( public doma9 mat]ial f ,google ,book ,se>*7 ,,!ophilo ,,braga ,,z ,,!ocracias ,,litt]>ias ,,lisboa ,,typographia ,,univ]sal ,,rua ,,dos ,,calafates1 #aaj #ahfe ,,!ophilo ,,braga ,,z ,,!ocracias ,,litt]>ias ,,relance ,,sobre ,o ,,e/ado ,,actual ,,da ,,litt]atura ,,portugueza ,,lisboa ,,typographia ,,univ]sal ,,rua ,,dos ,,calafates1 #aaj #ahfe ,,!ocracias ,,litt]>ias ,,relance ,,sobre ,o ,,e/ado ,,actual ,,da ,,litt]atura ,,portugueza ,=a-me a consci5cia a ergu] a voz3 ,e/amos n'uma t]ra em que a v]dade p>a s] ouvida precisa traz] a frma d esc&alo4 ,a no vir d'e/e modo uma coisa in9telligivel1 obscura4 ,tanto melhor p>a quem aspira a s] ent5dido sm5te por aquelles que se pagam de sua obscuridade pela firmeza da consci5cia1 e integridade de c>act]4 ,a gr&e individualidade1 resultado dos progressos d'e/e seculo1 vae torn&o impossiveis todas z supremacias1 tanto na religio1 como no e/ado1 como na arte4 p>a onde confluem todos os es=os1 todas z luctas2 o mobil de aco na ,europa mod]na4 ,z realezas litt]>ias =am z primeiras que acab>am1 porque se compreh5deu de prompto1 que no era o modlo academico1 mas o s5tim5to puro1 que nos havia elev> p]feio1 d>-nos a p]cepo imm$iata das frmas que traduzem o bello na vida4 ,cada um1 em vez de ir com os olhos nas pgadas d me/re1 procur\ des5volv] em si esse s5tim5to +5ito2 em vez de arranc>em curiosidades hybridas de sua phantasia1 s\b]am descobrir como a et]nidade se allia com z creaes humanas4 ,passo dado pela evoluo romantica4 ,uma das phases mais brilhantes da vida de ,g!1 depois de se t] enc>nado no ,fau/o e contemplado o ideal s]5o d mundo antigo1 z frmas encantadoras de ,hel5a1 o typo supremo d bello2 depois de t] repres5tado z luctas e revolues com que o *ri/ianismo abal\ a alma humana1 na sublime creao da ,noiva de ,coryn?o1 o vulto d p5sador e poeta realisa em si a mesma p]feio pla/ica1 s5te que se transfigura1 a fronte envolve-se em uma mage/ade olympica4 ju/am5te n'e/e ponto que elle s5te em si uma realeza2 a edade avana1 a purpura e/ quasi a cahir-lhe dos hombros1 sub/ituida pelo sud>io4 ,ento lana os olhos pela mocidade da ,allemanha1 busca d eleito4 ,vem de toda a p>te consult> o vid5te s5tado no m>co mili>io da vida2 o que elle diz grava-se como uma s5t5a1 o vatic9io em que d a apo!ose ou a obscuridade4 ,apes> da intuio e sci5cia d bello1 que nos seus resultados similhante ao s5tim5to da ju/ia1 quantas vezes no foi o semideus da arte inju/o nas suas apreciaes8 ,novalis1 a alma my/ica da ,allemanha1 a melan*olia das elevaes intimas que c>act]isa a nacionalidade de ,taul]1 ,hans ,sa*s1 ,ruysbroek1 no foi avaliado por ,g!4 ,o pago no compreh5d]a os devaneios crepuscul>es1 os anceios vagos de uma alma1 que aspir>a o p]fume da rosa my/ica d *ri/ianismo4 ,g! foi uma vez inju/o na sua vida1 qu&o despres\ o pobre e poeta ,novalis4 ,que diff]5a entre ,g! e o sr4 ,ca/ilho8 a mesma que d um z]o por d5om9ador4 ,comtudo1 entre ns1 como se v pelas suas obras1 ou talvez por e/a infancia p]petua que lhe encontram os seus admiradores1 que ess5cialm5te imitadora1 procura tambem no ultimo qu>tel da vida acclam>-se o arbitro supremo da litt]atura1 e cobrir com os retalhos da sua purpura z *agas e aleijes dos aulicos1 decret&o-lhes a admirao publica1 e impondo-os po/]idade4 ,cabia aqui1 p>a todos1 o bom dito de ,voltaire a proposito da ,epi/ola de ,j4 ,b4 ,r\sseau ,po/]idade4 ,se e/as coisas fossem feitas por levi&ade natural da s5ectude1 ao m5os t9hamos a c]teza de que l e/avam z bemav5turanz que d>iam por premio o re9o d co4 ,o app>ecim5to de um livro uma das melhores t]tulias p>a o sr4 ,ca/ilho2 app>ece logo como e/es hom5s que vo a todos os ent]ros4 ,e/a phrase usual de republica das lettras significa mais d que se p5sa2 a intellig5cia no reconhece mage/ades1 nem hi]>*ias1 vive da egualdade pl5a1 e tanto1 que e/e o dom m>avilhoso da razo1 a uni=midade de processos p>a uma egualdade de resultados--a v]dade4 ,a ,c>ta d sr4 ,an!ro d ,qu5tal colloca na sua v]dadeira altura o que significam e/as ins9uaes p]fidas contra a es*ola de ,coimbra#a1 z att5oes equivocas1 e a animao cl&e/9a aos adeptos que lhe vo na pi/a apod&o com insol5cias e banalidades todo o impulso dado p>a sahirmos das sup]fetaes mesqu9has a que entre ns se *ama arte4 ,a c>ta v]sa sobre o bom s5so e o bom go/o1 e pela c>5cia d'e/es dons que se adquire o pr9cipado da lyra4 ,ao l]em-se z pag9as d'esse prote/o1 que ha de vir a s] um capitulo da hi/oria da litt]atura contemporanea1 s5te-se vibr> em cada palavra um s5tim5to illimitado de ju/ia1 como a sabem s5tir os coraes novos1 ou os hom5s que teem s(frido1 victimas da p]v]sidade dos outros4 ,e/e mesmo s5tim5to de ju/ia1 que sempre a pr9cipal inspirao da poesia d sr4 ,an!ro d ,qu5tal1 traduzida na sua frma mais au/]a d dev]1 d-lhe um vigor logico dico2 dotado das qualidades que fazem admiravel um e/yli/a1 imag9ao e uma intuio g5]alisadora1 n'e/a c>ta que vemos melhor c>act]isado o seu g5io4 ,tem a franqueza de l+uagem1 o des5fado de quem se fia na sua dialectica firme1 a p5etrao que segue um pr9cipio at s mais remotas concluses4 ,alma rectissima de ,pr\dhon1 compreh5so e t5acidade de ,feu]bak1 o sr4 ,an!ro d ,qu5tal ob$ece fatalidade de sua natureza4 ,tem todos os dotes p>a um t]rivel pamphlet>io4 ,elle s]ve-se da sua obscuridade e despreocupao litt]>ia p>a que e/e prote/o no seja um res5tim5to1 mas lhe d direito a julg> desassombradam5te1 com frieza e boa f4 ,n'e/a c>ta admiravel ha dois elem5tos di/9ctos que o auctor s\be comb9> de uma maneira condigna d tal5to2 a s]i$ade com que discute z idz1 o lyrismo com que se apossa dellas1 e o ridiculo que d]rama sobre z n9h>ias das nullidades altivas4 ,cumpre faz] um rep>o4 ,o publico julg> por c]to um desacato1 vir um homem1 affront&o todas z conv5i5cias1 o respeito velhice1 a admirao sancionada por todos1 e demon/r> a exiguidade d sr4 ,ca/ilho4 ,todos ns sabemos o que p>ticul>m5te se p5sa e se diz d auctor da ,jov5 ,lilia1 como c>act] e como arti/a1 mas uns diante dos outros no se atrevem1 talvez por s]vilismo1 a proclam> a v]dade crua4 ,o sr4 ,ca/ilho assi/e de dia p>a dia ao esphacelam5to d seu c>act]2 indole vip]9a1 res]vado1 como o rancor de cego1 bifronte como o deus antigo cujos fa/os a9da commemora1 no tem1 no tem direito a e/a sagrao que vae sanctific&o a edade e o trabalho4 ,elle app>ece-nos como ,*iron ens9&o o my/]io da =a aos que o c]cam1 mas n'i/o que e/ o att5tado arte1 ens9&o uma rot9a arcadica1 palavrosa1 nulla de idz1 de s5tim5tos falsos1 que j se nota na mocidade1 que o admira4 ,sobre tudo a m f1 o que mais depressa se communica2 um critico *ama +rato a um auctor1 que preoccupado com o seu trabalho no s\be1 nem teve tempo p>a ir agradec]-lhe z inepcias2 e promette v]b]al-o1 allud9do fra de proposito sua nebulosidade4 ,cada vez me conv5o mais d celebre dito de ,pope1 que se pode applic> maioria dos que escrevem3 ,que um mau escriptor sempre um mau homem4 ,um dos argum5tos d auctor das ,c>tas de ,ecco e ,n>ciso1 contra e/e movim5to e es=o p>a d> ideal poesia1 o fal> da pla/ica e da ,e/hetica como coisas futeis1 e tanto1 que os gr&es poetas antigos no z conhec]am4 ,hom]o1 ,dante1 ,virgilio1 todos os g5ios de todos os tempos no sabiam o que era ,e/hetica8 ,seguram5te o sr4 ,ca/ilho aco/umado a rim> palavras e ensac> p]iodos em arr5dondadas p]iphrases1 tom\ s a palavra ,e/hetica1 creada por ,w4 ,hamilton 7,lectures on metaphysics1 t4 ,i7 por que no se quiz d> ao trabalho de compreh5d] o que e/a designao contm4 ,ha na natureza d homem o pod] de det]m9> a g5]alidade das coisas1 de descobrir n'ellas o ponto em que a vontade de todos se h>monisa1 a =a my/]iosa de h>monis> o mundo1 o s5tim5to d bello1 o ideal2 mas a e/e dom sublime &a tambem adjunto o pod] de d> frma1 traz] realidade da vida os s5tim5tos mais intimos-- a arte4 a unio d'e/as duas =z que con/itue v]dadeiram5te o g5io2 o que tem feito a apo!ose dos poetas et]nos4 ,ora1 sr4 ,ca/ilho1 ao e/udo e contemplao objectiva de todos e/es factos d nosso espirito1 sua r$uco a sci5cia que se *ama ,e/hetica1 d mesmo modo que z ca!gorias d racioc9io =mam a ,logica4 ,antes de ,ari/oteles t] det]m9ado z leis syllogi/icas1 n+uem t9ha p5sado1 segundo o modo de vr d sr4 ,ca/ilho1 ou p5sava-se bem sem ellas4 ,o sr4 ,ca/ilho no bom ,hom]o1 mas dormita sempre embalado ao canto das cig>ras debaixo da olaia1 e no sabe o que o homem1 nem procura sab] a razo d movim5to da sua epoca4 ,mas p>a que s]ve a ,e/hetica8 facil de v]4 ,o homem obr&o primeiram5te por impulsos in/9ctivos1 t5de cont9uam5te a emancip>-se d'essa fatalidade torn&o todos os seus actos d dom9io da consci5cia2 z sci5cias nascem d'e/e mesmo es=o incessante2 no *egam a con/ituir-se antes de uma longa obs]vao de factos successivos em que se basem4 ,a ,e/hetica a consci5cia d s5tim5to d bello2 mas como o s5tim5to d bello a communicao espiritual d homem com o mundo1 vem a ,e/hetica a s] a syn!se de todas z outras sci5cias que procuram z propri$ades e qualidades das coisas mat]iaes4 ,e o ideal8 a passagem da realidade natural p>a a realidade arti/ica4 ,sobre tudo uma das primeiras condies da arte a v]dade2 e a v]dade nunca se encontra aonde no ha c>act]4 ,a arte sem a v]dade d z ampliaes rhetoricas1 insuffladas de synongmos1 a que entre ns se *ama e/ylo classico1 ,frei ,luiz de ,s\sa1 em que se rel depois de lr1 e se torna a lr1 em que se voltam de mil maneiras z =mas arr$ondadas1 em que no ha um p5sam5to1 e em que prima o sr4 ,ca/ilho4 ,e e/a sua prosa muito portugueza na dico2 portugueza de dois seculos atraz1 qu9h5ti/a pela frma int]telada e urbana1 seisc5ti/a pelo requ9te1 e sobre tudo dissonante p>a quem conhece a v]dadeira eury?mia da l+ua1 pela mi/ura inslita e desnatural da gravidade academica com z locues des5fadadas e legitimas d nosso povo4 ,a9da ha por ahi quem p5sa que uma l+ua no progride com z necessidades intellectuaes ou mat]iaes de um povo4 ,no admira1 porque entre ns z necessidades intellectuaes so nullas1 e o sr4 ,ca/ilho o primeiro a reconhecel-o1 qu&o se enfaixa nos ,s\sas e ,luc5as e decreta urbi et orbi z gallanices d e/ylo4 ,nos ,quadros ,hi/oricos1 obra to falada e go/ada1 abundam pag9as inf9das1 saf>as de idz1 seccantes pelas extorses dos elem5tos da orao1 mas portuguezas de lei4 ,citmos um livro1 ju/am5te aquelle em que o sr4 ,ca/ilho levant\ um prote/o contra a es*ola romantica de ,victor ,hugo2 n'aquelle prologo diz h]esias inauditas contra o ideal2 mas sua excell5cia veio como os falsos prophetas1 qu]ia excommung>1 e z palavras d esconjuro conv]t]am-se-lhe em b5os4 ,de tudo o que o auctor da ,ode arcadica a ,d4 ,joo ,,vi tem escripto at s traduces p>aphra/icas de ,ovidio1 se alguma c\sa ha que se la1 imitao da escola romantica3 tal o drama ,cames4 ,z obras d sr4 ,ca/ilho tem o valor economico da r>idade4 o que faz com que se fale nos ,quadros ,hi/oricos1 porque p\cos os tem vi/o2 lidos1 e conhecida a int5o d auctor1 occupam um log> som5os a9da abaixo d que m$iocre4 ,o sr4 ,alex&re ,h]culano empreh5deu a ,hi/oria de ,portugal com e/e espirito sev]o da escola analy/a de ,guizot e ,macauley2 t9ha de sacrific>1 de nos expropri>1 por assim diz]1 a bem da v]dade1 das nossas l5das e tradies nacionaes1 com que os nossos ,h]odotos haviam bordado a hi/oria dos primeiros tempos4 ,era preciso que outra mo fosse respig&o na se>a cortada1 como ,rut?4 ,s um poeta1 com a sua v>a magica1 pod]ia faz] app>ec] os !s\ros da imag9ao4 ,o sr4 ,ca/ilho vot\-se empreza4 ,mas como8 ,falto de imag9ao lanou-se a romance> a capri*o aquellas l5das que j e/avam dramatisadas na +5uidade da *ronica pelos bons ,froiss>ts4 ,assim falsific\-lhes o espirito1 d&o-se-nos como contemporaneo d'ellas4 uma atrocidade imp]doavel1 tanto maior1 quanto n'e/e tempo j t9ha app>ecido o livro monum5tal de ,jacob ,grimm sobre z ,tradies allems1 em que o mod]no ,du ,cange1 depois de hav] consumido dez annos de vida n'esse trabalho1 ens9a como se re/auram e/as preciosidades4 ,z gr&es descob]tas so p>a todos4 ,j nos ,quadros se nota em sua excell5cia1 um desejo de imit> aquella esp]teza de ,*>tt]ton que inv5t\ o monge ,r[ley1 a intuio de ,macff]son inv5t&o ,ossian1 ou o ardil de ,psalmanaz> que imag9\ um outro ,japo4 ,escrev5do o ,auto da boa ,e/reia deu-se por muito feliz em engan> o consci5cioso bibliographo ,jos ,m>ia da ,co/a e ,silva no seu ,ensaio bibliographico critico4 ,a arte no i/o6 a m5tira uma p]v]sidade de morte1 pr9cipalm5te no que toca ao s5tim5to1 que no discute1 mas se deixa impression> sm5te4 ,no assim que se pontifice das letras4 ,digamos a v]dade toda4 ,o sr4 ,ca/ilho deve a sua celebridade infelicidade de s] cego4 ,o que se esp]a de um cego8 ,ap5as habilidade4 uma celebridade tri/e porque tem origem na compaixo1 e a compaixo fatiga-se4 ,a primeira vez que o seu nome foi citado em um trabalho litt]>io em ,p>is1 no ,p>naso ,luzitano1 era d'e/a circum/ancia que tirava os motivos da admirao o sabio auctor d'aquelle esboo de hi/oria litt]>ia4 ,foi tambem a inspirao de ,victor ,hugo em um pequ5o di/ico1 qu&o retribuiu com a immortalidade z palavras inju/as contra a ,notre ,dome4 ,o publico tem direito a que lhe respeitem uma celebridade que fez4 de razo4 ,mas como se fez e/a celebridade8 ,d mesmo modo que os insectos =m>am a enorme cordilheira dos ,&es1 como a defecao dos pass>os1 que emigram1 =ma ilhas no meio d m>4 ,com o tempo4 ,a primeira impresso que z obras d'e/e auctor caus>am1 qu&o app>ec]am1 foi boa2 era preciso anim> a =mao da litt]atura4 ,lia-se ap5as ,o ,feliz ,indep5d5te4 ,e/a impresso tem-se transmittido tradicionalm5te1 porque a r>idade das edies1 que ha um anno se reproduzem1 no deix\ assign>-lhe a9da o seu valor actual4 ,a reputao d sr4 ,ca/ilho acaba com a sua vida2 a luz que se apaga comsigo2 n5hum dos seus livros vae po/]idade1 porque a po/]idade1 sempre impassivel1 aceita sm5te o que ex]ceu uma influ5cia sobre uma epoca4 ,hoje fala-se a9da nas ,epi/olae ,obscurorum ,virorum1 d cavalleiro de ,hutt51 porque foi o primeiro passo p>a a secul>isao das letras antes da ,re=ma4 ,depois da morte d auctor da ,primav]a1 conclue-se evid5tem5te que1 nem mais um volume se torn> a imprimir4 um ph5om5o curioso1 mas que se d frequ5tes vezes1 qu&o o auctor gosa de uma aura acima d que m]ece4 ,o mesmo se deu com ,*apella91 auctor de uma ,pucelle1 com ,palissot1 ,sc>ron1 ,sa9t-,evremont1 e quej&os4 ,cu/a-nos ba/ante t] de arc> com preconceitos e sup]/ies d publico2 mas a v]dade mais imp]iosa1 no se cala ante z tosquias dos feti*es2 e que se pde esp]> d ,memnide ,eg95se1 l5tas 9 umbra1 entre z ovelhas da sua arcadia1 s5o isso8 em nome da v]dade e da ju/ia que levanto por um in/ante a mo da consci5cia1 p>a assign>-me contra z !ocracias litt]>ias4 ,novembro de #ahfe4 ,!ophilo ,braga4 #a ,no exi/e es*ola alguma2 exi/em ap5as hom5s que sabem p5s> e escrev] com indep5d5cia4 ,todavia ha quem a*e conv5i5te s]vir-se d'e/a designao p>a compromett] esses hom5s torn&o-os solid>ios com z inco]5cias e futilidades de g5te que se d por honrada em vr-se reprovada em to boa companhia4 ,,pre,o #ajj ,r,,is