu lado1 ,macclat*ie diz que e/a especie prospra em gr&e div]sidade de condies climat]icas1 cresc5do na co/a e proximo da co/a1 nos outeiros1 na enco/a dos montes e nos valles sccos e qu5tes d int]ior4 uma das especies exp]im5tadas na ,e/ao ,agricola das proximidades de ,pho5ix1 que inteiram5te passa incolume1 qu] com z geadas d inv]no1 qu] com o calor d e/io4 ,alm d'isso1 pela pr(uso de flres1 v9do n'um tempo em que z fontes de mel so re/rictas1 uma arvore util p>a pa/o das abelhas4 ,muitos exempl>es d'e/a especie t5ho plantado1 e em v>iadissimas situaes1 e todos1 sem excepo1 confirmam z virtudes que os silvicultores da ,au/ralia e da ,am]ica lhe attribuem4 ,dos ,box-tree 7arvore d buxo71 a cuja classe p]t5ce1 s]ia1 juntam5te com o ,eucalyptus melliodora1 aquelle ,eucalypto1 que eu pref]iria p>a os t]r5os sccos4 ,mas1 advirta-se1 no p>a os apressados ou impaci5tes2 cresce devag>1 o melhor exempl> que eu t5ho1 e/ agora com #ag annos de plantao e #ej c5timetros de circumf]5cia4 ,nem to p\co s] p>a os descuidados2 facilm5te ra/eja e entorta2 necess>io visital-o1 podal-o e guial-o com arte4 ,tudo m]ece2 a robu/ez da madeira e a resi/5cia s intemp]ies e a toda a viol5cia climat]ica pag>o an*am5te a paci5cia e zelo que na cultura empreg>mos4 99,eucalyptus pulv]ul5ta499--,a cu/o o di/+o d ,eucalyptus cordata1 s5do c]to que os botanicos lhe a*am diff]5z apreciaveis4 ,creio que economicam5te no vale mais nem m5os d que o ,eucalyptus cordata1 e o r$uzido log> que occupa nos livros dos auctores e/rangeiros =talece-me n'e/e juizo4 99,eucalyptus punctata499--,aqui ponho um ponto de int]rogao e boas esp]anz4 ,de madeira magnifica1 crescim5to rapido e mode/a exig5cia quanto a f]tilidade d t]r5o1 o ,eucalyptus punctata no disp5s>ia a frescura das regies co/eiras1 e no se sujeit>ia seccura das regies d int]ior4 ,o c]to que os exempl>es que plantei ha quatro annos1 e/o l9dissimos1 com lanam5tos pujantes e ramificao abundante2 e um outro exempl> mais antigo tem j um bello tronco4 ,s]o1 porm1 necess>ios mais alguns annos p>a uma concluso prtica fundada4 ,entretanto1 no s] erro propagal-o nas localidades m5os desfavorecidas4 ,outros indicados como mais mel9drosos consid]o eu j absolutam5te proprios p>a z nossas t]ras4 99,eucalyptus ,rav]etiana499--,aconselhado p>a climas tropicaes humidos4 ,e assim dev] s]1 porque na m9ha colleco morreu das geadas1 logo no primeiro anno4 99,eucalyptus r$unca499--,e/e foi tambem dos que viveu sm5te emquanto a geada no lhe toc\4 99,eucalyptus regnans499--,uma v>i$ade d ,eucalyptus amygdal9a1 de mais rapido crescim5to1 maior e/atura e melhor madeira--o que tudo creio s] v]dade1 onde o t]r5o fr bom e no falt> a frescura4 ,sem i/o1 cada e/io s] p>a elle uma do5a grave1 e p>a o propriet>io o risco da p]da de uma arvore muitas vezes j crescida4 ,foi o que por exp]i5cia v]ifiquei1 d'ahi result&o que o risquei d rol dos que reputo proprios p>a povo> z nossas enco/as4 ,qu&o muito1 s]vir p>a z t]ras pr(undas dos valles1 e p>a e/as no faltam especies inf9itam5te mais m]itorias pela qualidade da madeira4 99,eucalyptus res9if]a499--,e/e foi dos p\cos que me deu muito mais d que promettia4 ,annunciado como proprio p>a z regies tropicaes1 planteio-o a m$o1 sempre esp]a de um inv]no que o matasse4 ,af9al1 os inv]nos vo corr5do e um exempl> plantado em #aijc tem agora #ij c5timetros de circumf]5cia4 ,todavia1 no seja i/o razo ba/ante p>a que deixe de obs]v> a regra quem tiv] de o plant>2 p>ta d pr9cipio que no dev] expl-o a frios muito sev]os1 nem to p\co a temp]aturas muito elevadas1 n'uma atmosph]a scca4 ,gu>de-lhe sitio am5o4 ,m]ece-o4 ,porque a madeira espl5dida e to durad\ra como qualqu] dos ,iron-b>k1 segundo um botanico que e/ud\ a flora au/raliana e citado p>a e/e effeito pelo ,b>o de ,muell]--o que ,maid5 confirma1 diz5do por sua vez3-- e/a uma das madeiras rijas de mais valor da ,nova ,galles d ,sul4 ,de um v]melho int5so1 muito se assemelha no aspecto ao mogno v]dadeiro4 gr&e madeira p>a moveis onde o peso no fr ob/aculo444 ,uma das mais durad\ras madeiras que ns temos1 altam5te resi/5te humidade e ao ataque da =miga branca4 ,junte-se a i/o que o ,eucalyptus res9if]a com o ,eucalyptus goniocalyx um dos p\cos que no torce nem f5de expontaneam5te ao secc>2 relembre-se a rapidez d seu des5volvim5to2 e t]emos quanto ba/e p>a lhe res]v> bom log> na silvicultura nacional e no p]d]mos ensejo de o aproveit>4 99,eucalyptus ,risdoni499--,segundo todas z probabilidades1 s] uma v>i$ade ou frma erradia d ,eucalyptus amygdal9a1 mas a9da aqui1 como com todas z demais d]ivaes ou ab]raes d ,eucalyptus amygdal9a1 eu pref]iria extravagante a especie typo4 ,obtive bons exempl>es d ,eucalyptus ,risdoni2 t5ho mesmo um1 das plantaes de #aijb1 com #am1#hj de circumf]5cia4 magnifico4 ,mas v+a com muito m5os facilidade d que o ,eucalyptus amygdal9a nos primeiros tempos1 talvez mais exig5te em humidade d que e/e ultimo1 tem acc5tuada t5d5cia a ramific> em frmas arbu/ivas e torna-se necess>io guial-o1 se pret5demos cri> troncos direitos1 e1 f9alm5te1 no sei de qualidade alguma s+ul> que lhe di/+a a madeira e por esse facto recomm5de em especial a sua cultura4 99,eucalyptus robu/a499--,segundo o ,b>o de ,muell]1 como arvore p>a l5ha e p>a madeira que no dem&e gr&e resi/5cia1 o ,eucalyptus robu/a evid5tem5te mais importante d que at aqui se suppunha1 especialm5te qu&o consid]amos a faculdade de se adapt> aos brejos e s localidades apauladas--z quaes convm sm5te a uma muito limitada classe de plantas flore/aes2 mas e/e ,eucalypto p>ece requ]] p>a seu sup]ior des5volvim5to o accesso d ar d m>4 ,no ,diccion>io das ,plantas ,uteis1 diz mais e/e mesmo illu/re me/re que o ,eucalyptus robu/a resi/e aos cyclones melhor d que z outras especies4 ,na qualidade da madeira1 que av]melhada1 ha a consid]> que quebradia1 difficil de ra*> e1 por isso1 p\co qu]ida dos c>p9teiros2 porm durad\ra debaixo da t]ra1 o que1 por c]to1 lhe d> valor nos telegraphos1 nos cam9hos de f]ro e entre lavradores que procurem e/ac>ia4 ,tambem encontro o ,eucalyptus robu/a aconselhado p>a ensombr> av5idas--no que porei os meus rep>os4 ,nos primeiros annos realm5te bello1 com a sua folhagem l>ga e ramagem espessa4 ,mas1 qu&o ,deus qu]1 foge p>a z alturas1 despoj&o-se espontaneam5te dos ramos inf]iores e deix&o a e/rada asss desprotegida4 ,reb5ta muito bem1 qu&o cortado1 e d feixes de lanam5tos l9dos e pujantes4 ,plantei muitos exempl>es d'e/a especie e1 pelo seu exame1 t5ho por c]to que o melhor p>a z proximidades d m>4 ,onde o ar fr scco1 no se canse n+uem a plantal-o4 99,eucalyptus ro/rata499--,foi com e/e que fabriquei os meus maiores desa/res4 ,devo-lhe z man*as de maior mis]ia das m9has plantaes1 tanto mais s5siveis quanto maior foi a l>gueza com que o dissem9ei1 incitado pelo elogio caloroso que de outras t]ras o acompanhava4 ,gr&e culpa1 na v]dade2 nada d'isso me acontec]ia1 se h\vesse lido com att5o o livro de ,sahut1 onde diz3 ,o ,eucalyptus ro/rata muito resi/5te1 support&o gr&es calores e frios devras rigorosos1 segundo os log>es em que se encontra4 ,o crescim5to rapido2 mas1 em contr>io d ,eucalyptus res9if]a1 go/a de t]ras f]teis e da borda da agua1 e resi/e muito m5os d que e/e e/iagem4 ,o subl9hado meu--t]ras f]teis4 ,fra d'isso1 no vale um c>acol2 vegeta emquanto tem a t]ra solta da cova1 e depois no passa d'ahi1 torna-se absolutam5te ra*itico4 ,mesmo em t]ras f]teis1 des5volv5do-se bem1 fic> por e/e lado abaixo de muitas outras especies1 alis magnificas4 ,quanto a qualidade da madeira1 quasi no ha virtude que se lhe recuse4 ,mas a9da n'e/e capitulo proponho c]to desconto4 ,maid51 diz2 ,quasi to rija como o f]ro1 qu&o bem scca4 ,e o ,b>o de ,muell]1 citado por ,macclat*ie1 um p\co mais explicito2 a*a que z arvores1 bem maduras1 d'e/a especie1 cortadas na e/ao em que a circulao da seiva m5os activa1 e cuidadosam5te po/as a sec>1 produziram uma das mais durad\ras das madeiras de todo o mundo4 ,bem maduras e cuidadosam5te po/as a secc>1 note-se2 tambem aqui os subl9hados =am meus1 porque t5ho cortado ba/antes ,eucalyptus ro/rata e1 se no me engano1 uma das especies que mais t>de amadurece1 e por isso uma das que mais f5de e torce ao secc>1 se a arvore no velha4 ,salvo o devido respeito a auctorisados me/res1 direi que s por excepo e curiosidade gu>d>ia log> p>a o ,eucalyptus ro/rata em mattas de t]ras nossas4 ,se em qualqu] arvore de semelhante c>act] me s5tisse dispo/o a ga/> tempo e d9heiro1 ento empregal-os-hia com o ,eucalyptus t]eticornis que vale o ,eucalyptus ro/rata como madeira e altam5te se lhe avantaja em mode/ia de exig5cias4 99,eucalyptus rudis499--,sabe-se p\co das qualidades da sua madeira2 s]1 porm1 evid5tem5te e p>a todos os effeitos1 sup]ior ao p9heiro1 cujo log> haja de tom>4 ,d bellos troncos1 aprumados1 no muito altos1 no indo ord9>iam5te a mais de #be metros1 e engross&o bem4 ,vigoroso e de crescim5to rapido1 capaz de desc] a povo> t]r5os m$iocres4 ,m$iocres1 note-se2 p>a os ru9s no s] de confiana4 ,na ,am]ica mo/r\-se notavelm5te resi/5te ao calor e ao frio 7,macclat*ie72 ,naud9 consid]a-o naturalisado na ,europa4 ,a frma d fructo1 proxima da d ro/rata1 promette que s] dos que se pre/am a cruzam5tos1 e p>ece-me mesmo que das sem5tes que colhi1 t5ho j exempl>es hybridos4 ,o que tudo vi/o1 e s5do c]to que os num]osos ,eucalyptos d'e/a especie que possuo confirmam a in=mao dos livros e/rangeiros a seu respeito1 creio que de propag> com franqueza e e/ud> com att5o e com probabilidades de proveito4 99,eucalyptus saligna499--,z noticias que encontro sobre e/e ,eucalypto div]gem4 ,aqui1 leio que a madeira espl5dida e que os c>p9teiros a e/imam muito2 alm me acautelam contra a sua inf]ior qualidade4 ,talvez que/o de t]r5o1 o que nos ,eucalyptos muitas vezes det]m9a a boa e m qualidade da madeira4 ,quanto a exig5cias climat]icas1 no maior a con=midade3 na ,am]ica1 no sobreviveu a e/iag5s int5sas1 e na ,au/ralia habita ap5as z regies mais qu5tes d littoral2 mas o ,diccion>io das ,plantas ,uteis diz que mais ru/ico d que o ,eucalyptus globulus4 ,sobre t]r5o que no ha duvida2 o app>ecim5to d'e/a especie uma indicao de t]r5o bom1 diz a ,eucalyptographia4 ,os exempl>es que eu t5ho1 j no so novos e e/o magnificos1 em boa exposio e boa t]ra2 mas1 no ob/ante e/a demon/rao favoravel1 corr] talvez a des5ganos quem se av5tur> plantao fra de iguaes condies1 e z res]vas sobre a qualidade da madeira no auctorisam av5turas4 99,eucalyptus salubris499--,boa fama2 promett$or p>a z regies ridas1 support&o temp]aturas elevadas e geadas consid]aveis1 e af9al d&o boa madeira4 ,e d'e/as virtudes n5huma subsi/iu nos p\cos exempl>es que d'elle obtive4 ,desde o viveiro =am muito pobres9hos1 e1 depois1 nunca tiv]am nem um mom5to de cresc5z francas nem e/atura apreciavel4 99,eucalyptus santalifolia499--,um arbu/o4 ,p]di quantos t9ha no primeiro inv]no2 morr]am de frio4 99,eucalyptus sid]ophloia499--,um ,iron-b>k 7casca de f]ro71 de excell5te madeira1 como todos os da sua classe4 ,p>5te proximo d ,eucalyptus crebra1 s] talvez m5os resi/5te d que e/e1 o que alis no foi e/orvo a que me desse um exempl> que1 da mesma idade d ,eucalyptus crebra1 no lhe e/ muito inf]ior nem em des5volvim5to nem em saude4 ,porv5tura no s] erro1 na cultura m]am5te flore/al1 plant> conjunctam5te1 em mi/ura1 o ,eucalyptus crebra1 o ,eucalyptus paniculata e o ,eucalyptus sid]ophloia4 99,eucalyptus ,smi?iana499--,d'e/a especie p\co pude av]igu>4 ,os exempl>es que possuo1 de sem5teiras de #aiac1 a9da no pass>am inv]nos ba/antes p>a diz] cl>am5te ao que vem4 ,alguma c\sa dizem j2 c]to4 ,o des5volvim5to magnifico em qualqu] exposio1 pref]9do a frescura1 manife/am5te2 mas tambem sem tem] a t]ra +rata e ard5te onde vejo um exempl> sadio e com um des5volvim5to m$iano4 ,aspecto l9do1 folhagem abundante1 delicada e p5d5te4 ,madeira444 p>ece que p>5te d ,eucalyptus vim9alis1 ao qual muito se assemelha1 realm5te1 primeira vi/a2 e1 n'esse caso1 t]emos a cont> com uma madeira cl>a1 inf]ior em dureza das especies cong5]es mais notaveis1 mas de muitas e utilissimas applicaes apez> d'isso4 99,eucalyptus /ellulata499--,arvore pequ5a1 que no s] talvez p>a desprez> em enco/as voltadas ao norte1 pois supporta gr&es frios e d boa l5ha4 ,sem gr&es esp]anz1 cl>o e/2 em ,portugal s]o mais de apreci> ,eucalyptos que resi/am ao calor d que os que supportam gr&es frios4 ,abrigos no faltam em nossos montes2 a humidade que nem sempre s] ba/ante1 e sem alguns dias ard5tes n+uem passa no e/io1 qu] m beira d m>1 qu] paire nas alturas da ,e/rella4 99,eucalyptus ,/u>tiana499--,so de #aijb os que eu t5ho4 ,muito me anim>am nos primeiros dez annos2 depois afr\x>am no cresc]1 e entretanto mod]avam-me o en?usiasmo4 ,resi/e bem ao frio mas teme a falta de humidade2 por e/e lado muito me lembra o ,eucalyptus obliqua1 o ,eucalyptus capitellata e os demais ,/r+yb>k1 secc&o qu&o elles seccam e nunca se lhes assemelh&o nas propores qu&o elles m$ram4 ,junt&o a isso que o ,eucalyptus ,/u>tiana no d nada especial quanto a madeira1 embora muito aproveitavel seja e faa boa l5ha1 incl9o-me a crr que no ha vantagem em insi/ir na sua dissem9ao4 99,eucalyptus t]eticornis499--,convm no o p]d] de vi/a4 ,agradece a frescura das proximidades d littoral1 emquanto ao mesmo tempo no succumbe com a e/iagem e a seccura dos valles d int]ior2 e1 quanto a madeira1 o rival d ,eucalyptus ro/rata na op9io d maior num]o1 e at lhe s] sup]ior na op9io de alguns outros4 ,o snr4 ,maid51 diz ,macclat*ie1 conta que um po/e d'e/a madeira se cons]v\ inteiram5te so durante #ee annos2 e1 segundo o mesmo auctor1 o snr4 ,h[itt1 em95te auctoridade sobre z arvores da colonia de ,victoria1 pe o ,eucalyptus t]eticornis na cabea d rol das madeiras d'aquella colonia proprias p>a comm]cio4 ,vo bem os dois exempl>es mais antigos que d'e/a especie possuo2 o maior1 de #aijb1 tem #he c5timetros de circumf]5cia4 ,note-se3 cresc]am devag> nos primeiros annos e1 no g]al1 no t]o t5d5cia a d> troncos muito aprumados1--o que se corrige1 j vigi&o-os e gui&o-os1 j plant&o ba/o e assim mant5do direitas z ha/es que sobem procura da luz4 99,eucalyptus unc9nata499--,um pobre arbu/o1 que nem sequ] pelo vigor se faz val]4 99,eucalyptus urnig]a499--,no fica pequ5o2 t5ho1 entre outros1 um exempl> com #ae annos e #am1#aj de circumf]5cia4 ,talvez o ,eucalypto que mais baixas temp]aturas supporta2 vem das regies mais frias da ,tasmania4 ,affigura-se-me1 porm1 asss amigo de humidade1 e no t5ho podido a*> in=maes algumas sobre a qualidade da madeira4 ,se c]to o seu proximo p>5tesco com o ,eucalyptus cordata1 con=me o ,b>o de ,muell] tem por probabilisimo1 o ,eucalyptus urnig]a no nos promette madeira melhor d que a de muitos outros de cultura igualm5te facil1 s5o mesmo mais segura e r5dosa4 99,eucalyptus vim9alis499--,um colosso2 dos meus1 o mais al5tado1 com #bj annos1 m$e de circumf]5cia #bm1#bj4 ,cultura facil2 at os encontrei nascidos e crescidos expontaneam5te em t]ra de uma v9ha ab&onada1 argilosa e de todo expo/a ao sol4 ,na ,italia support\ temp]atura de #i e #aj c5tigrados abaixo de z]o4 ,alm d'i/o1 uma bella arvore de sombra1 melhor d que qualqu] outra especie4 ,a madeira que no tem muito cr$ito2 julga-se inf]ior da maior p>te das outras especies1 p\co durad\ra em contacto com a t]ra e fraca p>a l5ha4 ,talvez que o juizo que mais exactam5te resume z qualidades e defici5cias d'e/a arvore seja o de ,naud91 diz5do que o ,eucalyptus vim9alis uma bella arvore de ornam5to ou de av5ida1 *eg&o a mais de #cj metros de altura1 sem cresc] to depressa como o ,eucalyptus globulus4 ,a sua madeira no tem nem a mesma d5sidade nem a mesma durao da madeira d ,eucalyptus globulus1 o que no a imp$e de s]vir p>a num]osas applicaes em obras d int]ior da casa4 99,eucalyptus virgata499--,ou ,eucalyptus ,sieb]iana1 na classificao d ,b>o de ,muell]1 que d'elle diz muito bem4 o ,iron-b>k da ,tasmania1 frequ5te nas cumiadas graniticas da co/a1 nos valles ar5osos e p$regosos d int]ior1 assim como nos outeiros de l\s9ho1 e indo at #a3bjj metros de altitude4 ,boa madeira p>a s]r>1 dura depois de scca1 leve e ela/ica1 ard5do bem mesmo em v]de1 fraca p>a ent]r>1 muito sup]ior d ,eucalyptus hoema/oma1 d qual o ,eucalyptus ,sieb]iana p>5te muito proximo4 ,de casca asp]a e p]si/5te1 ramifica mais copiosam5te d que qualqu] outra especie de ,eucalyptos da ,tasmania4 ,tem ap5as tres annos os exempl>es que possuo d'e/a especie1 prov5i5tes de sem5tes enviadas p>a o ,j>dim ,botanico da ,univ]sidade de ,coimbra pelo pr(essor ,maid51 e1 por isso1 com todas z g>antias de au!nticidade4 ,mas e/o promett$ores1 com mais de #b metros de altura1 viosos1 amplam5te ramificados e j com fructos1 segundo a precocidade sabida e c>act]i/ica da especie4 ,tudo me anima aqui a novas sem5teiras e a insi/ir na cultura4 99,eucalyptus ,wabtoniana499--,de inc]ta qualidade de madeira e p>5te d ,eucalyptus maculata1 por extrema susceptibilidade ao frio excluido das nossas culturas1 o ,eucalyptus ,wabtoniana no resi/iu geada1 nem mesmo com c]to abrigo4 ,entre ns s] quasi uma planta de e/ufa4 ,,bibliographia ,z publicaes sobre descripo e cultura dos ,eucalyptos j no tem conta2 o que sobre o assumpto nos (f]eceu a ,frana1 a ,au/ralia e a ,italia1 =m>ia uma biblio!ca4 ,e1 mesmo entre ns1 hav] muito a colh] e a aproveit> em innum]aveis e utilissimas noticias espalhadas pelas publicaes agricolas p]iodicas1 d&o conta da exp]i5cia da cultura de v>ias especies de ,eucalyptos em t]ras portuguezas4 ,creio1 porm1 que com os p\cos volumes abaixo indicados se con/ituir livr>ia suffici5te p>a quem se s5tir t5tado a proseguir no e/udo de similhantes mission>ios de aba/ana das nossas flore/as1 to c>ecidas de r5ovao3 ,em primeiro log>1 z obras d ,b>o de ,muell]4 ,sobretudo a ,eucalyptographia1 publicada em ,melb\rne1 de #ahgd a #ahhd1 e o ,diccion>io das ,plantas ,uteis1 edio da ,gazeta das ,aldeias1 traduzido em portuguez1 em #aije1 pelo illu/re pr(essor da ,univ]sidade de ,coimbra1 o snr4 dr4 ,julio ,a4 ,h5riques4 ,depois1 z obras de ,maid51 o em95te naturali/a e director d ,j>dim ,botanico de ,sydney1 p>ticul>m5te ,! ,useful ,plants ( ,au/ralia e ,a ,critical ,revision ( ! ,g5us ,eucalyptus1 a9da no concluida4 ,em seguida e1 f9alm5te3 o livro de ,a4 ,james ,macclat*ie ,eucalypts cultivat$ 9 ! ,unit$ ,/ates1 boletim n4 #ce da rep>tio de agricultura d'aquelle paiz1 publicado em ,wa%+ton em #aijb 7livro excell5te1 talvez de todos o mais prtico72 ,description et ,emploi des ,eucalyptus introduits en ,europe1 de ,c4 ,naud9 7,antibes1 #ahia72 ,les ,eucalyptus1 de ,felix ,sahut 7,delahaye ,lecrosni]1 ,p>iz1 #ahhh74 ,,indice ,eucalyptos e ,acacias ,d log> d ,eucalypto na economia flore/al d nosso paiz e da apreciao d valor dos seus productos ,cultura d ,eucalypto ,pda dos ,eucalyptos ,escolha das v>i$ades ,d crte dos ,eucalyptos ,eucalyptos hybridos ,a crte dos gigantes ,notas sobre z pr9cipaes especies de ,eucalyptos que t5ho cultivado ,bibliographia ,livr>ia d ,lavrador ,,livr9hos ,j ,,publicados3 ,i--,manual d podador 7#b4 edio71 #ij ris ,,ii--,do5z das videiras 7#c4 edio71 #ajj ris ,,iii--,do5z das fructeiras 7#b4 edio71 #afj ris ,,iv--,o v9ho3 como se faz e cons]va 7#b4 edio71 #adj ris ,v--,o des5gace1 #bhj ris ,,vi--,adubaes 7#b4 edio71 #acj ris ,,vii--,manual d enx]tador 7#b4 edio71 #bcj ris ,,viii--,cultura da batata 7#c4 edio71 #adj ris ,,ix--,oliveira1 #adj ris ,x--,o ,azeite1 #adj ris ,,xi--,o ,milho2 cultura ap]feioada 7#b4 ed47 #bjj ris ,,xii--,animaes uteis ao lavrador1 #adj ris ,,xiii--,animaes nocivos ao lavrador1 #cdj ris ,,xiv--,z hortas2 sua cultura racional 7#b4 ed47 #bej ris ,,xv--,os pom>es1 #bhj ris ,,xvi--,a capoeira1 #bhj ris ,,xvii--,o gado1 #bcj ris ,,xviii--,guia d lavrador1 #ij ris ,,xix--,botanica e ,agricultura1 #bhj ris ,,xx--,prados e ,pa/ag5s1 #bej ris ,,xxi--,do5z int]nas1 no contagiosas1 dos animaes dome/icos1 #cej ris ,,xxii--,do5z ext]nas1 no contagiosas1 dos animaes dome/icos1 #eaj ris ,,xxiii--,do5z contagiosas e p>asit>ias dos animaes dome/icos1 #eaj ris ,,xxiv--,o bi*o da sda1 #bhj ris ,,xxv--,a ,agua--,como se procura nos t]r5os1 #caj ris ,,xxvi--,con/ruces agricolas1 #dbj ris ,,xxvii--,o ,trigo--,como se obtm gr&e r5dimemto1 #cej ris ,,xxviii--,os ,p9haes--,como se cons]vam2 como se augm5tam1 #cej ris ,,xxix--,z ,abelhas1 #cej ris ,,xxx--,ervas ms1 #cdj ris ,,xxxi--,j>d9agem1 #cej ris