of public domain material from ,google ,book ,search7 ,o ,,marquez ,,de ,,pombal ,,luz ,,da ,,philosophia ,,angelina ,,vidal ,o ,,marquez ,,de ,,pombal ,,luz ,,da ,,philosophia ,,lisboa ,,imprensa ,,da ,,viuva ,,sousa ,,neves #fe1 ,rua da ,atalaia1 #fg #ahhb ,a ,,camillo ,,castello ,,branco ,,escriptor ,,illustre ,estamos em pleno jubileo4 ,cada poca traz o seu cunho caracteristico de exagero1 e tristes dos que se affoutam a soltar qualquer nota discordante no concerto da lisonja publica4 ,no meio d'este anemico paiz vibra ainda uma corda vocal1 a ultima-- a maledicencia4 ,este facto pathologico porm de modo tal inoffensivo1 que minuciosamente estudada a sua etiologia1 conclue-se que por unica therapeutica deve applicar-se-lhe o despreso4 ,insultar uma necessidade to inherente ao organismo patrio1 que se o indigena no houvera a quem fazel-o1 insultar-se-hia a si mesmo4 ,no se combatem principios2 oppem-se abusos a abusos2 communho da ,liberdade no se admittem cerebros livres2 tem de annullar-se a consciencia1 em honra do opportunismo4 ,para ser-se immortal pedem-se as credenciaes aos monarchas da opinio1 e inscreve-se o pretendente nos clubs do elogio mutuo2 no economico1 porque importa a dignidade dos candidatos2 mas custa menos do que fazer-se eleger deputado de qualquer partido4 ,eu porm affasto-me dos microscopicos fetiches1 para venerar to s os privilegiados do talento1 e tenho bastante valor para arrostar com os desdens do enfatuamento ignaro4 ,democrata convicta1 e evangelisadora do livre exame--em ethica1 sciencia1 e politica1 manifesto amplamente as opinies do meu espirito1 com a altiva independencia de quem se habituou a superar os diques verminosos da srdida mesquinhez4 ,por isso estendo fraternamente a mo ao glorioso mestre da patria lingua1 e saudando o fecundo engenho do athleta da litteratura portugueza1 offereo-lhe despretenciosamente estes humildes versos4 ,lisboa #cj de abril de #ahhb4 ,angelina ,vidal4 ,i ,um cro de ovaes se eleva norte a sul2 ,no seio do paiz1 palpita a festa ingente1 ,mil eccos de alegria ondulam pelo azul1 ,e a vaga popular circula vivamente4 ,que enorme vibrao aos tristes galvanisa8 ,que fado deslumbrante a ,patria considera8 ,una rasgo de valor que um mundo synthetisa8 ,um estro que irradia a ,gloria pela esphera8 ,um ,genio que assombrasse o corao do mundo8 ,talvez ,dante ou ,cames1 talvez um ,diderot1 ,ou ,bacon1 ou ,voltaire o destructor profundo1 ,feurbach ou ,galileo1 ,danton1 ,goethe1 ,rousseau8 ,oh no6 ,a ,patria canta o athleta da ,realesa1 ,o ,hercules pujante1 o pulso sem rival ,que punha at por terra as leis da ,naturesa1 ,mas que tambem erguia a fama ,nacional4 ,thuribulisem pois o nome do gigante1 ,incensem sem descano o esteio da cora1 ,o facho da instruco1 o genio penetrante1 ,que de um monto de cinza ergueu nova ,lisboa6 ,cantae1 ,democracia2 o espirito do bravo1 ,que o nivel fez rolar por sobre a ,sociedade1 ,prostrando o jesuitismo1 ou libertando o escravo1 ,quebrando inquisio as garras da maldade4 ,lisonja1 ergue a ,pombal um hymno de louvores6 ,reala o que brilhante1 esconde o que medonho6 ,cerrae a porta ,historia1 novos pensadores6 ,o mal no existiu2 falsidade1 sonho6 ,,ii ,nove horas2 a cidade acorda sob um ceu ,de christalino azul1 de transparente veu2 ,movimenta-se a pouco a gente nas viellas1 ,adornam-se com arte as donas e donzellas1 ,e os sinos vo chamando os fervidos catholicos ,aos festejos do templo1 e aos canticos symbolicos4 ,entoa o padre a missa1 e os crentes1 com respeito ,se curvam brandamente2 habita em cada peito ,a prece fervorosa1 os orgos gemem notas ,que fazem palpitar as candidas devotas4 ,ha como que um sereno e doce mysticismo ,que leva os coraes1 em nuvens de idealismo1 ,aos pramos do ignoto1 aos vagos paradisicos1 ,onde a crena cultiva os lirios metaphisicos4 ,nas praas1 os pees1 laboram tristemente1 ,e n'uma gelosia um vulto sorridente ,espreita cuidadoso ao longo dos caminhos4 ,passa s vezes um nobre envolto em bons arminhos1 ,e alinham-se na rua1 porta dos conventos1 ,os novos com preguia1 e os velhos sem proventos4 ,de repente porm1 um intimo ruido ,se escuta assustador na entranha da cidade6 ,depressa lhe succede horrivel alarido1 ,e um turbido baquear1 em toda a extensidade4 ,oscilla cada predio1 e cahem pelo slo ,desfeitos como em p os rijos edificios2 ,e a misera ,lisboa1 afflicta1 plo a plo ,vomita o seu terror1 por igneos orificios4 ,fogem as mes tremendo1 os filhos junto ao seio1 ,e correm a acolher-se aos templos do ,senhor2 ,mas eis que ao grande affan do seu materno anceio ,ahi se expe um quadro escuro e aterrador4 ,abobadas cahindo em cima dos altares1 ,e o padre surpreendido em meio dos cantares1 ,sem voz1 sem movimento1 a par de uma madona ,que ha muito se ostentava em seu painel de lona4 ,creanas a chorar1 columnas em pedaos1 ,soluos do estertor1 e aqui e alm uns braos ,sob as pedras surgindo e estrebuchando a custo6444 ,nas ruas e jardins no menor o susto4 ,rodou rapidamente o nivel da desgraa6 ,s resta enorme entulho onde era alegre praa1 ,e os tectos ao cahir nos crepitantes lumes1 ,erguem linguas de fogo1 em clidos queixumes4 ,estala o velho tronco ao cedro gigantesco1 ,e paira em tudo o horror mortifero e dantesco4 ,e para cumular o quadro de afflices1 ,o ,tejo1 saccudindo os pardos turbilhes1 ,devora febrilmente as ruinas rescaldantes1 ,e lambe o morto1 e o vivo1 em saltos delirantes1 ,e abrindo o corao1 sedento de vingana1 ,abysma o forte1 o fraco1 o velho1 a me1 a creana6 ,e como se o terror gerasse a crueldade1 ,para opprobrio veraz da cra humanidade1 ,no cahos tumulento anda essa immunda plebe ,que rouba1 que assassina1 e apenas se apercebe1 ,sob as nuvens de fumo e pulsaes do fogo4 ,e o rei e o seu ministro8 ,accaso n'esse jogo ,da horrifica tormenta1 o ceu de azul purissimo ,ousaria esquecer um rei que fidelissimo8 ,quem sabe se tero cahido do vaivem8 ,salvou-o ,jehovah--el-rei estava em ,belem8 4444444444444444444444444444444444444444 444 ,depressa chega ali a nova deploravel2 ,aterra-se a nobresa2 o facto lamentavel ,envolve em lucto e pranto innumeros vares4 ,entreolham-se a tremer1 e logo as oraes ,se elevam para o ceu como espiraes de dr4 ,el-rei branco de susto1 os filhos com pavor ,percorrem os sales1 idiotas e perplexos4 ,mas fulgem n'um olhar uns vividos reflexos1 ,e um vulto erecto e firme encara ,d4 ,jos2 ,marquez1 murmura el-rei1 castigo de ,deus ,o horrivel cataclysmo6 ,e agora1 que afflico6 ,que havemos de fazer em tal destruio8 ,arde toda a cidade1 e esto vasios os portos --,salvemos quem viver1 demos terra os mortos4-- ,responde friamente o imigo da utopia4 ,e longe de invocar a ,deus ou a ,maria1 ,expede ordens de cunho e toma arduas medidas1 ,alenta sem delonga as perigadas vidas1 ,corta os braos chamma1 e tolhe o passo fome2 ,liberta o infeliz da angustia que o consome1 ,e ahi onde o devasso um roubo perpetrava1 ,ahi a forca bruta morte o condemnava4 4444444444444444444444444444444444444444 4 ,annos depois surgia a nova capital ,n'um throno que assentava em bases de christal4 ,,iii ,que borburinho esse8 ,o ,porto anda revolto8 ,que foi que se passou8 ,como que invade a praa o povo irado e solto1 ,se tanto laborou ,el-rei1 por tel-o em bens e liberdade envolto8 ,se ha tanto beneficio1 exforos to visiveis ,em prol da causa publica1 ,como podem brotar reprovaes sensiveis1 ,como que a ideia nublica ,no acha na ,raso um dique d'impossiveis8 ,o povo desgraado1 affirma a humana ,historia1 ,mataram-lhe o ,direito1 ,e forara-n'o a seguir a negra sorte ingloria1 ,calado1 contrafeito1 ,pagando sem gosar1 tecendo a alheia gloria6 ,um dia1 de repente1 ergueu-se a reclamar2 ,a ignara populaa4 ,o monopolio rouba-a1 era mister luctar6 ,e logo1 a plebea raa ,reclama valorosa1 em vez de supplicar4 ,mas o ministro excelso havia j disposto ,das cousas do alto-,douro2 ,vivesse embora a ,patria em noute de desgosto4 ,os cofres tinham ouro444 ,que importa se a ,raso traz lagrimas no rosto8 ,por isso se indignou o esteio da ,realesa1 ,e os raios da vingana ,fabrica muito pressa1 e envia com prestesa popular esp'rana ,fundada na intuio das leis da ,naturesa4 ,e aps1 hrrido insulto crena humanitaria6 ,por um delicto falso ,estende-se no ,porto a rede sanguinaria1 ,e o torpe cadafalso ,arranca friamente a vida ao triste paria6 ,creanas sem vigor1 rojadas sobre a rua1 ,foraram-se a seguir ,o sacrificio immano1 onde o valor recua1 ,e a ver a me subir ,a via da amargura1 e escarnecida e nua6 ,e um homem venerando1 um martyr impolluto ,que a ,consciencia chora1 ,o bom ,juiz do ,povo1 um bravo resoluto1 ,sereno como a aurora1 ,l foi tambem lanado morte1 ao cho do lucto6 ,o que ha que justifique o horror de taes supplicios8 ,que espirito medonho1 ,no treme ao ver a morte1 aoutes1 e os exicios8 ,no julga quasi um sonho ,que um homem s1 profunde infindos precipicios8 ,quem ha que no palpite em plena indignao ,olhando um nobre velho ,manchado pela affronta1 exposto impia aco4 ,pondo um lastro vermelho1 ,na terra onde semeia a intima afflico4 ,quem ha que no suspire1 ao ver a mulher casta1 ,violada em seu pudor1 ,pendida n'uma forca1 e desnudada1 e gasta ,nas ancias do terror1 ,maldita pelo algoz1 que sepultura a arrasta8 ,se o ,homem fra um monstro1 um tigre em sangue absorto1 ,comquanto fra filho1 ,havia de exprobar ao potentado morto ,o mortuario trilho ,que abriu com turvo affan no corao de ,porto6 ,se a ,me fosse mais fera ainda que a lea1 ,comquanto fosse ,me1 ,havia de olvidar o astro de ,lisboa1 ,para escutar alm1 ,o brado perennal que plo a plo sa6 ,ahi tens1 ,povo ,luso1 o heroe que agora incensas2 ,proclama-o democrata6 ,mas pesa-lhe a injustia1 os odios1 e as sentenas ,e dize se arrebata ,um nome que traduz as mais crueis offensas6 4444444444444444444444444444444444444444 4444 ,e o titan que esmagava assim1 rude e febril1 ,os braos da nao1 os braos productores1 ,os ferros destruia ao escravo no ,brasil1 ,e baixava ao commercio os olhos protectores6 ,infando laborar6 ,contradico tamanha1 ,que pe n'um ser vidente um tumultuoso abysmo1 ,e nos traz memoria a flrida montanha ,que engendra no seu flanco o igneo paroxismo6 ,homem6 ,dizes-te o ser ,supremo do ,universo ,quando s synthese s das leis da creao6 s tu quem ds a luz1 e ests na sombra immerso1 ,proclamas o ,progresso1 e ds a ,destruio6 ,exhaures toda a fora em busca da ,verdade1 ,penetras com valor nos seculos remotos1 ,e quando julgas ver a eterna claridade ,surge-te frente a frente um turbilho d'ignotos6 ,que vezes a inconsciencia ao ,genio se avantaja6 ,que infrene marulhar na logica dos factos6 ,e quando a ,aspirao em nuvens de ouro viaja1 ,ha de chegar emfim aos desenganos latos4 ,buscae por toda a esphera a perfeio preclara2 ,o ,sol vigora a planta1 o ,sol requeima o fructo2 ,a chuva banha o solo1 a chuva innunda a ceara1 ,a ,gloria cria a ,fama1 a ,gloria tece o lucto6 ,a ,ideia rasga a entranha me commum1 ,terra1 ,e tira-lhe do ser1 minerio1 luz1 sustento2 ,mas rola sobre o campo o carro eril da ,guerra1 ,e pe um muro espesso em face ao ,pensamento4 ,os cyclos do passado1 erguendo o reposteiro1 ,mostram em toda a linha o ,bem e a ,crueldade2 ,e o ,homem preso rocha1 destructor e obreiro ,que agora incensa treva1 e logo ,liberdade6 ,nos dramas do ,universo ha sempre imitaes ,o fado perennal1 a frma transitoria2 ,cada poca produz idoneas mutaes ,e ha pontos de contacto a escurecer a ,historia4 ,se um dia a raa humana attinge os lisos portos ,de seus nobres ideaes1 ento1 forte e sublime1 ,escalpellando luz1 heroes1 fetiches mortos1 ,ver-lhe-ha nos coraes crescer a flor do crime4 ,e ento1 em vez de honrar ministros1 generaes1 ,em vez de pr n'um templo os grandes assassinos1 ,dar seu preito eterno s leis universaes1 ,e ,sciencia e ,liberdade os mais sonoros hymnos6 ,,iv ,vem rompendo a manh1 dizem as aves ,seus canticos tranquillos e suaves4 ,as perolas da aurora1 sobre as flres1 ,parecem lamentar ignotas dres2 ,e a voz do pegureiro1 nas collinas1 ,de envolta com as phrases purpurinas ,com que o espao sada a ,humanidade1 ,tem um cunho supremo de saudade1 ,tem um ecco de angustia to sentida1 ,como a corda de uma harpa1 que1 partida ,expande pelo ether seus lamentos4 ,vem rompendo a manh1 nos movimentos ,dos multiplos anceios luminosos ,que agitam sem cessar a humana arteria1 ,e transformam as lides da ,materia1 ,parecem destacar-se uns sons dolosos1 ,que a ,naturesa arranca das entranhas1 ,e que vibram no valle e nas montanhas4 ,e comtudo nos floridos caminhos ,balouam brandamente os doces ninhos1 ,e reflectem nas limpidas correntes ,as nuvens azuladas1 transparentes1 ,como um espelho brilhante da ,consciencia1 ,e as varzeas em virente florescencia ,espalham pelo ambiente seus perfumes4 ,mas escutam-se ao longe alguns queixumes1 ,mas um grande alvoroto se aproxima1 ,e parece que a aurora desanima1 ,que os doces rouxinoes tremem de susto1 ,e pende a ,naturesa o roseo busto6 ,quem que vem ento por essa estrada1 ,quando apenas desperta a madrugada8 ,que significa pois tanto tropel1 ,que quer dizer a angustia to cruel ,que pulsa ahi no seio universal8 talvez um factor do negro mal1 ,algum gigante audaz1 filho da noute1 ,algum ,attila ou ,nero1 rijo aoute ,das coleras divinas1 e illusorias1 ,que vem correndo as turvas trajectorias ,do vicio1 do rancor1 do odio insano1 ,at rasgar o peito ao ser humano6 444444444444444444444444444444444 um cortejo que segue444 quem ser68 ,j passam muito perto444 ,que numerosos so6 ,que vejo6444 ,ah6 ,com passo frouxo e incerto ,caminha uma mulher1 em desalinho1 ,mais pallida que arminho4 ,de um lado traz o padre1 e de outro o algoz ,de ventas dilatadas ,e a estupida expresso de um ser feroz4 ,as brancas mos ligadas1 ,veem roxas das auras matutinas1 ,e das correntes finas4 ,cinge-lhe o corpo esvelto a alva infamante ,dos tristes condemnados1 ,e s vezes solta um ai to lancinante1 ,que tremem magoados ,os proprios coraes mais rancorosos1 ,e os monstros mais odiosos4 ,vem seguida dos filhos e do esposo1 ,santissima cohorte ,que vae cahir tambem no seio iroso ,da vingativa morte1 ,que o ministro do rei1 fero e iracundo1 ,arroja sobre o mundo4 ,chegam junto do poste2 ahi pra tudo4 ,o algoz1 sem mais respeito ,bate no hombro martyr2 fica mudo ,o feminino peito1 ,varado pela intima agonia ,da infrene tyrannia4 ,levanta essa cabea1 infiel traidora6 ,ordena-lhe o carrasco2 ,tu sers a primeira1 que s senhora6 ,e com medonho chasco ,procura1 um por um1 os instrumentos ,que servem aos tormentos4 ,v marqueza de ,tavora--era a triste6 ,que esplendidas tenazes6 ,sabes quanta virtude aqui persiste8 ,so para os teus rapazes4 ,applico-lh'as na cara1 mesmo em braza1 ,e fao--taboa raza6 ,e as torquezes8 ,so rijas de uma vez6 ,agarram como o bro6 ,ho de arrancar os olhos ao marquez1 ,meu amo e senhor meu2 ,e emquanto lhe correr o pranto amargo ,protesto que o no largo6 ,fidalga sem vergonha1 olha os cutellos ,com que eu lhe parto as pernas4 ,agarro-lhes depois pelos cabellos1 ,e1 lano-os nas cisternas4 ,porm seu corao traidor1 e infausto1 ,dos corvos ser pasto4 ,v6 ,morre descanada1 morre em paz1 ,que eu mato os teus tambem6 ,vo todos para o monstro ,satanaz6 ,e tu1 que s boa me1 ,deves nutrir os jubilos eternos ,por vel-os nos infernos6 ,mas ouve1 ouve mais2 teu corpo amado1 ,sou eu que o amortalho ,nos farrapos do opprobrio e do peccado1 ,e em cinzas o retalho4 ,e para mr despreso demonstrar ,atiro-as logo ao mar4 ,recae-a em tua fronte todo mal1 ,infamia e maldio6 ,sepulte-se n'um torpe lodaal ,teu limpido brazo1 ,e fique para sempre o nome teu ,mais vil que o de um judeu6 ,a martyr1 com a vista erguida ao espao ,soffria silenciosa4 ,rodeia-lhe o pescoo o frio lao ,e a victima formosa ,e ao ver fugir da vida os aureos brilhos ,s diz ,filhos1 meus filhos6444 mes6 ,que dr suprema isto traduz6 ,que turbida epopeia6 povo soffredor1 fco de luz ,de onde irradia a ,ideia1 ,medita2 o que ha de mais cruento e fro ,no corao de um ,nero86 ,como que desce tanto a raa humana8 ,como que um ,povo culto ,supporta resignado a mo tyranna ,que lhe arremessa o insulto1 ,e deixa ir esmagando sob as lousas ,as filhas1 mes1 e esposas8 444444444444444444444444444444444444 ,horas depois os martyres morriam s mos do indigno algoz2 ,boatos na cidade percorriam ,porm a plebea voz ,produz-se eternamente no vazio444 ,por isso444 no se ouviu6 ,el-rei dava audiencia2 ao seu ministro ,fel-o marquez e conde2 ,o premio era brilhante mas sinistro1 ,e a ,historia ainda esconde ,os prantos que verteu1 porque o terror ,suffoca os ais ,dr6 ,comtudo alguma cousa se levanta ,a protestar com ancia2 ,alguma aspirao sublime e santa1 ,em firme reluctancia ,descobre s geraes os negros rastros ,dos portentosos astros4 ,e chama-se ,consciencia eterna fora1 ,que os seculos correndo1 ,sem que a linha traada alguem contora1 ,pharoes vae accendendo ,nos angulos do turvo precipicio1 ,onde faz ninho o vicio4 ,em nome d'essa fora que defende ,o fraco1 o pobre1 a creana1 ,gigante luminoso que se estende ,da morte loura esp'rana1 que eu reprovo a impia atrocidade ,da velha sociedade4 ,sou democrata e me2 procuro um norte ,de ,liberdade e ,gloria2 ,acceito essa revolta ardente e forte ,que faz tremer a ,historia1 ,porm condemno o immano desvario ,que mata a sangue frio6 4444444444444444444444444444444444444444 444 ,que a lei arvre o facho augusto do ,direito1 ,e v depois cravar nos intimos do peito ,as garras da ,inclemencia1 ,que a ,lei fulmine a infamia e seja mais infame ,que avilte e prostitua1 e contra a ignavia clame1 ,revolta a s ,consciencia6 ,se o misero infeliz que pelas praas dorme ,calcado pela dr1 medita o crime enorme ,de procurar viver2 ,se presa da afflico divaga pelas ruas1 ,sem casa nem familia1 ao frio1 as costas nuas1 ,e os prantos a correr2 ,se a esposa que implorou sociedade honesta ,um meio de vencer a fome1 e a sorte infesta1 ,se encontra repellida2 ,e para alimentar um filho1 irmo ou pae1 ,arranca o seu diadema1 e sobre as lamas vae ,manchar-se1 prostituida4 ,se o orpho que vegeta a par do vicio ignobil1 ,mais tarde para o vicio o nauseabundo mobil1 ,se rouba e prostitue1 ,como ousa revoltar-se a sociedade vil1 ,se ella quem provoca1 e desbragada e hostil1 ,perverte e no instrue8 ,que pensamento assiste aos monstruosos codigos8 ,se os papas1 deuses1 reis1 no crime ho de ser prodigos1 ,como que a lei castiga ,um ser vidente e bom1 que aclara a escurido ,com o facho viril da leal ,revoluo8 ,como que a ,lei intriga8 ,como que ella protege o roubador agiota1 ,e arrasta na enxovia o desgraado illota ,que a fome fez baquear ,nos pelagos do mal8 sociedade absurda6 voz da ,naturesa1 a lei ha de ser surda ,e o odio ha de julgar6 4444444444444444444444444444444444444444 4 ,matar uma mulher que me1 que democrata1 ,assassinar sem d a esposa aristocrata1 ,junto dos filhos seus1 por egual cruel1 por egual maldito6 ,e havia de fazer chorar todo o infinito1 ,se acaso houvera um ,deus6 ,por mim1 que offerto o culto ao que sereno e puro1 ,que adoro o ,bem sublime1 e odeio quanto duro1 ,que no conheo a f1 ,protesto contra a morte infausta de ,antonietta1 ,de ,sophia1 ,leonor1 ,rolland1 gentil athleta1 ,de ,tavora e ,corday6 ,a mo que referenda o crime da injustia1 ,quando podia erguer da deleteria lia ,um sol ou um jasmim1 ,assigna1 sem pensar1 o perennal deslustre ,de um seculo1 de um nome1 ou de um paiz illustre1 ,da ,humanidade emfim6 ,v ,como ha de pois a ,historia olhar esse ,gigante1 ,que tinha em si a morte1 o ,bem1 a luz e o crime8 ,que ora se eleva a um mundo altivo e coruscante ,e logo gera um mal que a ,gloria no redime8 ,elle era um diplomata1 um patriota1 um merito1 ,podia ser tambem um nobre benemerito ,levando o ,povo ,luso s concepes do ,justo1 ,se em vez de ser feroz1 de ter um genio adusto ,voltasse ao sentimento um corao suave4 ,julgou que ser tyranno era o mister mais grave ,do ministro de um rei6 ,fez um docel de sangue ao tribunal da ,lei1 ,poz um manto de lucto aos hombros da ,justia1 ,pisou raivoso o clero1 e foi ouvir-lhe a missa1 ,e como affirmao da ideia monarchista ,dos nobres ao plebeu traou a rubra lista4 ,como ha de pois a ,historia olhar o athleta ousado8 ,pesando com criterio os factos do passado1 ,seguindo passo a passo o luminoso accesso ,da ,sciencia e do ,progresso4 4444444444444444444444444444444444444444 ,ha muito que na ,europa o sopro percorria ,da clara discusso da s philosophia4 ,desde o seculo doze1 a duvida christ1 ,buscava escalpellar o craneo de ,satan4 ,pierre d',abelard examinara a crena1 ,e via j na f uma utopia immensa4 ,breve1 ,thomaz d',aquino1 imigo da ,raso1 ,antepunha ao ,progresso a fera inquisio4 ,mas ,bacon1 um titan1 repelle a f-cahotica1 ,e dando luz ,optica ,recebe uma intuio da ,sciencia positiva4 ,ento larga a rotina1 e s na lide activa ,depoz a base firme ideia demonstravel4 ,foi elle um ser vidente1 e concebeu provavel1 ,toda a gloria vindoura2 em seu nobre labor ,meditava o progresso enorme do vapor2 ,mas como em sua frente a infamia no assoma1 ,foi um martyr da ,sciencia1 e victima de ,roma1 ,a eterna desbragada1 a eterna prostituta ,que as geraes enlucta4 ,mas o germen vingou2 surgiu em breve a imprensa1 ,excelso meteoro1 a realidade immensa ,que faz de ,guttemberg um centro luminoso6 ,ia baquear em terra um deus medonho e iroso2 ,ia a ,ideia pulsar na mente e fora do ,homem6 ,e como as trevas somem ,os raios de um bom sol1 assim o novo invento ,abria par em par a estrada ao ,pensamento6 ,o ,genio eternisava em breve a ,pomponace1 ,e o forte ,rabelais batia face a face ,a escolastica1 e a lei theocratica e politica1 ,bem como o abuso annexo concepo juridica4 ,a ,patria lusitana1 a joia do ,occidente ,europa mostra ento o poeta ,gil ,vicente1 ,que aouta o clero hostil com ltegos de risos1 ,e nem sequer poupando os santos paraisos4 ,na praa era o judeu sujeito a atrocidades2 ,na crte1 ,d4 ,manuel escarnecia os frades4 ,havia pois de um lado a fora da rotina ,e do outro a ,ideia incuba a preparar a ruina4 ,mas n'isto um sobresalto os cerebros sacode1 ,roma chega raivosa1 e v que nada pde4 ,copernico affirmava a terrea rotao1 ,perdia o seu prestigio a santa religio6 ,foroso era impedir a affronta d'essa ,ida6 ,o sabio ponderou1 que outr'ora na ,chalda ,se havia j mostrado o movimento ,terra2 ,porm a ,curia segue em furibunda guerra1 ,e condemnou-lhe a obra4 ,mas eis um luctador que a fora audaz redobra1 ,e com coragem fria ,procura no infinito as leis da astronomia4 ,inventa o telescopio e applica-o logo ao ceu4 ,e o mundo olha assombrado o insigne ,galileu1 ,que segue passo a passo ,o trajecto eternal dos mundos pelo espao4 ,se ha nome que de ,gloria esplenda no universo1 o d'esse velho nobre ,que o clero punge e arrasta1 em dr1 e pranto immerso1 ,mas que ao ,genio descobre ,a esteira do futuro1 a via dos heroes ,que pem no ,progresso os rubidos pharoes6 ,a quda do ,oriente1 estremecer convulso ,havia dado ,ideia um vigoroso impulso1 ,civilisando a mente e pondo em toda a parte ,o gosto da ,poesia1 e pelos brilhos da arte4 ,ento o aureo paiz dos inclitos vares ,produz um sol gigante o esplendido ,,cam,,es1 ,a synthese do ,genio1 um estro democrata ,assombro dos ,ideaes1 talento que arrebata6 ,que bella actividade6 ,um cyclo era uma escola ,de sublimado intento6444 ,porm v-se descer o manto de ,loyola ,por cima d'esse advento1 ,e logo a aurora cae nas garras do terror1 ,e logo a humana gloria exprime no estertor ,que a prostra um assassino6 ,comtudo avana o ,bem6 ,luthero1 ,huss e ,calvino ,feriram mortalmente ,o abuso1 a tyrannia e o repugnante agente ,das penas infernaes1 ,geradas no rancor das hyenas clericaes4 ,a lucta assim travada turbulenta e audaz6 ,de um lado impera altivo o monstro ,satanaz4 ,e do outro a aspirao das comprovadas cousas4 ,a aurora veste lucto1 a terra veste lousas1 ,e o sangue corre a flux no precipicio escuro444 ,mas elle fecundou os germens do ,futuro6 444444444444444444444444444444444444444 ,keppler1 ,newton1 ,brah1 tinham desfeito o mytho ,da creao divina2 os livros do infinito ,j tinham revelado1 em phrases de planetas ,da grande lei sidrea as deslumbrantes metas4 ,descartes amplira as lucidas conquistas ,e profundra o abysmo s vs fices deistas2 ,e como o jesuitismo erguesse um throno ao mal1 ,surgiu-lhe o valoroso e hostil ,blaise ,pascal1 ,com satyra cortante e lucido criterio1 ,traando-lhe no ,tempo o eterno cemiterio4 ,desfibrava-se a pouco a lenda theologica1 ,e punha-se a atteno na historia geologica1 ,gognel1 ,jussieu1 ,buffon1 tinham rasgado a entranha ,no valle1 e na montanha1 esphera onde se agita o ,genio e o desatino4 ,seguiram-lhe o trajecto um ,pallas e ,arduino1 ,e todos1 sem sentir1 ,fizeram o passado esmorecer1 ruir4 ,a antiga historia china oppunha-se utopia ,da lenda de ,moyss2 a sciencia cada dia ,os cerebros levava nova experiencia1 ,que em breve provaria forte intelligencia ,a historia da ,materia ,no mar1 na vida1 e morte1 e sons1 e luz etherea4 4444444444444444444444444444444444444444 44444444 ,brotava na ,consciencia a aspirao politica2 ,deixara a ,inglaterra a frmula mephitica1 ,e em todos os sentidos ,se pressentiam j os turbidos ruidos4 ,voltaire e ,diderot entravam no futuro4 ,desmoronando o muro ,que ainda protegia a treva e o fanatismo4 ,ficou pois fulminada a crena e o mysticismo6 ,nenhum abrigo havia aos golpes do alvio ,vibrados pela firme e rija ,evoluo4 ,os reis1 mesmo a sorrir abriam o jazigo1 ,onde ia sepultar-se o clero1 o seu amigo1 ,sem verem que aluida a base do edificio ,que tem por cima o odio1 e em baixo o precipicio1 ,desaba fatalmente em multiplas bastilhas4 ,tinham sulcado o oceano as portuguezas quilhas1 ,e o genio dos heroes deixara esteiras certas bella explorao das ricas descobertas4 ,no clima luxuriante1 e terras do ,equador ,eram a flra e fauna os ninhos do esplendor1 ,e o ,homem que estudava1 o ,homem j sabia ,que ,deus era ignorante1 e muito1 em ,geographia4 4444444444444444444444444444444444444444 444444 ,n'este mar revoltoso que se eleva o homem ,que uns coroam de luz1 outros na campa somem6 ,,vi ,o marquez de ,pombal1 producto do seu meio1 ,trazia na ,consciencia o salutar anceio ,das santas cousas bellas4 ,mas um facto mental1 o facto do attavismo1 ,acorrentava-o sempre ao velho despotismo ,dos thronos e das cellas4 ,a corrente soprada alm1 da heroica ,frana1 ,fazia-lhe pulsar a magestosa esp'rana ,das creaes mais caras2 ,porm n'esse combate imigo do ,direito1 ,cedia tristemente voz do ,preconceito1 ,e s perverses ignaras4 ,demonstra-o fartamente o proceder confuso ,com que arrojava ao ,povo um turbilho diffuso ,de mortes e afflico1 ,curando juntamente1 e com visivel gloria1 ,de lhe aplainar a rude e fria trajectoria1 ,por meio da instruco4 ,affirma-o sem rodeio o manifesto empenho ,com que guerreou ,bocage1 o sublimado engenho ,do seculo passado1 ,por seus bellos ideaes1 modernos e atheistas1 ,expostos com vigor1 e com profundas vistas ,de um espirito avanado4 ,comprova-o a friesa usada com ,fylinto ,que longe do seu ninho1 o doce riso extincto1 ,chorava1 em lyra de ouro1 ,as ruinas da ventura1 o azul do patrio lar1 ,as aguas do ,mondego1 e as vibraes do luar ,entre os jasmins e o louro4 ,a ethopa social dos seculos transactos1 ,reflecte-se e vigora em seus funestos actos4 ,fluctua sem cessar seu espirito viril1 ,que ora se eleva ao bello1 ora se entrega ao vil4 ,mas n'elle transparece uma tendencia rude ,que punge a leal ,virtude6 ,a statica mental aperta-a pelos pulsos2 ,e a dynamica ento imprime-lhe os impulsos ,da progressiva lida2 ,e assim n'este vaivm lhe corre toda a vida4 ,porm quando abordou estancia derradeira ,deixava atraz de si a sanguinosa esteira1 ,onde o espectro do pobre1 e justo1 e velho1 e creana ,reclamam com vigor criterio e segurana ,ao tribunal da ,historia1 onde sero julgados ,os sabios1 os heroes1 os reis e os scelerados4 4444444444444444444444444444444444444444 444444 ,tenho attacado o clero1 aspiro excelsa luz1 ,detesto o ignobil lenho1 e sinto por ,jesus ,o affecto que daria a irmo1 se irmo tivera1 ,venero o positivo1 e nunca a van chimera4 ,meus filhos1 castos soes1 o meu thesouro immenso1 ,por quem me sinto grande1 a quem adoro e incenso1 ,as heras infantis que enleio na ,consciencia1 ,a fora que me impelle lucta da inclemencia ,que aqui1 n'este paiz de cousas pequeninas ,odeia a quem cultiva as rosas christalinas ,no corao do ,bem1 ,progresso e ,liberdade1 ,seguem a religio do ,justo e da ,verdade1 a sua crena ideal1 ,resume-se no amor do seu sentir filial4 ,mas tendo a mente forte e despresando os idolos1 ,e combatendo firme os monumentos frivolos1 ,politico-sociaes1 ,revoltam-me a ,consciencia os actos to brutaes ,da vida do marquez1 ,e vejo com tristesa o nome portuguez ,coberto pelo horror1 ,quando podia ser um foco de explendor4 ,a queda do jesuita justa1 rasoavel2 ,expulsa essa barreira imiga insuperavel1 ,podia a sociedade erguer-se da ignorancia1 ,dormir em paz a ,me1 sorrir a loura infancia ,ao ,pensamento novo1 a santa aspirao6 digno de louvor quebrar inquisio ,os braos da vingana a ira da torpesa4 ,mas cobrem-se de lucto as leis da ,naturesa1 ,mas ouve-se um protesto1 a palpitar fremente1 ,ao ver1 cheio de affronta1 um martyr impotente1 ,rojado pelo cho1 manchado pela lama6 ,e pelas naes clama ,a ,ideia humanitaria1 amena1 e justiceira1 ,vendo arrojar um ente estupida fogueira6 ,e embora fosse um padre1 embora um jesuita1 ,embora fosse irmo da raa atroz1 precita1 ,a minha voz sentida ,protesta contra a morte imposta a ,malagrida6 ,protesto6 ,e emquanto houver ,um corao de luz em peito de mulher1 ,meu brado ha de correr nos angulos do mundo1 ,e em todo o mar fecundo6 ,,vii ,que se ha de ento fazer aos grandes luctadores1 ,que lanam sobre a ,historia as olorosas flores1 ,e regam com seu sangue os fructos do porvir8 ,que fontes de esplendor iremos ns abrir ,ao vidente ,danton1 a ,lincoln1 a ,blanqui1 ,o martyr que sorri ,por entre a cerrao da noute do tormento8 ,que havemos de offertar aos soes do ,pensamento8 ,nunca apoiei ,thiers1 nem o chacal da ,russia6 ,detesto a immanidade1 e a vingativa astucia444 ,o sangue da ,communa1 as lagrimas de ,jessa1 ,formaram no silencio a fulgida cabea ,da indomavel revolta6 ,o monstro que commanda1 em meio de uma escolta ,as manobras crueis que geram a orphandade1 mais feroz que um tigre1 e avilta a ,humanidade1 ,e deve ter na mente ,a infamia de ,javheh1 e os odios da serpente4 ,como hei de eu incensar a monarchista treva8 ,como hei de ento louvar um ser de fronte seva8 ,pombal beijou a patria1 e espedaou-lhe o seio2 ,fez guerra ao ,preconceito1 e prostergou o anceio ,dos crentes do porvir6 ,levou seu nome ,gloria1 e fel-o aps cahir4 ,no sangue inda escorrega ,quem segue a lusa historia4 ,a s ,justia nega ,um preito1 a quem desdenha a humanitaria via1 ,e lana a ,liberdade s palhas da enxovia4 ,fique acima de tudo o limpido criterio2 ,formar uma cidade onde era um cemiterio ,seria expr a vida aos morbidos prejuizos4 ,vasar em molde infiel historicos juizos ,ser viciar tambem o pensamento ao ,povo4 ,justia6 ,ha de o vindouro escalpellar de novo ,a nossa actividade2 e ento444 tremendo encargo6 ,ou ha de ter no peito um sentimento amargo ,ou ha de achar mesquinha a obra dos avs6 ,salvemos o ,futuro1 e que elle creia em ns6 ,,fim